Anfavea: o “momento da virada” da indústria chegou, mas depende das reformas

6 06Etc/GMT+3 setembro 06Etc/GMT+3 2016 por fernandosiqueira

Fábrica Jeep - Goiana

A indústria automotiva brasileira segue caminhando em passos lentos. No mês de agosto, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (6) pela ANFAVEA (Associação Nacional de Fabricante de Veículos Automotores), foram produzidos 177,7 mil veículos, número 6,4% menor do que o de julho (189,9 mil). Em relação ao mesmo mês do ano passado, a redução é mais acentuada: -18,4%.

Para o presidente da Anfavea, Antonio Megale, essa queda foi um reflexo direto da interrupção temporária da produção de algumas montadoras. Segundo o executivo, se não houvesse essa paralisação, a produção passaria das 200 mil unidades.

Fábrica Honda HR-V - produção

Por outro lado, fato positivo foi o aumento do número de licenciamentos em agosto, com 207,3 mil unidades, número que representa crescimento de 1,4% na comparação com o mês anterior, mas queda 11,3% comparado ao mesmo mês de 2015. No acumulado do ano, não há refresco: queda de 23,1% em relação a 2015 com o total de 1,348 milhão. Para se ter uma ideia do tombo, o melhor resultado foi obtido nos oito primeiros meses de 2012, ocasião em que houve 2,501 milhões de emplacamentos.

Megale destacou o crescimento e acrescentou que o resultado poderia ter sido melhor. A observação fica por conta dos Jogos Olímpicos, que trouxe uma grande visibilidade para o país e ânimo para os brasileiros, mas que acabou derrubando os emplacamentos em pouco mais de 14% no Rio de Janeiro durante a realização do evento.

Em relação ao emprego, houve uma redução de 0,7% nos postos de trabalho, com o total de 126.900 reduzido para 1126.000 trabalhadores na indústria. Atualmente, existem 20.300 profissionais no regime especial do PPE (Programa de Proteção ao Emprego). No entanto, o executivo indica que a previsão industrial é de que não haverá necessidade de reajustar para menos a produção de veículos.

Fábrica Jaguar Land Rover

Na primeira coletiva após o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Roussef concluído, o presidente da Anfavea falou sobre o tema e que considera que este é o momento da virada para a indústria automotiva. Entende que a recuperação total do setor somente ocorrerá quando o país como um todo volte a crescer, com a retomada do crescimento da economia, PIB e a confiança do consumidor. Para o executivo, é imprescindível que as reformas propostas pelo novo governo aconteçam (em especial reformas econômicas, equação dos gastos públicos com limites estabelecidos, questões trabalhistas e regulamento do serviços de terceirização).

Nas questões trabalhistas, a Anfavea espera que mudanças e ajustes sejam feitos para que a indústria nacional tenha mais competitividade frente aos mercados internacionais. Em relação à questão previdenciária, Megale também destacou ser um fator crucial para que o país tenha um horizonte melhor definido, e assim, tenha capacidade de atrair mais investimentos para retomar o crescimento.

Fotos: divulgação

FONTE: Carsale


Sete erros que jamais devemos cometer ao dirigir carro com câmbio automático

14 14Etc/GMT+3 outubro 14Etc/GMT+3 2019 por fernandosiqueira

A fim de ajudar ao motorista a economizar e garantir vida útil bastante  longa ao componente, conversamos com um especialista no assunto e separamos algumas DICAS fundamentais que garantem o  bom funcionamento do câmbio automático de qualquer CARRO. Confira abaixo.

 

câmbio na %22banguela%22   Câmbio automático. Não faça BANGUELA. FOTO: divulgação

1 . NÃO COLOQUE O CARRO EM NEUTRO AO PARAR NO FAROL (SINAL DE TRÂNSITO) NO VERMELHO

A tendência de colocar o carro em ponto morto (neutro) ao parar em sinal VERMELHO é um equívoco. E pode encurtar a vida do câmbio automático do seu automóvel. Isso é um tabu. Não há necessidade de desengatar o câmbio em paradas, qualquer que seja ela. E isso serve serve também para os carros equipados com câmbio manual. O câmbio não é submetido a esforço algum nessa situação, então não há motivo para colocar a alavanca de marcha em NEUTRO.

