Mr Cheney, doceria especializada em cookies, inaugura loja em Natal

16 de novembro de 2017 por Cinthia Lopes

Chocolate Chips

Chega a Natal uma loja especializada em cookies, os populares biscoitos da confeitaria americana. É a Mr. Cheney, que inaugura nesta sexta-feira, 17 de novembro, no Natal Shopping. A localização é o piso L2. O espaço terá também mesas e cadeiras para os clientes apreciarem as delicadas massas acompanhadas de café ou um malted drink. Ou para viagem, em pacotes de 7, 12, 18 ou 25 unidades.

Cookies em caixa para viagem

Cookies em caixa para viagem

Além dos cookies tradicionais e dos cookies criados para datas comemorativas, o Mr. Cheney de Natal terá ainda o Big Cookie, uma versão de cookie grande, onde os clientes podem escolher o sabor e personalizar com a mensagem que desejar. O Mr. Cheney Cookies é o sonho concretizado do casal Lindolfo e Elida Paiva. A ideia de vender cookies no Brasil surgiu com a ajuda do amigo americano, o cookieman Jay Cheney, que ensinou os segredos do verdadeiro biscoito americano para o casal. A primeira loja foi inaugurada em 2005, no bairro da Casa Verde e o nome foi uma homenagem ao amigo Jay. Hoje, o Mr. Cheney produz 20 mil cookies por dia para abastecer as 70 lojas da rede.

Acompanhe os episódios da série documental História da Alimentação no Brasil

13 de novembro de 2017 por Cinthia Lopes

Estreou no dia 6 de novembro a série documental  História da Alimentação no Brasil, produzida pela Heco Produções e dirigida por Eugênio

Mandioca foi o tema de estreia

Mandioca foi o tema de estreia

Puppo, baseada no livro homônimo de Luís da Câmara Cascudo, lançado em 1967. Com 13 episódios de 30 minutos, a série está em exibição canal por assinatura Cinebrasil TV.

O livro, um vigoroso tratado de 900 páginas, comemora 50 anos de lançamento em 2017 e é até hoje o maior registro histórico e sociológico sobre a culinária brasileira. Dividida em duas partes, a obra faz um minucioso levantamento das tradições alimentares brasileiras, fruto da miscigenação entre povos originários do Brasil, da população africana escravizada e dos portugueses.

Cascudo viajou pelo Brasil de 1943 a 1962, debruçou-se sobre vasta bibliografia e foi à África conhecer as origens de vários dos nossos pratos para escrever a obra. Desta forma, as locações incluem cidades brasileiras – Bahia, Pará, Maranhão, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Pernambuco -, e 11 cidades portuguesas, dentre elas Lisboa, Porto, Évora e Mirandela, retratando desde a doçaria conventual (como os pastéis de Tentúgal), às Tripas à moda do Porto e os Cuscos transmontanos.

"O Caso das Bananas" é o episódio do dia 20 de novembro

“O Caso das Bananas” é o episódio do dia 20 de novembro

Já foram exibidos dois episódios – a estreia com “Mandioca, a Rainha do Brasil” e na segunda-feira 13, o episódio exibido teve como tema “Verde Milho, Doce Milho”. Na segunda-feira que vem, dia 20, será o “Caso das Bananas”. Está programado ainda um episódio totalmente dedicado ao RN e a Câmara Cascudo. Confira as sinopses:

Episódio 03 – O Caso das Bananas:
Os índios brasileiros não conheciam grande parte das espécies de banana que comemos atualmente. Essas foram trazidas pelos colonizadores portugueses. Ao longo dos séculos, a fruta ganhou importância no cardápio do brasileiro e adquiriu uma série de significados simbólicos em nosso folclore, na arte e na cultura de massa, criando uma associação entre a banana e a ideia de latino-americanidade.
O terceiro episódio de História da Alimentação no Brasil traz um prato feito com uma parte geralmente pouco utilizada da bananeira, o “umbigo” ou “coração”, além da preparação de um purê de banana servido em um dos mais tradicionais restaurantes de Belo Horizonte. O episódio também nos conta como Carmen Miranda criou sua personagem e se apropriou da função simbólica da banana ao longo de sua trajetória artística.

Personagens: Beth Beltrão (cozinheira – Viradas do Largo); Henrique Carneiro (historiador); Cristiane de Oliveira (comerciante); Letícia Massula (pesquisadora e cozinheira – Cozinha da Matilde); Helena Solberg (cineasta); Angélica de Moraes (jornalista e curadora); Virgílio Gomes (pesquisador e escritor); Zenilca de Navarro (empresária – restaurante Tragaluz); Anna Maria Cascudo (filha de Luís da Câmara Cascudo); Daliana Cascudo (neta de Luís da Câmara Cascudo); Fernanda Takai (cantora e compositora); NelsaTrombino (cozinheira – Xapuri)

Locais: Tiradentes – Minas Gerais; São Paulo – São Paulo; Rio de Janeiro – Rio de Janeiro; Lisboa – Portugal; Natal – Rio Grande do Norte; Belo Horizonte – Minas Gerais.

