Bloqueios de diferenciais para Ford Troller T4 e TRX são destaques da Eaton

24 24Etc/GMT+3 maio 24Etc/GMT+3 2016 por fernandosiqueira

Conhecida pela sólida atuação no mercado off-road, devido ao vasto portfólio de bloqueio de diferencial, a Eaton participa mais uma vez da Fenajeep. Nesta edição da feira, que acontecerá de 25 a 29 de maio, em Brusque (SC), a empresa apresentará, entre os diversos modelos, o Elocker e o Detroit Truetrac paraFord Troller T4 e TRX. Aplicáveis no eixo dianteiro, eles não necessitam de componentes adicionais para seu funcionamento, como compressores e mangueiras.

Livres de manutenção, esses bloqueios de diferenciais possuem benefícios como a melhora do desempenho da tração em situações de cidade, estrada e off-road com uma operação silenciosa e precisa. Segundo Fernando Piton, gerente de Vendas de Aftermarket da Eaton, o custo benefício desses bloqueios de diferenciais para os sistemas de acionamento selecionáveis é superior aos demais disponíveis no mercado. “A aceitação do Elocker e do Detroit Truetrac está sendo excelente no Brasil e todos os distribuidores autorizados Eaton estão aptos a atender a essa demanda específica”, afirma Piton.

Além dessas duas linhas, a Eaton levará o Detroit Locker. Disponível para a maioria dos veículos no mercado de carros, pickups e caminhões, ele oferece travamento total do eixo e, automaticamente, desbloqueia a roda com maior rotação quando a velocidade entre elas é diferente. O bloqueio, totalmente automático, é aplicado nos eixos traseiro e dianteiro e em caixa de transferência, além de ser compatível com sistemas de freios ABS.

Todos os produtos da Eaton terão preços e condições promocionais durante a Fenajeep. Os interessados em conhecer o portfólio devem visitar o stand nº 3.

Mercedes-Benz participa da 22ª edição do Brazil Classics Show

por fernandosiqueira

  • Evento conta com cerca de 300 automóveis antigos pertencentes aos principais colecionadores do País
  • Edição acontece no Tauá Grande Hotel de Araxá, entre os dias 26 a 28 de maio
  • Mercedes-Benz e concessionário Minasmáquinas oferecem test-drive dos best-sellers Classe C e GLA

Para marcar os 130 anos da invenção do automóvel, a Mercedes-Benz é patrocinadora do Brazil Classics Show 2016, tradicional evento do calendário do antigomobilismo brasileiro organizado pelo Instituto Cultural Veteran Car – MG. O encontro acontece na cidade de Araxá, no Tauá Grande Hotel, entre os dias 26 e 28 de maio e tem expectativa de público de mais de 40 mil pessoas. O objetivo é ressaltar a importância histórica do segmento automotivo, proporcionando aos convidados uma verdadeira imersão ao universo do antigomobilismo.

Como apoiadora do evento, a Mercedes-Benz consolida a relevância histórica da marca e reforça o constante investimento na inovação de seus veículos, sempre ligada às novas tendências de mercado. “Um amplo leque de modelos muito importantes para a história da Mercedes-Benz e que foram pioneiros em tecnologia à sua época será apresentado durante o evento. Essa diversidade reflete as inovações propostas pela marca ao longo de sua existência oferecendo produtos cada vez mais seguros e tecnológicos”, afirma Holger Marquardt, diretor geral Automóveis América Latina e Caribe.

“Cerca de 300 automóveis raros e preciosos de colecionadores de todo o País serão exibidos durante o evento. Estima-se que, no Brasil, o antigomobilismo tenha aproximadamente 10 mil praticantes e a cada ano milhões de pessoas são atraídas pelos diversos encontros de modelos clássicos que ocorrem em todos os estados. O Brazil Classics Show é referência por aliar um grande número de belíssimos e muito bem conservados automóveis a um cenário cinematográfico”, destaca o presidente do Instituto Cultural Veteran Car – MG, Otávio Pinto de Carvalho.

Além da exposição dos clássicos automotivos, o evento conta com o famoso passeio dos automóveis pelas ruas de Araxá, Leilão de Veículos e a Feira de Peças, que oferecerá diversos produtos raros e originais voltados para a restauração dos veículos de colecionadores. O concessionário Mercedes-Benz Minasmáquinas oferece também a oportunidade de os visitantes realizarem test-drive com dois de seus best-sellers, o sedã Classe C e o SUV compacto GLA.

