Anfavea: o “momento da virada” da indústria chegou, mas depende das reformas

6 06Etc/GMT+3 setembro 06Etc/GMT+3 2016 por fernandosiqueira

Fábrica Jeep - Goiana

A indústria automotiva brasileira segue caminhando em passos lentos. No mês de agosto, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (6) pela ANFAVEA (Associação Nacional de Fabricante de Veículos Automotores), foram produzidos 177,7 mil veículos, número 6,4% menor do que o de julho (189,9 mil). Em relação ao mesmo mês do ano passado, a redução é mais acentuada: -18,4%.

Para o presidente da Anfavea, Antonio Megale, essa queda foi um reflexo direto da interrupção temporária da produção de algumas montadoras. Segundo o executivo, se não houvesse essa paralisação, a produção passaria das 200 mil unidades.

Fábrica Honda HR-V - produção

Por outro lado, fato positivo foi o aumento do número de licenciamentos em agosto, com 207,3 mil unidades, número que representa crescimento de 1,4% na comparação com o mês anterior, mas queda 11,3% comparado ao mesmo mês de 2015. No acumulado do ano, não há refresco: queda de 23,1% em relação a 2015 com o total de 1,348 milhão. Para se ter uma ideia do tombo, o melhor resultado foi obtido nos oito primeiros meses de 2012, ocasião em que houve 2,501 milhões de emplacamentos.

Megale destacou o crescimento e acrescentou que o resultado poderia ter sido melhor. A observação fica por conta dos Jogos Olímpicos, que trouxe uma grande visibilidade para o país e ânimo para os brasileiros, mas que acabou derrubando os emplacamentos em pouco mais de 14% no Rio de Janeiro durante a realização do evento.

Em relação ao emprego, houve uma redução de 0,7% nos postos de trabalho, com o total de 126.900 reduzido para 1126.000 trabalhadores na indústria. Atualmente, existem 20.300 profissionais no regime especial do PPE (Programa de Proteção ao Emprego). No entanto, o executivo indica que a previsão industrial é de que não haverá necessidade de reajustar para menos a produção de veículos.

Fábrica Jaguar Land Rover

Na primeira coletiva após o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Roussef concluído, o presidente da Anfavea falou sobre o tema e que considera que este é o momento da virada para a indústria automotiva. Entende que a recuperação total do setor somente ocorrerá quando o país como um todo volte a crescer, com a retomada do crescimento da economia, PIB e a confiança do consumidor. Para o executivo, é imprescindível que as reformas propostas pelo novo governo aconteçam (em especial reformas econômicas, equação dos gastos públicos com limites estabelecidos, questões trabalhistas e regulamento do serviços de terceirização).

Nas questões trabalhistas, a Anfavea espera que mudanças e ajustes sejam feitos para que a indústria nacional tenha mais competitividade frente aos mercados internacionais. Em relação à questão previdenciária, Megale também destacou ser um fator crucial para que o país tenha um horizonte melhor definido, e assim, tenha capacidade de atrair mais investimentos para retomar o crescimento.

Fotos: divulgação

FONTE: Carsale


Coluna “ALTA RODA”. Fernando Calmon

17 17Etc/GMT+3 janeiro 17Etc/GMT+3 2019 por fernandosiqueira

Atenção com os “cintos de segurança”

 

O uso de cintos de segurança ainda enfrenta grandes resistências no Brasil. A chegada das férias de verão leva a um maior número de veículos nas estradas e acidentes tendem a aumentar. Só no Estado de São Paulo, onde a fiscalização é mais rigorosa, cerca de 300.000 multas por ano são aplicadas. Nas rodovias federais do País, são mais de 200.000 anualmente.
Utilizar os cintos é essencial em qualquer percurso, longo ou curto, em cidade ou estrada. Em geral, motoristas e ocupantes se preocupam mais quando utilizam estradas. Mesmo assim, os números são assustadores. Pesquisa da Arteris, responsável por mais de 3.000 quilômetros de rodovias brasileiras, indica que 9% dos motoristas desprezam esse equipamento e quase 40% dos demais ocupantes, principalmente no banco de trás, também deixam de usá-lo.
Essa proporção não deve mudar muito em cidades. Por medo de multas, motorista e seu acompanhante no banco dianteiro são mais atentos no cumprir dessa obrigatoriedade. No banco de trás a taxa de utilização é baixíssima. A partir de 2020, todos os modelos novos à venda terão que vir de fábrica com três cintos de três pontos no banco traseiro.
Para quem pensa que está mais seguro no banco traseiro deve recordar o acidente fatal da Princesa Diana e seu namorado Dodi Al-Fayed, nas ruas de Paris, em 1997. Nenhum usava o cinto e o único sobrevivente foi o segurança do casal, no banco dianteiro, que o utilizava corretamente.
Em choque contra barreira indeformável, a pouco mais de 60 km/h, as forças geradas multiplicam por 40 vezes a massa de uma pessoa ou objeto. Isso significa que passageiro ou motorista de 75 quilos transforma-se em três toneladas ao ir de encontro a partes metálicas ou ao encosto do banco dianteiro. Dificilmente se escapa com vida sem os cintos, pois airbags têm função apenas complementar. Em colisão frontal entre dois veículos, ambos a uns 30 km/h, consequências são iguais.
A Artesp, a agência paulista que fiscaliza rodovias estaduais sob concessão, confirma em outra pesquisa: 57% das pessoas que viajavam no banco traseiro sem esta proteção, morreram em acidentes.
Outro motivo de atenção é evitar que os cintos fiquem torcidos com o seu uso descuidado. Trata-se de uma situação muito comum ao se desafivelar. As pessoas soltam a trava e simplesmente deixam a fita transversal subir até a ancoragem superior pela retração normal do carretel. Com a repetição desses movimentos o cinto começa a torcer, situação frequente em táxis ou carros utilizados em transporte por aplicativos.
Recomendação: ao destravar, acompanhe com a mão o movimento de retração até a fivela chegar à argola no alto da ancoragem. Isso vale para cintos de segurança de três pontos, dianteiros e traseiros, pois uma fita torcida perde grande parte de sua eficiência de proteção. Se isso ocorrer, vá a uma oficina ou tapeceiro, peça para destorcer e aprenda.
Ou faça você mesmo: se estiver torcido no sentido anti-horário, pegue a fivela do cinto e gire-a no sentido horário e vice-versa. Veja uma demonstração (amadora) no link: https://www.youtube.com/watch?v=XMdefdVBM_o .

