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POR AUGUSTO BEZERRIL 

@augustobezerril

Jogo dramático, bem ao sabor argentino,  foi Nigéria e Argentina. Não é todo dia ou qualquer Copa, que se tem de um lado do campo o uniforme mais celebrado e fashion  do torneio e  jogadores estilosos tal os nigerianos e, de outro lado,  um Messi, em pura encarnação do herói latino. Não precisa nem lembrar (a foto que ilustra o post não deixa dúvida) que  o craque argentino é ( low profile como só os cancerianos sabem ser na classy) figura, há anos, como  queridinho  da grife Dolce Gabbana. O livro Messi por Stefano é um luxo. E verdadeira relíquia em livrarias como a ultracool Falena, em Buenos Aires.

VOLTANDO AO JOGO…

O requinte dramático da partida teve ainda um certo goleiro de nome irremediavelmente fashion: Franco Armani.

RESULTADO?

A  Nigéria encantou. E os 3 milhões de pedidos do uniforme  com prints  africano, números divulgados pela Nike, provam um paixão que fica. Messi, merecidamente, provou ser “lo Más”. Como bem disse a jornalista braasileira Fabiana Gitsio, especializada em estilo de vida e  fundadora Buenos Aires À Porter, “Y con barba,…   Sim, hermanos: “Lo más”.

Foto Srefano Gabbana

 

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