Anfavea: o “momento da virada” da indústria chegou, mas depende das reformas

6 06Etc/GMT+3 setembro 06Etc/GMT+3 2016 por fernandosiqueira

Fábrica Jeep - Goiana

A indústria automotiva brasileira segue caminhando em passos lentos. No mês de agosto, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (6) pela ANFAVEA (Associação Nacional de Fabricante de Veículos Automotores), foram produzidos 177,7 mil veículos, número 6,4% menor do que o de julho (189,9 mil). Em relação ao mesmo mês do ano passado, a redução é mais acentuada: -18,4%.

Para o presidente da Anfavea, Antonio Megale, essa queda foi um reflexo direto da interrupção temporária da produção de algumas montadoras. Segundo o executivo, se não houvesse essa paralisação, a produção passaria das 200 mil unidades.

Fábrica Honda HR-V - produção

Por outro lado, fato positivo foi o aumento do número de licenciamentos em agosto, com 207,3 mil unidades, número que representa crescimento de 1,4% na comparação com o mês anterior, mas queda 11,3% comparado ao mesmo mês de 2015. No acumulado do ano, não há refresco: queda de 23,1% em relação a 2015 com o total de 1,348 milhão. Para se ter uma ideia do tombo, o melhor resultado foi obtido nos oito primeiros meses de 2012, ocasião em que houve 2,501 milhões de emplacamentos.

Megale destacou o crescimento e acrescentou que o resultado poderia ter sido melhor. A observação fica por conta dos Jogos Olímpicos, que trouxe uma grande visibilidade para o país e ânimo para os brasileiros, mas que acabou derrubando os emplacamentos em pouco mais de 14% no Rio de Janeiro durante a realização do evento.

Em relação ao emprego, houve uma redução de 0,7% nos postos de trabalho, com o total de 126.900 reduzido para 1126.000 trabalhadores na indústria. Atualmente, existem 20.300 profissionais no regime especial do PPE (Programa de Proteção ao Emprego). No entanto, o executivo indica que a previsão industrial é de que não haverá necessidade de reajustar para menos a produção de veículos.

Fábrica Jaguar Land Rover

Na primeira coletiva após o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Roussef concluído, o presidente da Anfavea falou sobre o tema e que considera que este é o momento da virada para a indústria automotiva. Entende que a recuperação total do setor somente ocorrerá quando o país como um todo volte a crescer, com a retomada do crescimento da economia, PIB e a confiança do consumidor. Para o executivo, é imprescindível que as reformas propostas pelo novo governo aconteçam (em especial reformas econômicas, equação dos gastos públicos com limites estabelecidos, questões trabalhistas e regulamento do serviços de terceirização).

Nas questões trabalhistas, a Anfavea espera que mudanças e ajustes sejam feitos para que a indústria nacional tenha mais competitividade frente aos mercados internacionais. Em relação à questão previdenciária, Megale também destacou ser um fator crucial para que o país tenha um horizonte melhor definido, e assim, tenha capacidade de atrair mais investimentos para retomar o crescimento.

Fotos: divulgação

FONTE: Carsale


Governo dá metas para Estados reduzir à metade número de mortos no trânsito até 2028

25 25Etc/GMT+3 setembro 25Etc/GMT+3 2018 por fernandosiqueira

[NÚMEROS] Em 2016, mais de 37.000 pessoas morreram em acidentes no Brasil. Para cumprir metas, foram criadas mais de 120 ações, que devem ser tomadas por órgãos públicos

acidente_com-vítimas-fatais

Acidente em estrada do RS com vítimas fatais. Foto: divulgação

O Ministério das Cidades apresentou hoje, dia 25 de setembro, detalhamento do Penatrans [Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito], que tem como objetivo reduzir pela metade, as mortes do trânsito no período de 10 anos [2019 a 2028].

Caso o programa tenha êxito, a redução virá 8 anos após a meta estabelecida pela OMS [Organização Mundial da Saúde), que é diminuir pela metade as mortes de 2011 a 2020.

Não há uma meta nacional: os objetivos foram divididos por Estado, usando as informações do número de mortos no trânsito do banco de dados do Ministério da Saúde.

O sistema registra as mortes das pessoas atendidas em estabelecimentos de saúde em todo o território nacional e é considerado a fonte mais utilizada para estudos sobre segurança viária no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.

