Brasil perde Leila Richers; ABZ Tribuna do Norte explica legado de estilo da jornalista

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POR AUGUSTO BEZERRIL

@augustobezerril

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O Brasil perde Leila Richers. A notícia sobre a morte da jornalista, vítima de câncer, se deu via Facebook. A jornalista carioca, dona de uma voz tida como a mais sensual do jornalismo brasileiro, marcou época na televisão brasileira ao apresentar o Jornal da Manchete. Ao contrário dos manuais dos modos e modas vaticinados para uma apresentadora de telejornal, nos quais aconselhavam cabelo “à la garçon” (curto e liso), Leila exibia pele bronzeada, cabelos longos e encaracolados e se fazia firme, mesmo tendo postura, elegante e discreta. Não custa lembra que o Jornal da Manchete inaugurou no Brasil o formato de bancada tendo imagem da redação ao fundo. A imagem de Leila Richers na capa da revista Nova é bem exemplar do quanto Leila Richers rompeu preconceitos sobre a imagem da mulher brasileira, sem cara amarrada ou excesso de simpatia, no comando de um telejornal. Ao apresentar-se com traços típicos da brasileira, Leila fazia da verdade sobre si mesma um fator a favor da credibilidade do premiado jornalismo da emissora de Adolpho Bloch. Fica o legado. R.I.P Leila Richers.

Foto reprodução

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