Pedidos atendidos: Natal das antigas
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Os acessos foram muitos, alguns não estão conseguindo chegar à página, devido aos muitos posts, e pediram para trazer o ‘Natal das antigas‘ para a página do momento. Pedidos atendidos, eis:
Getúlio Soares, Cláudio Porpino, Eduardo Serrano, Wellington Paim, Magnolia Fonseca, Sérgio Coxinha, Paulo Monte, Marquinhos Freire, Patrícia Monte,…vão ter boas recondações.
Quem não se lembra de Natal das antigas?
Circula por e-mails, o ‘Teste de memória‘…
Quem se lembrar de mais é só acrescentar que o blog envia…
Fez curso de datilografia na lateral do Instituto Brasil ou no SENAC?
Ia para o centro da cidade nas noites de dezembro?
Lanchava nas Lojas Brasileiras? Foi andar de escada rolante logo que inaugurou?
Freqüentava a galeria do ‘Barão do Rio Branco’?
Fazia compras na ‘Love Boutique’?
Patinou na pista do Aero Clube?
Assistiu shows no Palácio dos Esportes? E ao sair lanchou no ‘Passaport’?
Não perdia as festas de São João do Neves, Marista e Salesiano, e ainda das ruas Ângelo Varela e Jaguarari ?
Ia pro JERNS torcer fervorosamente por seu colégio?
Paquerar circulando no Palácio dos Esportes?
Saborear um picolé BIG MILK;
Não perdia a ‘Festa do Caju’ da Redinha; com direito a paquera no ‘Pé do Gavião’?
Fazia parte de alguma turma de rua?
Freqüentou todos os ‘arrastas’ e festinhas ‘americanas’ ?
Dançou de rostinho colado ou você era das que ‘botavam macaco’?
Frequentou o ABC, Hippe e Piri-Piri?
Frequentou o Bar Postinho?
Frequentou a Sorveteria Belém?
Frequentou A casa da Música?
Lanchou no Barramares?
Frequentou as matinês de domingo no Aero Club, com o Impacto 5?
Frequentou o Caravelas Bar (bar do Flauberto)?
Foi para as discotecas do América e da AABB, nos ‘Embalos de Sábado à noite’ ?
Brincou carnaval no América, AABB ou Aero Club? E, lógico, fazia parte de algum bloco?
E o corso na Av Deodoro em dias de carnaval, nos JIPPEs sem capota?
Chorou assistindo ‘Marcelino Pão e Vinho’ nas matinês do Cine Rio Grande?E depois lanchar na casa da Maçã ?
Ia escondido para os filmes ‘pornôs’ do ‘Cine Rex’?
Era ‘piolho’ do ‘Quem-me-quer’ na praia dos Artistas?
Tomava ‘umas’ no ‘Sinus bar’ observando os surfistas?
Frequentou a La Prision nas matinês do domingo (comeu pipoca com coca-cola)?
Frequentou o Libertè e Boate 775?
Foi a festas no Circulo Militar, na Rampa (e a boate da Rampa?)?
Frequentou O Bier House?
Via os pegas no ‘Stop’ e depois no ‘Tobs’?
Tomou um caldinho de feijão na ‘Tenda do Cigano’ ao sair da boate ‘Royal
Salute’?
Frequentou a’ transamazônica’, na Praia do Forte? (sexo ecológico!)
Era assíduo da ‘Apple’, Augustus? (sem comentários…..) Ia também pro ‘Club Set’?
Strepteese na boate do DUCAL?
Frequentou O Boliche, na praia dos Artistas?
Passava horas no KTIKERO bebendo a cerveja mais gelada da cidade e ouvindo as mentiras de ‘Bigode’?
Curtiu o ‘Iara Bar’?
Ouviu Pedrinho Mendes e Sueldo no ‘Boteco’ , no Boca da noite, e o Antigamente.. . encontrou a galera na ‘Bodega da Praça’?
E nao podemos esquecer…. Restaurante do hotel Samburá, Xique-xique…lá no posto São Luis da Av. Salgado Filho.
VOCÊ É DE NATAL E FEZ PARTE DA ‘GALERA DAS ANTIGAS’ !!!
TUDO BEM, VOCÊ TÁ FICANDO VELHO, MAS NÃO DEIXE NOSSAS LEMBRANÇAS SE APAGAREM…
REPASSE A TODOS QUE VIVEU A MELHOR ÉPOCA DE NATAL!
Faltou o CAFÉ DA MANHÃ NO HOTEL TIROL;
Ficava na Av. Hermes da Fonseca assistindo os blocos de carnaval passarem e jogava água nos integrantes dos blocos com as lanças de plástico;
Tem mais:
Jogar bola na praia de Miami; Levar as "pinicas pro Bosque dos Namorados à noite, tomar uma no Frango da Passagem, Ir para as passeatas de Aluizio Alves, Jajá e Garibaldi,;noitadas de rock and roll no Chernobil, Vila Negra e Bar do Buraco; lanchar no Madrugão na volta da Apple; comer pastel do Bom Lanche na Cidade.
Quem lembra das barracas da praia dos Artistas?
Estudou no SCBEU?
Fez compras no Mini-Preço?
Quem souber de mais alguma…envie por email de Elisabeth Queiroz: betaqueiroz1@hotmail.com
- ALBANEIDE 11 de outubro de 2011 às 9:21
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oi, voce esqueceu do carnaval no alecrim clube
- romulo xavier ferreira 16 de outubro de 2011 às 8:20
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o leão da boate do hotel reis magos.
- CARLOS EUFRÁSIO 17 de outubro de 2011 às 20:37
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Minha cara ELIANA LIMA, Olá, como vai, tudo bem? Espero que sim!
