Drogas: a elite custeadora do crime organizado

26 de junho de 2017 por Eliana Lima

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Dois setores clandestinos – porém públicos e notórios -, poderosos e bilionários de avanços desmedidos mancham o Brasil na conquista do reconhecimento universal.

Eles: corrupção e tráfico de drogas.

Para estes, nunca faltam ‘projetos’, dinheiro, investidores etc, E tais.

A corrupção, vê-se, é o maior projeto político brasileiro de todos os tempos. Antes implacável.

O tráfico de drogas, negócio de bilhões que se compara ao petróleo, mata e avilta o futuro na destruição dos seus jovens.

O pior do tráfico é o financiador, ou custeador, como queira, que no efeito bumerangue termina sendo a vítima não só pelos estragos devastadores na saúde física e mental, mas também pelas consequências sociais e criminológicas a que fica sujeito.

Pior ainda: com a agravante de suceder a violência ao inocente.

Quem são esses financiadores? Os consumidores, elementar.

Principalmente aqueles de potência aquisitiva. Enquanto o pobre ou desempregado que não tem como manter seu vício na valorosa cocaína se submete ao roubo, zelar boca de fumo e outros ilegais para comprar o ‘prazer’, os ricos não medem cifrões para que a droga seja de ‘alta qualidade’.

Ou seja, na realidade são cúmplices e custeadores do crime organizado.

O tráfico se tornou uma força paralela às armadas oficiais. Seu poder de fogo faz inveja aos rebeldes sírios, digamos assim. Armamento bélico com grifos iraquianos, russos, americanos…

Como comércio clandestino, o tráfico lucra sem os deveres dos impostos.

Para quem discorda que consumidores são financiadores, é perguntar ao Tio Aurélio: financiar significa fornecer dinheiro, fundos, capitais; custear as despesas, a compra de alguma coisa.

Portanto…

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