BRAZIL CLASSICS SHOW 2016 

Realizado há 32 anos, o evento nasceu da paixão de amigos colecionadores que resolveram criar uma data para celebrar o encontro e a exposição de seus veículos. Passados todos esses anos, o evento hoje reúne colecionadores de todo o Brasil. “O objetivo é a congregação dos antigomobilistas de todo o País para mostrar o trabalho realizado nas restaurações e incentivar a preservação deste importante segmento da história mundial”, sintetiza o Presidente do Instituto Cultural Veteran Car – MG, Otávio Pinto de Carvalho.

PROGRAMAÇÃO BRAZIL CLASSICS SHOW 2016

DIA 26 DE MAIO – Quinta-feira

15h – Assembleia da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA)

18h – Abertura oficial do evento

DIA 27 DE MAIO – Sexta-feira

Manhã – Passeio pela cidade de Araxá

19h – Leilão de automóveis antigos no pátio de exposição

21h – Teatro “Os Sem Vergonhas”, de Daniel Botti.

DIA 28 DE MAIO – Sábado

19h30 – Festa de Premiação

22h – Festa de Encerramento

Informações pelo site www.brazilclassics.com.br.

 

Bridgestone explica as estruturas do pneu

por fernandosiqueira

Os pneus são o principal elo entre o veículo e o solo. Eles suportam a carga do veículo e absorvem os impactos do terreno. Além disso, eles exercem influência em todo o comportamento dinâmico de um carro e suas boas condições favorecem a segurança do motorista e dos passageiros.

Mesmo sendo um bem durável e importante item de segurança, a maioria das pessoas não conhece todas as partes que compõem um pneu”, alerta José Carlos Quadrelli, gerente geral de Engenharia de Vendas da Bridgestone. “O pneu possui diversos componentes cujas funções influem diretamente nos sistemas de suspensão, transmissão, tração, direção e frenagem. Seu conhecimento adequado ajuda o consumidor a ter mais segurança e economia com o seu veículo”, diz.

Para ajudar os motoristas, a Bridgestone, maior fabricante de pneus do mundo, elaborou o seguinte material detalhando as estruturas e suas respectivas funções:

Estruturas de um pneu:

  • Banda de rodagem: é a única parte do pneu em contato com o solo. O desenho da banda de rodagem afeta a aderência em pisos secos e molhados e influência diretamente a emissão de ruído e a drenagem de água. A banda de rodagem possui os seguintes elementos principais:

– Sulcos: servem para drenar a água, evitar deslizamento, refrigerar e reduzir ruídos. São neles que se encontram os TWIs (Tread Wear Indicator) que sinalizam quando o pneu deve ser trocado.

– Ombro: essa parte do pneu é uma das que mais sofrem pelos desgastes excessivos. É uma área de grande esforço, pois recebe a força lateral durante as curvas e tem arrastes intermitentes.

– Barras: as barras geram a tração e são a parte em contato com o solo.

– Ranhuras: auxiliam a drenagem de água e a refrigeração do pneu. As ranhuras também são responsáveis por diminuir a ressonância.

  • Lateral: possui borracha com propriedades específicas mais resistentes à fadiga gerada pela grande solicitação de flexão e extensão, além do envelhecimento devido ao tempo de exposição a ações climáticas. Também sofre abrasões intermitentes devido a roçamentos.
  • Talão: é formado por fios de aço banhados por cobre e revestido individualmente por borracha para evitar a oxidação e facilitar a adesão. O talão fixa o pneu na roda de maneira a evitar o vazamento de ar e garantir que não ocorrerá destalonamento durante a solicitação normal de uso.
  • Cintas estabilizadoras: as cintas têm influência direta no desempenho do pneu, na dirigibilidade, no conforto e em sua durabilidade. Cada cinta é formada por fios de aço de configurações específicas para determinadas aplicações e é revestida de borracha para facilitar a adesão com outros compostos de borracha. Tem a função de proporcionar estabilidade na zona de rodagem, proteger a carcaça de impactos e perfurações, além de restringir o diâmetro do pneu.
  • Carcaça: também possuindo direta influência no desempenho, a carcaça é formada por cordonéis de poliéster, nylon ou aço. As lonas de corpo recebem uma camada de borracha de ambos os lados para aumentar a adesão e evitar atrito interno. A carcaça resiste à pressão, suporta peso, choques, esforços gerados pelo torque do motor e aquecimento gerados por alta velocidade.

§  Estanque ou liner: presente nos pneus sem câmara de ar, o estanque é o revestimento interno formado por camadas de borracha que protegem a carcaça contra umidade, além de estancar o vazamento do ar comprimido, evitando a perda de pressão do pneu.

