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POR AUGUSTO BEZERRIL

@augustobezerril

augustobezerril@tribunadonorte.com.br 

Domingo, 23 de maio. Morre o arquiteto e designer Paulo Mendes da Rocha. Autor da poltrona de Paulistano, Mendes da Rocha é sinônimo do ser “paulistano“. O SESC24, além de símbolo da revitalização recente do Centro de São Paulo trata-se apenas de uma intervenção sobre a paisagem e o modo de viver de capital paulista. Desde a concepção do projeto de ressignificação da construção até o mobiliário, o centro cultural é todo um respirar criativo do arquiteto – cujo currículo consta prêmios internacionais e homenagem da Bienal de Arquitetura de Veneza.

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PAULISTANO 

Um sinal de que o designer realmente importa consiste no modo como as criações reverberam e definem na vida real. Criada em 1957 por arquiteto Paulo Mendes da Rocha, a Poltrona Paulistano já virou ícone de design e objeto de desejo. A estrutura metálica revestida por materiais como couro, conquistou, por exemplo, o coração da Missoni Home. Em 2009, a Futon Company juntamente com a empresa francesa Objekto – editora mundial desde 2005 da Paulistano – apresentou uma edição especial da peça: uma capa dupla face com os tecidos da label italiana. Além da grife, o mundo inteiro ama a elegante, discreta da criação do arquiteto. A poltrona tem versão office, com rodinhas.  Um post é muito pouco para definir um mestre. #rippaulomendesdarocha

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ÍCONE BRASILEIRO

Paulo Mandes da Rocha é um nome tão fundamental para arquitetura brasileira quanto Oscar Niemeyer. Em 2006, o arquiteto ganhou um Prêmio Pritizker de Arquitetura pela obra da Pinaconteca do Estado de São Paulo.  Ganhou o Leão de Ouro da Bienal de Veneza  por sua trajetória profissional. . A estes, somam-se ainda o Prêmio pela Trajetória Profissional na I Bienal Ibero-Americana de Arquitetura em 1998, o Prêmio Mies Van der Rohe de Arquitetura Latino-Americana: em 1999, pelo projeto do MuBE.

 Foto Divulgação

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