O objetivo do governo não é reduzir apenas os números absolutos, mas uniformizar a queda em diferentes aspectos, como grupo de habitantes e tamanho da frota de veículos automotores em cada Estado brasileiro. Também há um índice para as estradas federais.

Para tentar cumprir o plano, estão previstas mais de 120 ações, que possuem prazo de cumprimento e órgãos responsáveis. Entre elas, há iniciativas como as citadas abaixo.

1 . Aumentar a fiscalização

2 . Maior capacitação dos agentes públicos.

3 . Equipar melhor os DETRANS.

4 . Regulamentar novos itens de segurança para veículos.

5 . Reduzir a burocracia em alguns processos.

Metas para os Estados

A referência para melhorar os índices será este ano. Para isso, o governo fez uma projeção do número de mortes no trânsito por Estado até o final do ano em curso.

Ela é dividida em dois índices: mortos por tamanho da frota (a cada 10.000 veículos) e tamanho da população (a cada 100.000 pessoas).

A partir daí, o Ministério definiu metas de redução dos mortos no trânsito para 2028 (veja na tabela abaixo).

A cada ano, todos os Estados terão de cumprir um percentual fixo de redução, de 6,7% ao ano, por morte a cada 100.000 pessoas.

Em relação a mortes por tamanho da frota, cada Estado tem um índice anual diferente para alcançar.

Metas de redução de mortes no trânsito por Estado

Estado Mortes por habitantes em 2018 Mortes por habitantes em 2028 (previsão) Mortes por veículos em 2018 Mortes por veículos em 2028 (previsão)
Acre 14,87 por 100.000  habitantes 7,44 4,62 por 10.000 veículos 1,84
Alagoas 20,46 10,23 8,5 3,06
Amapá 12,01 6 5,11 2,26
Amazonas 9,83 4,92 4,63 2
Bahia 15,29 7,65 5,77 2,07
Ceará 22,09 11,04 6,48 2,46
Distrito Federal 14,72 7,36 2,52 1,1
Espírito Santo 20,24 10,12 4,32 1,84
Goiás 26,06 13,03 4,69 2,02
Maranhão 23,67 11,84 10,01 3,59
Mato Grosso 30,39 15,19 5,09 2,02
Mato Grosso do Sul 23,93 11,97 4,23 1,73
Minas Gerais 17,09 8,55 3,3 1,28
Pará 18,26 9,13 7,8 2,91
Paraíba 24,79 12,39 7,89 2,86
Paraná 24,21 12,1 3,71 1,57
Pernambuco 20 10 6,41 2,56
Piauí 32,38 16,19 8,92 3,11
Rio de Janeiro 13,44 6,72 3,41 1,42
Rio Grande do Norte 15,68 7,84 4,37 1,63
Rio Grande do Sul 15,45 7,73 2,52 1,02
Rondônia 26,58 13,29 5 1,97
Roraima 20,81 10,4 5,28 2,49
Santa Catarina 21,82 10,91 3,09 1,31
São Paulo 12,41 6,2 1,97 0,84
Sergipe 20,7 10,35 6,28 2,36
Tocantins 37,13 18,57 8,52 3,41

Além disso, há meta para a PRF (Polícia Rodoviária Federal), relacionada à diminuição de mortes nas estradas federais.

Balanços anuais

O Pnatrans foi instituído pela lei 13.614, aprovada em janeiro deste ano. O governo diz que fará balanços anuais, sempre no mês de setembro, quando divulgará também as metas para o ano seguinte.

Segundo o dado mais atual do Sistema de Informações de Mortalidade do Ministério da Saúde, em 2016, mais de 37.300 pessoas morreram em acidentes de trânsito no Brasil.

O número é 15% menor do que em 2014, quando houve 43.700 mortes no trânsito.

FONTE: Denatran

Para-choque padronizado melhorará ângulo de ataque do Renegade modelo 2019

por fernandosiqueira

[LANÇAMENTO] O Jeep Renegade modelo 2019 será lançado em outubro próximo e sua comercialização deve começar em novembro

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Jeep Renegade modelo 2019 em teste. Foto: divulgação

Na linha atual do Jeep Renegade as versões Flex e Diesel tem para-choques com ângulos de ataque diferenciados. Porém, o Renegade 2019 terá padronização do para-choque que deixará as versões Flex com melhor ângulo de ataque e também reduzirá custos na produção peças com desenho único.