DICAS E CUIDADOS PARA A CONSERVAÇÃO DA PINTURA DE CARROS

por fernandosiqueira

A conservação da pintura do carro é um item muito importante, sobretudo quando se pensa na valorização dele para conservar sua aparência, ou também quando se planeja vendê-lo. Vários fatores são fundamentais para garantir a resistência da pintura de um veículo, principalmente se o proprietário investiu na repintura. Confira abaixo:

Serviços de repintura

Antes de falarmos da conservação, é preciso observar alguns detalhes já antes da realização do serviço. Um dos mais relevantes é o material a ser utilizado: os produtos à base de água e de alto-sólidos garantem uma durabilidade superior aos convencionais de mercado.

Importante também contar com profissionais que tenham conhecimento para a preparação e aplicação dos produtos e sejam qualificados para fazer o melhor uso de um produto com desempenho superior.

As boas práticas de conservação e limpeza do local onde o serviço de pintura é realizado também contribuem positivamente para a durabilidade e resistência da repintura automotiva.

O que pode influenciar a durabilidade e resistência da pintura quando o carro é repintado

Vários fatores são fundamentais para garantir a resistência da repintura de um veículo: o material utilizado é o item de maior relevância, pois os produtos à base de água e os de alto sólidos garantem uma durabilidade superior aos convencionais de mercado.

Outro fator de muita relevância é o conhecimento do profissional na preparação e aplicação dos produtos. O ideal é que o profissional seja qualificado para fazer o melhor uso de um produto com desempenho superior.

Outros fatores como boas práticas e conservação da limpeza do ambiente de pintura também contribuem positivamente na durabilidade e resistência da repintura automotiva.

Costumes dos proprietários que desgastam a pintura do veículo

Deixar o veículo sujo ou fazer polimentos frequentes e/ou excessivos são ações que contribuem para o desgaste precoce da pintura dos veículos.

O que fazer para conservar a repintura por mais tempo

– Lavar o veículo sempre a sombra, utilizando produtos automotivos específicos;

– Usar sempre um  sabão de pH neutro para evitar manchas e desgastes na pintura;

– Lavar imediatamente com água qualquer excremento de pássaros ou seiva de árvores que tenham caído na pintura do veículo;

– Não usar gasolina, álcool ou outros solventes na superfície pintada e no caso de eventual queda lave imediatamente com água;

– Evitar, sempre que possível, estacionar em locais expostos a intempéries e resíduos industriais;

– Em veículos repintados evitar a lavagem automática nos primeiros 30 dias após a repintura, bem como não aplicar cera nos primeiros 90 dias.

Como aumentar a vida útil da pintura

A melhor maneira de aumentar a vida útil da pintura é conservar o veículo limpo e protegido de intempéries. No caso de veículo com repintura existem muitas diferenças entre os produtos utilizados nas oficinas de reparação, como de durabilidade entre os veículos pintados com produtos base água, alto-sólidos e convencionais.

Diferenças de cuidados de um carro com pintura original e de um carro com repintura

A principal diferença está na escolha do produto que vai repintar o carro. Há produtos de alto-sólidos ou à base de água que têm resistência bem próxima de uma pintura original e oferecem garantias estendidas do reparo. Por outro lado, há produtos de qualidade inferior, que não proporcionam a durabilidade adequada.

A principal diferença entre a tecnologia original e a de repintura está na resistência aos raios UV e químicas. Nos casos das tecnologias de repintura de alto-sólidos e à base de água essa diferença é pouco percebida.

Nos comparativos entre as linhas convencionais, essa diferença é grande: nos casos em que a resistência aos raios UV é baixa, podem ocorrer desbotamento da cor e a calcinação (queima) da pintura. Já, no caso de resistência química, a pintura é mais afetada no contato com seivas de árvores, fezes de pássaros e solventes diversos.

Outros cuidados

Evite, se possível, deixar o veículo embaixo de árvores, pois a seiva e as fezes de pássaros são bem ácidas e não só prejudicam a pintura, mas também danificam quimicamente o verniz, pois são de difícil remoção.

Os raios solares são também bem agressivos a qualquer tipo de material e para pinturas automotivas não é diferente, pois queimam a pintura e desbotam a cor; e, por fim, as goteiras, pois são carregadas de alguns saisque também danificam a pintura.

Se for cobrir o carro, é importante manter toda a superfície do carro uniformemente coberta com uma capa de boa qualidade, para evitar que o material também manche a pintura do veículo.

