Anfavea: o “momento da virada” da indústria chegou, mas depende das reformas

6 06Etc/GMT+3 setembro 06Etc/GMT+3 2016 por fernandosiqueira

Fábrica Jeep - Goiana

A indústria automotiva brasileira segue caminhando em passos lentos. No mês de agosto, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (6) pela ANFAVEA (Associação Nacional de Fabricante de Veículos Automotores), foram produzidos 177,7 mil veículos, número 6,4% menor do que o de julho (189,9 mil). Em relação ao mesmo mês do ano passado, a redução é mais acentuada: -18,4%.

Para o presidente da Anfavea, Antonio Megale, essa queda foi um reflexo direto da interrupção temporária da produção de algumas montadoras. Segundo o executivo, se não houvesse essa paralisação, a produção passaria das 200 mil unidades.

Fábrica Honda HR-V - produção

Por outro lado, fato positivo foi o aumento do número de licenciamentos em agosto, com 207,3 mil unidades, número que representa crescimento de 1,4% na comparação com o mês anterior, mas queda 11,3% comparado ao mesmo mês de 2015. No acumulado do ano, não há refresco: queda de 23,1% em relação a 2015 com o total de 1,348 milhão. Para se ter uma ideia do tombo, o melhor resultado foi obtido nos oito primeiros meses de 2012, ocasião em que houve 2,501 milhões de emplacamentos.

Megale destacou o crescimento e acrescentou que o resultado poderia ter sido melhor. A observação fica por conta dos Jogos Olímpicos, que trouxe uma grande visibilidade para o país e ânimo para os brasileiros, mas que acabou derrubando os emplacamentos em pouco mais de 14% no Rio de Janeiro durante a realização do evento.

Em relação ao emprego, houve uma redução de 0,7% nos postos de trabalho, com o total de 126.900 reduzido para 1126.000 trabalhadores na indústria. Atualmente, existem 20.300 profissionais no regime especial do PPE (Programa de Proteção ao Emprego). No entanto, o executivo indica que a previsão industrial é de que não haverá necessidade de reajustar para menos a produção de veículos.

Fábrica Jaguar Land Rover

Na primeira coletiva após o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Roussef concluído, o presidente da Anfavea falou sobre o tema e que considera que este é o momento da virada para a indústria automotiva. Entende que a recuperação total do setor somente ocorrerá quando o país como um todo volte a crescer, com a retomada do crescimento da economia, PIB e a confiança do consumidor. Para o executivo, é imprescindível que as reformas propostas pelo novo governo aconteçam (em especial reformas econômicas, equação dos gastos públicos com limites estabelecidos, questões trabalhistas e regulamento do serviços de terceirização).

Nas questões trabalhistas, a Anfavea espera que mudanças e ajustes sejam feitos para que a indústria nacional tenha mais competitividade frente aos mercados internacionais. Em relação à questão previdenciária, Megale também destacou ser um fator crucial para que o país tenha um horizonte melhor definido, e assim, tenha capacidade de atrair mais investimentos para retomar o crescimento.

Fotos: divulgação

FONTE: Carsale


Mercedes-Benz na Fenatran 2017

17 17Etc/GMT+3 outubro 17Etc/GMT+3 2017 por fernandosiqueira

Nova cabina estendida (+180 mm) faz da linha Accelo uma das mais confortáveis do mercado de leves e médios. Outra novidade é o banco pneumático para o motorista

Marca é a primeira a comercializar câmbio automatizado inteligente, que traz como principal novidade o assistente de partida em rampa

Atendendo a demandas dos clientes, os caminhões Mercedes-Benz Accelo – modelos 815 e 1016 do segmento de leves e o 1316 da categoria de médios – ganham 15 novos recursos, com destaque para a nova versão de cabina estendida e a transmissão automatizada, o que agrega ainda mais valor a uma linha de produtos já consagrada no País pela eficiência na coleta e entrega urbana e no transporte rodoviário, bem como pelo reduzido custo operacional.

Entre as novidades do Accelo – que serão lançadas ao mercado na Fenatran 2017, o maior e mais completo Salão de Transporte Rodoviário de Carga da América Latina – também se destacam o sistema de partida em rampa (HSA), além de controle de tração (ASR), banco pneumático para o motorista, painel de instrumentos com novas funções, tanque adicional de combustível de 150 litros e novas cores de cabina.