Na Europa, com exceção da versão Trailhawk as demais versões tem o para-choque mais encorpado e com as luzes diurnas instaladas nas extremidades. Os faróis auxiliares, por seu turno, ficam alojados mais ao centro. A opção Trailhawk tem a parte inferior do para-choque diferente. Os faróis auxiliares estão instalados nas extremidades e as luzes diurnas são menores ficando posicionadas pouco abaixo dos faróis principais. E será exatamente esse o visual do Jeep Renegade 2019, que será fabricado em Goiana (PE).

O que muda

Mudam os faróis mais simples e apliques nos para-choques, dependendo da versão. A grade frontal será mais estreita. Logo abaixo, a entrada de ar ficará levemente maior. Os faróis manterão o formato redondo ganhando novos elementos internos.

Na traseira, a mudança mais perceptível é a nova maçaneta de abertura da tampa do porta-malas.

Interior

No interior, o Jeep Renegade 2019 ganhou novo console central e novos porta-objetos. Para os passageiros do banco traseiro há um nova posição de porta USB. Mas, a principal novidade no interior do modelo é nova central multimídia Uconnect que estará disponível com telas de 5, 7 e 8,4 polegadas. Sensíveis ao toque, todas elas tem sistemas Google Android Auto e Apple Car Play. O sistema conta ainda com GPS, câmera de ré, Bluetooth e a função Jeep Skills. Um aplicativo para uso no off-road que informa detalhes da condução.

Motores

O Jeep Renegade 2019 manterá os mesmos motores 1.8 FLEX e 2.0 DIESEL atuais. O propulsor 1.8 E.torQ Flex entrega 135 cavalos de potência com gasolina a 5.750 rpm e 18,8 kgfm de torque a 3.750 rpm. Com álcool, os números sobem para 139 cavalos a 5.750 rpm e 19,3kgfm a 3.750 rpm. Nessa opção o SUV, conta com o câmbio manual de 5 velocidades e o automático de 6.

O propulsor 2.0 Diesel tem potência de 170 cavalos a 3.750 rpm, 35,7 kgfm de torque máximo a 1.750 rpm. No caso do motor diesel, o câmbio é sempre o automático de 9 marchas.

Mitsubishi ASX muda visual e parte de R$ 104.990,00

por fernandosiqueira

Quarta re-estilização do Utilitário Esportivo busca alinhá-lo com os modelos mais novos e caros da marca.

Mitsubishi ASX agora tem luzes diurnas ao lado dos faróis de neblina e grande em colmeia — Foto: Divulgação

Mitsubishi ASX agora tem luzes diurnas ao lado dos faróis de neblina e grande em colmeia. Foto: divulgação

O Mitsubishi ASX estreia mais uma alteração visual no mercado brasileiro para se alinhar com os “irmãos” maiores Outlander e Eclipse Cross , este último em sistema de pré-venda no site oficial da marca. Agora, o modelo parte de R$ 104.990,00 e chega a R$ 130.990,00.

Na dianteira, a principal novidade está no desenho da grade, que substitui os filetes horizontais por uma trama em formato de colmeia. O modelo também adota sistema de luzes diurnas em led, posicionados ao lado dos faróis de neblina.

O para-choque traseiro ganhou uma inédita abertura com refletores em suas extremidades e um falso extrator de ar central. O friso cromado acima da placa de licença também é novo.

Para-choque ganhou ares de esportividade com nova abertura — Foto: Divulgação

Para-choque ganhou ares de esportividade com nova abertura. Foto: divulgação

Todas as versões são equipadas com ATC (controles de tração) e estabilidade (ASC ou ESP), assistente de partida em aclives e declives, monitoramento de pressão dos pneus, ar-condicionado e central multimídia com tela de 6,75″ e conexão com Android Auto e Apple CarPlay.

Para as configurações com tração integral AWD, o ASX oferece sensor de chuva, faróis automáticos, chave presencial, partida do motor por botão, retrovisores com rebatimento elétrico e nove airbags. A versão mais cara adiciona faróis de xênon com regulagem automática e teto solar panorâmico.