Lavagem

Se o carro estiver muito empoeirado retire a poeira antes de lavar. Recomenda-se lavar os veículos a sombra.

Se a lavagem for realizada em casa, use um sabão de pH neutro – não use gasolina, álcool ou outros solventes na superfície pintada e, no caso de eventual queda, lave imediatamente com água. Seque o carro para evitar o acúmulo de novas sujeiras e, claro, manchas na pintura.

Evite a lavar o carro com métodos automáticos se o mesmo estiver recém- pintado: somente após 30 dias do serviço realizado. O mesmo vale para aplicação de cera: somente após 90 dias. Quando puder encerá-lo, procure um profissional qualificado.

Maus hábitos

Deixar o veículo sujo ou fazer polimentos frequentes são costumes que contribuem para o desgaste da pintura dos veículos. A melhor maneira de aumentar a vida útil da pintura é conservar o carro limpo e protegido de intempéries. Estes cuidados valem para veículos de todas as cores, inclusive brancos, pois atualmente as tecnologias de aplicação original são iguais, pois a montadora varia a cor do carro, mas utiliza o mesmo verniz como camada de proteção final da cor.

Caso ocorra algum problema na pintura do seu veículo, procure um profissional qualificado que fará uma avaliação do reparo que deverá ser feito. Muitas vezes, o reparo é um simples polimento; já em outros casos, é necessário remover a tinta e o tratamento começar na chapa do carro.

Lançada a Chevrolet S10 modelo 2017

por fernandosiqueira

Chevrolet S10 ganhou visual inspirado na americana Colorado (Foto: André Paixão/G1)

Picape ganhou visual inspirado em novos modelos da GM.
Todas as versões estão mais equipadas, mas só há dois airbags.

Durante uma das paradas no test drive do lançamento da Chevrolet S10 2017, na região de Ribeirão Preto (SP), um dono de uma S10 da atual geração encosta ao lado dos novos exemplares e pergunta se aquele é o novo modelo. Ao receber a afirmativa como resposta, e depois de “examinar” as novidades, ele dispara: “Esta é a minha oitava S10 seguida. Pelo visto, eu já sei por qual modelo vou trocar”.

Assim como o atento motorista, a S10 possui uma legião de admiradores. Não à toa, o segmento de picapes médias é dominado há 20 anos por ela.

Mas a chegada da nova geração da Toyota Hilux, no final do ano passado, acendeu a luz amarela nos escritórios da General Motors. Desde dezembro, a pick-up japonesa tem batido a S10 nas vendas mensais.

Para completar, a Ford Ranger foi re-estilizada e a novata Fiat Toro que, embora não concorra diretamente com a pick-up da GM, por ser menor, tem vendido mais. Mas deixar escapar uma liderança de duas décadas não está nos planos da montadora americana, e a Chevrolet acaba de lançar a linha 2017 da S10, que ganha um novo visual dianteiro e interno e passa por pontuais mudanças mecânicas.

A melhor das notícias, porém, é algo que não mudou: a tabela de preços. A GM manteve os valores do modelo que acabou de sair de linha.

Tabela de concorrentes da Chevrolet S10 (Foto: Divulgação)

Chevrolet S10 e a 'prima' americana, Colorado (Foto: Divulgação)
Chevrolet S10 e a ‘prima’ americana, Colorado (Foto: Divulgação)

Inspiração americana
A atual geração da S10, lançada em 2012, apesar de contemporânea, trazia um visual datado, ainda que mais moderno do que rivais como Mitsubishi L200 e Nissan Frontier têm até hoje no Brasil. A nova re-estilização teve como função deixar a pick-up parecida com a “prima” americana, Colorado.

Assim, a S10 passa a ser uma das pick-ps com visuais mais modernos da categoria, junto com as recém-lançadas Ford Ranger re-estilizada e nova Hilux.

A dianteira foi atualizada de acordo com os modelos mais recentes da GM, o brasileiro Cobalt e os americanos Cruze e Malibu (que ainda chegarão ao Brasil). Isso significa uma grade mais larga, que agora alcança os faróis e possui uma divisão mais clara entre as tomadas de ar, com o símbolo da Chevrolet projetado à frente. As luzes ganharam assinatura da marca em LED e a peça dos faróis está mais afilada.

A outra novidade perceptível é a tampa da caçamba, que agora traz a câmera de ré integrada (nas versões equipadas com tal item). O restante da parte externa da S10 pouco mudou.