“Com essas novidades, o Accelo está cada vez mais atrativo e aprimorado, em total sintonia com os desejos dos clientes e o atual perfil do mercado, reforçando uma linha de veículos já consagrada por sua versatilidade e eficiência no transporte de carga e distribuição de produtos em áreas urbanas”, afirma Roberto Leoncini, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Caminhões e Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil. “Os aprimoramentos da linha Accelo decorrem da evolução do ECONFORT, filosofia de desenvolvimento dos caminhões da nossa marca que assegura um alto padrão de economia, conforto, força e desempenho no transporte”.

De acordo com o executivo, os aprimoramentos na linha Accelo demonstram ainda que a Empresa segue atenta às exigências e sugestões dos clientes, bem como às tendências do mercado, fazendo dele um dos caminhões mais completos e confortáveis do seu segmento. “Com base nisso, estamos fazendo muito bem a lição de casa, transformando cada necessidade dos clientes em novas soluções eficientes e rentáveis. Ou seja, estamos cumprindo o compromisso estabelecido no slogan As estradas falam. A Mercedes-Benz ouve”.

Os 15 novos recursos introduzidos no Accelo asseguram vantagens para o motorista e os acompanhantes no dia a dia de trabalho. “A nova cabina estendida oferece melhor ergonomia e mais espaço para os ocupantes e para a acomodação de objetos”, destaca Ari de Carvalho, diretor de Vendas e Marketing Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil. “Isso se traduz em bem-estar a bordo e mais conforto, o que significa mais produtividade na operação de transporte. Já o novo câmbio automatizado com grande inteligência otimiza a troca de marchas, melhorando o desempenho e a economia no consumo, além de aumentar o conforto e a segurança”.

Cabina estendida oferece mais conforto e praticidade para o motorista

O lançamento da inédita cabina estendida para a linha Accelo, nos modelos 815, 1016 e 1316, aumenta as opções de escolha para os clientes, que continuam contando com a versão básica de cabina. Isso amplia a versatilidade da linha Accelo, possibilitando o atendimento a diversas preferências e necessidades dos transportadores.

“A cabina estendida coloca o Accelo em um novo patamar, posicionando-o entre os mais confortáveis do seu segmento”, ressalta Ari de Carvalho.

A nova cabina estendida do Accelo se caracteriza por um prolongamento de 180 mm na parte traseira. Com isso, o banco do motorista ganhou uma nova posição, recuada em 25 mm e com ajuste longitudinal de 210 mm, ampliando assim o espaço para as pernas. A regulagem do encosto foi aumentada de 12 graus para 25 graus. Tudo isso resulta em maior espaço e uma melhor ergonomia, principalmente para pessoas de maior estatura,  adequando o habitáculo aos mais diversos biotipos de motoristas.

O encosto do banco do acompanhante também ganhou mais 6 graus de inclinação. Além disso, o Accelo recebeu um novo tapete com enchimento de +30 mm para elevação da altura do piso, facilitando o apoio do pé para pessoas de baixa estatura. Essas melhorias proporcionam maior conforto e melhor ergonomia também para os demais ocupantes.

O prolongamento de 180 mm da cabina estendida também permitiu a instalação de 3 porta-objetos atrás dos bancos. Há também uma rede na parede traseira – uma excepcional solução para a guarda de objetos e bagagens e que contribui para melhor organização do espaço disponível.

Outro item importante admirado pelos motoristas, o banco pneumático agora é oferecido como opcional na versão com cabina estendida. Possui várias regulagens e sua suspensão absorve com excelência as irregularidades da pista, oferecendo assim um alto padrão de conforto e ergonomia na condução do caminhão.

Esse conjunto de melhorias atende a diferentes biotipos de condutores do veículo, elevando a linha Accelo como um dos caminhões mais completos e confortáveis do seu segmento.

Inteligência embarcada é destaque no câmbio automatizado

Outra grande novidade da Mercedes-Benz para o segmento de leves e médios é a introdução do câmbio totalmente automatizado de 6 marchas, sem pedal de embreagem, para os caminhões Accelo, como opcional. “A partir de março de 2018, esse item estará em produção”, afirma Ari de Carvalho. “Dessa forma, nossa marca passa a oferecer transmissões automatizadas para toda família de produtos, ampliando ainda mais o leque de ofertas para os clientes”.