ALTA RODA

ESTE ANO deve ocorrer uma boa reação das vendas de varejo (consumidor final) em relação às de atacado (faturamento direto para frotistas, locadoras, PCD e governos). Nos últimos anos o comprador comum sofreu com queda de renda e desemprego, além de crédito curto e bastante seletivo. Hoje, vendas diretas estão em torno de 40% do total. Devem recuar para um terço.
FÁBRICA da Honda em Itirapina (SP), pronta desde 2016 e mantida fechada em razão da queda de mercado, começa a produzir este mês. Primeiro produto, o Fit, se beneficiará de linha de montagem e processos industriais bem mais modernos. City será o segundo, seis meses depois. Até 2021, no ritmo de dois por ano, todos os modelos serão transferidos de Sumaré (SP).
APERTO sobre motoristas de aplicativos (Uber, 99, Cabify e outros), agora para valer, na cidade de São Paulo. Todos serão obrigados a fazer um curso, passar por aprovação, além de cadastro obrigatório. Há exigência de seguro para passageiros e CNH para atividade remunerada. Veículos terão no máximo oito anos de fabricação e serão inspecionados. Usuário, claro, pagará a conta.
TRAMITA na Câmara dos Deputados um projeto de verdadeiro incentivo para quem não paga em dia IPVA, taxa de licenciamento e multas. Apreensão do veículo ocorreria apenas quando as irregularidades fossem constatadas em segunda abordagem do condutor entre 15 dias e 12 meses após a data da primeira infração. Tal aberração não pode ser aprovada.
AINDA é cedo para confiar, mas há um aspecto interessante do projeto de uma pequena empresa alemã, a MWI. Propõe substituir velas de ignição por pulsos de micro-ondas, o que baixaria a temperatura de combustão com ganhos de até 30% no consumo de gasolina e até 80% de emissões danosas à saúde. Vantagem: poderia ser aplicado em motores atuais.

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ANUNCIO-PLATEN-PRESS-jornais-2-1

 

Coluna “ALTA RODA”. Fernando Calmon

9 09Etc/GMT+3 janeiro 09Etc/GMT+3 2019 por fernandosiqueira

Aposta otimista

As vendas de veículos no mercado brasileiro foram maiores do que todas as previsões feitas ao longo de 2018. Os dados
revelados pelo Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores), logo no primeiro dia útil do ano, indicam isso.
No entanto, os percentuais de crescimento de um ano contra o outro são mal explicados. Isso acontece porque veículos comerciais pesados muitas vezes ficam fora das estatísticas. Assim, podem ser divulgados três números que acabam por causar certa confusão. Em 2018 sobre 2017, o comércio de automóveis e veículos comerciais leves (picapes e furgões) cresceu 13,7%, de 2,17 milhões para 2,47 milhões de unidades; veículos pesados (caminhões e ônibus), de 67 mil para 96 mil unidades (mais 42%). Assim, no total, venderam-se 2.566.235 unidades,
crescimento de 14,6% sobre 2017.
O ano passado foi impactado por três eventos perturbadores de fluxo normal de vendas: greve dos caminhoneiros, Copa do Mundo de Futebol e as incertezas de eleições gerais, além do grande número de feriados. Fenabrave fez quatro previsões de vendas e a Anfavea, três. Nenhuma das entidades acertou, embora a Anfavea (em outubro último), tenha antevisto 13,7%. Em janeiro de 2018, essa coluna previu 14,1% e, assim, chegou perto.
Ainda estamos longe do recorde de 2012 (3,802 milhões de unidades). Mas tudo indica que o mercado continuará a se recuperar este ano, principalmente em razão de reformas econômicas do novo Governo Federal. Uma boa notícia, no final do governo anterior, foi a redução do seguro obrigatório de responsabilidade civil para simbólicos R$ 12,00, no caso de automóveis, a partir de 2019. A Seguradora Líder até sugeriu um aumento das indenizações, em vez da redução do preço do seguro, porém trata-se de iniciativa tardia. Houve abusos e descontroles desde sua criação em 2007.
Há outros aspectos positivos a considerar. A base comparativa continua baixa, após uma redução em torno de 50% no auge da depressão, e a frota circulante precisa de renovação. Um indicativo do aumento da procura sustentável por carros novos é a estagnação na comercialização de veículos usados. Segundo a Fenauto, a federação nacional das associações de comerciantes independentes, houve aumento de apenas 0,4% em 2018 sobre 2017 no volume de vendas de carros usados. Nos anos anteriores recentes era regra um crescimento em torno de dois dígitos.
Qual, então, seria uma boa previsão para o crescimento do mercado de veículos novos em 2019? Segundo Sérgio Vale, da MB Associados, que assessora a Fenabrave (federação nacional das associações de concessionárias), “no momento ficamos com 11%, porém se iniciativas econômicas importantes forem implantadas pode se alcançar mais de 13%.”
A Anfavea, por sua vez, antevê que as vendas totais devem crescer 11,4% sobre 2018, atingindo 2,86 milhões de unidades. Expansão da produção seria de 9% para 3,14 milhões de unidades, enquanto as exportações cairiam tanto em volume (590 mil unidades ou 6,2% menos) quanto em valores (US$ 13,9 bilhões ou 3,9% menos).
Esta coluna é mais otimista. Em ano difícil de prever, sem saber a profundidade das reformas, ainda assim aposta em 13,8%.
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BMW Group oferece passeio virtual no conceito Vision iNEXT no CES 2019, em Las Vegas (USA)