Painel da Chevrolet S10, nas linhas 2016 (acima) e 2017 (abaixo) (Foto: Divulgação)
Painel da Chevrolet S10, nas linhas 2016 (acima) e 2017 (abaixo) (Foto: Divulgação)

Interior
A cabine também aproveitou a inspiração nos utilitários americanos da GM. O painel é idêntico ao da Colorado e representa uma grande evolução na comparação com o anterior, tanto em desenho, como em qualidade.

O incomum círculo que trazia os comandos do ar-condicionado foi substituído por botões convencionais, em formato mais horizontal. Todo o conjunto, porém, ganhou aspecto de requinte, compatível com as rivais de categoria.

Mais equipada
Todas as versões da picape ficaram mais equipadas. As duas opções mais completas, LTZ e High Country, por exemplo, passam a contar com sensores de luz, chuva e estacionamento dianteiro – itens indispensáveis em um veículo que custa mais de R$ 150.000,00. Outra novidade é a chegada do sistema de assistente pessoal OnStar, gratuito por 12 meses. A marca não informou o valor da assinatura após este período.

A versão automática e a diesel mais barata da S10, LTZ, que custa R$ 150.190,00, desbanca com sobras a Hilux em preço, na versão intermediária (SR), de R$ 152.320,00. Enquanto a S10 sai de fábrica com controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampas, alertas de colisão frontal e mudança de faixa, ar-condicionado digital, central multimídia e retrovisor interno eletrocrômico, a Hilux SR oferece apenas ar-condicionado convencional, computador de bordo e central multimídia.

O deslize é que todas as versões do Chevrolet saem de fábrica apenas com os dois airbags frontais obrigatórios por lei. A Ranger, contemporânea no ciclo de gerações, já oferece bolsas laterais e cortina desde a configuração “de entrada”.

E apenas as versões mais caras da S10 trazem os controles de tração e estabilidade, falha também presente na Hilux. A Ranger, por sua vez, traz os equipamentos em todas as versões.

Interior da Chevrolet S10 ficou mais moderno e com acabamento melhor (Foto: Divulgação)
Interior da Chevrolet S10 ficou mais moderno e com acabamento melhor (Foto: Divulgação)

Evoluções pontuais
O conjunto mecânico, que passou por mudanças na linha 2015, foi mantido. Apenas o motor 2.4 flex foi aposentado. Seguem em linha o 2.5 Ecotex flex, de até 206 cavalos de potência, e o 2.8 turbodiesel, de 200 cavalos de potência. Ambos ajudam a S10 a ser a pick-up mais potente da categoria.

O conjunto de transmissões, manual ou automática, sempre de 6 marchas, também não mudou.

A principal alteração na mecânica foi a troca da direção hidráulica por uma elétrica. A troca também ajudou a pick-up a ficar 35 kg mais leve. “Mesmo com o acréscimo de equipamentos, conseguimos fazer com que a pick-up perdesse peso”, afirmou Marcelo Bertocchi, engenheiro da Chevrolet. Além da “dieta”, a S10 está mais silenciosa em 8%, de acordo com a própria GM, graças também à vidros mais espessos.

Outra redução foi no consumo. A Chevrolet diz que a S10 2017 “bebe” até 5% menos do que a 2016. Neste caso, a maior responsável é a aerodinâmica, que ganhou grades, defletores, capota marítima e estribos menos resistentes a rolagem. Pneus verdes também foram adotados.

O Inmetro só fez medições com a versão manual, que registrou 8,8 km/l de diesel na cidade e 10,4 km/l na estrada. Durante o teste, em ciclo rodoviário, o computador de bordo da versão avaliada marcou, em média, 9,6 km/l.

Para deixar o rodar mais suave, a Chevrolet ainda recalibrou toda a suspensão, os amortecedores, molas e coxins hidráulicos, a fim de aumentar o conforto.

FONTE: Auto Esporte

Chevrolet S10 High Country (Foto: Divulgação)
Chevrolet S10 High Country (Foto: Divulgação)
FONTE: Auto Esporte

Ferrari apreendida em ação judicial de tráfico de drogas vai a leilão em São Paulo

por fernandosiqueira

Ferrari 360 Modena F1 apreendida em ação judicial por tráfico de drogas vai a leilão em São Paulo (Foto: Divulgação/HastaPública Leilões)

 Ferrari 360 Modena F1 apreendida em ação judicial vai a leilão (Foto: Divulgação/HastaPública Leilões)

Uma Ferrari 360 Modena F1 apreendida em um processo judicial criminal por tráfico de drogas irá a leilão amanhã, dia 25, com lance inicial de R$ 230.000,00. Pela tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), o esportivo está avaliado em R$ 360.900,00. O carro de luxo, de cor amarelo, fabricado no ano 2000, está em um pátio do Detran (Departamento de Trânsito), na cidade de São Paulo (SP), desde fevereiro de 2011.