Episódio 4 – A Primeira Cozinheira e os Temperos da Panela Indígena

A enorme tradição culinária indígena encontra sua expressão na figura da cunhã, a primeira cozinheira, dona dos saberes e mãe dos primeiros pratos. O uso das pimentas, das ervas, a caça e o moquém, precursor do característico churrasco brasileiro, estão entre os traços distintivos dessa cozinha, ligados ao ritual do preparo e do consumo.
No quarto episódio de História da Alimentação no Brasil, viajamos até o mercado Ver-o-Peso, no Pará, onde conhecemos os comerciantes locais, especialistas nas receitas amazônicas, como a maniçoba e o tucupi, e entendemos os mitos indígenas ligados à alimentação. Além disso, acompanhamos a busca por um alimento surpreendente em meio aos juçarais do Maranhão e o preparo de uma paca por uma renomada chef brasileira.

Personagens:Alessandra Porro (jornalista e escritora); Adriano Algarves (guia turístico); Adriana Florence (artista plástica); Pedro Macena (educador); Letícia Massula (pesquisadora e cozinheira – Cozinha da Matilde); Tia Coló (comerciante); Maria de Fátima (artesã); Thiago Castanho (cozinheiro – Remanso do Bosque); Ana Luiza Trajano (pesquisadora e cozinheira – Brasil a Gosto); Miraci Trindade da Silva (comerciante); Tainá Marajoara (ativista e cozinheira – Ponto de Cultura Iacitatá Amazônia Viva).

Locais:São Paulo – São Paulo; São Luís – Maranhão; Belém – Pará; Goiás Velho – Goiás

Episódio 05 – Bebidas Inebriantes e Alimentos Líquidos

As papas, mingaus, pirões e refrescos sempre tiveram papel importante entre as comidas consumidas pelos indígenas – fornecem energia ao passo que refrescam o corpo nos climas quentes. Já em dias de celebração, há o costume de preparar bebidas alcoólicas fermentadas, ingeridas durante rituais.
Neste quinto episódio de História da Alimentação no Brasil visitamos um parque no Maranhão, onde se encontra a juçara, planta ameaçada de extinção que dá frutos muito similares ao açaí. Conhecemos também a tiquira, bebida destilada feita de mandioca, exemplificando a miscigenação entre a técnica trazida pelo colonizador e o ingrediente já conhecido pelo colonizado.

Personagens: Adriano Algarves (guia turístico); Henrique Carneiro (historiador); Paulo Machado (cozinheiro – Instituto Paulo Machado); Letícia Massula (pesquisadora e cozinheira – Cozinha da Matilde); Júlio César (comerciante); Margot Stinglwagner (empresária – tiquira Guaaja); Tainá Marajoara (ativista e cozinheira – Iacitata Amazônia Viva); Carmem Virginia (yabassé e cozinheira – Altar Cozinha Ancestral); Nando e Rubens Chaves (produtores de cachaça).

Locais: São Luís – Maranhão; Belém – Pará; São Paulo – São Paulo; Recife – Pernambuco; Coronel Xavier Chaves – Minas Gerais.

Episódio 6 – Leite de Coco

Presente em todo o litoral brasileiro e símbolo da tropicalidade, o coco é uma fruta abrasileirada, mas remonta sua origem em terras asiáticas e foi introduzido no Brasil por mãos portuguesas. Extremamente versátil na culinária, o leite de coco foi incorporado nos pratos de origem africana, equilibrando os sabores da moqueca e adoçando o cuscuz.
O sexto episódio de História da Alimentação no Brasilnos leva até Salvador para acompanhar o preparo de um bobó de camarão e da tradicional moqueca baiana, mostra-nos a fartura de pratos e receitas, doces e salgadas, protagonizadas pelo coco e seus derivados, além de mergulhar na pioneira viagem de Câmara Cascudo à África, em 1963.

Personagens: Dadá (cozinheira – Tempero da Dadá); Raul Lody (antropólogo); Tereza Paim (cozinheira – Casa de Tereza); Maria Antónia Goes (arquiteta, pesquisadora e escritora); Eli (comerciante); Alberto da Costa e Silva (poeta e africanista); Letícia Massula (pesquisadora e cozinheira – Cozinha da Matilde); Anna Maria Cascudo (filha de Luís da Câmara Cascudo); Daliana Cascudo (neta de Luís da Câmara Cascudo); Carlos Alberto Dória (sociólogo); Crisângelo Siqueira (professor).

Locais: Salvador – Bahia; Recife – Pernambuco; Alvito – Portugal; Rio de Janeiro – Rio de Janeiro; São Paulo – São Paulo; Natal – Rio Grande do Norte

Episódio 07 – A História do Cuscuz

O legado africano na culinária brasileira não se deu apenas através dos países da África subsaariana. O cuscuz, prato típico do norte da África, teve sua introdução no cardápio brasileiro através dos colonizadores portugueses, e até hoje constitui um alimento básico, principalmente no Nordeste do Brasil.
No sétimo episódio de História da Alimentação no Brasil, acompanhamos a fabricação artesanal do cuscuz de farinha de milho com moinho manual e conhecemos a grande variedade de cuscuz presentes no Brasil e na África, além da preparação do tradicional “cuscos” trasmontano, prato português em desaparecimento.

Personagens: Carlos Alberto Dória (sociólogo); Ana Rita Suassuna (pesquisadora e escritora); Rodrigo Oliveira (cozinheiro – Mocotó); Maria de Lourdes Modesto (pesquisadora e escritora); Virgílio Gomes (pesquisador e escritor); Alexandra Coelho (jornalista); Jorge Coimbra (cozinheiro – Flor de Sal); Alberto da Costa e Silva (poeta e africanista); Chico César (cantor e compositor); Neide Rigo (pesquisadora e cozinheira); Raul Lody (antropólogo); Dona Dega (cozinheira – Tordesilhas).