3 03Etc/GMT+3 janeiro 03Etc/GMT+3 2019 por fernandosiqueira

[MOSTRA] Edição deste ano do CES (Consumer Electronics Show), em Las Vegas, Estados Unidos,  ocorrerá entre os dias 08 e 11 de janeiro

 

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O BMW Group mostrará o futuro do prazer em dirigir e o potencial da conectividade digital em diversas formas na edição deste ano do CES (Consumer Electronics Show), que ocorre de 08 a 11 deste mês em Las Vegas, nos Estados Unidos. Os visitantes da mostra de tecnologia terão, pela primeira vez, a chance de realizar um passeio virtual a bordo do conceito BMW Vision iNEXT, acompanhados pelo Assistente Pessoal Inteligente da BMW. Com isso, o BMW Group está destacando as suas inovações nas áreas de design, condução autônoma, conectividade, eletrificação e serviços (ACES), todas definidas como chaves dentro da estratégia corporativa para o futuro NUMBER ONE > NEXT.

A experiência imersiva no conceito BMW Vision iNEXT mostrará aos visitantes como é dirigir de forma autônoma, livre de emissões e totalmente conectado. No início da simulação, o Assistente Pessoal Inteligente da BMW sugere uma agenda para o dia, planejando-as ao longo do percurso, e por meio de óculos de realidade virtual o condutor pode mergulhar nesse mundo virtual: inicialmente no comando do veículo, mas logo em seguida o BMW Vision iNEXT assume o controle no modo autônomo. A partir daí a interação maior é com o assistente pessoal, que faz sugestões e controla vários serviços digitais para o motorista, desde realizar uma video conferência até fazer compras. Assim, o conceito Vision iNEXT apresenta maneiras totalmente novas de usar o tempo ao volante. No novo BMW X5, também presente na CES, os visitantes poderão conferir as funções que estarão disponíveis para os novos modelos fabricados a partir de março deste ano.

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A cabine do BMW Vision iNEXT, por sua vez, é projetada pensando em melhorar a qualidade de vida do usuário, um “espaço favorito” que busca responder à pergunta: “como serão os carros quando eles não precisarem mais ser conduzidos por uma pessoa, mas ainda assim puderem ser?”. O BMW Assistente Pessoal Inteligente marca o alvorecer de uma nova era para a marca BMW, usando linguagem natural para interação com o veículo e para acessar às funções.

A presença do BMW Group na CES 2019 será completada com exibições de veículos ao ar livre. Uma das estrelas, é o novo BMW X5, que chega em breve ao Brasil. A BMW Motorrad, por sua vez, apresentará uma BMW R 1200 GS autônoma. Pela primeira vez, os visitantes também poderão se sentar no novíssimo BMW X7 e desfrutar de um impressionante percurso off-road.

BMW-X7

Coluna “ALTA RODA”. Fernando Calmon

2 02Etc/GMT+3 janeiro 02Etc/GMT+3 2019 por fernandosiqueira

Brasil pode avançar

Dos quatro grandes desafios impostos à indústria automotiva mundial, apenas dois chamarão mais atenção no Brasil em 2019 e nos próximos anos. Veículos autônomos estarão muito longe do mercado local e sem nenhuma previsão de efetiva introdução por problemas de alto custo, infraestrutura e regulamentação jurídica, entre outros.

Eletrificação completa (por bateria ou pilha a hidrogênio) enfrenta grandes obstáculos, dos quais o preço bastante elevado parece uma barreira inexpugnável mesmo em médio prazo. Porém, no final deste ano, a Toyota começará a produzir aqui o Corolla híbrido flex, um caminho mais adaptado à realidade nacional. Há, ainda, o carro elétrico de baixo custo com uso de motor/gerador a combustão que a Nissan desenvolve para o Kicks. Este deve estrear entre o final de 2019 e o começo de 2020.

Mas, pelo menos, o País avançará em dois campos: veículos conectados e novos serviços de mobilidade (NSM).

A boa notícia vem do forte crescimento da rede celular 4G. De apenas 10% das conexões, em 2016, chegaremos a 57% em 2020, numa posição de liderança na América do Sul. Essa expansão acelerada animou a GM a lançar, logo em meados deste ano, o primeiro modelo com internet a bordo e roteamento Wi-Fi a ser comercializado no País. A Coluna pode antecipar que o Cruze permitirá até sete usuários no mesmo chip, mas a operadora ainda não foi selecionada.

No entanto, as funcionalidades de carros conectados só serão mais bem aproveitadas com a tecnologia 5G, capaz de processar dados móveis de 10 a 20 vezes mais rápido que a atual 4G. Isso ainda demora a se implantar por aqui. Na melhor hipótese em 2025, ou seja, um atraso de cinco a seis anos em relação aos países centrais.

Segundo a Bright Consulting, de Campinas (SP), o transporte urbano vem evoluindo para algo mais abrangente, a mobilidade. Trata-se de uma mudança de conceito, menos concentrado no sistema em si e mais no usuário. A abordagem apenas de aumento de capacidade não é eficiente, nem sustentável.