A venda antecipada, antes do julgamento, foi solicitada pelo Ministério Público e autorizada pela Justiça de São Paulo, para que não ocorra maior depreciação e perda de valor do carro. O dinheiro arrecadado será depositado em uma conta judicial vinculada ao processo até que a ação seja julgada. Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, outros bens de luxo vinculados a processos criminais devem ir a leilão em breve.

O processo corre em segredo de Justiça na 17ª Vara Criminal de São Paulo, mas a equipe de Auto Esporte apurou que um homem foi preso acusado por tráfico de drogas e que foi comprovado que a Ferrari foi adquirida com o dinheiro obtido pela atividade ilegal.

Segundo dados divulgados pelo leiloeiro público oficial, existe uma pendência de R$ 20.100,00 em Imposto sobre o IPVA (Propriedade de Veículos Automotores), que deve ser paga pelo arrematante. O pagamento das diárias do pátio, no valor de R$ 25,91, será isento. Caso o carro não seja arrematado amanhã, ele deve ir a leilão novamente, com um valor de avaliação mais baixo.

 

Equipe BMW Motorrad Alex Barros Racing conquista novo pódio

por fernandosiqueira

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Mais uma vez, o autódromo de Interlagos foi o palco de uma emocionante disputa da SuperBike Brasil. Sebastiano Zerbo, da equipe BMW Motorrad Alex Barros Racing, conquistou nova vaga no pódio, com o quarto lugar, após largar em 12º na disputa. Também de BMW S 1000 RR, Danilo Lewis, da equipe Tecfil Racing Team, conquistou nova vitória, a segunda no campeonato.

O líder do torneio nacional assumiu a ponta no início da disputa e manteve até o fim da corrida. O embate ficou entre os concorrentes posicionados logo atrás de Lewis. Ao largar em 12º, Zerbo conseguiu excelente recuperação durante a corrida e chegou a figurar entre os três primeiros colocados com sua BMW S 1000 RR #81. Com problemas eletrônicos no fim, manteve a experiência para segurar o quarto lugar, mesma posição conquistada na classificação geral.

“Hoje foi bom pelos pontos na classificação. Mas, a moto escorregava muito de traseira e perdia muito grip. Com isso, não consegui avançar como pretendia. Além disso, ter corrido sem a parte eletrônica também atrapalhou. E se não fosse esses detalhes, acredito que daria para chegar mais à frente, em segundo, imagino. Mas, para o campeonato foi bom. Estamos na disputa”, considerou o italiano piloto da BMW Motorrad.

A próxima etapa da SuperBike Brasil será no dia 12 de junho, novamente no autódromo de Interlagos.

Resultado da 2ª etapa SBK PRO – 1000cc (top-10):

1) 17 – Danilo Lewis, 14 voltas em 23min11s586

2) 36-Maico Teixeira, a 9.958

3) 134-Wesley Gutierrez, a 11.951

4) 81-Sebastiano Zerbo, a 12.718

5) 68- Diego Faustino, a 13.072

6) 55- Marco Solorza, a 18.110

7) 51-José Luiz T. Cachorrão, a 28.652

8) 5 – Mauro Thomasini, a 46.799

9) 88-Diego Pretel, a 46.821

10) 26 – Sebastian Martinez, a 48.917

Classificação após duas etapas:

1) 17-Danilo Lewis, 50

2) 68-Diego Faustino, 32

3) 36-Maico Teixeira, 30

4) 81-Sebastiano Zerbo, 29

5) 134-Wesley Gutierrez, 25

6) 88-Diego Pretel e José Luiz Cachorrão, 20

8) 5-Mauro Thomassini, 15

9) 34-Bruno Corano, 13

10) 26-Sebastian L. Martinez, 12

 

Santander além das “pistas”

por fernandosiqueira

A comunicação
piloto e equipe

Uma equipe de ciclismo utiliza da comunicação por meio de rádio para montar estratégias durante as competições. As conversas acontecem entre os próprios ciclistas dentro do bloco, e a equipe de apoio que acompanha a prova em uma caravana. O treinador coordena as ações, estabelecendo uma parceria que define o que será feito por cada atleta, com o objetivo de levar a equipe à vitória.