Locais: São Paulo – São Paulo; Lisboa – Portugal; Mirandela – Portugal; Rio de Janeiro – Rio de Janeiro; Recife – Pernambuco.

Episódio 8 – Dieta Africana

Jamais saberemos o número exato de africanos escravizados que desembarcaram no Brasil. Em terras brasileiras, houve o encontro de muitas nações e culturas, de povos que, na África, são tão dessemelhantes quanto um russo de um inglês. Aqui trocaram experiências e costumes, sob as mais adversas condições. Criaram, reinventaram e preservaram sua gastronomia, seja nos gestos, nos ingredientes ou nos modos de preparo, alinhando comida e religião.
Neste oitavo episódio de História da Alimentação no Brasiltestemunhamos a produção caseira do azeite de dendê, diretamente do Recôncavo baiano e adentramos o mundo das comidas de terreiro, marca do sincretismo religioso afro-brasileiro que ganhou as ruas pelas mãos e tabuleiros das quitandeiras. O episódio nos mostra também o preparo do arroz hauçá, prato oferenda para o Orixá Omulu e do frango com ginguba, típico das cozinhas angolanas.

Personagens: Maria Valdelice (produtora de azeite de dendê); Alberto da Costa e Silva (poeta e africanista); Manoel Papai (babalorixá – Terreiro Obá Ogunté); Maria Antónia Goes (arquiteta, pesquisadora e escritora); Angélica Moreira (cozinheira -Ajeum da Diáspora); Nega Teresa (cozinheira – Acarajé da Nega Teresa); Maria Conceição Oliveira (pesquisadora);Letícia Massula (pesquisadora e cozinheira – Cozinha da Matilde); Dona Carmem Virgínia (cozinheira e yabassé – Altar); Grupo “Zé Mussum”.

Locais:Cachoeira – Bahia; Rio de Janeiro – Rio de Janeiro; Recife – Pernambuco; Alvito – Portugal; Salvador – Bahia; São Paulo – São Paulo

Episódio 09 – Ementa Portuguesa

A relação entre as culinárias brasileira e portuguesa é uma história de trocas e adaptações. Os primeiros colonizadores europeus trouxeram mantimentos de sua terra natal, mas também se depararam com a necessidade de adequar seus hábitos à oferta local de alimento. Ao longo do tempo, criou-se uma “cultura transatlântica” da comida, na qual os dois lados promoviam o intercâmbio de costumes alimentares.
O nono episódio de História da Alimentação no Brasil apresenta os pilares dessa rica culinária – a carne de porco, os frutos do mar, o pão, as hortaliças –, mostra a preparação de um prato clássico, as tripas à moda do Porto, e uma releitura do cozido à portuguesa nas mãos de um chef-estrela de Lisboa.

Personagens: Maria Antónia Góes (pesquisadora e escritora); Inês Diniz (cozinheira – Casa Inês); Ana Roldão (pesquisadora); Joaquim Ferreira dos Santos (jornalista); Virgílio Gomes (pesquisador e escritor); Antonio João Vieira (padeiro); Maria de Lourdes Modesto (pesquisadora e escritora); RustyMarcellini (cinegrafista e cozinheiro); Graciete Rosa (comerciante); José Avillez (cozinheiro – Belcanto); Adriano Gomes (pedreiro aposentado); José Francisco (agricultor aposentado).

Locais: Alvito – Portugal; Porto – Portugal; Rio de Janeiro – Rio de Janeiro; Lisboa – Portugal; Mirandela – Portugal; Belo Horizonte – Mina Gerais.

Episódio 10 – A Comida Real

Na opulência dos palácios, as cozinhas reais serviam banquetes festeiros e requintados, tão fartos e luxuosos quanto permitiam as condições econômicas de Portugal. A alimentação privada da família real, no entanto, era discreta e de poucos gastos.A chegada da corte portuguesa ao Brasil, trouxe novos ingredientes e novos costumes à mesa, ao mesmo tempo que, aqui, tiveram que se habituar aos ingredientes nativos, inevitavelmente incorporados à dieta alimentar de Portugal.
No décimo episódio de História da Alimentação no Brasilconhecemos a sala de jantar do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, deciframos as preferências alimentares da corte através dos registros históricos do cozinheiro Domingos Rodrigues, visitamos olivais centenários na região de Trás-os-Montes e a Festa do Divino Espírito Santo no Maranhão, onde a tradição de alimentar os festeiros transformados em reis e rainhas perdura até os dias de hoje.

Personagens:Cristina Neiva Correia (pesquisadora); Maria de Lourdes Modesto (pesquisadora e escritora); Virgílio Gomes (pesquisador e escritor);Henrique Carneiro (historiador); Banda “Clã”; João Paulo Reis Carlão (empresário); Manuel António Vieira (produtor de azeite de oliva); Dalva Bolognini (pesquisadora e escritora); Ana Roldão (pesquisadora); Anna Maria Cascudo (filha de Luís da Câmara Cascudo); Daliana Cascudo (neta de Luís da Câmara Cascudo); Maria Antónia Goes (arquiteta, pesquisadora e escritora).