Compartilhamento de carros, deslocamento individuais ou compartilhados por aplicativos e até táxis, além do papel das bicicletas em percursos mais curtos e de ligação entre modais, começam a avançar nas grandes cidades brasileiras. A oferta continua a aumentar e as perspectivas são de que não fiquemos tão atrasados nesse aspecto sobre o que acontece no mundo.

Esses NSM caracterizam-se como forma confiável, conveniente e acessível de se deslocar de um lugar para outro, além de oferecerem um modo mais fácil de realizar o pagamento. Em cidades pequenas a falta de escala é um fator inibidor, mas ao longo do tempo várias se transformarão em conglomerados médios e estes em grandes.

Para a consultoria, as novas formas de mobilidade trarão um impacto negativo discreto, entre 2% e 4% em 2025, sobre as vendas totais de veículos leves no Brasil. Afinal, cidades pequenas é que ditam, hoje, o ritmo alto da demanda. Os números serão resultado do equilíbrio entre aqueles que precisarão comprar um carro para o dia a dia ou moram e trabalham em locais relativamente distantes e usuários dos NSM.
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Os automóveis que saíram de linha e os lançamentos mais importantes de 2018

30 30Etc/GMT+3 dezembro 30Etc/GMT+3 2018 por fernandosiqueira

Fiat Palio deixa de ser produzido após 22 anos. Ford e General Motors anunciam cortes de veículos no exterior. BMW Série 3 e Porsche 911 são re-estilizados na Alemanha e Volkswagen, Fiat e Toyota apostam em compactos investem em carros compactos no Brasil.

O ano de 2018 da indústria automotiva global foi marcado por muita movimentação, não apenas pelos seus dirigentes de grande expressão, mas por renovações de carros icônicos, chegada de veículos elétricos inéditos e despedida de modelos altamente festejados.

Enquanto no exterior a Toyota, por exemplo, apresentou uma nova geração do sedã COROLLA, BMW e Porsche renovaram seus principais produtos, SÉRIE 3 e 911, respectivamente. Em nosso País, o ano de 2018 foi marcado por movimentações no segmento de veículos compactos, com lançamentos importantes por parte das montadoras Fiat, Toyota e Volkswagen.

Por outro lado, uma série de automóveis deixaram as linhas de montagem, como o FIAT PALIO, ex-líder de comercialização. Nos Estados Unidos, a General Motors Corporation anunciou o fim da produção de vários carros, incluindo o Cruze (que continua a ser vendido no Brasil), o Impala e o Volt, elétrico.

Veja, abaixo, o que mudou no ano 2018 na indústria automotiva

Modelos que chegaram

Novos SUVs elétricos

Os Utilitários Esportivos e elétricos são duas das mais fortes tendências entre os veículos para os próximos anos. Ao longo de 2018, Audi, Jaguar e Mercedes-Benz, viabilizaram seus projetos. Os ingleses saíram na frente, lançando o Jaguar I-Pace.

Em setembro (2018), a Audi e a Mercedes-Benz lançaram os seus SUVs elétricos, respectivamente “E-tron” e “EQC”.

Audi E-tron é apresentado no Salão de Paris 2018 — Foto: Benoit Tessier/Reuters

Audi E-tron é apresentado no Salão do Automóvel de Paris (França) 2018.  FOTO: Benoit Tessier/Reuters

Carros elétricos no Brasil

Embora atrasado, o Brasil parece aderir à moda dos automóveis elétricos. No Salão Internacional do Automóvel de São Paulo 2018, realizado no mês de novembro,  montadoras apresentaram modelos movidos à eletricidade. Apesar de as vendas começarem apenas em 2019, os veículos tiveram seus preços revelados na mostra.

Chevrolet Bolt apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo 2018 — Foto: Fábio Tito/G1

O Bolt, da GM, foi um dos apresentados no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo 2018. FOTO: Fábio Tito/G1

A General Motors do Brasil tornou público que vai vender o “Bolt” em nosso País e até definiu o preço: R$ 175.000,00. A Nissan, por outro lado, confirmou a venda do “Leaf”, por R$ 178.400,00. A Renault apresentou o “Zoe”. PREÇO: R$ 149.990,00. A Jac Motors, que não participou do Salão, afirmou que irá vender no Brasil em 2019, uma versão elétrica do “T40”, denominada “E40”, por R$ 129.990,00.

Clássicos renovados

Porsche 911 ganha nova geração para 2019 — Foto: Divulgação/Porsche

Porsche 911 ganha nova geração para o ano de 2019. FOTO: divulgação/Porsche

Os automóveis Toyota Corolla, Porsche 911 e BMW Série 3 são tradicionais há décadas. São, não há negar, os produtos mais conhecidos das marcas. Em 2018, os três foram re-estiliziados.

Veja o aspecto futurista que a Porsche imprimiu ao modelo 911, com lanternas que reproduzem um efeito 3D. Ainda assim, faróis redondos e a silhueta característica reforçam os traços mais marcantes do esportivo produzido em Stuttgart, na Alemanha. Na parte técnica, o 911 Carrera ficou ainda mais atraente, com seus 450 cavalos de potência.

Nova geração do BMW Série 3 é apresentada no Salão de Paris 2018 — Foto: Eric Piermont/AFP

Nova geração do BMW Série 3 foi apresentada no Salão do Automóvel de Paris (França), 2018. FOTO: Eric Piermont/AFP

Como podemos ver na foto acima, a BMW alterou muito o Série 3. O carro ficou maior e mais tecnológico, ganhou um assistente pessoal com inteligência artificial. Por outro lado, a distribuição de peso clássica de 50% em cada eixo foi mantida, assim como a tração traseira.