Sou, parte, de uma geração, que gazeava aula no AUGUSTO SEVERO, para andar de elevador, do Edifício 21 de Março, na Rua Vigário Bartolomeu;
Ía, à Sorveteria do senhor ARACATÍ, tomar sorvete de BATATA, CENOURA, SAPOTÍ;
Ía, à Sorveteria BELÉM, chupar Picolé de Morango, enquanto chegava a hora, de assistir aos filmes, no CINE NORDESTE, preferencialmente, acompanhando as jogadas de MANÉ GARRINCHA, do Botafogo/RJ, que o Canal 100 exibia-as, antes do filme principal, começar;
Ía, na companhia dos meus irmãos, ao BAR CISNE, ou mesmo, no GRANADA BAR, de Nemézio, BAR DE NAZÍ, saber se o nosso pai, estava lá;
Ía, às Lojas Seta, depois de sair da CAMISARIA BRASIL, quando, depois de ter entrado nas Lojas DUAS AMÉRICAS, saber se tinha a camisa, que queria comprar;
Ía, à Casa VESÚVIO, do “Gringo”, comprar confeitos DÉA, ou mesmo, FRUTINE;
Ía, à Sapataria MOTINHA, saber se aquele sapato que à anos, namorava com ele, já tinha chegado, para eu poder comprar;
Ía, à Confeitaria ROYAL, saber, se já tinha chegado o chocolate LAKA, que tanto consumia, junto, com queijo POLENGHI;
Ía, ao Magazin JÓIA, do saudoso NESTOR, e irmãs, AUTA, AURINA, MIRA, onde meu irmão trabalhava, e vindo eu, anos depois, trabalhar, comprar a Colônia ARTIMATIC, ou mesmo, CONTOURÈ, PROMESSA, que costumava usar na diária;
Ía, à Confeitaria VIP, compar PASSAS, e MAÇÃS Argentinas, que tanto gostava;
Ía, à NOVA PARIS, comprar um perfume importado, que tanto gostava de usar: BOND-STREET, da YARDLEY, quando sáia para as matinées, assustados;
Ía, ao Cinema Rex, assistir aos filmes de faroeste, com DJANGO, GRINGO, GIULIANO GEMA, PANCHO VILA, ou mesmo, aos filmes de Karatê, de BRUCE LEE;
Ía, lanchar no PONTO FRIO, comer, aquela deliciosa, CARTOLA, feita, por NELSON;
Ía, ao GRANDE PONTO, onde, alunos secundaristas, universitários, sentados nas cocadas que faziam, compunham estas, a Praça Kennedy, discutiam política, artes, música, e, na volta para casa, saborear um gostoso CACHORRO-QUENTE DO IVAN, acompanhado ele, de suco, ou refrigerante;
Ía, na companhia de colegas, às matinées da ASSEN, ABC, AERO, AMÉRICA, e, na volta, fazer um lanche, no gostoso CALDO DE CANA com PASTEL DO ZÉ, ao lado do BAR DE NAZÍ;
Ía, quando na época do CARNAVAL, assistir ao Corso, no interior do CENTRO CEARENSE, em frente à NOVA CATEDRAL, na Avenida Deodoro, no Centro da Cidade, assistir aos desfiles de Blocos Carnavalescos, Escolas de samba, Tribos de Índios;
Ía, à Igreja Santo Antonio, conhecida Igreja do Galo, onde, fui, durante um certo período, Coroinha, à época, quando, Frei EGÍDIO, e Frei IRINEU, eram párocos nesta;
Ía, à Casa Lotérica PATUÁ, fazer os 13 pontos, e conferir estes, através dos resultados dados, por RUI PORTO, na TV;
Ía, sempre que podia, à CASA REAL, saber o preço de um conjunto de camisas de time, que sonhava, um dia, ter;
Ía, às Loja SERTANEJA, saber o preço de um Conjunto de Som 3×1 National, que esperava o dia, em poder comprar;
Ía, às CASAS DAS MÁQUINAS, verificar, o preço de um Conjunto de sala, que desejava, comprar para minha Mãe, como presente;
Ía, ao antigo Estádio de Futebol JUVENAL LAMARTINE, vender confeitos/balas, para garantir assim, a minha entrada neste, para assistir, ao meu ABC, com ERIVAN, PIABA, EDSON, MARINHO CHAGAS, IVAN MATTOS, ALBERÍ…jogar; - Eliana Lima 18 de outubro de 2011 às 10:20
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Caramba, Carlo Eufrásio, detalhadas lembranças. Existiam sorvete de batata e cenoura?
- CARLOS EUFRÁSIO 20 de outubro de 2011 às 17:22
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Minha cara ELIANA LIMA, Olá, como vai, tudo bem? Espero que sim!
Quanto ao sorvete de Batata, Cenoura, Sapotí, existiam sim, na Sorveeria, do senhor ARACATÍ, esta, funcionava, onde, depois de anos, demolido que foi, surgindo neste, o Hotel DUCAL, no centro da Cidade Alta. Se for narrar, o que ví, viví, usufruí, ao longo desses anos, certamente, teria muita coisa, para narrar, comentar, dizer. Mas, de uma coisa, tenho certeza: Nada daquela época, se compara aos dias atuais. Se tivesse de viver tudo novemente, viveria. Isso, com as graças, bênçãos de DEUS. Nascí, no centro da cidade, na Rua João da Mata, e morei, em tres outras ruas, do centro. Entre elas, Rua da Misericórdia, antiga Salgadeira; Rua Santo Antonio; Rua Laranjeiras. Até os 17 anos, morei no centro da cidade, onde, na companhia de outros, de minha geração, viví momentos inesquecíveis. Ou seja, naquela época, não havia, tanta violência assim. Éramos felizes, e não sabíamos. Saindo da Cidade Alta, fui morar em Mirassol, onde, deixei este, para casar-me, e morar onde hoje moro: Cidade Satélite, desde 1983. Há, quem diga, que os verdadeiros momentos, não se vive mais de uma vez. Será??? Um forte abraço, e um gostoso beijo, em seu coração. CARLOS EUFRÁSIO – Natal/RN.