Locais:Lisboa – Portugal; São Paulo – São Paulo; Porto – Portugal; Mirandela – Portugal; Rio de Janeiro – Rio de Janeiro; Natal ­– Rio Grande do Norte; Alvito – Portugal

Episódio 11 – O Doce nunca Amargou

A trajetória da doçaria de Portugal é extensa e complexa. Muito antes da popularização do açúcar e da construção de engenhos no Brasil, já se fazia doces com mel de abelhas, influência dos mouros que ocuparam a península ibérica. Mais tarde, ela diversificou graças à atividade dos conventos, que produziam doces agregando a utilização de ovos e especiarias, constituindo uma espécie de “laboratório” do açúcar.
Neste décimo-primeiro episódio de História da Alimentação no Brasil, temos acesso à fábrica que produz os pasteis de Tentúgal, doce cuja massa é esticada no chão de uma sala e requer um conhecimento muito específico, adquirido ao longo de anos. O episódio também nos mostra a diferença entre o manjar brasileiro e um tipo de manjar português, feito com peito de galinha desfiado, e revela o processo de fabrico dos Pasteis de Belém, doce similar ao pastel de nata e muito popular entre os turistas.

Personagens: Maria Aurora de Araújo (cozinheira – A Pousadinha); Maria de Lourdes Modesto (pesquisadora e escritora); banda “Clã”; Virgílio Gomes (pesquisador e escritor); José Carlos Ferreira (cozinheiro); Adriana Lucena (pesquisadora e cozinheira – Quinta da Aroeira); Angelo Medeiros (pesquisador e cozinheiro); Dalva Bolognini (pesquisadora e escritora); Miguel Clarinha (administrador).

Locais: Tentúgal – Portugal; Lisboa – Portugal; Porto – Portugal; Natal – Rio Grande do Norte; Caicó – Rio Grande do Norte.

Episódio 12 – Doces Histórias

Adoçaria brasileira é fortemente marcada pela influência portuguesa, mas se caracteriza pelas adaptaçõesda tradicional doçaria conventual aos ingredientes nativos e modos de preparo possíveis em terras brasileiras. Aqui, a abundancia de espéciesfrutíferas aliada à onipresença da produção açucareira fez nascer um sem-número de doces de frutas e compotas de todos os tipos.
O décimo-segundo episódio de História da Alimentação no Brasilvai até o Pará, acompanhar o processo de produção do chocolate artesanal feito com cacau nativo da Amazônia. Em Goiás, encontramos o universo da doçaria familiar e sua relação com a literatura na cidade natal da poetisa Cora Coralina. No Rio Grande do Norte, vemos a feitura do alfenim, doce que alia o açúcar, produto base da colonização brasileira, com a técnica da tradição doceira portuguesa.

Personagens:Rivandro França (cozinheiro – Cozinhando Escondidinho); Zenilca Navarro (empresária – Tragaluz); Letícia Massula (pesquisadora e cozinheira – Cozinha da Matilde); Cesar de Mendes (produtor de chocolate); Ebe Siqueira (pesquisadora); Virgílio Gomes (pesquisador e escritor); Ângelo Medeiros (cozinheiro); Henrique Carneiro (historiador); Laura Lacombe (educadora).

Locais:Recife – Pernambuco; Tiradentes – Minas Gerais; São Paulo – São Paulo; Santa Bárbara do Pará – Pará; Cidade de Goiás – Goiás; Lisboa – Portugal; Caicó – Rio Grande do Norte; Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

Episódio 13 – Todo Trabalho do Homem é para sua Boca

No episódio final de História da Alimentação no Brasil, adentramos o universo de Luís da Câmara Cascudo, etnógrafo, folclorista, historiador e autor do livro no qual a série se baseia. Através de uma riqueza de materiais de arquivo e entrevistas com especialistas e membros da família do escritor, acompanhamos o processo de pesquisa de Cascudo, suas viagens pelo Brasil e fora dele e conhecemos as principais ideias deste livro que é um grande marco nos estudos sociológicos sobre a alimentação brasileira.

Personagens: MacGayver Alves (comerciante); Carlos Alberto Dória (sociólogo); José Luiz Ferreira (professor e pesquisador); Adriana Lucena (pesquisadora e cozinheira – Quinta da Aroeira); Anna Maria Cascudo (filha de Luís da Câmara Cascudo); Daliana Cascudo (neta de Luís da Câmara Cascudo); Rivandro França (cozinheiro – Cozinhando Escondidinho); Henrique Carneiro (historiador); Raimundo Arraes (historiador); Alberto da Costa e Silva (poeta e africanista).

Locais: Natal – Rio Grande do Norte; São Paulo – São Paulo; Recife – Pernambuco; Rio de Janeiro – Rio de Janeiro.

Cozinhar carne de caça é o desafio desta terça-feira do MasterChef Profissionais

13 de novembro de 2017 por Cinthia Lopes

Os cinco cozinheiros que continuam no MasterChef Profissionais, incluindo a natalense Irina Cordeiro (foto), deverão cozinhar uma carne de caça que será sorteada. O profissional com o melhor desempenho durante toda a temporada escolherá tábuas de cozinha – que têm duas técnicas culinárias – para cada concorrente seu.

A chef natalense Irina Cordeiro participa de mais um desafio. Foto Band

A chef natalense Irina Cordeiro participa de mais um desafio. Foto Band

Cada cozinheiro receberá duas técnicas diferentes e deverá utilizá-las em sua receita. Somente o melhor cozinheiro se salva da prova de eliminação. último desafio, os quatro piores cozinheiros terão de reproduzir um prato de alta gastronomia de Luca Gozzani, chef e coordenador do grupo Fasano.