A Toyota, pensou grande ao lançar a 12ª geração do sedã Corolla. Além do desenho totalmente renovado, a maior novidade é a inédita versão híbrida, que será oferecida em 90 países, inclusive no Brasil, e, segundo se comenta, deve produzir o modelo a partir do final de 2019 em sua unidade fabril de Indaiatuba, no Estado de São Paulo, que vai receber R$ 1 bilhão de investimento.

Toyota Corolla sedã da 12ª geração — Foto: Toyota/Divulgação

Eis a décima segunda geração do Toyota Corolla sedã. FOTO: Toyota/Divulgação

Os compactos e o Brasil

Fiat, Toyota e Volkswagen agitaram o mercado nacional com novos modelos compactos em 2018.

Em janeiro, chegou o automóvel VIRTUS, da Volkswagen, a versão sedã do novo POLO. No mesmo segmento do Honda City, o modelo se consolidou como o líder da categorias dos sedãs compactos, conforme dados da Fenabrave (Federação Nacional dos Concessionários de Veículos Automotores) .

Volkswagen Virtus — Foto: Marcelo Brandt/G1

Sedã Volkswagen VIRTUS: elegância, requinte e tecnologia. FOTO: Marcelo Brandt/G1

Logo, a FCA (Fiat Chrysler Automobiles (divisão Fiat) reagiu e lançou o CRONOS, carro da mesma família do hatch Argo. Um pouco menor do que o VIRTUS, o CRONOS acabou posicionado em outra categoria, a de sedãs compactos, na qual a concorrência é maior. O modelo deve encerrar 2018 como o 5º colocado no segmento.

A Toyota fez sua investida no segmento, em junho/2018, com o lançamento do YARIS, nas versões sedã e hatch. O modelo foi lançado no mercado nacional para preencher a lacuna entre os automóveis Etios e o Corolla.

A vez do Ford Mustang

Veja como anda o novo Ford Mustang na pista

Finalmente, a Ford lança no Brasil a nova geração do icônico esportivo  Mustang. FOTO: divulgação

Depois de muitas tentativas, o esportivo mais famoso da Ford começou a ser comercializado no Brasil. A EMPRESA apostou em um pacote de equipamentos recheado e preço mais baixo do que o Camaro.

ADEUS PALIO

Fiat Palio — Foto: Divulgação

Fiat Palio, após angariar adeptos, deixa de ser produzido. FOTO: divulgação

Fiat “descontinua” o Palio

Em meio a muitos lançamentos, houve também despedidas de carros muito interessantes. No Brasil, a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) fez mudanças profundas. Com a chegada do Argo, a Fiat havia encerrado a produção dos modelos Punto e Bravo.

Em 2018, um de seus modelos mais famosos, o  PALIO deixou a linha de produção depois de 22 anos e mais de 3.000.000 de unidades vendidas. O Fiat PALIO foi o automóvel mais comercializado do Brasil no ano 2014. No entanto, aos poucos, foi perdendo espaço para os concorrentes, mais modernos.

Chrysler 300C — Foto: André Paixão/G1

Chrysler 300C — Foto: André Paixão/G1

A Fiat também deixou de vender em nosso País o subcompacto “500”. A fabricante até importou um pequeno lote do México, mas o modelo acabou descontinuado. A marca Chrysler também deixou de comercializar veículos novos no Brasil. A gama da empresa era formada pelo sedã de luxo 300C e a van Town & Country.

Mais despedidas

Renault Fluence — Foto: Divulgação

Automóvel sedã Renault Fluence. FOTO: divulgação

A Renault do Brasil anunciou, que o sedã médio FLUENCE não seria mais vendido no País. As últimas unidades do estoque foram entregues nos primeiros meses de 2018, totalizando menos de 700 veículos até novembro. No mesmo período, o  líder, Corolla, teve mais de 50.000 unidades comercializadas.

A Kia até chegou a apresentar o subcompacto PICANTO com visual atualizado no início de 2018. Custava pouco menos de R$ 60.000,00 e trazia motor 1.0 e câmbio automático. Foram vendidas aproximadamente 100 unidades. Depois disso, com o dólar em alta, o importador da fabricante coreana, Luís Gandini, deixou de trazer o modelo para o mercado nacional.

J5 durante o Salão do Automóvel de 2014 — Foto: Caio Kenji/G1

O J5 durante o Salão Internacional  do Automóvel de São Paulo  2014. FOTO: Caio Kenji/G1

O câmbio desfavorável, a defasagem dos produtos e a alta procura por Utilitários Esportivos, fizeram com que a Jac Motors deixasse de importar boa parte dos modelos lançados juntos com a marca no Brasil, há sete anos. Deixaram de ser oferecidos ao mercado nacional os modelos J2, J3, J5  e J6.

Mudanças de estratégia

Em outros países, algumas montadoras de automóveis  anunciaram uma mudança na estratégia de oferta de produtos. A Ford, por exemplo, prometeu que sua linha de fabricação de carros nos Estados Unidos será composta em 90%, por pick-ups e Utilitários Esportivos. Com isso, veículos como Fiesta e Fusion devem sair de linha nos próximos anos.

A General Motors Corporation, ao comunicar o fechamento de fábricas nos Estados Unidos, “matou” 8 automóveis das marcas Chevrolet, Cadillac e Buick. Estão na lista modelos conhecidos dos brasileiros, como o elétrico Volt, o sedã de luxo Impala e o sedã Cruze (que segue em linha no Brasil, importado da Argentina).