A comunicação entre o diretor de equipe e os ciclistas é precisa graças a uma evolução no sistema de rádios, que começou nos anos 1970 em um teste com o brasileiro Emerson Fittipaldi. O uso em corridas veio pelas mãos do inovador engenheiro Colin Chapman, na época, chefe da equipe Lotus. Na ocasião, iniciou a experiência com um comunicador de avião de caça, que funcionava da seguinte maneira: ao parar o carro nos boxes, Chapman conectava um cabo de seu fone (com microfone) ao capacete do piloto para fornecer as instruções necessárias.

Atualmente o rádio é usado como ferramenta jornalística para ajudar os fãs na compreensão da corrida, além de revelar algumas declarações polêmicas ou engraçadas entre pilotos e engenheiros. Para evitar maiores constrangimentos, os trechos das conversas não são exibidos ao vivo, e sim gravados alguns segundos antes, moderados e depois transmitidos.

Modelo de comunicadores

A dinâmica e comunicação acoplada ao capacete, desenvolvida e aprimorada na Fórmula 1, está acessível hoje aos consumidores em diferentes modelos: são utilizados em momentos de lazer por motociclistas e ciclistas. No universo profissional, é um elemento nada desprezível.

CURIOSIDADES

O carro, sem combustível, tem o peso mínimo de 702 quilos. Sebastian Vettel, tetracampeão mundial, pesa 58 quilos. Ou seja, um carro de F1 pesa aproximadamente 12 vezes o piloto.

O brasileiro Rubens Barrichello é o recordista de participações na história da Fórmula 1 com 323 GPsdisputados. Barrichello correu na categoria máxima do automobilismo mundial de 1993 a 2011, acumulando 11 vitórias, 14 pole positions, 17 melhores voltas e 68 pódios. No segundo lugar do ranking de participações, está o alemão Michael Schumacher com 307 GPs.

Infográfico: Tecnologia das pistas para a vida

Confira os 7 passos para conquistar sua permissão para dirigir

por fernandosiqueira

Quando os brasileiros estão próximos de completar 18 anos, chega o momento esperado por muitos: tirar a carteira de motorista. Oficialmente nomeado como CNH (Carteira Nacional de Habilitação), o documento concede ao cidadão o direito de dirigir veículos automotores em todo o território nacional.

O processo para obtenção da “CNH” na categoria B, destinada aos motoristas de carros de passeio mudou. Nova carga horária e novos conteúdos pedagógicos foram adicionados para preparar melhor os futuros motoristas.

Roberta Torres, especialista em segurança, educação para o trânsito e formação de condutores, explica quais são os sete passos para conseguir a tão sonhada carteira de motorista.

  1. A escolha da autoescola: O primeiro passo é escolher o Centro de Formação de Condutores (CFC), mais conhecido como autoescola, que prestará todo o apoio necessário ao candidato. No CFC, o aluno realizará outras etapas para chegar à CNH.
  1. Exames: O candidato deve submeter-se a dois exames iniciais: psicológico e de aptidão física e mental, que serão realizados em clínicas e/ou com profissionais credenciados e indicados pelo Detran.
  1. Curso teórico-técnico: O terceiro passo é o curso teórico. Nele, os candidatos à obtenção da CNH terão 45 horas/aula com conteúdo pedagógico determinado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Neste momento, os candidatos aprenderão sobre regras previstas no Código de Trânsito Brasileiro, direção defensiva, primeiros socorros, meio ambiente e cidadania e mecânica básica.
  1. Exame teórico: Em seguida, é a hora de realizar o exame teórico, aplicado pelo Detran, no qual serão avaliados os conhecimentos do futuro motorista acerca do conteúdo apresentado nas 45 horas/aula de curso.
  1. Aulas no simulador de direção¹: Nesta etapa, os candidatos à CNH serão submetidos a treinamento simulado de acordo com conteúdo pedagógico determinado pelo Contran. Ele é apresentado a situações que não poderiam ser reproduzidas e treinadas em vias públicas em segurança. As aulas são evolutivas e o aluno vivencia ambientes que reproduzem a realidade, em situações com diferentes graus de dificuldade, e conhece a forma correta de reagir a estes eventos. Dessa forma o candidato pode fixar o conteúdo teórico aprendido, conhecer os comandos e controles básicos do carro e ter a experiência de conduzir em situações como direção em rodovias, serras, sob neblina, chuva e aquaplanagem, além de aulas em cenário noturno e sob efeitos do álcool no organismo, complementando assim a grade pedagógica para uma boa formação teórica e prática. Quem desejar pode ainda realizar mais três aulas facultativas no simulador, sendo elas de conteúdo noturno. Alguns estados² determinam que a aula no simulador aconteça depois da emissão da Licença para Aprendizagem de Direção Veicular (LADV). Em outros, elas podem acontecer antes. Os alunos devem verificar esta determinação junto ao CFC ou ao Detran.
  1. Aulas práticas no veículo: Nesta etapa, o aluno realizará 20 aulas práticas no veículo, ou 17, caso tenho optado por realizar as três aulas de conteúdo noturno no simulador de direção veicular. O candidato será submetido à direção em vias públicas com fluxo de veículos e pedestres. Com o resultado da prática no simulador, que emite um relatório com incidências de erros de conduta, infrações de trânsito e pontos que o aluno teve mais dificuldade, pode-se intensificar a prática de situações que precisam ser aprimoradas.
  1. Exame de direção: Finalizadas as aulas práticas, o último passo para a obtenção da carteira de motorista é o exame de direção. Nele, a capacidade dos futuros motoristas será avaliada a partir de uma série de critérios previamente determinados pelos órgãos responsáveis.
  1. Em alguns Estados do Brasil, os simuladores de direção ainda não estão totalmente implementados nas autoescolas. Porém, mesmo sem a realização desta etapa, os alunos não serão prejudicados, pois realizarão toda a carga horária prática (25 horas/aula) no veículo.
  2. Estados que permitem realização de aulas no simulador de direção antes da emissão da LADV: BA, DF, MA, MG, PA, PI, PR, RJ, RO, RR, RS e SP. Estados que permitem realização de aulas no simulador de direção após a emissão da LADV: AC, AL, AM, ES, GO, MS, MT, PB, PE, RN, SC, SE e TO.

