People’s Place. Photographed by Peoples Place partner and co-founder Larry Stemerman, circa 1970

POR AUGUSTO BEZERRIL

@augustobezerril

augusstobezzerril@tribunadonorte.com.br

A diversidade importa. A Tommy Hilfiger acabou de lançar o People’s Place Program, uma plataforma de três pilares com um compromisso mínimo inicial de US$ 5 milhões em financiamento anual para os próximos três anos, que buscará promover a representação de negros, indígenas nas indústrias da moda e da criatividade.  A marca, que já tem o compromisso de impulsionar mudanças em toda a indústria da moda, tem como um dos objetivos e missão, o reforço da sustentabilidade social e ambiental de criar uma moda que não desperdiça nada e acolhe a todos. A grife está montando uma estrutura de governança de modo otimizar os desempenho das ações junto às minorias inseridas no projeto e mensurar o resultado alcançado.  Ou seja: os participantes do prograam ganham a expetise de uma marca de sucesso mundial.
Com o programa, a  Tommy Hilfiger pretende aumentar fluxo de talentos diversificados, concentrando-se em colaborações direcionadas a propósitos que melhorem especificamente a visibilidade das minorias, e isso em parceria com organizações e pares criativos cuja missão é promover a representação e a equidade da comunidade negra e indígena na indústria da moda. Para promover a representação de comunidades minoritárias nas indústrias da moda e da criatividade, a marca usará seu conhecimento e recursos para garantir oportunidades de carreira, fornecendo acesso a informações ou materiais físicos, consultoria especializada, apresentações na indústria.
LEGADO 
O programa leva o nome da primeira loja da Tommy Hilfiger, inaugurada em 1969 na cidade natal de Hilfiger, em Elmira, Nova York. Com apenas 18 anos, Hilfiger criou a People’s Place como um espaço dedicado para que pessoas de todas as esferas da vida se reunissem para apreciar arte, música, moda e cultura pop. Moldada pela revolução cultural da década de 1960, a loja original promoveu uma troca de ideias, incentivou a autoexpressão autêntica e desafiou as normas sociais.
Foto Divulgação

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