- Eliana Lima 20 de outubro de 2011 às 17:48
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Que máximo, não sabia, Carlos!
- CARLOS EUFRÁSIO 24 de outubro de 2011 às 19:23
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Minha cara ELIANA LIMA, Olá, como vai, tudo bem? Espero que sim!
Sou, parte de uma de uma geração, que, aos domingos, depois da missa, me dirigindo com amigos, em direção às Matinées, no ABC, ASSEN, AERO CLUB, ALBATROZ, ATLÂNTICO, AMÉRICA, presenciávamos, as meninas, no centro da cidade,em frente à Lanchonete Ponto Frio GELADÃO, a chegada do “PAPAFIGO”, que era um ônibus azul escuro, que trazia, de Parnamirim, os cadetes da Aeronáutica;
Sou, parte de uma geração, que ia à COBAL, comprar TODDY, para retirar de dentro deste, os soldadinhos, ou índios de plásticos; Sou, parte de uma geração, que, um dos pontos de encontro nosso, era tomar cerveja, no Bar “TOP-TOP”, este, vizinho, à uma Loja de Tecidos, chamado Girafa, que funcionava na Av. Rio Branco; Sou, parte de uma geração, que quando ia ao Supermercado Mini- Preço, escolhida a Margarina Bem-Te-Vi, cuja embalagem, potes de plástico, nas cores que minha Mãe, ainda não tinha; Sou, parte de uma geração, que, ao comprar o Macarrão IPALMA, verificava no interior dessas embalagens, figuras de jogadores do Alecrim F.C, e, entre estes, uma figura, que demorei meses, para encontrar: MIRO, Cara de Jaca; Sou, parte de uma geração, que socorreu comerciantes, vendedores ambulantes, com pontos comerciais, no Mercado Público, da Cidade Alta, onde hoje, é, o Banco do Brasil, à época do incêndio causado à este, por uma autoridade municipal, por muitos comentados; Sou, parte de uma geração, que ao tirar fotos 3×4, ou procurava RODRIGUES FOTÓGRAFO, FOTÓKIO, ou mesmo, DIÓGEGENES FOTOS, FOTOS GERMANO; Sou, parte de uma geração, que, quando queria, meu Pai, fazer economias, ia com ele, à Poupança TABAJARA, na Av. Rio Branco, vizinho ao Foto JAECY; Sou, parte de uma geração, que, quando queria chupar um bom Picolé, e não tendo o BIG MILK, por perto, me contentava com os Picolés, da Sorveteria ZIG-ZAG, na Av. Rio Branco, vizinho à LOBRÁS; Sou, parte de uma geração, que quando ia à Farmácia/Drogaria, comprar alguma medicação à pedido da família, procurava primeiramente, a Drogaria Dutra, na Praça Pe. JOãO MARIA, ou, Farmácia BARBOSA, Na Av. Ulysses Caldas; Sou, de uma geração, que, quando solicitando de atendimento médico, se dirigia ao Hospital MIGUEL COUTO, onde hoje, é, o Hospital Universitário/UFRN; Sou, parte de uma geração, que, quando doente, precisando fazer algum curativo/tomar injeções, e, não querendo ir ao hospital, procurava a Enfermaria de Cícero Enfermeiro, na Av. Princesa Isabel, ou, o senhor FARIAS, Enfermeiro da FARMÁCIA BARBOSA; Sou, parte de uma geração, que, quando minha Mãe, ia ao açougue, dava preferência, ao MAJESTIC; na Av. Ulysses Caldas; Sou, parte de uma geração, que, quando minha Mãe, desejosa que estava, precisando comprar utilidades para a casa, se dirigia à FAMA, ou, a MISCELÂNEA CARDOSO, ambas, na Av. Ulysses Caldas; Sou, parte de uma geração, que, quando queria comprar alguma roupa, escolhia entre outras camisarias, lojas como a CAMISARIA UNIÃO, na Av. Gal. Osório, ou, VESPER MODA MASCULINA, na Av. João Pessoa; Sou, parte de uma geração, que acompanhava a vinda dos artistas à cidade, e estes, ficando hospedados, em hotéis, como o AVENIDA, SAMBURÁ, REIS MAGOS, e Hotel DUCAL, à procura de autógrafos, e, entre estes, consegui de ELIANA PITMA, WANDERLEY CARDOSO, VANUSA, SIMONAL, JERRY ADRIANI; Sou, parte de uma geração, que concorreu à um concurso de FREVO, no Coreto da Praça André de Albuquerque, dançando, com sombrinha nas mãos, as músicas/frevos de CAPIBA, para ganhar, um Tênis Conga; Sou, parte de uma geração, aque frequentou a CASA VESÚVIO, do velho, e saudoso MAYORAMA, para comprar PASSAS e AMEIXAS ARGENTINAS, para colocar estas, nos bolos que minha Mãe, fazia; Sou, parte de uma geração, que por vêzes, acompanhou minha Mãe, às compras, nas MALHARIAS IMPERIAL, na Av. Rio Branco; Sou, parte de uma geração, que assistiu a inauguração das Lojas 1100, na Av. Rio Branco; Sou, parte de uma geração, que regeu uma Orquestra Americana, quando esta, presente que esteve, no Coreto da Praça André de Albuquerque, ganhando com isso, uma caixa de chocolates americanos; Sou, parte de uma geração, que assistiu, acompanhou o Artista-Plástico, NEWTON NAVARRO, quando ele, pintava as laterias da Galeria de Artes, na Praça André de Albuquerque; Sou, parte de uma geração, que por vêzes, para para contemplar, aquela mulher gorda, com uma criança ao colo, esculpida que fora, pelo Artista-Plástico, DORIAN GRAY, na Av. Junqueira Ayres; Sou, parte de uma geração, que gazeava aulas, para alugar barcos/botes, e tomar banhos, no Rio Potengí, nos finais de tarde; Sou, parte de uma geração, que acompanhava irmãs de colegas, quando das festas que se realizavam no interior da Casa dos Estudantes, à época, do seu aniversário; Sou, parte de uma geração, que introduziu aquí em Natal, no início da década de 70, o SKATE, e vindo à praticar este, na calçada do SESC, na Av. Junqueira Ayres, Cidade/Ribeira; Sou, parte de uma geração, que acompanhou meu Pai, quando ele, ia à Ótica Brasil, na Av. Rio Branco, ou, nas Óticas FLORÊNCIO, na AV. Ulysses Caldas, comprar seus óculos; Sou, parte de uma geração, que acompanhou suas irmãs, quando ao pegá-las, na ESCOLA MUNICIPAL, no Baldo; Sou, parte de uma geração, que , por vêzes, pegou “Morcegos” em TREM; Sou, parte de uma geração, que colecionava figuirinhas, e, tendo seu ponto predileto para trocas das figuras duplicatas, a Cigarreira do TRIBUTINO, na Av. Rio Branco…Sou, um pouco, a história viva, de uma geração, que tão bem, tem vivido intensamente, todos os momentos de uma vida. CARLOS EUFRÁSIO – Natal/RN. - Edson 26 de outubro de 2011 às 10:53
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Vc é demaisssssssssssssssssssss!!!