2 . JAMAIS ALTERE O SOFTWARE OU UTILIZE CHIP PARA AUMENTAR A PERFORMANCE

Uma das reclamações mais comuns entre proprietários de automóveis equipados com câmbio automático é a perda de performance em comparação aos carros com câmbio manual e que, por isso, muitos deles mexem no SOFTWARE original ou colocam CHIPS para aumentar a performance. E aí reside o PERIGO. A montadoras de carros têm interesse no maior rendimento possível do produto e o prepararam para isso. Se o sistema tem limitação de performance é porque esse é o limite de segurança do conjunto powertrain, formado por motor e câmbio. Se você deseja um carro mais forte ou esportivo, compre um com dessas características.

3 . TROQUE O ÓLEO DO CÂMBIO NO TEMPO RECOMENDADO PELO FABRICANTE

 Trocar o óleo do câmbio automático no tempo certo é uma DICA simples, infelizmente ignorada por muitas pessoas, que acreditam que ELE vai durar para sempre, sem estragar. A esses desavisados fica o ALERTA: não existe óleo perene. Após DOIS anos de exposição ao meio ambiente, começa um processo de degradação química do produto. Troque o óleo com um profissional experiente a cada 3 anos. E anote: o tempo é mais importante do que a quilometragem, pois taxistas, por exemplo, rodam 50.000 quilômetros por ano e isso não implica, necessariamente, em danos ao câmbio antes do período citado para troca.

4 . NÃO ACELERE O CARRO QUANDO O CÂMBIO ESTIVER EM “NEUTRO”

Isso causará um desgaste grande nas cintas de embreagem e, ao contrário do que muitos imaginam, não tornará a arrancada do automóvel MAIS VELOZ do que ela seria normalmente. A troca das “cintas” ficará na casa de alguns milhares de reais para o motorista irresponsável.

5 . NÃO DEIXE O TANQUE DE COMBUSTÍVEL NA “RESERVA”

Dirigir o automóvel com o mostrador sinalizando RESERVA, é um dos principais CRIMES para quem tem carro automático. Para funcionar do jeito correto, o automóvel precisa ter uma pressão de fluido apropriada. Além disso, o combustível mantém diferentes partes do carro lubrificadas e ajuda o motor também. Se o tanque de combustível está o tempo todo na RESERVA, tais partes se desgastarão muito mais rápido do que o normal.

6 . NÃO DESENGATE O CÂMBIO AUTOMÁTICO COM O CARRO EM MOVIMENTO

Passar a marcha da posição “D” (drive) ou “R” (ré) para a posição “N” (neutro) pode custar muito caro. Ao fazer isso, o câmbio é usado para parar o carro, e não os freios. Isso, com certeza, causará danos irreversíveis ao câmbio automático com o passar do tempo. Os modelos de câmbio mais modernos não permitem que a transmissão seja mudada para a posição P” (parking) com o carro em movimento, justamente para prevenir o risco de quebra do câmbio. Alguns carros também não permitem a retirada da chave de ignição ou até mesmo serem ligados se a posição do câmbio não estiver CORRETA.

7 . EVITE A “BANGUELA” (DESCER UMA LADEIRA COM O CÂMBIO NA POSIÇÃO “N”

Recurso muito utilizado por aqueles que possuem carro MANUAL imaginando economizar combustível, colocar o automóvel na BANGUELA (ou em ponto morto, posição “N” nos câmbios automáticos) é fatal para o COMPONENTE. Nesse caso, o motor do veículo fica com rotação mínima e a bomba de óleo trabalha DEVAGAR. Por isso, o motor não esfria tanto quanto deveria e pode falhar devido à fricção e o calor. Isso também não faz o carro economizar combustível, pois os AUTOMÁTICOS são programados para gastar menos, mesmo quando estão com a alavanca de câmbio na posição “D”(drive).