O Accelo 815, o “Mercedinho”, receberá o câmbio totalmente automatizado Eaton 6106A. Já os modelos Accelo 1016 e Accelo 1316 6×2 serão equipados com a versão Eaton 6206A. Estes câmbios de 6 marchas se caracterizam pelo excelente escalonamento de marchas com primeira reduzida de 6,20 e última marcha com overdrive 0,78, combinando excelente partida em rampa e altas velocidades operacionais, tornando os caminhões Accelo aptos para trafegarem no intenso tráfego urbano, assim como em rodovias.

Essa novidade tecnológica dos caminhões Accelo é a combinação de um câmbio mecânico com acionamento automatizado das trocas de marchas, sem pedal de embreagem. A grande vantagem do sistema automatizado é a otimização do consumo de combustível, pois o câmbio tem potencial para minimizar as diferenças de condução entre os motoristas de uma frota, fazendo com que a média de consumo da frota cresça significativamente.

Para os autônomos e proprietários particulares, o câmbio automatizado auxilia na operação do caminhão com economia e conforto, sem exigir um alto nível de capacitação e experiência de condução. Sem o pedal de embreagem, o sistema elimina esforços, gerando menor fadiga do motorista, que pode ficar mais atento a outros itens de desempenho e segurança da condução do veículo, além de proteger o câmbio de eventuais imperícias.

O câmbio automatizado é a solução perfeita para os caminhões que trafegam no intenso tráfego urbano, onde as trocas de marchas são constantes, pois alivia o estresse do motorista, tornado a condução muito mais segura e produtiva.

O câmbio automatizado do Accelo, assim como os demais modelos aplicados na linha de caminhões Mercedes-Benz, conta com uma grande inteligência embarcada, com destaque para:

Sistema de reconhecimento da inclinação da pista – identifica a situação da via e realiza a troca de marcha de forma mais adequada.

Modos de condução Eco e Power – Na função Eco, ao se acionar a tecla “automático” o sistema já opera no modo de economia, realizando as trocas de marchas nas situações de menor consumo de combustível, oferecendo assim, mais rentabilidade. Acionado por uma tecla no painel, o modo Power privilegia mais desempenho e, neste caso, as trocas de marchas acontecem em rotações mais altas.

Kickdown no pedal do acelerador – quando este pedal é pressionado até o fim de seu curso, o sistema entende e reduz a marcha para melhorar as respostas do motor.

Sistema de auxílio de partida em rampa (HSA – Hill Start Aid) – Acionado por tecla no painel, o sistema de freio é acionado por até 3 segundos até que se acelere o caminhão.

Sistema de sobrecarga da embreagem – Uma luz de aviso no painel de instrumentos informa o condutor de condições de excessiva sobrecarga (alta temperatura) da embreagem. Isso protege a embreagem contra má operação e preserva sua vida útil ou a troca prematura.

O câmbio automatizado do Accelo também agrega a função ASR (Anti Slip-Regulation), sistema de controle de tração que garante melhor dirigibilidade e mais segurança.

Esses novos câmbios vêm equipados, de série, com o módulo PSM, que faz a interface entre o caminhão e o acionamento de tomada de força, itens montados por terceiros.

Painel de instrumentos com funções adicionais

No Accelo, a interatividade foi aumentada por meio de novas funções no painel de instrumentos. Entre elas destacam-se: pressão da turbina, alarme de velocidade, tempo/consumo em marcha lenta e consumo em litros. Com isso, o painel aumentou sua praticidade, com melhoria no monitoramento de parâmetros de condução do caminhão.

Tanque adicional e novas cores são atrações na Fenatran

A Mercedes-Benz reservou mais atrações da linha Accelo para a Fenatran. Entre elas, o tanque adicional de combustível de 150 litros, disponível como opcional para os modelos com entreeixos de 4.400 mm. Isso eleva para 300 litros a capacidade total do Accelo, oferecendo a maior autonomia dos segmentos de leves e médios para o cliente rodar por mais tempo, diminuindo as paradas para abastecimento.