Adeus ao Fusca

A Volkswagen AG, por seu turno, declarou que vai “descontinuar” o FUSCA. A releitura do clássico, que aconteceu no ano de 1997, e foi renovada em 2011, deixará de ser produzida novamente. O modelo, que não era mais um veículo popular, havia deixado de ser comercializado em nosso País.

Volkswagen lançou uma edição especial de despedida do carrinho nos Estados Unidos.

VW Beetle Final Edition — Foto: Divulgação

Volkswagen Beetle Final Edition. FOTO: divulgação

Bolsonaro diz que avalia estender para 10 anos o prazo de validade da CNH

por fernandosiqueira

Nos dias atuais, o motorista deve renovar a Carteira Nacional de Habilitação a cada 5 anos. Jair Bolsonaro se manifestou sobre o tema em seu “Twitte”

O  governo do Rio de Janeiro extinguiu a vistoria anual de veículos e tornou público que fará gestões no sentido de passar para 10 anos a validade da CNH (Carteira Nacional de Habilitação), cujo prazo é de 5 anos.

“Parabenizo o governo do RJ por extinguir a vistoria anual de veículos. Outrossim, informo que faremos gestões no sentido de passar para 10 anos a validade da Carteira Nacional de Habilitação (hoje, seu prazo é de 5 anos)”, declarou Jair Bolsonaro.

Uma iniciativa inteligente, prática, que vai ao encontro dos interesses dos motoristas de todo o Brasil. Uma demonstração inequívoca do elevado espírito público do futuro dirigente.

Ford Mustang é o esportivo mais rápido do ano

29 29Etc/GMT+3 dezembro 29Etc/GMT+3 2018 por fernandosiqueira

O Ford Mustang ganhou mais um prêmio no mercado brasileiro: foi o esportivo mais rápido de 2018 em teste realizado pela Folha-Mauá 2018, com aceleração de 0 a 100 km/h em 4,4 segundos. Parceria entre o jornal Folha de São Paulo e Instituto Mauá de Tecnologia, o tradicional teste Folha-Mauá mede o desempenho dos carros na pista usando instrumentos de precisão e GPS.

O Mustang é equipado com motor V8 de 466 cavalos de potência e transmissão automática de 10 velocidades, com trocas rápidas, “que fez diferença na pista”, segundo a publicação. O segundo e terceiro colocados foram, respectivamente, o Camaro (4,6 s) e o Jaguar F-Type (6,2 s). O “muscle car” da Ford foi igualmente superior na medição de retomada de 80 km/h a 120 km/h, que testa a elasticidade do motor, com a marca de 2,7 segundos.

O comparativo destaca, ainda, a folgada liderança do Mustang em vendas na categoria, com 928 unidades até novembro, mais de 5 vezes à frente do segundo colocado, o Porsche 911, segundo dados da Fenabrave, que representa as concessionárias de veículos.

Prêmios

Comercializado pela primeira vez no Brasil em seus 54 anos de história, o Mustang conseguiu o feito raro de conquistar todos os prêmios da imprensa especializada dos quais participou em 2018. Foram muitos títulos, incluindo: Americar, Car Awards Brasil 2019 da Car Magazine, Os Melhores do Jornal do Carro 2019, Prêmio Autodata 2018, Carro do Ano 2019 e Motor do Ano 2019 da Autoesporte, Prêmio UOL Carros 2018, Compra do Ano 2019 da Motor Show, L’Auto Preferita (categorias Premium/Luxo, L’Auto Preferita e Campanha Publicitária), Prêmio Carpress 2018 (Melhor Carro Premium e Escolha da Audiência).

Coluna Crônicas da Cidade (60). Por Aurino Araújo

27 27Etc/GMT+3 dezembro 27Etc/GMT+3 2018 por fernandosiqueira

Aposentadorias

aposentados

Através do clube de correspondência Zdanek Hanus, com sede em Praga, na então Tchecoslováquia, ao qual me associei em 1987, entre outros 39 “pen-pals” conheci Arlene Todd, uma inglesa comum que morava em York e trabalhava como secretária de uma empresa de engenharia em Wetherby, cidade próxima à sua morada e seu marido William, que era caixeiro-viajante. Ambos se aposentaram, mudaram-se para uma cidadezinha à beira do Mar do Norte e gozam a vida, usufruindo os mesmos rendimentos que tinham quando trabalhavam, o que lhes permite viajar para fora da Inglaterra, pelo menos duas vezes ao ano.

Outros amigos, Charlie e Dorothy Wood, vivem na Colúmbia Britânica, Canadá e – também aposentados – não sofreram nenhum revés
financeiro após pararem de trabalhar. Diferentemente dos Todd, eles preferem o campismo e possuem um “trailer”, que rebocam com uma potente picape, viajando para lugares de seu interesse, tanto no Canadá, quanto nos Estados Unidos.

O executivo americano Jack Welch, após quarenta anos no comando da General Eletric, conglomerado multinacional de Nova York (Estados Unidos), fundado por Thomas Edison, quando aposentou-se – segundo reportagem na revista Veja, à época de sua aposentadoria – levou o seguinte “pacote de benefícios”: recebeu um bônus de quarenta milhões de dólares, no ato do desligamento da empresa; a companhia deixou à sua disposição, seus jatos e mais uma limusine, para ir, de onde e para onde lhe der na telha; continuou com o direito de utilizar, vitaliciamente, o plano de assistência médica da empresa; a General Eletric ainda paga todas as suas despesas em restaurantes de luxo e clubes privês; retira trinta milhões de dólares por ano, de seu plano de aposentadoria privada; embolsa cerca de dezessete mil dólares – por hora – quando dá palestras a executivos e, por último, ganhou título de sócio vitalício de um requintado clube de golfe.