Monte de coisas boas!!!!!!
Bjs
- Eliana Lima 26 de outubro de 2011 às 16:20
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Rsrsr…obrigada, Edson!
- CARLOS EUFRÁSIO 26 de outubro de 2011 às 18:57
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Minha cara ELIANA LIMA, Olá, como vai, tudo bem? Espero que sim!
Sou, parte de uma geração, que, quando criança, por não ter dinheiro para comprar, um brinquedo melhor, juntava as latinhas de sardinhas Coqueiro, furando cada uma delas, e, nestes buracos, amarrando uma, às outras, formando assim, um brinquedo divertido, que andava ruas, e mais ruas, puxando-as; Sou, parte de uma geração, que, quando criança, por falta de dinheiro, para comprar um brinquedo melhor, fazia uso de pneus velhos de carros, empurrando-os, por ruas, e mais ruas; Sou, parte de uma geração, que, quando criança, diferente de outras, improvisava os brinquedos, quando de suas criações, e, entre estes, Carros de Rolimã, arranhando assim, as calçadas dos vizinhos; Sou, parte de uma geração, que, por falta de dinheiro para comprar um brinquedo melhor, subia nas Goiabeiras dos vizinhos, e cortava parte dos seus galhos, para fazer, fabricar peão, e soltá-los; Sou, parte de uma geração, que, quando criança, por não ter dinheiro, para comprar um brinquedo, fazia as Pernas de Pau, anunciando assim, as atrações do Circo THIANY, quando chegava à cidade, e se instalava no Baldo; Sou, parte de uma geração, que, quando criança, por não ter dinheiro para comprar um brinquedo, juntava marços de Cigarros, transformando estas, em “Notas/Cédulas”, quando das apostas tantas que realizávamos, na Praça André de Albuquerqu, e, entre este marços de Cigarros, marcas conhecicas e consumidas como: Continental, Consul, Gaivota, Minister, Hollywood, Diplomata, Marlboro, Plaza; Sou, parte de uma geração, quando criança, por falta de dinheiro para comprar um brinquedo, improvisava, criava, fabricava carros de latas de Leite Ninho, amarrados estes, uma, aos outros, e andava quilômetros de distâncias, de minha casa; Sou, parte de uma geração, que, por falta de dinheiro, para comprar um brinquedo melhor, juntava latas de Óleo Comestível Benedito, e transformava estas, em carrinhos, puxando-os, por ruas, e mais ruas, longe de minha casa; Sou, parte de uma geração, que, por falta de dinheiro, fabricava as Pipas/Corujas, e as empenava, nos fundos da Casa dos Estudantes, no centro da Cidade Alta; Sou, parte de uma geração, que, quando criança, por não ter dinheiro, para comprar, um brinquedo melhor, fazia, fabricava, com irmãos e colegas, os carrinhos de madeira, amarrado à um cordão, e os puxava por ruas, e mais ruas de distância de minha casa; Sou, parte de uma geração, que brincava de TICA, POLÍCIA/LADRÃO, GARRAFÃO, nas calçadas de nossas casas; Sou, parte de uma geração, que, por falta de dinheiro, para comprar um brinquedo, riscava as calçadas, para brincar de “Academia, ou, Dama”; Sou, parte de uma geração, que, por falta de dinheiro para comprar um brinquedo melhor, juntava moedas, para comprar Bolas de Gude, para jogar Biloca, onde havia espaço de chão batido, nas ruas, praças, em particular; Sou, parte de uma geração, que, por vêzes, ía, à pedido de meus irmãos, às bancas de jornais, comprar suas revistas prediletas: Seleções, Capricho, Sétimo Céu, Grande Hotel, Cigarra, Manchete, Realidade, Fatos e Fotos, O Cruzeiro; Sou, parte de uma geração, que, quando criança, acompanhava as manifestações estudantís, onde, nestas, havia sempre, o confronto, entre, estudantes, e policiais; Sou, parte, de uma geração, que, por vêzes, ví, as rondas militares, circulando pela cidade, à procura de comunistas, subversivos; Sou, parte, de uma geração, que por vêzes, ví, carros do exército, parado diante da Casa dos Estudantes, à procura de líderes estudantís; Sou, parte de uma geração, que, por vêzes, ví, um carro da Polícia Federal, se não me falha a memória, uma Veraneio, à procura de líderes estudantís presos, e, se não me falha a memória, entre estes, FRANÇOISE SILVESTRE, que, de líder estudantil à parlamentar estadual, chegou; Sou, parte de uma geração, que, embora ainda criança, ví, e ouví comentários, acerca do drama de familiares de THEODOMIRO ROMEIRO DOS SANTOS, quando este, sendo procurado pela repressão; Sou, parte de uma geração, que ví, e ouví relatos de estudantes do Colégio WInston Churchill, queixar-se, das ordens, que dava o diretor ditador ORNÉLIO, quando, exigindo que todos os alunos, antes de entrar em sala de aula, hasteassem a Bandeira