Arquivos da categoria ‘Economia’

Refinaria Potiguar Clara Camarão registra novo recorde de produção de querosene de aviação

19 de setembro de 2017

O volume de combustível produzido na Refinaria Potiguar Clara Camarão (RPCC), no município potiguar de Guamaré, superou a marca de 19 mil metros cúbicos em agosto.

Trata-se de um novo recorde de produção de querosene de aviação (QAV): 19.841 m3, 8% superior ao anterior, obtido em janeiro deste ano.

Segundo a Petrobras, a “marca foi possível principalmente em função do aperfeiçoamento de processos promovido pelo Programa de Produção de Médios (diesel e QAV) e Gasolina, o Promega. Também houve aumento de rendimento do derivado pela implantação de melhorias na unidade durante a última parada programada de manutenção”.

A RPCC atende a todo o mercado do RN e o excedente é destinado, principalmente, para o estado do Ceará.

Demandas para o varejo serão apresentadas a políticos do RN

19 de setembro de 2017

As demandas necessárias de políticas públicas para desenvolvimento do varejo no RN serão apresentadas amanhã (20), em Natal, aos políticos potiguares, no Programa Nacional de Desenvolvimento do Varejo (PNDV), com projetos de lei, decretos, portarias e demais instrumentos normativos.

O PNDV é uma parceria da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) com o Sebrae para “melhor o ambiente de negócios e acelerar o desenvolvimento de vantagens competitivas no setor varejista, por meio da identificação, proposição e disseminação de políticas públicas e do fortalecimento das lideranças do setor”.

Motores do Desenvolvimento debate influência da gestão pública na economia do RN

15 de setembro de 2017

Segunda-feira tem mais uma edição do Seminário Motores do Desenvolvimento, idealizado e realizado por esta Tribuna do Norte, em parceria com o Sistema Fecomércio, Sistema Fiern, UFRN, Ministério Público Estadual e RG Salamanca Capital.

Dessa vez para abordar a influência da gestão pública na economia potiguar, na voz dos especialistas Raul Velloso, Cláudio Porto e Eduardo Giannetti. A partir das 8h, no Holiday Inn Natal.

Para o presidente da Fecomércio, Marcelo Queiróz, toda a “economia é muito atrelada do Poder Público. Cerca de um terço da massa salarial potiguar, por exemplo, advém dos servidores públicos. Também há uma dependência muito grande das compras estatais e dos investimentos. O desequilíbrio financeiro coloca tudo isso em xeque. Por isso, debatê-lo é fundamental”.

Petrobras aprova acordo para encerrar ação individual nos EUA

14 de setembro de 2017

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou a celebração de acordo para encerrar ação individual proposta perante a Corte Federal de Nova York, EUA, por um grupo de afiliadas da Discovery Global Citizens Master Fund, Ltd. (“Discovery Global”).

Segundo a petrolífera, já foram feitos “acordos para encerrar outras dezenove ações individuais apresentadas perante a Corte Federal de Nova York, EUA, e uma ação individual apresentada perante a Corte Federal da Pensilvânia, EUA”, com provisões estimadas de “US$ 445 milhões no 2º trimestre de 2017 (dos quais US$ 372 milhões provisionados em 2016), passa a ser de US$ 448 milhões”.

Explica que “no momento não é possível para a Petrobras fazer estimativa confiável sobre o desfecho da class action”. E que os acordos, que têm termos confidenciais, são para “eliminar incertezas, ônus e custos associados à continuidade dessas disputas e não constituem qualquer reconhecimento de responsabilidade por parte da Petrobras, que continuará se defendendo firmemente nas demais ações em andamento”.

Parnamirim, Mossoró e Apodi registram maior crescimento de emprego

6 de setembro de 2017

Levantamento do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de estudos econômicos do Banco do Nordeste, aponta que o Nordeste registrou saldo positivo na movimentação dos trabalhadores com carteira assinada no mês julho.

Com a diferença entre admitidos e desligados, de 6.641 novas vagas preenchidas, a região teve alta de empregos formais em sete de suas nove unidades federativas. Ceará (1.871 postos de trabalho), Maranhão (1.567), Rio Grande do Norte (963) e Bahia (847) puxaram o crescimento.

Os principais responsáveis pelo desempenho foram os setores da Agropecuária (921 postos) e Serviços (412). Os municípios potiguares que mais ganharam vagas foram Mossoró (778 postos), Parnamirim (109) e Apodi (103).