O SUV é equipado com motor 2.0 flex de até 170 cv de potência e 23 kgfm de torque e câmbio automático CVT com possibilidade de trocas manuais por aletas atrás do volante. A tração pode ser dianteira 2WD ou integral AWD. Veja, abaixo, os preços das versões

  • ASX 2WD CVT: R$ 104.990,00
  • ASX AWD CVT: R$ 121.990,00
  • ASX AWD CVT + xênon + teto: R$ 130.990,00.

Agora é oficial: Porsche confirma o fim de motores a diesel em seus automóveis

por fernandosiqueira

Placa do Mercosul ainda não terá “chip” previsto para veículos automotores, afirma Denatran

por fernandosiqueira

[CRITÉRIO] Função será substituída temporariamente pelo “QR Code”. Prazo para todo Brasil adotar as novas placas é 1º de dezembro, mas troca só será obrigatória em caso de transferência

 

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Ministro Baldy participa do lançamento das placas padrão Mercosul no Rio de Janeiro

O CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) alterou, dia 24 do corrente mês (setembro), a resolução sobre as placas do padrão “Mercosul”. Estava previsto que o novo modelo de identificação dos veículos teria o “chip”, previsto no ano de 2012, mas sua implementação não ocorreu imediatamente.

Todos Estados do Brasil devem começar a instalar as novas placas até o dia 01 de dezembro deste ano. Só precisarão adotá-la a partir deste prazo, os automóveis novos (zero quilômetro), os que tiverem transferência de Munícipio e propriedade, ou quando existir a necessidade de substituição.

O Rio de Janeiro foi o primeiro Estado do País a instalar as novas placas do Mercosul.

Segundo o DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito), a função prevista para o “chip” de fornecimento de dados sobre o veículo, que permite a não instalação de lacre, será substituída, de pronto, pela leitura do “QR Code”, que está presente nas novas placas.

O “chip” para veículos automotores, denominado SINIAVE (Sistema Nacional de Identificação de Veículos), teve um início frustrado em Roraima e depois foi adiado diversas vezes, até ser integrado à nova placa.

“O Siniav está em processo de estudos para que o Contran edite a nova resolução que viabilizará a sua implantação no menor espaço de tempo possível”, declarou o Denatran.

Questionado sobre como será a instalação do futuro “chip” nas placas, o órgão afirmou que e processo ainda está em fase de definição.

Em primeiro projeto, chips seriam instalados no próprio veículo, mas depois passsou para as placas — Foto: Denatran/Divulgação/Arquivo

No primeiro projeto, “chips” seriam instalados no próprio carro, mas depois passsou para as placas. Foto: Denatran/Divulgação/Arquivo

Qual a função do “chip”?

  • Enviar dados do veículo por radiofrequência para antenas instaladas na pública
  • Compartilhar dados entre as polícias Federal, Rodoviária e Estadual, Receita Federal e Receitas Estaduais
  • Dar acesso a sistemas de portões e cancelas, permitindo liberação automatizada em pedágios e estacionamentos.

O que o “chip” não vai fazer

  • Localização ou rastreamentos por GPS
  • Conter informações sobre os condutores ou proprietários
  • Controlar a velocidade do carro.
  • OBS: ainda não há uma punição prevista para quem não tiver o “chip” instalado.

Placa do Mercosul

Depois de ser atrasado por algumas vezes, o processo de adoção das placas de carros com o padrão Mercosul está previsto para começar em todo o Brasil até 1º de dezembro deste ano.

Não haverá obrigatoriedade de troca de placas para os veículos que estão em circulação. Isso quer dizer que os carros “emplacados” antes da adoção da placa do Mercosul poderão circular com o modelo atual até o fim da vida, se permanecerem com o mesmo proprietário e no mesmo Munícipio.

Quando começa a valer a nova placa?