A reportagem da Veja, retratando a condição de aposentado de Mr. Welch foi publicada em 2002, época em que eu tinha sessenta e um anos, quarenta e dois dos quais trabalhando continuamente, sendo: um no Exercito, dando muito duro, no Batalhão de Engenharia; mais um, como vendedor de eletrodomésticos, quando me licenciei como reservista de primeira categoria, com a graduação de cabo; dezesseis como bancário, tendo alcançado o posto de gerente de agência e vinte e quatro como pequeno empresário. Por essa época, me veio a idéia de traçar um paralelo entre a aposentadoria do executivo americano e a minha – de direito, porque, a de fato, ainda não a consegui – ocorrida sete anos antes. Após trinta e cinco anos de trabalho contínuo e ininterrupto – a não ser pelos períodos de férias regulamentares – aposentei-me pelo INSS com rendimento mensal equivalente a quatro salários mínimos, muito embora tivesse contribuído sobre vinte salários, até quando isso foi permitido; no dia em que me foi concedido o benefício, recebi a importância de quarenta e sete mil reais do FGTS; nunca tive carro à minha disposição e a única vez em que voei de graça, foi no avião do fazendeiro Chico Souza, a convite do saudoso amigo Ernani Silveira, então diretor da firma Nóbrega & Dantas, numa viagem à Macau. Nunca utilizei os serviços médicos do INSS e sempre paguei do próprio bolso, o plano de saúde que tenho para a família. Se quiser comer no Camarões, no Mangai ou outro qualquer restaurante, tenho de pagar; se pretender me associar a qualquer clube, tenho de “esticar o tutu”; não tenho plano privado de aposentadoria; disponho-me a dar palestra de graça, se alguém, por acaso, tiver interesse em assisti-la e, finalmente, não sei, sequer, jogar o tal do golfe.

E ainda continuo trabalhando duro para sustentar a família, porque o que recebo da aposentadoria, só dá pra pagar o condomínio e o plano de saúde.

PG Prime Jeep, Chrysler, Dodge e RAM, é escolhida “Concessionária do Ano 2018”

26 26Etc/GMT+3 dezembro 26Etc/GMT+3 2018 por fernandosiqueira

A PG Prime Jeep, Chrysler, Dodge e RAM, liderada pelos empresários Marcone Oliveira e Abílio Oliveira, acaba de ser escolhida por este BLOG e pelo Caderno de Veículos AUTOS & MOTORES, do Jornal Tribuna do Norte, “Concessionária do Ano 2018”.

 

PG-prime-jeep

 

A empresa, que está localizada na Av. Prudente de Morais, número 3996, nesta cidade (Natal), é referência de trabalho honesto e continuado, muito investimento em pessoas, produtos e serviços, entusiasmo, crença, profissionalismo e, o mais importante, incontestável prestígio junto à sociedade automotiva do Estado do Rio Grande do Norte, por sair sempre à frente da concorrência, ganhando espaço e notoriedade, focando qualidade em comercialização de veículos novos e seminovos, pós venda e atendimento de alto padrão (Premium). Por tudo isso, se consolidou e, dia a dia, vem protagonizando uma história de inovação e conquistas. Mais uma vez, com o conceito “Premium” como foco, a concessionária conta com serviço de funilaria e pintura, laboratório próprio para formulação de tintas, além da moderníssima cabine USI-ITÁLIA, exclusiva no Rio Grande do Norte. Tudo operado por técnicos (profissionais altamente capacitados).

CASE DE SUCESSO

A PG PRIME JEEP tem mais de 30% de seu volume de vendas gerado pela WEB. Graças a esse recurso, é referência o segmento de alto padrão no Nordeste, elevando o número médio mensal de comercialização de veículos com uma conversão de mais de 12% com o apoio de uma excelente gestão de “LEADS”. E foi para ampliar esse histórico positivo e repleto de conquistas, que a PG Prime Jeep buscou no mercado uma ferramenta especializada no setor que possibilitasse o acompanhamento e origem dos seus “leads” para otimizar o processo de vendas e a captação de novas oportunidades.

Através de uma indicação da ferramenta de gestão de leads Followize, a empresa decidiu implementar a plataforma e viu o cenário mudar. “Com o Followize temos o controle de contatos do lead, origem e maior acompanhamento das equipes, tanto do online quanto da loja”, explica uma de suas executivas.

Mas não foi apenas no controle dos leads que os resultados se mostraram eficientes. A executiva identificou, ainda, outros pontos de mudança fundamentais para o desempenho das vendas na empresa: “Os benefícios da ferramenta vão desde o aumento da produtividade, organização, evolução do setor, até fazer planos para novos formatos e aumento de equipes”, conclui.

Convertendo desafios em resultados

Tendo como um dos principais desafios do setor a formação de equipes, acompanhamento e interação com os leads para que nenhuma oportunidade de fechamento se perca, a PG Prime Jeep acredita, ainda, que o Followize foi um importante ponto de apoio para estruturar o seu processo completo de vendas e reunir o histórico de cada cliente para novas vendas e contatos futuros. “Hoje, utilizamos a ferramenta para vendas e pós-vendas, contamos com uma equipe estruturada no formato de contact center e coletamos muitos resultados a cada período”, destaca a gestora.

A PG Prime Jeep aumentou consideravelmente o número médio mensal de “vendas” com a nova fase tecnológica no apoio à gestão de leads. Para a Followize, foi muito importante acompanhar de perto o sucesso da concessionária que, a cada dia, amplia sua participação no mercado automotivo do RN, com suporte de uma gestão de leads focada no setor, e preparada para apoiar a contínua evolução da empresa nos próximos anos.