Eles poderão experimentar o prato para entender tudo o que ele contém e depois terão de buscar no mercado os ingredientes necessários para reproduzir exatamente o prato do chef convidado.

 

Debate sobre legalização dos produtos artesanais reuniu especialistas em SP

11 de novembro de 2017 por Cinthia Lopes

Paladar, O Estado de S. Paulo

O debate sobre a legalização dos produtos artesanais brasileiros promovido pelo Paladar [ver reportagem completa aqui ] lotou o auditório do Estadão na tarde desta sexta-feira de chefs de porte como Mara Salles, Sauro Scarabotta, Paulo Machado, Ana Massochi, Fábio Vieira, Jefferson Rueda, além de produtores de queijos e embutidos que compareceram em peso, ao lado de nutricionistas e profissionais da área de saúde. Os alimentos produzidos artesanalmente – queijos, embutidos, méis e outros – foram o foco da discussão: a maioria dos participantes defendeu a proposta de que é o produto e não os processos, que merece o foco da legislação e da fiscalização.

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'Paladar' reuniu chefs, produtores e agentes do governo para debate sobre legalização dos produtos artesanais Foto reproduzida Daniel Teixeira|Estadão

‘Paladar’ reuniu chefs, produtores e agentes do governo para debate sobre legalização dos produtos artesanais Foto reproduzida: Daniel Teixeira|Estadão

utorregulação (ou autocontrole) foi outro tema de convergência. A proposta defende que os próprios produtores mantenham registros sobre o andamento de fabricação de seus produtos e também da infraestrutura e apenas apresentem as informações à fiscalização quando necessário, como já ocorre em outros países.

Os debatedores defenderam que é necessário ter mais política pública, menos punição, mais orientação, e principalmente empatia. O secretário do movimento Slow Food no Brasil, Jerônimo Villas-Bôas, bastante aplaudido, defendeu três parâmetros que podem ser adotados para tirar os artesanais da ilegalidade: o sistema de controle unificado em que em um único lugar ele possa ter acesso a representantes do Ministério da Agricultura, da Anvisa e de outros órgãos essenciais para a legalização de sua atividade; viabilização de unidades de produção multifuncionais, para que se produza mais de um item na mesma pequena fábrica; e informação sobre todas as regras de boas práticas e higiene com rapidez.

O debate foi dividido em duas mesas, que discutiram os produtos sem distinção de variedade. A primeira, além de Villas-Bôas reuniu o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério de Agricultura e Pecuária, Luis Rangel; o chef d’ A Casa do Porco e produtor de embutidos, Jefferson Rueda; o secretário de Estado de Agricultura do Espírito Santo e presidente do Conselho Nacional dos Secretários de Estado da Agricultura, Otaciano Neto; a especialista em regulação e vigilância sanitária da Anvisa, Laila Mouawad; o consultor de agronegócio do Sebrae de Minas Gerais, Ricardo Boscaro; e o produtor de queijo mineiro, Osvaldo Filho.

Da segunda mesa, participaram o pesquisador e colunista do Paladar, Roberto Smeraldi; a presidente da ONG SertãoBras e blogueira do Paladar, Débora Pereira; o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Arnaldo Jardim; o proprietário da loja de queijo A Queijaria, Fernando Oliveira; a agente de fiscalização da Covisa, Andrea Boanova; o deputado federal José Silva (MG); o presidente da Associação de Produtores do Queijo Canastra, João Leite; o chef e produtor de embutidos Dëlika e Kod, Bruno Alves; e João Gustavo, responsável pelo SISP na Secretaria de Agricultura de São Paulo.

Moradora de Montanhas vence Concurso no Natal Fest Gourmet

9 de novembro de 2017 por Cinthia Lopes

Uma moradora do município de Montanhas, no Agreste Potiguar, Stella Albuquerque (25 anos), foi a grande vencedora do Concurso Popular Gastronômico Cozinhando no Senac, que teve sua final ao vivo no Natal FestGourmet, realizado na praça Augusto Severo, Ribeira. O concurso foi idealizado pelo Natal Fest, com execução do Senac. A vencedora ganhou uma bolsa integral para o curso de Cozinheiro da Instituição.

Desafio do Risoto, um dos pratos da vencedora. Foto rogerio Vital

Desafio do Risoto, um dos pratos da vencedora. Foto rogerio Vital

A cozinheira amadora participou de duas etapas ao vivo realizadas no último sábado na Arena. Primeiro no desafio do risoto, onde quatro cozinheiros escolheram ingredientes disponíveis para preparar um risoto de camarão. Na segunda etapa, uma caixa surpresa onde o desafio foi preparar um filet mignon.

Stella Albuquerque e José Carlos disputaram a final ao vivo.

Stella Albuquerque e José Carlos disputaram a final ao vivo.

Stella afirma que sempre gostou de cozinhar e que assumiu tal responsabilidade em casa aos 11 anos, cozinhando para seus quatro irmãos, tendo aprendido ao observar sua avó. Ela ficou sabendo do concurso após um amigo marcá-la em publicação de uma rede social. “O meu amigo me marcou no último dia de mandar o vídeo de inscrição. Quando vi, eu corri para casa para ver o que tinha e elaborar a receita, que precisava ser própria. Eu não acreditei quando passei, quando eu ouvi que estava competindo com pessoas que já tinham uma certa técnica. Não esperava chegar na final, conseguir ganhar e estar vivendo isso é um sonho”, afirma a potiguar.