 

Detran-RN investiga se falha no sistema liberou acesso a dados de motoristas de todo o País

12 12Etc/GMT+3 outubro 12Etc/GMT+3 2019 por fernandosiqueira

 

detran-rnO Detran (Departamento de Trânsito do Rio Grande do Norte) está investigando se uma falha no sistema do órgão permitiu o acesso a dados pessoais de condutores habilitados e também proprietários de veículo de todo o Brasil. Segundo a assessoria de comunicação do Detran, foi aberto um processo administrativo para apurar o alcance da falha no sistema.

O Detran informou ainda que a “falha foi sanada” no dia 8 deste mês. A falha no sistema foi denunciada em uma matéria publicada no site Olhar Digital.

Através da assessoria de comunicação, o Detran-RN afirmou que as informações dos usuários não foram afetadas e que não houve interferência nos sistemas do RENACH (Registro Nacional de Carteira de Habilitação) e do RENAVAN (Registro Nacional de Veículos Automotores).

Esses dois sistemas reúnem todas as pessoas habilitadas e proprietários de veículos automotores do Brasil. Apesar disso, o Departamento afirmou que não pode ainda precisar quais dados ficaram expostos, se houve acessos em série na página e quantas pessoas acessaram esses dados.

Ainda segundo o Detran, todas essas questões só serão esclarecidas durante a o procedimento administrativo.

De acordo com o órgão, as informações do Renach e do Renavan são geridas pelo DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito), contudo os órgãos estaduais têm acesso a elas, para consulta. O uso é restrito a servidores.

MINI faz 60 anos: fãs da marca celebram a data ao redor do mundo

por fernandosiqueira

 

O compacto MINI é, sem contestação, um dos carros mais carismáticos do mundo. E isso ficou evidente durante as celebrações do seu 60º aniversário no Brasil. O primeiro modelo fabricado foi o clássico “Mini Cooper”.  No Brasil, o palco das comemorações foi a cidade de Campos do Jordão (São Paulo), com a presença de mais de 100 modelos MINI e mais de 300 entusiastas da fabricante britânica, de diferentes regiões do País. Uma caravana de veículos raros e contemporâneos da marca, a MINI Parade, percorreu as Rodovias Presidente Dutra e Carvalho Pinto, chamando a atenção por onde passou.

Na Europa, o ponto alto das festividades ocorreu durante o International Mini Meeting (IMM), o Encontro Internacional de Minis, considerado o maior evento de clubes e proprietários de modelos da MINI no mundo. E a edição deste ano do IMM, realizada em Bristol, na Inglaterra, contou com um desfile de centenas de veículos, incluindo o primeiro Mini produzido, dezenas de versões exclusivas do modelo, além da Série Especial 60 Years e do Cooper SE, o primeiro automóvel puramente elétrico da MINI, lançado recentemente. O evento também marcou o encerramento de uma carreata que partiu de Atenas, na Grécia – homenagem à origem grega do ‘pai’ do Mini, o designer Alec Issigonis –, com destino à Bristol. No total, o percurso somou mais de 4 mil quilômetros, atravessando 10 países, com passagens pelas cidades de Sofia, Belgrado, Budapeste, Bratislava, Viena, Praga, Dresden, Leipzig, Roterdã e Oxford. A primeira edição do IMM foi realizada em 1978 graças à iniciativa de fãs alemães do Mini clássico e, desde então, o evento é realizado todos os anos em países europeus.

Além da caravana que partiu de Atenas, os gregos festejaram o aniversário em Ática, em uma praia diante do Mar Egeu. O evento contou com uma exposição fotográfica que exibiu imagens históricas da MINI, um telão de alta definição que mostrou vários filmes icônicos da marca, além de modelos da gama atual, um Mini clássico e exemplares da Série Especial 60 Years.