Os dois caminhões Accelo que estarão expostos no evento demonstrarão novas cores de cabina disponíveis para o mercado, que dão ao caminhão um design mais bonito e elegante. O Accelo 815 apresentará a cor Laranja Setter e o Accelo 1316 6×2 trará uma nova cor azul Rigel.

Na Fenatran também será apresentado o conjunto de válvula reguladora e distribuidora de 4 vias com filtro secador de ar e separador de óleo. Essa solução protege o sistema de freio contra umidade e óleo, eliminando a necessidade de manutenção diária.

15 novos recursos incorporados na linha Accelo e lançados na Fenatran

1.    Nova cabina estendida (+180 mm de prolongamento, banco do motorista reposicionado em +25 mm e com +13 graus de ajuste do encosto; +6 graus de inclinação do encosto do banco do acompanhante

2.    Novo tapete com enchimento de 30 mm para elevação do piso

3.    Três porta-objetos atrás do banco

4.    Rede na parede traseira

5.    Banco do motorista pneumático (opcional)

6.    Câmbio automatizado sem pedal de embreagem – câmbio Eaton com versões para o Accelo 815 e para os modelos 1016 e 1316 6×2, sistema de reconhecimento de inclinação de pista e funções Eco, Power e Kickdown

7.    HSA (Hill Start Aid) – auxílio de partida em rampa

8.    ASR (Anti Slip-Regulation) – controle de tração das rodas

9.    Painel de instrumentos com novas funções

10.  Luz de aviso de sobrecarga da embreagem

11.  Modulo PSM interface veículo/implemento

12.  Tanque adicional de combustível de 150 litros – para entreeixos de 4.400 mm, aumentando a capacidade total para 300 litros (150 + 150)

13.  Novas cores de cabina – laranja Setter, Azul Rigel, Cinza Galcon e Azul Griffon

14.  Conjunto de válvula reguladora e distribuidora de 4 vias com filtro secador de ar e separador de óleo

15.  EBD – Eletronic Brake Force Distribution

Destaques dos caminhões Accelo

·         Caminhões leves – Accelo 815 (8.300 kg de PBT) e Accelo 1016 (9.600 kg de PBT)

·         Caminhão médio – Accelo 1316 6×2 (13.000 kg de PBT)

·         O trem de força mais robusto do mercado, com destaque para o motor Mercedes-Benz OM 924 LA, o mesmo utilizado nos caminhões semipesados Atego de 17 toneladas – mostra assim toda a sua robustez, resistência e durabilidade.

·         Maiores intervalos de troca de óleo – no serviço severo são 45.000 km, o que reduz os custos operacionais e aumenta a disponibilidade do caminhão

·         As maiores plataformas de carga da categoria

·         Devido a suas dimensões compactas, o Accelo é perfeito para o trânsito intenso das grandes cidades, atendendo às legislações de restrição de circulação, como a categoria VUC

·         Com o menor círculo de viragem da categoria, o Accelo  movimenta-se com extrema facilidade, mesmo em vias estreitas e no interior dos bairros.

BMW M4 Magny-Cours acompanha moto S 1000 RR

por fernandosiqueira

BMW M4 Magny-Cours Edition 01

Para você, leitor, o que diverte mais em uma boa pista, um BMW M4 ou uma BMW S 1000 RR? Ficou indeciso, uma boa ideia é levar ambos para casa na nova edição Magny-Cours, que marca a parceria dos bávaros com o tradicional circuito francês. No M4, a série se caracteriza pelo motor biturbo de 3,0 litros com 450 cavalos de potência (em vez dos 431 cavalos de potência da versão básica), rodas de 20 polegadas, defletores e aerofólio de fibra de carbono e decoração com as cores da divisão “M” sobre pintura branca. Os compradores do cupê levam para casa também a motocicleta “S 1000 RR”, decorada de acordo e com quase 200 cavalos de potência no motor de 4 cilindros, e um relógio BRM por 180.000 Euros, o conjunto, é claro!

Toyota testará carro “falante” e autônomo até 2020

por fernandosiqueira

O automóvel vai interagir e estimar as emoções e nível de atenção do “motorista” lendo suas expressões, ações e tom de voz.