Nacional, e, com uma mão no peito, e a outra, levantada, durante todos os dias da semana, cantassem o Hino Nacional; Sou, parte de uma geração, que conheceu EMANOEL BEZERRA, este, procurado pela repressão, e, por frequentar a casa de colegas de irmãs, de amigos, colegas meus, e vindo ele, à ser morto anos depois, pela repressão, em São Paulo, SP, tendo seu corpo, sido enterrado, em um cemitério clandestino, em Perus, SP, como indigente; Sou, parte de uma geração, que ouvia, às 6:00horas da tarde, a Hora do Anjo, quando, Pe. EYMAR, assim dizia: São, seis horas da tarde: Em nome, do Pai, do Filho, e do Espírito Santo, amém; Sou, parte de uma geração, que, quando ía ao Supermercado Mini Preço, comprava YUKI, para ingerir, tomar; Sou, parte de uma geração, que ví, lojas de eletrodomésticos, como a CASA RÉGIO, A SERTANEJA, CASA DAS MÁQUINAS, A UTYLAR, J. RESENDE, CASA PORCINO, atuar, funcionar; Sou, parte de uma geração, que, assistia aos Programas de Auditório, na antiga Rádio POTY, na Av. Deodoro, funcionar; Slou, parte de uma geração, que Assistia aos Programas de Auditório, nos Cinemas REX e NORDESTE, funcionar; Sou, parte de uma geração, que frequentou a Lagoa Manoel Felipe, vizinho ao Quartel de Polícia, aos domingos, na companhia de familiares, amigos; Sou, parte de uam geração, que acompanhou desde criança, os comícios de ALUÍZIO ALVES; Sou, parte de uma geração, que, quando criança, assistiu às exibições do Circo GARCIA, quando este, armado na Praça André de Albuquerque, ou mesmo, no Baldo; Sou, parte de uma geração, que se deliciou, com os atrativos do Parque de Diversões SÃO LUIZ, armado no Baldo, ou, mesmo, na Praça André de Albuquerque; Sou, parte de uma geração, conheceu e usufruiu do Parque de Diversões Democratas, que, entre os brinquedos neste instalado, estava a CASA DO FANTASMA; Sou, parte de uma geração que, por vêzes, se negava à assistir as apresentações da mulher que virava MACACO, quando este, armado na Praça André de Albuquerque; Sou, parte de uma geração, que, quando em casa, ou, na casa de colegas/amigos, assistíamos, RIN-TIN-TIN, ZORRO, BONANZA, Repórter ESSO, apresentado, se não me falha a memória, por ERON DOMINGUES; Sou, parte de uma geração, que assistiu à shows de JACKSON DO PANDEIRO, JAIR RODRIGUES, LUÍS GONZAGA, DOMINGUINHOS, MARINÊS e SUA GENTE, CAPIBA, na Concha Cústica, da Praça Anndré de Albuquerque; Sou, parte de uma geração, que ouvia as vizinhas chorar, quando estas, acompanhando as novelas, pelo rádio; Sou, parte de uma geração, que ouvia a “Ronda do Fantasma, pelo rádio; Sou, parte de uma geração, que, assistiu pela TV, o grande sucesso de JOSÉ MAURO DE VASCONCELOS, este, natalense, autor do “MEU PÉ, DE LARANJA LIMA; Sou, parte de uma geração, que chegou á receber um Diploma de Honra ao Mérito, e uma Medalha, das mãos de JOSÉ MAURO DE VASCONCELOS, autor de: “MEU PÉ, DE LARANJA LIMA, em virtude de ter minha composição sobre as férias, ter sido a melhor feita pelos alunos da escola, onde estudava, que, se não me falha a memória, Escola Estadual “AUGUSTO SEVERO”; Sou, parte d euma geração, que, com frequência, lia as revistas de TIO PATINHAS, ZÉ CARIOCA, PATO DONALD, PENINHA, URTIGÃO, além dos faroetes de ROY ROGER´S, BONANZA; Sou, parte de uma geração, que chegou à prestar exame de Admissão ao Ginásio, no Colégio Padre Miguelinho; Sou, parte de uma geração, que chegou à andar naqueles carrinhos, postos, ao lado do Palácio dos Esportes; Sou, parte de uma geração, que chegou à assistir à shows de ROBERTO CARLOS, RENATO e SEUS BLUE CAPS, NELSON NED, WANDERLEY CARDOSO, no antigo Palácio dos Esportes; Sou, parte de uma geração, que chegou à assistir às exibições dos GLOBERTROTHER´s, equipe de jogadores de basquete americano, negros, no Palácio dos Esportes; Sou, parte de uma geração, que consumiu produtos alimentícios, da ALIANÇA PARA O PROGRESSO; Sou, parte de uma geração, que sonhava um dia, estudar no ATHENEU, INDUSTRIAL, 7 de Setembro, ou, ÁTILA GARCIA; Sou, parte de uma geração, que, por vêzes, via os alunos universitários, se dirigir ao restaurante Universitário, quando este, funcionava, na Av. Deodoro da Fonsêca; Sou, parte de uma geração, que viu, presenciou, a inauguração da antiga estação Rodoviária Presidente Kennedy, no bairro, da Ribeira; Sou, parte de uma geração, que, quando à caminho da escola, AUGUSTO SEVERO, caminhava, junto com os demais colegas, com mêdo do carro da viúva Machado, nos abordar, pois, segundo comentários, comia ela, o “FIgo das Crianças”; Sou, parte de uma geração, que….