A Federclub MINI Itália, federação que agrega 30 clubes e mais de 1.500 proprietários de veículos MINI naquele país, realizou a quinta edição do Federclub MINI Meeting, com a presença de 179 exemplares do modelo que se reuniram em Pádua, na região norte italiana.

A MINI Coreia, por sua vez, celebrou os 60 anos da marca com evento no Complexo Bavarian Songdo, o maior showroom do BMW Group no mundo, situado em Incheon, na Coréia do Sul. Lá foram apresentadas as próximas estratégias da MINI para os próximos anos. Presente no mercado sul-coreano desde 2005, a MINI planeja lançar o novo MINI Cooper SE em 2022.

A MINI Singapura, por fim, reuniu mais de 100 proprietários de veículos da marca e entusiastas para formar o número ‘60’ com seus carros. O mosaico comemorativo foi formado no topo do edifício-sede da Eurokars Aftersales Center, em Tanjong Penjuru, Singapura. Na ocasião, os participantes do evento tiveram a oportunidade de conferir a Série Especial MINI 60 Years Edition.

Série especial MINI 60 Years

A edição especial e limitada que celebra o 60º aniversário do lançamento oficial do Mini clássico, também foi disponibilizada no mercado brasileiro. Produzidas em Oxford (Inglaterra), as 25 unidades da série oferecidas no país, tinham configuração hatch de 3 portas, e dotada de motorização Cooper S, de quatro cilindros, 1.998 cm³ e capaz de desenvolver 192 cavalos de potência, entre 5.000 e 6.000 rpm, e 280Nm de torque máximo, de 1.350 rpm a 4.600 rpm.

Além da tonalidade padrão New British Racing Green, a cor oficial do automobilismo britânico, externamente, o hatch ainda é adornado pela inscrição ‘60 Years’, que identifica a série, e está presente nos emblemas que contornam as luzes indicadoras de direção (pisca), situadas nas laterais; nas soleiras das portas dianteiras; nas faixas que cobrem o capô; projeção do logo “60 years” da porta do motorista no solo, além de rodas de liga leve de 17” “60 Years” Spoke 2-tone.  O teto e as capas dos retrovisores são na tradicional cor Branco Pepper.

Internamente, o ‘MINI 60 Years’ traz bancos revestidos em couro – MINI Yours Leather Lounge “60 Years” Dark Maroon e volante revestido de couro Walknappa, decorado com emblema com a inscrição ‘60 Years’.

Além desses itens exclusivos, essa versão virá equipada com diversos equipamentos de série. Entre eles, sistema de áudio Hi-Fi Harman/Kardon, MINI Head-Up Display, superfícies internas iluminadas MINI Yours Piano Black, ar condicionado digital automático dual-zone e faróis adaptativos de LED.

 

 

Franceses desenvolvem “airbag inteligente” para ciclistas

por fernandosiqueira

O equipamento, que tem preço equivalente a R$ 3.140,00, é acionado milésimos de segundo antes da “queda” da bicicleta.

 

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Airbag desenvolvido para ciclista em ótimo momento. FOTO: divulgação

Por RFI

Lançado em setembro no mercado, o colete desenvolvido pela empresa francesa Helite antecipa quedas e choques com veículos, protegendo o tórax, o pescoço e as costas. Gérard Thevenot, CEO da fabricante, espera que o produto esteja, em breve, disponível no Brasil.

Na França, 2 milhões de pessoas andam de bicicleta todos os dias e esse número tende a aumentar nos próximos anos. A “magrela” é um meio de transporte ecológico, que vem sendo incentivado e mesmo subvencionado por algumas prefeituras, como é o caso de Paris (França).

A cidade multiplica as construções de ciclovias na Capital e restringe a circulação de carros, para diminuir a poluição e a emissão de gases poluentes.