Proporcionalmente, quando comparado o número de habitantes, o RN obteve o resultado mais expressivo. Com apenas metade da população maranhense, 38% da cearense e 22% da baiana.

Petrobras anuncia pé-pagamento de dívidas bancárias e novos financiamentos

6 de setembro de 2017

Para seguir a estratégia de gerenciamento do portfólio de dívida, a Petrobras informa que realizou as seguintes operações:

1) pré-pagamento de uma NCE (Nota de Crédito à Exportação) de R$ 2,5 bilhões, emitida para a Caixa Econômica Federal que venceria em novembro de 2018;

2) nova emissão de NCE para o Banco Bradesco, no valor de R$ 1 bilhão e vencimento em agosto de 2024;

3) pré-pagamento de US$ 250 milhões de uma parcela de um financiamento de US$ 1 bilhão com o Banco Crédit Agricole CIB, com prazo até dezembro de 2020 e a renegociação dos US$ 750 milhões restantes com extensão do prazo de vencimento para dezembro de 2022.

Diz também que “continuará avaliando novas oportunidades de pré-pagamento e de novos financiamentos, de acordo com a sua estratégia de gerenciamento de passivos, que visa à melhora do perfil de amortização, levando em consideração as metas de desalavancagem previstas em seu Plano de Negócios e Gestão 2017-2021”.

 

Poupança da Caixa supera R$ 944 milhões

4 de setembro de 2017

Até agosto, a captação líquida acumulada da Caixa Econômica Federal superou a marca de R$ 944,1 milhões de depósitos em poupança.

Segundo a Caixa, nos últimos 12 meses, o saldo da poupança registrou um crescimento de 9,8%, atingindo R$ 261 bilhões e aumentando sua participação de mercado para 38,23%.

“Com a redução da Taxa Selic, a rentabilidade da Poupança passou a ser mais atrativa em relação a outros investimentos tais como CDB e Fundos, a depender do prazo e do valor”, afirma a diretoria do banco.

Rafael Grisolia é o novo diretor executivo da BR Distribuidora

28 de agosto de 2017

O Conselho de Administração da subsidiária da Petrobras Distribuidora S.A. (BR) aprovou em eleição o nome de Rafael Salvador Grisolia para o cargo de Diretor Executivo Financeiro, com prazo de mandato até julho de 2019.

Engenheiro de produção, com MBA pela Coppead/UFRJ, Rafael Grisolia possui uma carreira diversificada. Atuou na área financeira da Esso – afiliada da ExxonMobil Corp., e Cosan Combustíveis e Lubrificantes S.A., e foi Chief Financial Officer (CFO) do Grupo Trigo S.A. e CFO e Investor Relations Officer (IRO) da Cremer S.A.

Ocupava a posição de CFO e IRO na empresa Inbrands S.A., de onde se desligou para assumir a posição na BR. A indicação foi objeto de análise prévia pelo Comitê de Indicação, Remuneração e Sucessão do Conselho de Administração da Petrobras.

Petrobras aprova reestruturação societária na BR Distribuidora

25 de agosto de 2017

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou a reestruturação societária da Petrobras Distribuidora S.A. (BR),  sua subsidiária integral.

Para a transação, terá que aplicar aporte de capital da Petrobras na BR no valor aproximado de R$ 6,3 bilhões, mais a incorporação da Downstream na Petrobras.

Também, a separação dos recebíveis detidos pela BR decorrentes de Contratos de Confissão de Dívida (CCDs) com o Sistema Eletrobras que possuem garantias reais (penhor de créditos oriundos da Conta de Desenvolvimento Energético-CDE) e dos recebíveis detidos pela BR com outras sociedades do Sistema Petrobras. A parcela cindida será incorporada na Downstream Participações Ltda. (“Downstream”), subsidiária cujo capital social pertence integralmente à Petrobras;

O recurso gerado pela operação de aporte de capital será utilizado integralmente para o pré-pagamento de dívidas, contraídas anteriormente pela BR e garantidas pela Petrobras.

“Por se tratar de reestruturação entre sociedades cuja totalidade do capital social pertence à Petrobras, as operações serão realizadas a valor contábil com base em laudo de avaliação, não gerando impacto no resultado das empresas envolvidas. A operação também não gera alteração relevante no patrimônio líquido da Petrobras e da BR”, explicou a estatal.

As operações ainda estão sujeitas à aprovação pela Assembleia Geral de Acionistas da BR e pela Reunião de Sócios da Downstream, assim como à manifestação da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais – SEST, nos termos do Decreto no 9.035/2017. A incorporação da Downstream ainda será objeto de deliberação pelos órgãos societários competentes.