Resultado de imagem para Fotos do Toyota Concept-i (Foto: REUTERS/Steve Marcus)

A Toyota Motor declarou, dia 16 de outubro, que iniciará os testes com um carro elétrico autônomo em torno de 2020. O modelo usará IA (Inteligência Artificial) para interagir com o motorista.

O automóvel, cujo “concept-car” foi revelado este ano na Consumer Electronics Show em Las Vegas (Estados Unidos), será capaz de conversar com o motorista, enquanto desenvolve o conhecimento sobre as preferências, hábitos e emoções dos usuários através de tecnologia de aprendizagem, afirmou a TOYOTA.

“Ao usar a tecnologia IA, queremos expandir e aprimorar a experiência de condução, tornando os carros um objeto de afeição novamente”, disse Makoto Okade, gerente de planejamento da TOYOTA.

Diante da CONCORRÊNCIA entre as fabricantes e empresas de tecnologia para produção de carros autônomos e inteligentes, a TOYOTA se comprometeu a investir US$ 1 bilhão até 2020, a fim de desenvolver tecnologia avançada de direção autônoma e inteligência artificial.

O modelo “Concept-i”, elétrico, que terá autonomia de 300 quilômetros com uma única carga, poderá estimar as emoções e nível de atenção do motorista lendo suas expressões, ações e tom de voz.

Ao usar essa informação, o CARRO poderá assumir as responsabilidades de condução, quando necessário, depois de avaliar que o motorista está cansado demais para dirigir com segurança. E também interagir com o motorista e os passageiros.

Diante de um futuro no qual o padrão do carro próprio pode ser superado por novos serviços de mobilidade, as fabricantes estão aumentando o investimento,  a fim de desenvolver capacidades de Inteligência Artificial para melhorar a experiência de condução.

Uma excelente notícia para a sociedade automotiva global, sem dúvida.

Novo BMW X3 chega ao País: 1º-semestre de 2018

por fernandosiqueira

Apresentada mundialmente há pouco mais de um mês, durante o Salão Internacional do Automóvel de Frankfurt, na Alemanha, a terceira geração do BMW X3 desembarca no Brasil no primeiro semestre de 2018. Design renovado e atraente, interior luxuoso e altamente conectado, além de características inovadoras estão entre os principais destaques do novo BMW X3. Desde o lançamento da primeira geração, pioneira no segmento de SAVs médios, em 2003, ele acumula mais de 1,5 milhão de unidades vendidas no mundo até o momento.

McLaren chega ao Brasil. Preços: entre R$ 1,8 milhão e R$ 3 milhões

por fernandosiqueira

Versões do Superesportivo têm motor V8 turbo, com 570 a 720 cavalos de potência. Um autêntico bólido.

 

Resultado de imagem para Fotos da McLaren 570GT, que custará em torno de R$ 1,8 milhão no Brasil (Foto: Divulgação)

McLaren 570 GT custará em torno de R$ 1,8 milhão no Brasil (Foto: Divulgação

O Grupo Eurobike, que possui concessionárias Audi, BMW, Jaguar, Land Rover, Mini e Porsche no Estado de São Paulo, acaba de importar e comercializar a primeira unidade do automóvel  McLaren 570 GT Coupé, (foto acima) por R$ 1.800.000,00.

Este deverá ser o preço aproximado dos modelos da Sport Series, que inclui as versões 570 S Spider e 570 GT, equipados com motores turbo V8 de 3.8 litros, que entregam 570 cavalos de potência.

O 570 S Spider, por exemplo, acelera de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos e atinge velocidade máxima de 328 km/h com a capota e 315 km/h sem o teto.

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McLaren 720 S deve custar quase R$ 3 milhões (Foto: Divulgação)

“Todos os carros são altamente customizáveis. Os preços ainda dependem de impostos e outras variáveis.”

Nos próximos meses, a McLaren terá uma loja própria na zona sul de São Paulo (Capital). Por enquanto, as encomendas podem ser feitas no escritório do Grupo Eurobike.

A empresa espera comercializar em torno de 20 unidades no primeiro ano de operação. Caso a expectativa se confirme, a McLaren deve estrear atrás apenas da Ferrari, que emplacou 24 carros no Brasil no ano passado.