Em toda a Europa, a estimativa é que 7% dos ativos vai de bicicleta para o trabalho todos os dias. Uma progressão que levou a empresa francesa Helite, especializada em airbags para motoqueiros e cavaleiros profissionais, a identificar um nicho ainda pouco explorado, de proteção para ciclistas, até então restrito ao capacete.

“O colete airbag vai proteger o tórax, o pescoço e o abdômen, lesões bastantes frequentes em acidentes de bicicleta. Em geral, o ciclista é atingido por carro que corta a rodovia ou não consegue parar quando um caminhão que está na frente freia repentinamente, por exemplo”, explicou à RFI Gérard Thévenot, CEO da Helite.

O colete, explica Gérard, vai evitar lesões que ocorrem na parte de cima do corpo. Segundo ele, em grande parte dos acidentes, a cabeça do ciclista é jogada para trás, e atinge as vértebras, com graves consequências.

“O colete também proporciona uma boa proteção às costas, onde ocorrem aproximadamente 20% dos ferimentos mais graves”, afirma o CEO.

O dispositivo foi testado em diversos crash-tests realizados no laboratório da empresa, em Poisy, na região de Haute-Savoie, no leste da França. “Tentamos testar todo tipo de acidente que pode acontecer com um ciclista”, explica Thévenot.

Algoritmo sofisticado

O equipamento, feito de nylon térmico, foi inventado por um grupo de engenheiros da empresa na qual trabalhou dois anos em um algoritmo sofisticado, que analisa os movimentos do ciclista em tempo real. Dois sensores, um colocado no colete e outro no banco da bicicleta, se conectam e fornecem a posição do ciclista, a velocidade e antecipam a queda e o choque.

A detecção do acidente acontece em 60 milésimos de segundo e o airbag enche em 80 milésimos de segundo. “A grande dificuldade foi, de fato, determinar um algoritmo que desencadeasse o airbag na hora certa do acidente. Não quando a bicicleta desce uma calçada, freia ou muda de direção, por exemplo”, explica o representante da empresa.

“O colete, dessa forma, foi concebido para funcionar somente quando detecta uma colisão com um carro, um caminhão, muro ou obstáculo, ou no caso de uma queda. Se o ciclista cai, mesmo em uma situação de pouco risco, ele estará protegido.”

Empresa visa mercado brasileiro

A empresa espera poder comercializar o produto no Brasil, mas antes precisa fechar um contrato com uma rede de distribuição de material, especializada em ciclismo. Outra dificuldade, ressalta Thévenot, é o imposto sobre a importação. “As taxas são elevadas e o custo final do produto acabará sendo alto”, declara o executivo.

Na França, o airbag custa 690 euros, o equivalente a R$ 3.140,00. “Gostaríamos muito de entrar no mercado brasileiro, no qual há, certamente, muitas vidas que podem ser salvas”, ressalta Thécenot.

Só no primeiro trimestre deste ano, em São Paulo (SP), foram registradas 16 mortes de ciclistas em acidentes de trânsito, o que representa 220% a mais em relação ao ano de 2018. Os dados foram divulgados pelo Infosiga, órgão vinculado ao governo do Estado, em abril deste ano.

Proteção para patinete e pessoa idosa

Com o aumento do número de usuários de patinete elétrico na França, e dos acidentes, muitas vezes graves e fatais, a empresa agora está desenvolvendo uma proteção específica para o patinete. O airbag também funcionará de maneira preditiva.

“Os movimentos de alguém em cima de patinete são diferentes de uma pessoa em cima de uma bicicleta. Nesse caso, combinamos as informações sobre os movimentos da bicicleta e do ciclista. Unindo os dados, sabemos se foi decorrente de um acidente ou de uso normal. Agora precisamos trabalhar o algoritmo para o patinete”, detalha Thécenot.

O mercado dos seniors também está na mira da empresa francesa, que investe na criação de um airbag para pessoas idosas.

