A advogada mossoroense Germanna Gabriella Amorim Ferreira foi ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) questionar a escolha da lista tríplice do Tribunal de Justiça donRN através de votação secreta, alegando vícios no processo.
Informou que a participação de apenas sete desembargadores para a escolha de maioria absoluta fere o §2º do art. 61 do Regimento Interno do TJRN, “que determina a participação da maioria absoluta dos integrantes” da Corte. Ou seja: 15 desembargadores.
Requereu e o conselheiro Jefferson Kravchynchyn concedeu medida liminar para o impedimento da posse do segundo nome da lista, que recebeu sete votos, e foi o escolhido pela governadora Rosalba Ciarlini o novo desembargador, advogado Glauber Rego.
Assim, até a decisão final do CNJ está impedida a sabatina perante a Assembleia Legislativa.
Ao TJ, o conselheiro oficiou, com urgência, solicitando informação dos nomes dos três advogados eleitos para formar a lista, no prazo de 48 horas.
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Todos sabem quem está atrás disso tudo…
Quem é que faz parte do CNJ????
Ah sim, irmão de quem????
Filho de quem???
Entendi…
Parabenizo a advogada Germanna Gabriela (@germannag), na medida em que tratando-se de escolha de candidato à cargo com tamanha importância para o judiciario norte-rio-grandense, como é o caso de Desembargador, apenas exigiu a necessária e indispensável transparência do TJRN na escolha da lista tríplice, sobretudo quando referida escolha foi realizada em dissonância com Resolução n°. 106 do CNJ, a qual disciplina o assunto.
Ôô advogadazinha arretada essa, heim?!!
Não sei qual o interesse da advogada Mossoroense. Uma coisa é certa: Seu argumento está correto! O CNJ está aí para corrigir as falhas ou aberrações que os TJ´’s cometem.
É fácil saber quem está por trás disso tudo…
O TJRN está,perante a população pensante deste estado,sem nenhuma credibi-lidade.A impunidade dos desembargadores envolvidos em grossa corrupção(precatorios) e,agora, este novo caso que tem tudo para se transformar em novo escandalo.Lamentavel.