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POR AUGUSTO BEZERRIL

@augustobezerril

augustobezerril@tribunadonorte.com.br 

O humano para o humano e a tecnologia em função do planeta. O verão da grife Florita Beachwear foi desenvolvido em colaboração com a tribo Huni Kuin, da Aldeia São Vicente do Rio Humaitá, com 146 pessoas vivendo ali e somente acessada por barco, em Roraima.  A grande questão dessa temporada é que a coleção foi toda criada online durante a pandemia. “Estávamos em negociação antes do isolamento social e tínhamos marcado um encontro presencial em um sítio no Rio, onde passaríamos alguns dias em contato com os indígenas para nos conhecermos melhor. Nos adequamos as novas ferramentas e a adaptação da aldeia foi fundamental. As fotos da campanha também viraram 100% virtuais com a fotógrafa em Londres”, explica Julia Almeida-Bailey, fundadora e criadora da grife.

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CONEXÃO ANCESTRAL 

O resultado se traduz na coleção Anahata, composta por 50 peças.  Para além da vínculo de estilo Julia diz ter seguido uma jornada completamente pessoal, já que a sua avó era uma mulher indígena da Bolívia. Em sua procura por seu passado ancestral, a diretora criativa se viu em contato com a Tribo Huni Kuin, da Aldeia São Vicente do Rio Humaitá, onde vivem 146 pessoa e o acesso se dá por barco. De Rio Branco até aldeia, o viajante leva 4 dias.  O povo Huni Kuin fala a língua Kaxinawá, com um pouco de conhecimento do português. Amê é um dos líderes da vila, que foi nomeada em homenagem ao seu pai, Vicente Saboya, e é a ponte entre a Florita e as mulheres Huni Kuin.

Foto Divulgação

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