Petrobras explica sobre suas distribuidoras no Uruguai

16 de agosto de 2017

Em nota emitida para a imprensa, a petrolífera diz que esclarece sobre as “questões que precederam os processos arbitrais internacionais a que recorreram suas distribuidoras de gás no Uruguai – Distribuidora de Gás de Montevideo S.A. (DGM) e Conecta S.A.”.

Eis:

1. As condições em que as concessões às suas distribuidoras de gás no Uruguai foram feitas originalmente, em 1994 e 1999, respectivamente, não perduraram. Mudanças nas condições de exportações do gás argentino para o Uruguai, única fonte de abastecimento de gás do país, causaram restrição de abastecimento e desequilíbrio econômico-financeiro nos contratos das distribuidoras no Uruguai, principalmente a partir de 2008. O preço de importação do gás argentino para o Uruguai foi multiplicado por 8 entre 2005 e 2015.

2. Ao longo de anos as empresas da Petrobras no Uruguai fizeram vários pedidos administrativos e reuniões entre dirigentes da companhia e das distribuidoras com ministros e outras autoridades uruguaias buscando uma colaboração para resolver os problemas estruturais que afetaram os contratos de concessão, sem atingir resultados.

3. A construção de uma planta regaseificadora na zona portuária de Montevidéu, inicialmente prevista pelo governo para entrar em operação em 2015, poderia resolver o problema do abastecimento. Porém, naquele ano, o governo uruguaio anunciou oficialmente a interrupção do projeto.

4. A partir de maio de 2017, as condições de fornecimento de gás para as distribuidoras no Uruguai pioraram. Ficaram mais caras e os novos custos ainda não foram devidamente repassados às tarifas pelo Estado uruguaio. Um novo contrato, negociado entre a estatal uruguaia Administración Nacional de Combustibles, Alcohol y Portland (ANCAP), e a estatal argentina Energia Argentina S.A. (ENARSA), sem participação das distribuidoras, é agora a única opção de aquisição do gás no Uruguai.

5. Em maio, o governo uruguaio resolveu executar garantia bancária da concessão da DGM, alegando descumprimento do pagamento de parte do arrendamento (“canon”) pelo uso dos bens concedidos. A DGM questionou oportunamente a legitimidade e licitude da parcela, por entender que a mesma se origina de inclusão abusiva de impostos e royalties argentinos no cálculo de cobrança pelo governo uruguaio. A DGM vinha pagando a parte não controvertida do “canon” e discutindo, em âmbito administrativo, a parte com a qual não concorda.

6. As distribuidoras da Petrobras seguem cumprindo com todas as suas obrigações e mantendo o serviço de distribuição de gás com os mais altos padrões de qualidade e segurança da indústria.

Petrobras inicia nova fase da venda de ativos no Paraguai

14 de agosto de 2017

A Petrobras informa que “iniciou a fase não vinculante do processo de venda de seus ativos no Paraguai”. Etapa em que são enviados aos interessados habilitados na fase anterior o memorando descritivo com informações sobre os ativos e as instruções sobre o processo de desinvestimento, incluindo orientações para elaboração e envio das propostas não vinculantes.

Segundo a petrolífera, a “divulgação ao mercado está em consonância com a sistemática para desinvestimentos da Petrobras e alinhada às orientações do Tribunal de Contas da União (TCU)”.

Crise? Nenhuma! Bradesco Seguros tem fatura R$ 36,5 bilhões no semestre

27 de julho de 2017

Líder do mercado segurador nacional com atuação multilinha e presença em todas as regiões do país, o Grupo Bradesco Seguros encerrou o primeiro semestre de 2017 com faturamento de R$ 36,5 bilhões.

O resultado aponta um crescimento de 12,4% se comparado ao igual período do ano anterior, nos segmentos de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar Aberta. O resultado supera o guidance de crescimento do Grupo Segurador para este ano, situado no intervalo de 6% a 10%.

O lucro líquido ultrapassou R$ 2,6 bilhões no semestre, superando em 3,9% o registrado no primeiro semestre de 2016. A expansão da receita, segundo o grupo, foi influenciada principalmente pelos segmentos de Vida e Previdência, cujas contribuições registraram evolução de 17,5%, além de Saúde e Capitalização, cujos prêmios cresceram 9,1% e 8,7%, respectivamente.