- sesiom 3 de novembro de 2011 às 17:23
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Quem não ia para o Cine Riogrande ver os trapalhões todas as férias? E ao Teatro Jesiel Figueiredo ver “O casamento de D. Baratinha”? Quem não ia no domingo a noite para a Boate “Flash” ou a “Pool Music Hall”? Quem nunca foi pagar promessa na Praça Padre João Maria quando era aprovado no vestibular?
- mariacarlosdasilva 4 de novembro de 2011 às 20:50
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AI QUE SAUDADES QUE TENHO,DOS ANOS 60,=70=PASSEAR NA CIDADE ALTA,ONDE TODAS AS MOIÇOLAS SE ARRUMAVAM,FAZIAM PENTEADOS COM LAQUE, USAVA SAIA PLISSADA COMPRADA NA” FORMOSA SÍRIA,”FAZIA PEQUENAS COMPRAS NAS” LOJAS DA GIRAFA,CEBARROS,”LANCHA-MOS NA CASA DA MAÇÃ,TINHAMOS 3 CINEMAS P/ESCOLHER,-NORDESTE,-REX E RIO GRANDE,-NO MES DE DEZEMBRO OS PASSEIOS E COMPRAS A NOITE,TUDO ERA BOM,SEM MEDO,SEM PERIGO,=AS MATINEZ NO AMERICA,-ALECRIM-CLUBE,-ASSEM,MAS BOM MESMO É SENTIR SAUDADES E FICAR PENSANDO NOS TEMPOS QUE NÃO VOLTAM MAIS E RUIM É SENTIR PENA DOS JOVENS DE HOJE,NA ERA SHOPIN E ELETRONICA,TUDO DIFERENTE,NÃO EXISTE MAS O ROMANTISMO,O RESPEITO,O AMOR PRÓPRIO,-MAS FAZ PARTE DA EVOLUÇÃO DOS TEMPOS-(PAZ-SAÚDE-AMOR E DEUS NO CORAÇÃO DE TODOS-BEIJOS E BEIJOS DA VOVÓ=NETINHA
- wtembergue souza 22 de novembro de 2011 às 15:36
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fez autoescola ypiranga. aprender adirigir em apim macio
- wtembergue souza 22 de novembro de 2011 às 15:40
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inauguração ddo bandern drive-in na prudente.
- wtembergue souza 22 de novembro de 2011 às 15:41
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domingos de sol na cidade da criança.
- manoel nazareno fernandes 23 de novembro de 2011 às 19:21
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lanchou na casa costa na av. rio branco, tomou caldo de cana com pao doce na tavares de lyra, tomou caldo de peixe no arnaldo nas rocas e outras coisas da ribeira incluindo banho no cais da tavares de lyra
- CARLOS EUFRÁSIO 25 de novembro de 2011 às 19:07
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Minha cara ELIANA LIMA, Olá, como vai, tudo bem? \espero que sim! Me responda uma coisa: Quando pretende a mesma, editar essa enciclopédia? E, caso, venha ela, ser editada, em quantos, e quantos anos, será a mesma, atualizada? Caso, esteja decidida à tal, não deixe de me procurar. Creio, que tenha algo mais à apresentar-lhe. Ou, você, duvida??? Um forte abraço, e um gostoso beijo, em seu coração. CARLOS EUFRÁSIO – Natal/RN.
- Andréa Lobo 25 de novembro de 2011 às 20:03
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Passear no hiper bom preço no fliperama era o nosso shopping
Tomar café da manhã em Dalila no mercado de petropolis
As domingueiras do club set - Eliana Lima 25 de novembro de 2011 às 21:17
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Boa idéia, Carlos, vou analisar. Obrigada.
- rita elisabete 26 de novembro de 2011 às 13:07
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nao poderia faltar as celebres disputas nos jogos estundantis no palacio dos esportes entre atheneu e escola domestica.
- Antonio Oliveira 29 de novembro de 2011 às 19:43
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eliana nesta postagem tem a informação de 270 comentarios, mas não consigo acessar. Quero reler os comentarios para lembrar como Natal foi mais gostosa de vver do que hoje.
- Eliana Lima 29 de novembro de 2011 às 21:42
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Poxa, Antonio, não sei o que acontece. Vou checar amanhã com a equipe de informática.
- Dam 2 de dezembro de 2011 às 13:34
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Estimada Eliana Lima.
Aí segue uma das boas lembranças dessa época:TRIBUTO A JAGUARARI DOS ANOS SESSENTA
Vez em quando, para não morrer de saudades, pego carona no expresso do tempo e vou fazer turismo lá pras bandas da Jaguarari dos anos sessenta.
Lá, certo dia o tempo me confidenciou que não iria mas passar, e não é que cumpriu na integra o que prometera. Tudo permanece do jeitinho que deixei há 50 anos.
A avenida por imitação não quis se vestir de preto e os velhos e desgastados postes de madeira continuam plantados bem no meio dela, sustentando lâmpadas que embora incandescentes, fazem toda diferença nas noites que não tem luar.
No entorno da famosa avenida estão às bodegas de Zezinho, D. Dulce, D.Terezinha, Sr. Antonio, a farmácia de Paulino e o barraco do Sr. Adão.
Lá, o leite ainda não chega ensacado na casa de seus moradores, é comprado na vacaria do Seu Antônio João, pernambucano da cidade de Garanhuns-PE que se estabeleceu ali no ramo do gado.
Na Jaguarari dos anos sessenta, nem os BOs mudaram, continuam relatando roubos de roupas esquecidas nos varais ou furtos de caipiras desavisadas que teimam em dormir longe de seus galinheiros. Os investigadores de policia para prenderem esses meliantes, ainda se valem dos seus rastros, já que na pressa de saírem da cena do crime, não encontram tempo para apagá-los.