“É um dispositivo que protege o quadril. Por volta dos 80, 85 anos, se uma pessoa cai, pode quebrar o fêmur proximal, provocando problemas para andar. Se alguém deixa de caminhar aos 80 anos, a expectativa de vida diminui muito: a qualidade de vida cai e a pessoa perde a vontade de viver. Todos nós envelheceremos um dia e vamos precisar desse tipo de produto”, declara o CEO.

 Vale esclarecer que, por enquanto, o equipamento está disponível apenas na Europa, visto que os Estados Unidos exigem uma certificação específica.

 

 

Nissan muda nome do Versa ‘antigo’ no México, e deve repetir estratégia no Brasil

11 11Etc/GMT+3 outubro 11Etc/GMT+3 2019 por fernandosiqueira

 Nissan muda nome do Versa no exterior para V-Drive. FOTO: divulgação

A Nissan mexicana lançou esta semana a Nova Geração do automóvel Versa, o carro mais comercializado daquele país. No entanto, a nova versão, mais moderna, tecnológica e segura, não irá substituir o modelo anterior, que promete continuar muito bem naquele mercado.

Porém, para não ter dois produtos bastante distintos com o mesmo nome, a Nissan resolveu substituir o nome Versa que, a partir de agora, passa a se chamar “V-Drive”, e segue oferecido em duas versões: uma com câmbio manual, e outra automático, do tipo CVT.

Os preços são de 189.700 e 201.700 pesos, respectivamente, que equivalem a R$ 39.600 e R$ 42.100, nesta ordem.

Diferença de modelos

A manutenção do modelo mais antigo pode ser explicada pela grande diferença entre as gerações. O novo Versa tem preços bem mais altos. Eles partem de 239.900 pesos (R$ 50.100,00), e chegam aos 322.500 pesos, ou R$ 67.400,00.

Por outro lado, agora ele pode oferecer 6 airbags, câmera 360°, frenagem automática de emergência, alerta de colisão frontal e alerta de tráfego cruzado, todos itens indisponíveis no Versa brasileiro.

Em se tratando de mercado brasileiro, a Nissan pode repetir a estratégia em nossoPaís, e batizar o Versa atual de “V-Drive”.

Ainda não há uma data de chegada da nova geração do Versa, mas isso acontecerá ao longo de 2020. Além disso, a Nissan confirmou que as duas versões irão conviver.

Volkswagen revela primeiras imagens do Golf nova geração

por fernandosiqueira

 

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 Esboço do novo Volkswagen GOLF, modelo 2020. FOTO: divulgação VW

A Volkswagen AG (Alemanha) tornou públicos, dia 10 do mês em curso, os detalhes de como será a nova geração do novo automóvel GOLF, modelo 2020. O lançamento oficial da 8ª geração desse veículo, aclamado, respeitado e admirado globalmente, tem data marcada, dia 24 deste mês.

Segundo a montadora alemã, o modelo 2020 do GOLF seguirá as tendências atuais de eletrificação, assistências de direção e serviços online a bordo. No entanto, poucos detalhes desse automóvel foram objetos de noticiários.

“O carro estará mais digital e conectado do que nunca”, afirma a Volkswagen AG.

Entre as novidades, a FABRICANTE afirma, de forma peremptória, que o Novo GOLF terá uma nova linha de motores, suspensões aprimoradas e aumento da agilidade.

Antes das imagens divulgadas dia 10, o Novo GOLF 8, como é conhecido internamente na VW, havia sido flagrado camuflado, para levantar ainda mais as expectativas das pessoas de como seriam suas linhas definitivas.

No Brasil

A sétima geração do VW GOLF, comercializada em  nosso País atualmente, infelizmente, tem LINHA reduzida. A montadora tirou de suas linhas de fabricação as versões com propulsores 1.0 e 1.4 turbo, disponibilizando ao mercado tão somente a versão esportiva GTI. Ao mesmo tempo, confirmou que uma versão híbrida, denominada “GTE”, estará à disposição dos brasileiros até DEZEMBRO deste ano.

