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POST SEM IMAGEM PARA LEMBRAR 

DO DIAGRMADORES 

PROFISSIONAIS DE GRÁFICA

GAZETEIROS

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POR AUGUSTO BEZERRIL

@augustobezerril

augustobezerril@tribunadonorte.com.br

Prometi a mim não escrever nada sobre mim pondo fim ao link EUZIHO. O aniversário da Folha de São Paulo alterou a minha ideia de esquecimento, sobretudo, tecer ou sinalizar opiniões além do editorial das variantes do ABZ. Quando nasci, a Folha completara meses antes 50 anos. Assim como os livros, as páginas do jornal ocuparam minha juventude. Eu, por volta dos 13 anos, já esmiuçava cada página, parágrafo, fotos e, muito especialmente, o estilo do texto e desenho gráfico.  O empresário Gabriel Ribeiro contou certa vez lembrar eu comprando Folha, Estadão, Jornal do Brasil e Vogue na bacana que pertencia ao pai dele. O horário de chegada era às 15h. Quando atrasava, euzinho repetia o trajeto casa/banca até bater com o cheiro do papel impresso. A leitura da Folha me levou a uma coleção e novo estudo: audiência de TV (publicada na Folha ao domingos) e Circulação e tiragem de veículos impressos (publicada na revista Imprensa, fundada por Luís Nassif). Eu não estava muito certo se cursaria arquitetura, economia, cinema, publicidade ou jornalismo. Os relatórios sobre mercado editorial me fizeram crer em Economia como primeira opção, além do desafio pessoal de vencer o medo de matemática. Não durou muito, eu resolvei fazer vestibular sem estudar, passei e parei nos bancos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.  Tive sorte de professores tais Woden Madruga e Cassiano Arruda Câmara. Tânia Mendes, entretanto, alçou meu trabalho ao incentivar minha atuação na Assecom da UFRN. Uma aula. Toda tarde eu tinha um encontro com um timaço e podia me deleitar fartamente na leitura de jornais locais e nacionais, entre quais Folha de São Paulo. Eliana Lima dizia: “Gugu, depois me passa a Folha“, pedia docemente Abelinha.

Uma coisa que perecei em determinado tempo na Folha era a coesão de estilo, modo de vestir e se portar, dos jornalistas da Folha. Parecia existir um jeito Folha de ser jornalista. Não por acaso o Manual de Estilo da Folha virou best seller. O tal manual lançou uma semente de fazer mestrado em desenho gráfico em Navarra. A vida, no entanto, me levou para RN Econômico e Tribuna do Norte. O caderno Chuvas da Tribuna é divisor de águas na minha vida profissional. Eu me pertencer ao grupo de jornalistas de reportagens especiais na TN.  O referencial da Folha refletia (ou reflete?) minha visão sobre  sucesso no mundo coorporativo, sobretudo em empresas de comunicação. Eu sempre penso fato, apuração, desenho de página, foto e escrita e jornal impresso. Certa vez disse, com talvez certo exagero, ao empresário Ricardo Alves: “Eu sou de papel”, Ao escrever na fria tela notebook sinto o cheiro da Folha. Os 100 anos do jornal me emociona. Sou um jornal de ontem, mas quem sabe sou uma folha de amanhã.  Não acredito em quem faz jornal e não tenha amor pelo sentido tátil (o sensorial é tido como tendência no mundo atual). Olhe que posso dizer que tive a sorte do pioneirismo e alto valor do jornalismo on line da Cabugi.com. É outra verdade ON.  Compre jornal, apoie o jornalismo de qualidade.

Foto  SEM IMAGENS

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