O riacho de águas cristalinas e de lépidas piabas avança suave sobre o Barro Vermelho até se encontrar com o córrego que carinhosamente o entrega ao leito do Potengi. Nesse final de percurso, de maneira discreta, porém didática, se despede do continente margeado pelo saber e pela luz (Colégio Municipal João XXIII e a Companhia de Força e Luz).
E as brincadeiras? – Ah! Essas também não se foram, optaram pela sombra fresca dos mangueirais que circundam nossos Maracanãs de chão batido a se tornarem meros programas de computador.
Quando estou por aquelas bandas dou sempre uma passadinha na farmácia do meu amigo Paulino. É que lá, além da diversidade de medicamentos, ainda se pode ter a sorte de escutar estórias ou até mesmo histórias das mais interessantes que se possam imaginar, todas saídas quentinhas dos baús de Seu Jorge Romano e de Seu Severino Ramalho.
Para que se possa dimensionar a capacidade criativa dessas criaturas, basta lhe contar que a última vez que passei por ali, tive o cuidado de procurar Seu Severino Ramalho para saber dele se mais tarde daria uma passadinha na farmácia para batermos um papo. De pronto, me respondeu: “não, não posso, estou desde manhã cedinho ajudando a Jorge na busca de seu canário de estimação, que por descuido dele mesmo, fugiu com gaiola e tudo”.
O sistema de transporte coletivo é realizado através de duas bicudinhas: uma GMC de cor azul contrastando com um amarelo bem claro, e a outra, uma Mercedinha de cor coral que contrasta com um amarelo de meio tom.
É de fato uma frota pequena, mas se destaca pela pontualidade britânica e a perícia de seus condutores. Dentre eles, sobressai-se o neguinho da Mercedes, como é carinhosamente chamado pela estudantada que curte suas habilidades ao volante, em especial, suas passagens de marchas no tempo, ou seja, sem se valer da embreagem, tudo isso acompanhado pelo ronco ensurdecedor da máquina que lhe responde desafiadora.
Se você é de fato um jaguararizeiro dos anos sessenta deve está morrendo de vontade de saber notícias do pão doce com Q-suco de morango do Seu Adão; ou, quem sabe, se informar das últimas presepadas do Homem Mau. Pelo tempo, o que nos faria bem mesmo é levarmos uma boa carreira de João, depois de apelidá-lo de Pibíti. rs, rs, rs.
Saudades, lembranças bem visíveis, que tomam formas, ganham cores e adquirem os movimentos de um menino saudável e travesso, assim como era cada um de nós.Damasceno (Chicão).
fdamasceno51@yahoo.com.br - Edmar Andrade 7 de dezembro de 2011 às 23:42
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esqueceram das cervejas geladas no bar TOP-TOP na AV. Rio Branco, também do Vesperal de Atrações no CINE POTI nos sábados a tarde, esqueceram também de lanchar na CONFEITARIA ATENEU e de ir ao baile do aniversariantes todo ultimo sábado do mês no ATLÂNTICO CLUBE, esqueceram também de ver o CORSO NO CARNAVAL NA AV. Deodoro, e também de ir ao CLUBE DO ABC os Vesperais que tinha todos os domingos com o conjunto IMPACTO 5, e na ASSEN com o conjunto ALERTA 5 ou OS INFERNAIS, quem se lembra também dos bailes de carnaval que havia na AABB quando era na av Deodoro, ou mesmo na ASSEN quando também, era na Deodoro esquina com a Potengi, quem nuca foi a uma missa no domingo no colégio imaculada conceição celebrada pelo Padre Hudson e aí tem muitas coisas que ainda guardo na memória, coisa boas
- davi santos 13 de dezembro de 2011 às 21:12
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… Natal dos anos cincoenta foi marcada por grandes carnavais não só de rua mcomo de clubes, havia bailes em todos os clubes da cidade; blocos de ruas que marcaram epoca como ai vem a marinha, deliciosos na folia, azes do ritmo, marcaram epoca na cidade.Alem disso foi um tempo no qual predomivam as confeitarias, dentre elas a cisne muito frequentada entre outras como a são geraldo,vesuvio,aracati,royal.Festa da juventude, festa da padroeirana praça andre de albuquerque, bar do nazir estão na lembrança dos natalenses.Podemos citar ainda:Sessão da duas no cine rio grande,a cartola das casas costas,o mercado da cidade alta,o trottoir da rio branco,o seriado do cine rex,as noitadas de maria boa etc..
- Fernando Cavalcanti 21 de dezembro de 2011 às 8:31
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As domingueiras com o Impacto Cinco não acoteciam no ABC, abelhinha? quanta saudade.
- francisco rocha 29 de dezembro de 2011 às 18:12
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o melhor do seu blog.
- Fatima 2 de janeiro de 2012 às 19:04
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Que legal! Reviví momentos que pensava já ter esquecido, mas só estava guardados na memória…
Esqueceram dos desfiles de 7 de setembro ; dos jogos estudantis; da sorveteria e bar Oasis, vizinho ao Cinema Nordeste para saborear a famosa cartola; do bar dia e noite situado na Av. João Pessoa, das missas do Convento Santo Antônio e do refrigerante da-da. Também dos encontros nas lagoas naturais da praia do forte.
Quanta coisa boa temos para recordar.
Beijos,
Fátima - Arion Bispo da Silva 8 de janeiro de 2012 às 14:44
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Assitir ABC X AECRIM no Velho Estadio Juvenal Lamartine.