  • No dia 1º de dezembro de 2018;
  • A partir daquela data, a placa do Mercosul será instalada em carros novos, zero quilômetro, veículos que passarem por processo de transferência de Município ou propriedade, ou quando houver a necessidade de substituição das placas
  • OBS: os proprietários de veículos que estão em circulação podem escolher se querem antecipar a troca ou não.
Veja como serão as placas padrão Mercosul — Foto: Karina Almeida/G1Veja como serão as placas padrão Mercosul. Foto: Karina Almeida/G1
FONTE: G1 Auto Esporte

 

Mitsubishi Motors inicia pré-venda do “Eclipse Cross” no Brasil

23 23Etc/GMT+3 setembro 23Etc/GMT+3 2018 por fernandosiqueira

Montadora resgatou nome de antigo esportivo nesse inédito SUV. Modelo chega às concessionárias da marca no Brasil em novembro próximo

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A Mitsubishi Motors do Brasil está lançando em nosso mercado o Utilitário Esportivo “Eclipse Cross” e anuncia em seu site o início da pré-venda do modelo em nosso País. Ainda sem preço e informações técnicas reveladas, o SUV ficará posicionado entre o ASX e o Outlander.

Apesar de trazer o lendário nome de Eclipse, um famoso esportivo que reinou no Brasil entre os anos 1980 e 2000 (estrela de  “Velozes e Furiosos”),  o novo modelo mudou de segmento.

No site criado para a pré-venda, a Mitsubishi afirma que o “Eclipse Cross” chegará às concessionárias Mitsubishi do Brasil em novembro próximo. Seu lançamento para a imprensa especializada brasileira será no dia 27 do mês em curso.

O SUV estará disponível em duas versões, a saber: Eclipse Cross HPE-S e Eclipse Cross HPE-S S-AWC, segundo informação que está no site da montadora.

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Eclipse SUV,traseira elegante. Foto: divulgação

Por enquanto, os interessados devem preencher um formulário e aguardar que um vendedor da marca entre em contato.

Fora do Brasil, são duas opções de motores

Na Europa, ele chega às lojas no começo de 2018. Há duas motorizações disponíveis: um novo 1.5 a gasolina, com turbo e injeção direta e um 2.2 turbodiesel.

Para o motor a gasolina há uma transmissão CVT, com a possibilidade de trocas em modo manual e 8 marchas simuladas. Já o diesel utiliza um câmbio automático convencional, com conversor de torque, mas também 8 marchas.

   Interior

O interior do novo Mitsubishi Eclipse é muito requintado, amplo e confortável. O painel é de muito bom gosto e os instrumentos estão à mão.

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Interior do SUV Eclipse. Foto: divulgação

Metra colocou em operação sua frota verde no Dia Mundial Sem Carro

por fernandosiqueira

Objetivo: contribuir para redução de emissões de poluentes e estimular as pessoas a conhecerem um exemplo bem-sucedido de transporte público de passageiros e de mobilidade urbana

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Foto: divulgação

Como parte de suas ações de preservação ambiental e conscientização da sociedade para a redução de emissão de poluentes, a Metra, operadora do Corredor ABD, na Grande São Paulo, colocou em operação dia 22 deste mês (setembro), Dia Mundial Sem Carro, a sua frota verde, composta por mais de 115 ônibus movidos por combustíveis de fontes renováveis, como trólebus, híbridos e 100% elétricos. O objetivo foi de contribuir para a redução de emissões e colaborar com a mobilidade urbana, incentivando as pessoas a conhecerem um exemplo bem-sucedido de transporte público de passageiros.

Entre os ônibus elétricos, híbridos e trólebus que compõem a frota da Metra, podemos destacar três modelos fabricados pela Eletra: o Dual-Bus híbrido e elétrico puro de 13,2m de comprimento; o e-Bus, 100% elétrico, articulado de 18m de comprimento, desenvolvido pioneiramente no Brasil, e o Dual-Bus híbrido e trólebus, articulado de 23m de comprimento.

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Foto: divulgação

 

Segundo Maria Beatriz Setti Braga, diretora da Metra, a utilização do Dual-Bus tem superado as expectativas, sobretudo na redução de emissões e na qualidade de vida da população e dos passageiros. “Um dos principais diferenciais do modelo é a sua flexibilidade, pois no modo híbrido consegue operar reduzindo emissões e em áreas de interesse garante emissão ZERO no modo elétrico, sem necessidade de nenhuma infraestrutura para recarga, visto que as baterias são recarregadas na frenagem do veículo”, enfatiza a executiva.