McLaren 720 S (Foto: Divulgação)

McLaren 720 S (Foto: Divulgação)

McLaren 720 S (Foto: Divulgação)

McLaren 720 S (Foto: Divulgação)

McLaren 720 S (Foto: Divulgação)

McLaren 720 S (Foto: Divulgação)

McLaren 570S Coupé (Foto: Divulgação)

McLaren 570S Coupé (Foto: Divulgação)

McLaren 570S Coupé (Foto: Divulgação)

McLaren 570S Coupé (Foto: Divulgação)

FONTE: G1/Auto Esporte

Ford lança novas versões do KA e KA+

por fernandosiqueira

Resultado de imagem para fotos do Ford Ka e Ka+ modelos 2018, versão S

A Ford amplia a faixa de competitividade da linha Ka e Ka+ 2018 com o lançamento de novas opções: o hatch ganhou as versões “S” e “Tecno”, enquanto o sedã recebeu a série “Advanced”.

Figurando entre os veículos mais vendidos do País, a nova oferta cria escolhas diferenciadas de equipamentos e preços no segmento de compactos.

A novidade aumenta os atrativos de todos os catálogos. As versões “S” e “Tecno” são disponíveis exclusivamente com o motor 1.0 TiVCT. As demais versões existentes: SE, SE Plus, SEL e Trail,  continuam a oferecer as opções 1.0 e 1.5 e também tiveram aprimoramentos, como banco do motorista com ajuste de altura de série. A SEL ganhou bancos de couro.

“As mudanças introduzidas no Ka e no Ka+ aumentam as opções e reforçam a atratividade da linha, facilitando o acesso aos itens mais valorizados pelos consumidores desse segmento”, diz Fernando Pfeiffer, gerente de Produto da Ford.

Versões e preços

O Ka 1.0 “S” passa a ser a versão de entrada do hatch. Ele tem como foco o custo-benefício, embora venha com itens como direção elétrica, ar-condicionado, trava elétrica, ganchos Isofix para cadeiras infantis e compartimento My Ford Dock para celular no painel, excluindo apenas rádio e vidro elétrico dianteiro. Seu preço é R$ 44.030,00.

O Ka 1.0 “Tecno” se torna uma opção intermediária entre as versões SE Plus e SEL, agregando tecnologia e equipamentos por um preço mais acessível. Além de vidros e retrovisores elétricos e central multimídia SYNC, traz controle eletrônico de estabilidade e tração (AdvanceTrac), assistente de partida em rampa, computador de bordo, faróis de neblina, vidros elétricos traseiros, rodas de aço de 15 polegadas e bancos com cores e costuras exclusivas. O seu preço é R$ 48.390,00.

As demais versões do hatch também tiveram seu conteúdo reforçado. O Ka SE, com ajuste de altura do banco do motorista, sai por R$ 45.030,00 com motor 1.0 e R$ 49.340,00 com o 1.5. O Ka SE Plus traz ainda retrovisor elétrico, por R$ 46.590,00 (1.0) e R$ 50.890,00 (1.5). O Ka SEL passa a incluir bancos de couro, por R$ 52.290,00 (1.0) e R$ 56.590,00 (1.5). A versão aventureira Ka Trail também tem banco do motorista com ajuste de altura, por R$ 48.430,00 (1.0) e R$ 52.740,00 (1.5).

Ka+

 O sedã Ka+ tem como principal novidade o lançamento da versão “Advanced”, exclusivamente com motor 1.5. Situada entre as versões SE Plus e SEL, ela oferece controle eletrônico de estabilidade e tração (AdvanceTrac), assistente de partida em rampa, computador de bordo, vidros elétricos traseiros, rodas de  aço de 15 polegadas e bancos com cores e costuras exclusivas. Seu preço é R$ 55.690,00.

Assim como o hatch, o sedã também acrescentou novos itens nos demais catálogos da linha. O Ka+ SE traz ajuste de altura do banco do motorista de série e sai por R$ 48.040,00, com motor 1.0, e R$ 52.640,00 com motor 1.5. O Ka+ SE Plus traz ainda retrovisor elétrico e custa R$ 50.190,00 (1.0) e R$ 54.790,00 (1.5). O topo de linha SEL, com bancos de couro, sai por R$ 56.190,00 (1.0) e R$ 60.790,00 (1.5).