Saiba como é o caminhão que dirige sozinho e não tem cabine para o motorista

por fernandosiqueira

Concept-car da “Scania” ainda não tem data para ser lançado. Modelo foi exibido ao público na Suécia.

 

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Caminhão autônomo da Scania é exibido publicamente. FOTO: divulgação

A Scania acaba de desenvolver e “exibir”, um caminhão autônomo, o AXL, que dispensa a presença de uma pessoa a bordo, e aboliu a cabine de motorista.

O modelo foi exibido ao público no dia 2 deste mês, na sede da montadora, em Estocolmo (Suécia), no Innovation Day, promovido pela Traton, proprietária da Scania. Ele parece estar pronto para entrar em operação. No entanto, não há uma resposta definitiva para quando o AXL poderá entrar em operação.

“Não sei quando teremos um caminhão desse disponível para os clientes, mas ele está pronto. Depende das regulamentações de cada país. Temos a tecnologia”, declarou Xavier Carreras Castro, chefe de estilo da Scania.

A Scania não deu detalhes sobre a motorização do AXL, apenas afirmou que ele é movido a biocombustível. Gás, talvez,

Demonstração

No “teste” realizado na Suécia, o AXL percorreu um pequeno trecho em uma pista de asfalto. Técnicos da Scania ainda posicionaram um automóvel na frente do caminhão, que fez o desvio, passando a aproximadamente 1 metro do carro.

O AXL se comunica com o público através de uma fina faixa de LEDs que percorre todo o caminhão. Quando está na cor azul, indica que ele está se movendo para frente. Quando a luz passa para vermelho, significa que o modelo começará uma manobra em marcha ré.

Hoje, caminhões autônomos são visto rodando em testes, sempre com uma cabine convencional, e um motorista de prontidão. Caso algo aconteça diferente do esperado, ele assume o comando da operação. Naturalmente, chegará o momento em que isso não será mais necessário.

“A estratégia é ir passo a passo, desenvolvendo a tecnologia junto com os clientes”, declarou Christian Levin, chefe de operações da Traton. Para ele, caminhões autônomos, inicialmente, ocuparão um nicho em determinadas áreas, como a mineração, função destacada pela Scania com o AXL.

“Seria ingenuidade tentar desenvolver uma tecnologia que cobrisse todas as utilizações”, concluiu o executivo.

 A mineração é o ambiente mais propício para veículos que dirigem sozinhos por ter circulação restrita e reduzida. “Há menos variáveis, como carros, motocicletas, ciclistas e pessoas” afirmou Carreras.

Após Ghosn e renúncia de presidente, Nissan terá novo comandante

10 10Etc/GMT+3 outubro 10Etc/GMT+3 2019 por fernandosiqueira

 

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 Nissan, uma grande marca de automóveis. FOTO: divulgação

A Nissan declarou dia 9 do mês em curso, que escolheu um novo presidente, que assume o posto até 1º de janeiro do próximo ano. Trata-se de Makoto Uchida, que ocupa atualmente o cargo de presidente da Dongfeng, empresa integrante do grupo. O executivo também é vice-presidente sênior da Nissan.

Além de Uchida, a Nissan também terá um novo chefe de operações. Quem assumirá o posto é Ashwani Gupta, que tem cargo semelhante na Mitsubishi, outra empresa do conglomerado.

Uchida assumirá a presidência em meio a uma grande turbulência na montadora. Em setembro, o então presidente, Hiroto Saikawa informou que iria renunciar ao cargo, após a admissão de ter recebido pagamentos não lícitos..

O próprio Saikawa assumiu a Nissan em 2017, sucedendo a Carlos Ghosn  que, na época, se afastou do cargo para administrar os interesses das empresas Renault e Mitsubishi.

Ghosn passou a ser considerado como um “titã da indústria” por salvar a Nissan da falência com uma estratégia radical (e bem-sucedida) de corte de custos no início dos anos 2000.