- Custodio 11 de janeiro de 2012 às 22:37
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tomar cerveja n’A Palhoça, vizinho ao Rio Grande
comer um X-qualquer-coisa no trailler em frente da construcao da catedral
ver o caçador sendo “torturado” pelos indios no carnaval da joao pessoa
- Alberto Cesar 4 de fevereiro de 2012 às 22:18
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* Quem no auge do vídeocassete VHS, nunca alugou filmes na Vitória Régia ou n0 Canal Um.
* Quem nunca parou para tomar umazinha e papear nos bares do Lourival e do Vôvo, ambos em Petrópolis ?
* Quem nunca saiu em carreata durantes as campanhas políticas, principalmente onde havia os “showmícios”? - GILENO CABRAL 7 de março de 2012 às 18:39
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DANÇOU EM TONY SOM EM SANTOS REIS AOS DOMINGOS A NOITE? ANDOU NOS ONIBUS DA DOIS DE NOVEMBRO VIA SANTOS REIS: BARBARELA, ALDREY E COLLINS?
- sullivan 16 de março de 2012 às 19:47
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quem tomou leite ILNASA?
- Soraya 20 de março de 2012 às 22:33
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Adorei ler essa lista!!!!!! Me deu uma saudade!!!!
Ainda me lembrei de assistir duas sessões no cine Rio Grande. Na primeira assistiamos ao filme e na outra paqueravamos andando o cinema todinho.
Outra coisa ,era a delicia de entrar nos camarotes do Clube america, durante o carnaval ,e ficar olhando quem estava ” girando” ao redor do salão.
Abraços. Soraya - Eliana Lima 21 de março de 2012 às 10:51
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Tempos bons, Soraya. Beijos.
- Zuleideliborio 26 de março de 2012 às 18:01
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Quem não freqüentou o salão de Daluz no Hotel Ducal e O salão de Severino Cabelereiro, na Hermens da Fonseca? Quem não comprou presentes finos na loja de Paulininha, na Av. Deodoro? Quem não tomou injeção com seu Chico na farmácia Sto. Antônio, nas ruas princesa Isabel c/Ulises Caldas? Quem não assistiu os desfiles de 7 de setembro na AV.Deodoro? Quem não almoçou na galinha de mãe, nas Rocas. e na peixada da comadre t.
Mas rocas, inda a carne assada do Lira?lembrem-se que esses restaurantes não abríamos 2a. Feiras - Edilson 30 de março de 2012 às 12:57
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Tomava-se um bom chop, “apreciando” o movimento da praia dos artistas e do meio, no restaurante (calçada do HotelReis Magros).
- dinah 5 de abril de 2012 às 10:26
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Figia da aula para assistir os festivais de filme no Rio Grande?
Assistiu cinema de arte, no Nordeste, no domingo às nove?
Comprou calça lee desbotada?
Tirou foto na Praça Pedro Velho? - geiza 20 de abril de 2012 às 10:58
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Vivi, maravilhosamente muito, de tudo isso. Ô tempo bom!
- Helia 20 de abril de 2012 às 21:01
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Faltou Lembrar do carinhoso em areia preta na voz de Liz noga
- sonia 25 de abril de 2012 às 15:59
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Cheguei a chorar de tanta emoçao com todas estas recordaçoes.Fui muitas vezes à COBAL comprar chocolates sonho de valsa pois achava lindo aquele casal de dançarinos que vinham no papel que envolvia o chocolate.Ficava horas a fio observando a construçao do colegio Churchill e sonhando la estudar,sonho este frustrado pois ao passar no ultimo exame de admissao que aconteceu por ter pouca idade,nove anos ,na epoca,nao queriam me deixar cursar devido a ´pouca idade dai tive que aceitar estudar na ETC o q ue nao deixou de ser uma maravilha pois la fiz otimas amizades.
- Rosana Cardoso 26 de abril de 2012 às 22:43
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Esqueceu também do “Quem me quer” no final das tardes do sábado e organizar as saídas da noite.
- Altamiro cordeiro dos Santos 4 de maio de 2012 às 18:46
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V ocê andou nos ônibus da Deda Turismo _ Rocas as Quintas ? Os Onibus tinham nomes nomes famosos como CONSTELACION…Os cobradores batiam ta
nto na lateral chamando os passageiros , que chagava a amassa-las, lembra? Você dançou no forró de Cicero lá na praia do meio ?Comeu feijão verde lá em Zé Nunes , por trás da antiga Fábrica Gosson? Talvez você tenha frequentado a Boate Royal em LAgoa Sêca . Quanta saudade do coice da burra ( alecrim clube) o bico do cacará , na rua do cacete( Alberto Silva) O bar do Expedicion´rio na Av 15. Minha antiga Escola Industrial das grandes Batalhas de Futsal contra o Ateneu , LÁ NO pALÁCIO DOS ESPPORTES. - erivaldo 7 de maio de 2012 às 15:28
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belas lembranças;assistir aos jogos de abc e américa, no juvenal lamartine,as grandes apresentações musicais do palácio dos esportes,ficar na paqueras das estudantes da escola domésticas,dos desfiles estudantis das escolas públicas de natal,comprar as últimas da moda das lojas do centro comercial de natal,ler liovros da livraria universitária,os móveis de luxo da sertaneja,rezar na praça padre joão maria,´pagar contas no bandern…ah! como o tempo voa e passou sem eu perceber,mé dá sudades de um tempo,que o tempo levou .!
- jenny 14 de maio de 2012 às 21:31
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Anos 80: Quem tem acima de 40 anos deve ter frequentado Os clubes Assem, América, Aero clube e sparta na zona norte de Natal.
Anos 90: Quem não frequentou a praça da João Pessoa no centro da cidade no final da tarde após as aulas e passava horas batendo papo com amigos….
Quem tb é viveu a adolescência e juventude nesse período deve ter ido a boate Massímo, na praia dos artistas. Deve ter ido a circos ver o cantor Fernando Luis.
Anos 80 o melhor momento do rock em nosso país. A que saudades…