Aston Martin DB11 descobre-se com 510 cv

16 16Etc/GMT+3 outubro 16Etc/GMT+3 2017 por fernandosiqueira

A Aston Martin lança a versão conversível do carro esporte DB11 (foto acima), denominada “Volante” (voador) como é tradição na marca. O teto rígido dá lugar a uma capota de tecido oferecida em três cores, que se abre em 14 segundos e se fecha em 16 segundos. A operação pode ser acionada rodando a até 50 km/h. Comparado ao antecessor DB9, o novo “Volante” é mais leve e rígido e oferece 20% mais espaço para bagagem.

À semelhança do DB11 cupê, o conversível vem equipado com propulsor AMG V8 biturbo de 4,0 litros com 510 cavalos de potência e torque de 70,7 m.kgf. No modelo comum (fechado), são números suficientes para acelerar de 0 a 100 km/h em 4 segundos e alcançar máxima de 301 km/h. O câmbio automático de 8 velocidades é padrão. No presente momento, o automóvel “Volante” não é  disponibilizado com motor V12, que entrega 608 cavalos de potência.

Fonte: Bestcars

Shell adquire rede de “recarga” de carros elétricos

por fernandosiqueira

É o primeiro negócio da Shell na área de mobilidade elétrica, um segmento que deve crescer com muita rapidez.

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 Automóvel elétrico da BMW sendo recarregado. Foto: divulgação
 A Royal Dutch “Shell”, petroleira, acaba de celebrar acordo para comprar a holandesa NewMotion, proprietária de uma das maiores redes de recarga de veículos elétricos da Europa, no primeiro negócio da empresa na área de mobilidade elétrica, um segmento que deverá crescer com muita rapidez.

A Shell declarou que a NewMotion, que controla mais de 30.000 pontos de carga para veículos elétricos na Europa Ocidental e oferece acesso a outros milhares de pontos, irá operar em paralelo com seu programa de desenvolver pontos de recarga rápida em todos seus postos.

“São produtos complementares. Um é para carga rápida em postos, e outro é visa cargas em um ritmo mais lento, nos locais de trabalho ou em casa. Neste estágio, não há planos para integrar os dois”, afirmou Mattew Tipper, vice-presidente de novos combustíveis da Shell.

A Shell está instalando postos para carregamento de veículos elétricos em seus postos de varejo na Grã-Bretanha, na Holanda, na Noruega e nas Filipinas.

A NewMotion, fundada em 2009, tem mais de 100.000 usuários registrados de seus serviços de recarga na Europa, e oferece acesso a todos seus postos próprios de carga, bem como a outros 50.000 estações parceiras.

O negócio ocorre em um momento em que há expectativa de um significativo crescimento na demanda por carros elétricos nas próximas décadas.

O Morgan Stanley estima que entre 1 milhão e 3 milhões de pontos públicos de recarga devem ser necessários na Europa Ocidental até 2030, ante menos de 100.000 existentes atualmente.

O setor tem cada vez mais chamado a atenção de petroleiras, que sabem que o negócio pode ameaçar parte de seus negócios de distribuição.

A BP, concorrente da Shell, afirmou que está em conversas com produtores de veículos elétricos para uma parceria que visará oferecer estações de carga em seus postos.

Isso mostra, à saciedade, que o projeto de carros elétricos está debruçado sobre o futuro, logo, não há como retroceder.

Confira o valor do seguro para os 10 carros mais vendidos em setembro

por fernandosiqueira

O automóvel compacto Renault Kwid (foto abaixo) aparece em segundo lugar no ranking dos DEZ carros mais, comercializados no mês de setembro no Brasil, com 10.358 unidades faturadas.

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Segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), foram vendidos em setembro 193.580 veículos – entre automóveis e comerciais leves (pick-ups e furgões) – uma queda de 7,76% em comparação a agosto, quando foram vendidas 209.862 unidades.

Pela primeira vez no ano, o Renault Kwid aparece no ranking e  conquistou o segundo lugar, com 10.358 vendas. O HB20, por sua vez, caiu para a 4ª posição com 8.530 unidades, após mais de um ano entre os três primeiros colocados. O Compass, da Jeep, retorna para o ranking em 10º lugar, com 4.177 unidades comercializadas.