Em março, Ghosn foi posto em liberdade, após pagar fiança. No mês seguinte, acabou preso outra vez, após novas acusações. Finalmente, ainda no mês de abril foi posto em liberdade, depois de pagar nova fiança. Agora, aguarda julgamento, que deve acontecer no ano de 2020.

Transporte não autorizado implica em multa gravíssima ao motorista

9 09Etc/GMT+3 outubro 09Etc/GMT+3 2019 por fernandosiqueira

Infração, que antes era considerada grave, vale para transporte escolar não autorizado e transporte remunerado irregular de pessoas ou bens. Valores variam de R$ 293,47 a R$ 1.467,35.

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Transportar pessoas irregularmente implica em multa. FOTO: divulgação

A partir do dia 7 do mês em curso, todo aquele que fizer transporte escolar não autorizado bem assim transporte remunerado de forma “irregular” de pessoas ou bens no território brasileiro, passa a cometer infração gravíssima.

Para transporte escolar sem licença, a infração era considerada grave. Agora, além de ser gravíssima, terá a multa multiplicada por 5 e leva 7 pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação), além de prever a remoção do veículo. Com a mudança, o valor cobrado passa de R$ 195,23 para R$ 1.467,35.

Para o transporte remunerado irregular, de pessoas ou bens, a infração passou de média para gravíssima, também com remoção do veículo, e 7 pontos na CNH. A multa subiu de R$ 130,16 para R$ 293,47.

Está tramitando no Congresso Nacional um projeto de lei que prevê grandes alterações no CTB (Código de Trabalho Brasileiro), proposto pelo presidente da República Jair Bolsonaro. Entre as mudanças sugeridas está o fim da multa para o transporte de crianças sem “cadeirinha”.

Aplicativos de transporte

Quando a proposta de lei passou pelo Senado, o relator do projeto, Antônio Anastasia (PSDB-MG), afirmou que a alteração interfere no serviço prestado por motorista de aplicativo de transporte.

“O projeto aqui analisado somente produziria efeitos contra os motoristas que realizam transporte não licenciado, o que não é o caso dos que trabalham para a Uber ou outros aplicativos de transporte”, declarou Anastasia.

Em 2018,  o Congresso Nacional aprovou, e o então presidente Michel Temer sancionou, a regulamentação de aplicativos de transporte como Uber, 99 etc.

 

Peugeot Citroën investe R$ 220 milhões em fábrica no Brasil para lançar novos modelos

por fernandosiqueira

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Novo Peugeot 208. FOTO: divulgação

A PSA, proprietária das marcas Peugeot e Citroën anunciou, dia 8 do mês em curso, investimento de R$ 220 milhões na sua unidade fabril de Porto Real (RJ). Esse “quantum” será aplicado na adaptação da unidade para receber a nova plataforma CMP.

Segundo a PSA, a nova plataforma pode ser usada em modelos compactos e médios, dos segmentos B e C. Hoje,  a CMP é utilizada nas novas gerações dos Peugeot 208  e 2008, que serão lançados no Brasil nos próximos anos.

A PSA não informou quais modelos serão produzidos sobre essa plataforma, nem quando isso deve acontecer.

A plataforma CMP está sendo adotada, também, na fábrica da PSA em Palomar, na Argentina.

Mesmo com a chegada da plataforma CMP, a fábrica de Porto Real (RJ) continuará produzindo modelos que utilizam a plataforma BVH1, usada pelos atuais Citroën C3, C4 Cactus e Aircross, além de Peugeot 208 e 2008.

O investimento acima mencionado será usado apenas para a modernização da fábrica de Porto Real (RJ). No futuro, quando os produtos começarem a ser produzidos, haverá novas aplicações de capital. A PSA declarou que irá introduzir 30 novos robôs no local. Atualmente, são 245 na produção.

Com o início das obras, a fábrica de Porto Real (RJ) ficará paralizada entre os meses de  novembro deste ano e janeiro de 2020.