O Dual-Bus Eletra é considerado a melhor proposta tecnológica para o transporte urbano por poder circular em diferentes configurações, como híbrido, trólebus e híbrido ou elétrico puro. Configurado para circular no Corredor Metropolitano ABD, operado pela Metra Transportes, possui 13,2 metros de comprimento e capacidade para transportar 82 passageiros. O veículo é movido por um avançado conjunto de baterias de lítio, ligadas em série, instaladas em quatro compartimentos sobre a carroceria. Na versão elétrico puro, essas baterias permitem uma tração silenciosa, macia e potente, sem descarregar qualquer tipo de material poluente na atmosfera.

O e-Bus Eletra é elétrico puro de 18m de comprimento, com sistema de ar-condicionado e piso baixo. Tracionado por um motor elétrico, cuja única fonte de energia é o banco de baterias instalado no veículo, pode operar em qualquer sistema viário. É o mesmo sistema de tração de um trólebus comum, porém sem a necessidade de rede aérea externa. Esse modelo integra o conceito mais moderno dos veículos elétricos, pois as baterias recebem recargas de oportunidade nos intervalos de operação. As recargas de oportunidade otimizam o investimento no sistema, já que aumenta a autonomia e diminui o tamanho do banco de baterias.

O ônibus Eletra Dual-Bus híbrido e trólebus, articulado de 23m de comprimento, está em operação há dois anos faz a linha metropolitana entre o município de Diadema, no ABC, e a região da Berrini, na zona Sul da Capital Paulista. Tem capacidade de transportar 153 passageiros e chassi articulado de quatro eixos, com um motor elétrico e um gerador, formado por um motor veicular movido a diesel de cilindrada reduzida de 12 para 7 litros.

Na versão trólebus, a novidade é o sistema pneumático de recolhimento das alavancas coletoras de energia. Nos trólebus comuns, as hastes no teto que se ligam à rede aérea de energia são recolhidas manualmente. No Dual-Bus elas podem ser acionadas diretamente pelo motorista no painel. O ônibus, assim, se desconecta da rede aérea e passa a mover-se por suas próprias baterias sem interromper a viagem.

O “Dia Mundial Sem Carro” é uma data internacional, criada em 1997, na França, e tem como objetivo estimular as pessoas que utilizam o automóvel todos os dias a experimentem formas alternativas de mobilidade, descobrindo que é possível se locomover pela cidade sem usar o carro. Também visa a reflexão sobre o uso excessivo do automóvel e a dependência da sociedade em relação ao carro ou motocicleta.

Sobre a Metra

A Metra, uma das empresas do tradicional e pioneiro Grupo de Transportes Auto Viação ABC, é referência mundial e possui frota modelo, com cerca de 270 veículos com tecnologias sustentáveis, como os trólebus e o elétrico puro, que não emitem CO2, e os veículos elétricos híbridos com baixa emissão de CO2.

Para conhecer mais sobre a Metra, seus projetos e programas, curta a página da empresa no Facebook (facebook.com/metratransportes) ou visite a webpage (http://www.metra.com.br).

FONTE: Secco Consultoria de Comunicação

 

 

 

 

 

Jaguar XE PROJECT 8 bate novo recor de velocidade

por fernandosiqueira

[CONQUITA] O Jaguar XE SV Project 8 confirma o status de sedã de produção mais rápido do mundo com um novo recorde nos Estados Unidos.O motorista Randy Pobst registrou 1min 37.54 seg com o Project 8 no percurso de 2.2 milhas no WeatherTech Raceway Laguna Seca, em Monterey, Califórnia.

 

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               A conquista segue o recorde de sedãs de produção de 7min 21,23 seg, atingido em Nürburgring Nordschleife, em novembro de 2017

 

O super-esportivo Jaguar XE SV Project 8 confirmou seu status como o veículo de quatro portas mais rápido do mundo ao estabelecer um novo recorde nos Estados Unidos.

O sedã de 600 cavalos de potência e 321 km/h de velocidade máxima, completou uma volta no WeatherTech Raceway, Laguna Seca (Estados Unidos) – de 2.238 milhas – em 1 minuto 37.54 segundos. Com o piloto Randy Pobst ao volante, o tempo foi quase um segundo mais rápido do que o anterior sedã de produção.