A empresa BIDU, corretora de seguros online, fez um levantamento, no qual analisa o valor do seguro dos 10 carros mais vendidos em setembro. Para a cotação, foi utilizado o perfil de um homem de 35 anos, casado, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho e que está contratando seguro pela primeira vez. As cotações foram realizadas em cinco Capitais brasileiras.

Modelo

Emplacamentos

Valor do seguro em SP

Valor do seguro no RJ

Valor do seguro em BH

Valor do seguro em Porto Alegre

Valor do seguro em Brasília

Chevrolet Onix

17.236

R$ 3.122,94

R$ 3.299,23

R$ 2.964,89

R$ 4.480,03

R$ 2.708,26

Renault Kwid

10.358

R$ 3.321,43

R$ 3.387,34

R$ 2.900,15

R$ 3.503,88

R$ 3.074,20

Ford Ka

8.727

R$ 2.765,35

R$ 3.047,64

R$ 2.742,17

R$ 3.332,35

R$ 2.512,72

Hyundai HB20

8.530

R$ 3.708,20

R$ 3.796,40

R$ 3.243,99

R$ 3.910,02

R$ 2.972,12

Chevrolet Prisma

6.123

R$ 3.005,11

R$ 3.172,42

R$ 2.703,78

R$ 3.176,88

R$ 2.507,06

Toyota Corolla

6.036

R$ 5.452,99

R$ 6.901,21

R$ 5.648,03

R$ 6.869,05

R$ 4.816,09

Volkswagen Gol

6.026

R$ 4.060,10

R$ 4.225,60

R$ 3.382,98

R$ 4.055,00

R$ 3.040,59

Volkswagen Cross Fox

4.860

R$ 3.246,07

R$ 3.636,94

R$ 2.929,82

R$ 3.474,08

R$ 2.696,30

Fiat Strada

4.621

R$ 6.883,04

R$ 7.645,17

R$ 5.418,54

R$ 7.405,71

R$ 4.925,42

Jeep Compass

4.177

R$ 8.914,58

R$ 15.439,23

R$ 11.179,59

R$ 12.999,13

R$ 7.185,58

 

Koenigsegg diz ter superado Bugatti em teste

por fernandosiqueira

Em disputa para ser o carro mais rápido do mundo, Koenigsegg Agera RS bate tempo do Bugatti Chiron em 6 segundos.

 

Koenigsegg Agera RS faz 0-400-0 em 36 segundos (Foto: Divulgação)

Koenigsegg Agera RS faz 0-400-0 em 36 segundos (Foto: Divulgação)

A fabricante sueca Koenigsegg não demorou para dar uma resposta à Bugatti, depois que o automóvel “Chiron” fez de 0 a 400 km/h e retornou a ZERO em 42 segundos. Dia 5 do mês em curso (outubro de 2017), a fabricante divulgou um vídeo do “Agera RS” fazendo o mesmo em 36 segundos.

Verdade seja proclamada: o piloto de testes Niklas Lilja chegou a 403 km/h com o “Agera RS” antes de exigir tudo dos freios e parar em 37 segundos.

Mas, contando só o tempo até 400 km/h e a parada total, foram 36 segundos, ou seja, 6 segundos a menos que o “Chiron”.

 O superesportivo usado pela Koenigsegg está destinado a um cliente nos Estados Unidos e foi equipado com um “opcional” disponibilizado recentemente: um “upgrade” no motor que tira 1.378 cavalos do V8. A versão “normal” tem 1.175 cv.

O “Chiron” tem um propulsor 8.0 com 16 cilindros, que entrega 1.500 cavalos de potência. Pilotado por Juan Pablo Montoya, o esportivo da Bugatti precisou de 3.112 metros para cravar os 0-400-0.

O “Agera RS” percorreu 2.535 metros na aceleração e desaceleração dos 403 km/h. O detalhe é que a pista onde o teste foi feito, um antigo aeroporto na Dinamarca, tem 2.800 metros.

DETALHE: em 2018, a Bugatti, que faz parte do Grupo Volkswagen, quer cravar um novo recorde global de velocidade com o “Chiron”, no lugar do seu antecessor, o “Veyron 16.4 Super Sport”, que atingiu a velocidade máxima de 431 km/h no ano de 2010. É aguardar para constatar.