Ford Caminhões reúne rede de Distribuidores para o momento do “Cargo Torqshift”

por fernandosiqueira

A Ford Caminhões reuniu seus distribuidores exclusivos para o “Momento do Cargo Torqshift”, como mais uma etapa do programa de lançamento de sua linha de caminhões médios e pesados automatizados, que acaba de chegar ao mercado. Esse evento, um dos maiores do gênero na área de caminhões, teve a participação das equipes de vendas e serviços da rede, hoje formada por 120 pontos de atendimento em todas as regiões do País.

A linha Cargo Torqshift tem seis novos modelos com câmbio automatizado, com capacidade de 16 a 45 toneladas: Cargo 1723 Torqshift, Cargo 1723 Kolector Torqshift, Cargo 1729R Torqshift, Cargo 2429 Torqshift, Cargo 1729T Torqshift e Cargo 1933T Torqshift. O programa teve sessões de treinamento, além de um test-drive comparativo com modelos concorrentes.

“A linha Cargo Torqshift traz uma série de recursos novos e avançados que aumentam a rentabilidade do frotista e o conforto do motorista. A melhor forma de conhecer essas vantagens é treinar a nossa força de vendas para comprovar isso rodando com os caminhões implementados na pista”, diz João Pimentel, diretor de Operações da Ford Caminhões.

O encontro serviu também para destacar a estratégia de negócio da Ford Caminhões. Ou seja, oferecer produtos de qualidade, com excelência em serviços e um amplo relacionamento com os clientes. “A qualificação constante de nossas equipes é parte fundamental para termos uma forte marca de caminhões. É importante ressaltar que nos nossos encontros com representantes dos distribuidores tivemos uma excelente percepção dos nossos novos produtos. Temos uma expectativa realista, mas bem otimista em relação ao sucesso dos modelos Cargo automatizados”.

1.300 km de teste

O evento “Momento Torqshift” teve quatro dias de duração, com a participação de gerentes, vendedores e equipes de serviço dos distribuidores Ford Caminhões. O test-drive foi uma parte fundamental deste programa: no total, os participantes rodaram mais de 1.300 km em testes para conhecer o funcionamento da transmissão automatizada, que combina o conforto das trocas automáticas com a economia e robustez de uma caixa manual.

Comparada às automáticas convencionais, a transmissão automatizada da linha Torqshift tem como vantagens o menor custo de aquisição e reparo, a maior economia de combustível – que chega a 10% – e a facilidade de manutenção. Outro diferencial é o sistema de proteção da embreagem que aumenta em quatro vezes a durabilidade do conjunto.

Além de trocas eficientes, nos modos Economia e Performance, ela conta com a opção de trocas manuais, a exclusiva função “Low” de marchas reduzidas, piloto automático inteligente e assistência de partida em rampa. Para o motorista, ela oferece uma nova sensação de dirigir, com muito mais conforto e segurança, aliado à rentabilidade que o frotista espera do caminhão.