Parabéns ao Grupo PG PRIME e à sua concessionária PG Prime Jeep, que dispõe de uma operosa “força de trabalho”!

 

O IPVA do Rio Grande do Norte ano 2019. Saiba como calcular o imposto

25 25Etc/GMT+3 dezembro 25Etc/GMT+3 2018 por fernandosiqueira

Para manter o orçamento organizado, muitas pessoas começam a se preocupar com o pagamento do IPVA 2019. O “IPVA” é um imposto pago todo ano por todas aquelas pessoas proprietárias de qualquer veículo automotor. Por se um imposto obrigatório, sua irregularidade causa diversos transtornos, como a proibição da circulação do automóvel em qualquer rodovia do País, apreensão do veículo, multa e até mesmo perda de pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação) do condutor.

O IPVA ano 2019 é arrecado e dividido igualmente (50% do valor vai para o município onde o veículo está sendo licenciado e os outros 50% é investido em infraestrutura, construção de novas rodovias, semáforos, faixas de sinalização e faixas de pedestre.

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Consulta IPVA 2019 RN

Com a facilidade de hoje e possível ser consultar e obter a guia de pagamento sem sair de casa, basta apenas seguir esses passos: digite as informações a seguir, sem pontos nem hífens: placa do carro e número do RENAVAM.

  • Acessar o site do DETRAN detran.rn.gov.br;
  • No menu, clique em “Consulta de Veículos”
  • Informar o número do RENAVAM;
  • Placa do veículo;
  • Consultar o valor do imposto

Valor do IPVA RN 2019

Valor IPVA 2019O valor do Imposto varia de veículo para veículo, de acordo com o valor de venda estabelecido pela tabela FIPE, e de acordo com a categoria do veículo, que influencia na alíquota a ser paga pelo proprietário do carro. Confira, abaixo, as alíquotas de pagamento do IPVA 2019 Rio grande do Norte.

Alíquotas IPVA 2019 RN

  • Alíquotas IPVA 20193% –  automóveis, caminhonetes, micro-ônibus, embarcações recreativas ou esportivas, motocicletas e similares, com potência acima de 200 cilindradas;

É importante permanecer atento (a) a todas as informações que são atualizadas no site do DETRAN www.detran.rn.gov.br;

Cuidado com os prazos de pagamento do IPVA do seu carro, pois circular sem o pagamento ou quitação do mesmo, o veículo se torna “irregular”, e fica vulnerável a multas, apreensão ou até mesmo perda de pontos no CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

Vale lembrar, que o comprovante de pagamento não serve como “certificado” do seu automóvel. O “certificado” chega em até 7 dias corridos na sua residência. Em caso de abordagem em uma blitz, o mesmo deve ser apresentado, caso você ainda não tenha recebido é importante que entre em contato com o Detran e informe o ocorrido. Saiba quais são as alíquotas do IPVA no Rio Grande do Norte.

Tabela IPVA 2019 RN

Confira, abaixo, a tabela de pagamentos do IPVA 2019 RN, com as datas do calendário.

PLACA COM FINAL COTA ÚNICA IPVA (5% DE DESCONTO) 1a PARCELA IPVA 2a PARCELA IPVA 3a PARCELA IPVA 4a PARCELA IPVA 5a PARCELA IPVA
1 09/03 09/03 12/04 11/05 19/06 13/07
2 10/03 10/03 13/04 12/05 20/06 14/07
3 10/04 10/04 09/05 13/06 11/07 10/08
4 11/04 11/04 10/05 14/06 12/07 11/08
5 05/05 05/05 09/06 07/07 08/08 13/09
6 08/05 08/05 12/06 10/07 09/08 14/09
7 07/06 07/06 05/07 04/08 11/09 09/10
8 08/06 08/06 06/07 07/08 12/09 10/10
9 03/07 03/07 02/08 04/09 05/10 07/11
0 04/07 04/07 03/08 05/09 06/10 08/11

Guia de pagamento IPVA 2019 Rio Grande do Norte – Boleto IPVA RN

O valor do IPVA vem em um boleto bancário que é entregue pelo os correios em sua residência ou se preferir pode emitir o boleto através da internet, porém se você quer ter o seu boleto em mão, veja como é simples:

IPVA 2019 Rio Grande do Norte - Emissão da Guia de pagamento Bradesco
IPVA 2019 Rio Grande do Norte – Emissão da Guia de pagamento Bradesco
  • Acesso bradesco.com.br;
  • Clique na opção “GRD – IPVA / DPVAT / Taxa de Licenciamento Anual / Taxa de Emissão CRLV”;
  • Em seguida clique na opção continuar;
  • Informe os dados, como número do RENAVAM e insira o código de segurança;
  • Clique em continuar.

Pronto, o boleto está aos seus cuidados para que você possa realizar o parcelamento ou quitação do mesmo.

Pagamento IPVA 2019 RN

Valor IPVA 2019Com o boleto de pagamento em mão e ciente dos prazos de pagamento, fica mais fácil manter seu veículo em dia. É possível realizar o parcelamento do IPVA em até 3 parcelas iguais, com vencimentos consecutivos.

Depois de realizar a escolha da opção de pagamento que mais atende o seu orçamento, você pode realizar o pagamento em qualquer agencia bancaria da Caixa Econômica Federal, banco Itaú, banco Bradesco, banco Santander ou Banco do Brasil, ou em qualquer casa lotérica. Se optar pelo pagamento integral do IPVA, você conta com um desconto de até 5% sobre o valor total do imposto devido.