Filé vencedor

Filé vencedor

Trabalhando atualmente com encomenda de bolos e doces, Stella se prepara para morar na capital potiguar. “Sou fascinada pela arte da gastronomia. Quero aprender todas as técnicas, e, quando terminar o curso, fazer a graduação. Minha expectativa é um dia ter um restaurante e ser uma chef”, ressalta.

Para Stella, o segredo é observar e praticar. “Acho que tudo vem da prática, de você ter interesse em estar experimentando, estar aprendendo. O pouco que eu desenvolvi no concurso foi através do observar e absorver críticas de outros profissionais, isso é muito importante”, disse a ganhadora.

Final ao vivo e caixa surpresa com filet

Final ao vivo e caixa surpresa com filé

João Carlos, de 33 anos, ficou com o segundo lugar e ganhou uma bolsa integral no curso de Confeitaria do Senac. Ele também ressalta suas novas perspectivas. “Participar desse concurso me deu mais autoestima e confiança. O curso vai me ajudar na parte profissional e me dar novas habilidades para o trabalho que eu faço, além de me proporcionar poder fazer um dinheiro extra”, conta.

Chef François Schmmit recebe homenagem por serviços prestados à gastronomia potiguar. Com os representantes do Senac e Natal Fest Gourmet

Chef François Schmmit recebe homenagem por serviços prestados à gastronomia potiguar. Com os representantes do Senac e Natal Fest Gourmet

O Concurso Popular Gastronômico Cozinhando no Senac tinha como objetivo incentivar aspirantes a cozinheiros, e foi dividido em quatro etapas Avaliação do Vídeo de Inscrição e Apresentação de Prato, no Senac; e Apresentação de Risoto de Camarão e Caixa Surpresa, no Natal FestGourmet.

Praça gastronômica do Natal Fest Gourmet ficou lotada

Praça gastronômica do Natal Fest Gourmet ficou lotada

HOMENAGEM
O Festival também prestou uma homenagem ao chef que contribuiu com o desenvolvimento da gastronomia no Rio Grande do Norte nas últimas décadas. O nome escolhido foi o francês, radicado no Rio Grande do Norte, François Schmit. Ao falar sobre a homenagem, a chef e jurada Adriana Lucena comentou que François é um “divisor de águas na gastronomia potiguar.” Ele aportou aqui há mais de 20 anos como coordenador do Restaurante Escola Barreira Roxa. Foi dono de um bistrô no CCAB Petrópolis, depois assumiu a chefia executiva do Camarões Potiguar durante sete anos e depois como consultor.

Junto com o produtor cultural e gourmand Walde Faraj e o empresário Habib Chalita, desbravou o interior do Estado na formatação dos festivais, difundiu técnicas e conceitos da gastronomia moderna mas sempre valorizando o ingrediente regional local. Irrequieto e viajado, François hoje dedica-se a consultoria executiva da rede Camarada Camarão, e a curtir o filho na praia da Pipa. Além da homenagem, no Natal Fest Gourmet ele ministrou oficinas de frutos do mar.

A ideia do Natal Fest Gourmet é eleger um chef para ser homenageado a cada ano. O Prêmio de François Schmmit foi entregue pelo diretor do Senac, Fernando Virgílio.

Curso de ceia natalina tem inscrições abertas

6 de novembro de 2017 por Cinthia Lopes
Tender é uma das receitas experimentadas no curso

Tender é uma das receitas experimentadas no curso

Já escolheu o que preparar na ceia natalina, ou está interessado em incrementar o orçamento de fim de ano? A temporada de cursos rápidos começou. O Senac RN está com matrículas abertas para o curso de culinária natalina, na unidade Barreira Roxa, que funcional no Senac Cidade Alta. O curso abrange produções culinárias econômicas, arrojadas e sofisticadas, da entrada a sobremesa. O início das aulas é 18 de novembro, o curso dura cerca de um mês e tem carga horária de 20h.

As aulas serão ministradas de 8h às 12h, aos sábados, no Senac Barreira Roxa, com um investimento de R$ 350. As inscrições podem ser realizadas em qualquer unidade do Senac RN, apresentando o documento de identidade e CPF, além de ter idade mínima de 18 anos. Tel.:4005-1000.

 

Curió aposta em decoração divertida com produtos ‘vintage’. Mas a cozinha também surpreende

3 de novembro de 2017 por Cinthia Lopes

O restaurante Curió, recém inaugurado em Ponta Negra, criou uma nova vertente: a bodega gourmet. Com uma caprichada ambientação inspirada nas mercearias nordestinas do século passado, a casa aposta na culinária regional para fisgar o paladar – e também a memória afetiva – de sua clientela. A reportagem foi destaque do nosso FDS, do dia 2 de novembro. Veja a matéria completa aqui 

Selecionei algumas imagens que não entraram na edição impressa .

Prateleira com produtos de mercearia antigos, ainda comercializados. No Curió eles são meramente decorativos, mas muitos clientes já quiseram comprar. Foto Alex Régis

Prateleira com produtos de mercearia antigos, ainda comercializados. No Curió eles são meramente decorativos, mas muitos clientes já quiseram comprar. Foto Alex Régis

O visual do restaurante é seu primeiro atrativo: prateleiras repletas de produtos estão espalhadas por todo o ambiente. E tem de tudo, como nas velhas bodegas: de cestas de palha a lamparinas, passando por brinquedos de madeira, gaiolas, santos, cosméticos de marcas clássicas, feijão, arroz, e algo mais. “Mas nada disso está à venda, é só decoração”, brinca Thiago Gadelha, proprietário ao lado dos sócios Felipe Fonseca e Heitor Gadelha. O local comporta 200 pessoas.