“É importante ressaltar o peso dos nossos diferenciais estratégicos na conquista desses resultados. A sinergia e a complementaridade com o Bradesco garantem ao Grupo Segurador uma posição privilegiada no que diz respeito à colocação de seus produtos. Já o perfil multirramo do Grupo possibilita compensar efeitos sofridos por determinados segmentos com ganhos em outras áreas de atuação”, comenta o presidente do Grupo Bradesco Seguros, Octavio de Lazari Junior.

Petrobras entra em período de silêncio

26 de julho de 2017

A Petrobras marcou para o dia 10 de agosto a divulgação do resultado do 2º trimestre de 2017, após o fechamento do mercado.

Assim, entre os dias 26 de julho e 10 de agosto, a companhia fica em período de silêncio, impossibilitada de comentar ou prestar esclarecimentos sobre seus resultados financeiros e perspectivas.

Segundo a petrolífera, a “iniciativa visa a atender às melhores práticas de governança corporativa, garantindo a equidade no tratamento das informações junto aos seus públicos de interesse”.

Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas se posiciona sobre reformatributária

20 de julho de 2017

Eis a nota emitida na tarde de hoje (20):

Sobre as medidas tributárias propostas pelo governo federal, a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) defende que a maneira mais eficaz, justa e equitativa para se aumentar a arrecadação é estimular o crescimento econômico. Basta verificar que neste primeiro semestre de 2017 já houve um aumento da arrecadação em decorrência, exclusiva, do aquecimento da economia, ainda que inicial.

A geração de empregos, a demanda por produtos industrializados e a produção agrícola, criaram um ambiente para melhorar a arrecadação do governo. Qualquer tipo de medida que traga aumento de impostos acaba concentrando, ainda mais, a arrecadação tributária nas mãos de poucos em detrimento de uma distribuição mais equitativa da carga tributária.

A CNDL é a favor de uma reforma tributária ampla que corrija distorções e que permita o crescimento do setor produtivo para a geração de mais empregos e mais renda. A arrecadação tributária pode ser aumentada com o crescimento econômico, sem a necessidade de criação de impostos e aumento de alíquotas que penalizem setores específicos.

Distorções e PIS/Cofins

Dentre as principais distorções que precisam ser corrigidas estão as alíquotas de impostos estaduais e municipais diferenciadas. Outra deficiência é a criação de contribuições tributárias e fiscais que penalizam setores específicos. Um exemplo é o reajuste na contribuição do PIS/Cofins, que deve ser anunciado ainda esta semana pelo governo, e que constitui-se em mais uma distorção setorial.

“Quando se criam taxas, impostos em cima do setor de combustíveis, isso afeta o custo dos combustíveis, o transporte de matérias primas, de produtos industrializados, o que acaba recaindo sobre o consumidor final. Hoje, a carga tributária é muito concentrada em setores distintos”, destaca o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

O sistema tributário precisa de uma reforma ampla que traga justiça fiscal, amplie a base de contribuição da arrecadação e que permita o crescimento da economia para que a arrecadação de impostos seja maior.

Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL)

RN tem saldo positivo na criação de empregos em junho

18 de julho de 2017

É o que afirma o Ministério do Trabalho, de acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

Aponta que no mês de junho o RN apresentou saldo positivo de 453 novos postos de trabalho. O setor que mais contratou no estado foi a Agropecuária, com 709 novos postos criados.

Segundo o MT, o “saldo positivo no Rio Grande do Norte foi gerado pela diferença entre 11.944 contratações e 11.491 demissões, representando um crescimento de 0,11% em relação ao mês de maio. Outro setor que contribuiu de forma expressiva para este resultado foi o da Indústria de Transformação, gerando 191 novas vagas de emprego”.

“Esse resultado confirma, mais uma vez, a tendência de recuperação gradual do mercado de trabalho do Brasil”, comentou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

Produção de petróleo e gás natural atinge 2,81 milhões de barris/dia

17 de julho de 2017

O pré-sal atinge novo recorde mensal, com produção de 1,35 milhão de barris de petróleo por dia no mês de junho. E a produção de petróleo e gás natural operada alcançou o novo recorde de 1,69 milhão de boed.

Contribuíram para esse resultado o início de produção da plataforma P-66, no campo de Lula, e a entrada em produção, ao longo deste ano, de novos poços produtores conectados aos FPSOs Cidade de Caraguatatuba, Cidade Ilhabela, Cidade de Maricá, Cidade de Mangaratiba e Cidade de Saquarema – todos instalados na Bacia de Santos.