O Jaguar mais extremo produzido, o XE SV Project 8 é um sedã com desempenho genuíno de super-carro. Os engenheiros da Divisão de Operações de Veículos Especiais da Jaguar Land Rover (SVO) sintonizaram o carro em algumas das pistas de teste mais emocionantes do mundo, incluindo a famosa Nürburgring Nordschleife da Alemanha. No final do ano passado, o XE SV Project 8 rodou o circuito de 12,9 milhas e bateu um recorde de 7 minutos 21,23 segundos.

Michael van der Sande, diretor-geral de Operações Especiais da Jaguar Land Rover, afirmou: “… este recorde de volta em Laguna Seca é outra poderosa demonstração das credenciais de desempenho do Jaguar XE SV Project 8. Projetado e montado à mão pela SVO, este sedã recordista é feito para os entusiastas de condução esportiva mais exigentes do mundo”.

O Project 8 é a última expressão em sedã esportivo da Jaguar. Embora baseados na carroceria leve em alumínio do XE, cada um dos 300 Project 8 construídos à mão foram modificados no SV Technical Center, em Coventry, para acomodar o motor V8 supercharged de 5.0 litros, especialmente ajustado, e um diferencial traseiro sob medida.

 

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Ao contrário da maioria dos sedãs de produção de alto desempenho, o XE SV Project 8 com tração nas quatro rodas é cravejado com tecnologia genuína de automobilismo, como rolamentos de roda de cerâmica estilo Fórmula 1, altura de deslocamento ajustável e cambagem ajustável.

Os para-lamas dianteiros e traseiros são feitos sob medida para acomodar rodas maiores e mais largas, que são necessárias devido aos freios maiores. A potência do V8 é distribuída pelos quatro pneus Michelin Pilot Sport Cup 2 através de um câmbio automático Quickshift ZF de 8 velocidades, ajudando a impulsionar o carro de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos e uma velocidade máxima limitada eletronicamente de 321 km/h.

Para alcançar esse desempenho, o carro recebeu melhorias significativas na aerodinâmica e na suspensão, incluindo um “modo de pista” para máxima sustentação negativa e melhorias adicionais na resposta de amortecimento, aceleração e direção.

O Project 8 está disponível em duas especificações. O modelo padrão de quatro lugares apresenta os mais recentes assentos frontais da Jaguar com estrutura de magnésio, além de assentos traseiros com mais contornos para maximizar o apoio. O pacote opcional de dois lugares inclui assentos de corrida de fibra de carbono dianteiros leves com arreios de quatro pontos fixados a um aro de retenção no lugar do assento traseiro.

O Project 8 tem um preço de 149.995 libras no Reino Unido, embora a Jaguar do Brasil não faça a intermediação dessa compra. Clientes interessados em informações adicionais podem visitar o endereço eletrônico abaixo:

https://www.jaguar.com/about-jaguar/special-vehicle-operations/project-8.html

 

 

 

Não é só buraco que acaba com as suspensões do carro: o ‘vilão’ pode ser você. Por Denis Marum

por fernandosiqueira

Experiência mostra que, quanto mais confortável é o carro, menor é o cuidado do motorista, tanto na maneira de dirigir quanto no cumprimento das manutenções básicas


Bons motoristas prolongam a vida de pastilhas de freio, embreagem e amortecedores — Foto: Dennis Marum/G1

Bons motoristas prolongam a vida de pastilhas de freio, embreagem e amortecedores — Foto: Dennis Marum/G1

Quando você dirige de forma agressiva e/ou põe muito peso dentro do seu automóvel, as molas e amortecedores fazem um esforço muito grande, e se desgastam, às vezes desnecessariamente.

É fato: bons motoristas prolongam a vida de pastilhas de freio, embreagem, molas e amortecedores.

Como proceder (dicas)

  • passe em lombadas e valetas sempre de frente, nunca na diagonal: tirar uma das rodas do asfalto significa distribuir todo peso do carro em apenas 3 rodas. Na diagonal, você torce o monobloco;
  • nunca gire a direção com o carro parado. Se fizer isso, você exige muito dos pivôs, dos terminais de direção e da própria caixa de direção hidráulica. Esta última poderá apresentar vazamento de óleo hidráulico pelos seus retentores;
  • fuja das guias: enfiar a roda na guia estraga o rolamento de roda, altera a geometria da suspensão, murcha o pneu e pode danificar sua banda lateral.