Coxinha de pato e galinha. Foto Alex Régis

Coxinha de pato e galinha. Foto Alex Régis

Os sócios, também proprietários do restaurante Hamachi, trabalharam na concepção da casa durante sete meses. “A gente queria algo totalmente diferente do Hamachi. Algo com uma culinária simples, que todo natalense conhece, mas com uma roupagem nova”, explica Thiago.

Lombo suíno

Lombo suíno

O chef Welder Albuquerque elaborou o cardápio. Para montar o visual da casa, foram muitas voltas pelo Alecrim, Ribeira, Cidade Alta, antiquários e brechós.

Curió é misto de bar e empório

Curió é misto de bar e empório

O cardápio também engloba o conceito da casa. Há pratos exclusivos, como o kakuni de porco (lombo suíno em cubos caramelizados com rapadura); sobrecoxa de frango desossada e empanada, o Ki Frango Cacetêro (brincadeira com a rede americana KFC); bife de alcatra empanada com panko; picado de carneiro com cuscuz; iscas de fígado aceboladas; linguiça de pernil suíno, e até o velho fiambre bovino em lata (o famoso “kitut”) em versão grelhado com tomate, cebola e pimenta refogados na manteiga de garrafa, e acompanhado por pão carteira.

Brownie, pudim de queijo de manteiga e doce de leite

Brownie, pudim de queijo de manteiga e doce de leite

Entre os pratos para dois tem rabada, carneiro torrado, galinha caipira, moqueca de dourado, bife à parmegiana, camarão ao creme de jerimum, e contra-filé de sol grelhado. Às sextas-feiras tem um autêntico chambaril, e aos sábados, feijoada. Na cumbuca tem maxixada no leite de coco com camarão; caldo de camarão; dobradinha completa, e escondidinho de carne.

Serviço:
Curió. Av. Praia de Ponta Negra, 8868, Ponta Negra. Aberto diariamente (para almoço, menos na segunda). Tel.: 3346-1721.

 

Curso de Técnicas em Confeitaria é novidade no Senac

2 de novembro de 2017 por Cinthia Lopes
Chef Angelo Medeiros coordena curso de Confeitaria do Senac

Chef Angelo Medeiros coordena curso de Confeitaria do Senac

Os amantes de confeitaria têm a oportunidade agora de fazer o curso em Técnicas de Confeitaria do Senac RN, que está com matrículas abertas. O curso é ministrado por consultores com certificação internacional. Uma oportunidade para potencializar as técnicas da clássica confeitaria. Durante o curso, o aluno será capaz de preparar, executar e montar receitas de sobremesas, sorvetes, massas e doces, além de produzir e decorar produtos da confeitaria – como bolos, biscoitos, tortas, entre outros.

A carga horária é de 180h. O curso tem início no dia 13 de novembro  (segunda-feira)e durará cerca de dois meses. As aulas serão ministradas no Senac Barreira Roxa, de segunda a sexta-feira, no horário das 13h às 17h. O investimento é de R$ 1.460, valor que pode ser dividido em até 12 parcelas, nos cartões de crédito Hipercard, Visa e Mastercard, ou em três no boleto bancário.

As aulas serão ministradas pelo chef Angelo Medeiros, que tem Certificação ProChef I, concedida pelo The Culinary Institute of America (CIA), uma das principais instituições de educação profissional em gastronomia do mundo.  Além disso, recentemente, fez um estágio na Alemanha, voltado às técnicas avançadas de panificação e confeitaria com um dos maiores profissionais do setor, Johannes Dackweiler.  Para saber mais sobre o chef , leia entrevista que fiz em agosto AQUI.

O curso é destinado aos profissionais de gastronomia interessados em aperfeiçoar o domínio na preparação e execução de sobremesas, sorvetes, doces, bolos, massas, entre outros produtos.

As inscrições podem ser realizadas em qualquer unidade do Senac RN, apresentando o documento de identidade, CPF, comprovante de residência e de escolaridade. Para mais informações, os interessados devem ligar para (84) 4005-1000 ou através do site www.rn.senac.br.

Semifinalistas de concurso popular cozinharão ao vivo na praça

30 de outubro de 2017 por Cinthia Lopes

22908546_10212937901336230_2033459743_o (1)Depois de vários vídeos inscritos, dez receitas selecionadas, o Concurso Popular de Gastronomia, criado pelo Natal Fest Gourmet e executado pelo Senac RN, anuncia os nomes dos 4 semifinalistas que cozinharão ao vivo durante o festival: João da Silva com a receita ‘Preto no Branco — bacalhau com arroz negro’; Maria Aparecida dos Santos com ‘Nhoque de Batata Doce e Almôndegas de Cordeiro com Molho Pesto de Hortelã’; Maria Stella Albuquerque de Farias e o ‘Camarão a Pasta de Cenoura com Jerimum’; Samara Cristina Soares dos Santos com a ‘Trilogia de Porco’.

O I Concurso Popular de Gastronomia foi lançado em outubro, onde os participantes de toda Grande Natal participaram com  1 receita em vídeo de no máximo 5 minutos. Dentre os inscritos, dez foram classificado. Seus respectivos cozinheiros tiveram a oportunidade de preparar in loco, aas receitas postadas no celular. A seletiva foi realizada no laboratório de gastronomia do Senac Barreira Roxa, que atualmente funciona na Cidade Alta. Depois de avaliados pela curadoria do Senac, quatro participantes foram escolhidos para estar na semifinal que ocorrerá durante o Natal Fest Gourmet, no sábado, 4 de novembro, a partir das 18h30.