A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras , em junho, foi de 2,81 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed). Desse total, 2,70 milhões boed foram produzidos no Brasil e 113 mil boed no exterior. A produção média de petróleo no país foi de 2,20 milhões de barris por dia (bpd), volume 0,6% superior ao de maio.

Petrobras abre venda de ativos no Paraguai

7 de julho de 2017

A Petrobras iniciou a etapa de divulgação da oportunidade de desinvestimento (teaser) referente à venda de seus ativos no Paraguai.

A petrolífera pretende alienar integralmente sua participação acionária nas empresas Petrobras Paraguay Distribución Limited (PPDL UK), Petrobras Paraguay Operaciones y Logística SRL (PPOL) e Petrobras Paraguay Gas SRL (PPG).

No Paraguai, a companhia atua, por meio das sociedades acima discriminadas, no mercado de distribuição e comercialização de combustíveis, GLP e lubrificantes, e dispõe de uma rede de 197 estações de serviços e 113 lojas de conveniência.

Também nos segmentos de aviação, com operação em três aeroportos, e de grandes consumidores (“B2B”), sendo a maior distribuidora de combustíveis no país. Em termos de logística, ainda conta com um terminal próprio de distribuição na cidade de Villa Elisa.

GOL renova opções de lanches de bordo na ponte aérea

3 de julho de 2017

O serviço de bordo na ponte aérea Congonhas (SP) e Santos Dumont (Rio) da GOL Linhas Aéreas abriu o leque de novos produtos que serão servidos gratuitamente a bordo, com variações dos alimentos de acordo com os horários e dias da semana.

O serviço foi dividido em ciclos, que mudam a cada dois dias. Nos primeiros voos da manhã, das 6h às 9h40, o serviço pode oferecer bolo formigueiro de banana, broa de fubá com goiabada, mini sanduíche com pão australiano recheado com pasta de salsinha e lombo canadense, salada de frutas ou croissant de doce de leite. Já na parte da tarde e noite, das 15h40 às 23h, entra no cardápio pão de legumes com salpicão de frango, wrap de lagarto desfiado, enroladinho de alho poró, enroladinho de espinafre, ou wrap de frango empanado. No intervalo das 09h40 às 15h40, as tradicionais de opções de snacks integrais e orgânicos da Mãe Terra – o Tribos (salgado) ou o Cookie (doce), também é oferecido sem custo. Para acompanhar, é possível escolher por refrigerantes, sucos, água ou café.

Venda da Liquigás para a Ultrapar passa por diligências

3 de julho de 2017

O processo de alienação da Liquigás Distribuidora S.A., subsidiária integral da Petrobras, para a Companhia Ultragaz S.A., subsidiária da Ultrapar Participações S.A., foi considerado complexo pela Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Assim determinou algumas diligências.

As principais diligências determinadas foram: (i) aguardar informações diversas já solicitadas que subsidiarão a análise da Superintendência-Geral e do Departamento de Estudos Econômicos (DEE) do CADE na elaboração de estudo quantitativo a respeito de impactos concorrenciais decorrentes da operação; (ii) requerer dados de fabricantes de botijões; (iii) requerer dados de concorrentes e clientes sobre o mercado de GLP como propelente em aerossóis; (iv) requerer às partes a demonstração das medidas que serão adotadas para que as alegadas eficiências econômicas geradas pela operação sejam compartilhadas com o consumidor.

Petrobras reduz preços da gasolina e do diesel

3 de julho de 2017

Já está vigorando a redução do preço da gasolina e do diesel nas refinarias. A decisão foi guiada devido o aumento significativo nas importações no último mês, sinalizando a necessidade de ajustes de competitividade no mercado interno, além de refletir as variações recentes nos preços internacionais de petróleo e fretes.

Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, os ajustes realizados nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Depende de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e postos revendedores.

Se o ajuste anunciado hoje for integralmente repassado e não houver alterações nas demais parcelas que compõem o preço ao consumidor final, o diesel poderá cair 2,7%, ou cerca de R$ 0,08 por litro, em média, e a gasolina, 2,4% ou R$ 0,09 por litro, em média.

É o último reajuste feito pela companhia antes da delegação da decisão de reajustar os preços da gasolina e do diesel à área de Marketing e Comercialização até o limite de 7% acumulado para mais ou para menos sobre os preços vigentes dos derivados nas refinarias.

A delegação, que permitirá reajustes mais frequentes, podendo até ser diários, entra em vigor hoje (3). Portanto, o reajuste aqui anunciado não entra na conta do limite de 7% para mais ou para menos que será adotado a partir de hoje.