Enfiar a roda na guia estraga o rolamento de roda — Foto: Dennis Marum/G1

Enfiar a roda na guia estraga o rolamento de roda — Foto: Dennis Marum/G1

Manutenção é fundamental

  • nada de rodar com pneus murchos: eles são outro fator de desgaste prematuro de pivôs, terminais, barras de direção e do próprio pneu. A caixa de direção “hidráulica” acaba fazendo mais esforço, principalmente em manobras. Quem  teve um carro com direção “manual” sabe do que estou falando … Calibre todos os pneus cada vez que abastecer o tanque de combustível.
  • não deixe de fazer “alinhamento”, pois isso faz com que você aplique constantemente uma força no volante e, consequentemente, na suspensão, para corrigir a trajetória. Carro desalinhado não roda, se arrasta. Verifique o alinhamento a cada 10.000 quilômetros rodados: os pneus do seu carro “agradecerão”, pois terão uma vida mais longa.
  • faça “balanceamento”: rodas desbalanceadas produzem trepidação acentuada em todas as buchas e terminais de direção, gerando folgas.
  • vai “personalizar” o carro? Cuidado porque suspensão rebaixada e pneus de banda baixa reduzem a vida útil de molas, batentes e amortecedores.

Para encerrar, vale lembrar do mito Ayrton Senna: pense em um motorista que “vestia” seu carro, conduzia seu Fórmula 1 na ponta dos dedos. Seus braços e pernas eram uma extensão da suspensão e do motor. Lembre-se disso quando estiver ao volante.

Trate do seu carro com carinho!

Hyundai Azera, Fiat 500 e Renault Kangoo “0KM” deixam de ser vendidos noBrasil

por fernandosiqueira

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Hyundai Azera. Foto: divulgação

A imprensa de São Paulo noticia que os automóveis Hyundai Azera, Fiat 500 e Renault Kangoo deixaram de ser ofertados nos sites das respectivas fabricantes.

Os três modelos, que tiveram dias melhores em nosso mercado, estavam experimentando baixas vendas ao longo deste ano. Entre janeiro e os primeiros 20 dias de setembro, somados, eles tiveram menos de 100 unidades comercializadas.

Procuradas, Hyundai, Fiat e Renault confirmaram que os veículos deixaram de ser oferecidos, com a possibilidade de haver poucas unidades ainda em estoque nas concessionárias.

Hyundai Azera

 “Os números tímidos, além de evidenciarem a escassez de oferta, mostram um cenário não muito animador quanto ao futuro do trio”, afirma André Paixão, jornalista do G1 Auto Esporte.

Dos três modelos, o “Azera” é o único com possibilidade concreta de ter uma nova geração no Brasil. A Caoa, responsável pela linha de importados da Hyundai, afirmou que está “programando a importação do modelo “New Azera” para o Brasil, ainda sem data definida”.

O novo sedã inclusive aparece na edição deste ano do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do Inmetro.

Renault Kangoo

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Renault Kangoo. Foto: divulgação

A Renault lançou o sucessor do “Kangoo” na Argentina, onde o furgão é produzido. Ao contrário do que acontece na Europa, onde há uma geração “nativa” do Kangoo, a versão da América Latina é baseada no Dacia Dokker.

No entanto, a marca diz que não há expectativa de lançar o novo “Kangoo” (nem o europeu, nem o argentino) no Brasil até o final de 2019. No mercado argentino, a Renault oferece versões para passageiros ou cargas.

Fiat 500

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Fiat 500. Foto: divulgação

O compacto re-estilizado em 2015. Há pelo menos dois anos, a novidade é esperada aqui no Brasil. Mas a chegada nunca ocorreu, de fato. A Fiat não explicou porque desistiu de importar o novo “500” do México, mas comenta-se que o câmbio desfavorável é o principal problema.

Kia Picanto

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Kia Picanto. Foto: divulgação

Ao contrário dos automóveis acima citados, o Kia “Picanto” passou por mudanças recentemente, com uma nova geração desembarcando no Brasil em janeiro deste ano. Na época, a marca falou que traria 100 unidades, em um único lote.

Passados alguns meses, todos os modelos foram comercializados. Em nosso mercado, o dólar disparou e inviabilizou a chegada de novas unidades. Com esse cenário, o “Picanto GT” teve sua comercialização interrompida até que o câmbio esteja mais favorável.