Na Arena Senac de Gastronomia, os quatro chefs participarão da Batalha de risoto de camarão. Os dois melhores risotos/competidores se enfrentarão mais uma vez ao vivo, ao final da noite cada um receberá uma caixa com ingredientes surpresa e teremos o campeão.
Além do concurso ao vivo, a Arena Senac de Gastronomia contará com várias oficinas de chefs convidados, como François Schmmitt, e profissionais do Senac RN de Natal e convidados de outros estados.

Confira abaixo os selecionados das videoreceitas e os 4 classificados na semifinal:

SEMIFINALISTAS QUE DISPUTARÃO AO VIVO

Samara Cristina Soares dos Santos – Trilogia de Porco

Maria Aparecida Dos Santos – Nhoque de Batata Doce com Almôndegas de Cordeiro com Molho Pesto de Hortelã

João Carlos da Silva – Preto no Branco
Maria Stella Albuquerque de Farias – Camarão a Pasta de Cenoura com Jerimum

VÍDEOS/RECEITAS CLASSIFICADOS NA 1ª ETAPA
Aliciane Tomaz dos Santos
Escondidinho Nordestino

Antonio Pedro Oliveira Lopes
O Sertão Virou Mar

Fabrício Chavez
Bife Zéligton

João Carlos da Silva
Preto no Branco

Jorge José De Souza Duarte
Canto da Sereia

Maria Aparecida Dos Santos
Nhoque de Batata Doce com Almôndegas de Cordeiro com Molho Pesto de Hortelã

Maria Stella Albuquerque de Farias
Camarão a Pasta de Cenoura com Jerimum

Samara Cristina Soares dos Santos
Trilogia de Porco

Sérgio Ricardo da Costa Myrria
Lula Recheada com Shimeji, Camarão e Legumes, Acompanhados com uma Mousseline de Batata Doce com Wasabi e Molho Tarê

Simone Grazyelle Santos da Silva
Camurim Amostrado

Série História da Alimentação no Brasil estreia dia 6 de novembro

23 de outubro de 2017 por Cinthia Lopes
Mandioca, a Rainha do Brasil é tema do primeiro episódio

Mandioca, a Rainha do Brasil é tema do primeiro episódio

Após um ano e meio de produção, pesquisas e viagens pelo Brasil e Portugal, estreia no dia 6 de novembro a série documental “História da Alimentação no Brasil”, inspirada na obra homônima de Luís da Câmara Cascudo. Realizada pela Heco Produções, com direção do produtor e cineasta Eugênio Puppo, a série faz uma redescoberta das raízes alimentares do Brasil, a partir da pesquisa do folclorista e etnólogo norte-riograndense. A exibição será no canal CineBrasil TV, sempre às 21h30. E terá capítulos de segunda a sexta-feira, na mesma faixa de horário.

O livro História da Alimentação no Brasil é uma obra de fôlego que registra aspectos históricos e sociológicos da culinária matriz do Brasil. Cascudo fez um levantamento das tradições alimentares brasileiras, fruto da miscigenação entre povos originários do Brasil, da população africana escravizada e dos portugueses. A obra foi lançada pela primeira vez em 1967 e continua em alta nas prateleiras, sempre reeditada pela Editora Global, responsável pelas obras cascudianas.

Já o documentário terá 13 episódios de 30 minutos e segue os caminhos percorridos por Cascudo. Ele viajou entre 1943 a 1962 por vários estados brasileiros e também visitou países da África para entender e registrar as origens de nossa dieta e nossos pratos.

As locações incluem cidades brasileiras – Bahia, Pará, Maranhão, vários municípios do Rio Grande do Norte, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Pernambuco -, e 11 cidades portuguesas, dentre elas Lisboa, Porto, Évora e Mirandela, retratando desde a doçaria traducional (como os pastéis de Tentúgal), às Tripas à moda do Porto e os Cuscos transmontanos.

A série traz depoimentos de diversos personagens brasileiros, chefs, artistas, estudiosos e personagens anônimos de diversas regiões do Brasil e de Portugal. A seleção de entrevistados inclui Carlos Alberto Dória (sociólogo), Mara Salles (chef), Ana Luiza Trajano (chef), Alberto da Costa e Silva (historiador), Chico César (cantor), José Avillez (chef) e alguns chefs potiguares, como Adriana Lucena.

Além do material original, a série utiliza material de arquivo, com longas e curtas-metragens de Humberto Mauro, um dos maiores documentaristas sobre o tema, Heinz Forthmann, Caravana Farkas, e obras do acervo do Instituto Câmara Cascudo, CTAV, Museu do Índio, Cinemateca Portuguesa, Câmara Municipal de Lisboa e acervos particulares.

Episódio 1: Mandioca, a Rainha do Brasil

A Rainha do Brasil, mostra a mandioca, um dos primeiros alimentos citados nos registros portugueses, como um ingrediente essencial. Um narrador pontua os episódios com informações históricas na forma de trechos breves do livro e as cenas são entremeadas por imagens de feiras brasileiras icônicas, preparação de pratos, reproduções de livros, pinturas, trabalhos artísticos e fotos antigas.

Veja trailer

Fonte: Assessoria/Heco Produções