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POR AUGUSTO BEZERRIL

@augustobezerril

augustobezerril@tribunadonorte.oom.br 

A edição 48 da SPFW começou, ontem (13,10),  numa das “novas praias paulistanas’: o Farol Santander. A Ellus escolheu o local, onde há coreto, quiosques de engraxates e ponto de convergências de artistas, como cenário da apresentação do verão 20. Algumas coisa acontece no meu coração, cantava a neodiva Majur – enquanto os modelos davam voltas pela praça – em frente ao icônico prédio cartão postal de Sampa. As ondas cinza da estamparia em nada lembra os vestidos ombro-a-ombro e saias rodadas prenunciadas como hits do verão. Adriana Bozon – diretora critativa – aposta em elementos da vida real: bolsos em jaquetas, coletes, bermuda cargo e sobreposições de pochetes e/ou mochilas num quase camuflado. Como é sabido que tem chuva de verão, o nylon volta em sentido do impermeável. E as parkas fazem dão vontade de tomar banho de chuva. As peças em moletom tem passe certo para usar em dia frio na praia e na real praia urbana da vida.  A cartela de cores tem preto e branco, cinza, caqui, verde e pontos de laranja.

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O desfile desdobra o movimento #elllusdomore. A Route – projeto voltado para preservação do meio ambiente no Rio de Janeiro e Fernando de Noronha, integra o movimento da Ellus. A grife deve lançar, em novembro, ação em parceria com o refrigerante Guaraná em prol da Amazônia.

  • * O jornalista viajou a convite da SPFW 

Foto Agência Fototosite

 

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