Anfavea: o “momento da virada” da indústria chegou, mas depende das reformas

6 06Etc/GMT+3 setembro 06Etc/GMT+3 2016 por fernandosiqueira

Fábrica Jeep - Goiana

A indústria automotiva brasileira segue caminhando em passos lentos. No mês de agosto, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (6) pela ANFAVEA (Associação Nacional de Fabricante de Veículos Automotores), foram produzidos 177,7 mil veículos, número 6,4% menor do que o de julho (189,9 mil). Em relação ao mesmo mês do ano passado, a redução é mais acentuada: -18,4%.

Para o presidente da Anfavea, Antonio Megale, essa queda foi um reflexo direto da interrupção temporária da produção de algumas montadoras. Segundo o executivo, se não houvesse essa paralisação, a produção passaria das 200 mil unidades.

Fábrica Honda HR-V - produção

Por outro lado, fato positivo foi o aumento do número de licenciamentos em agosto, com 207,3 mil unidades, número que representa crescimento de 1,4% na comparação com o mês anterior, mas queda 11,3% comparado ao mesmo mês de 2015. No acumulado do ano, não há refresco: queda de 23,1% em relação a 2015 com o total de 1,348 milhão. Para se ter uma ideia do tombo, o melhor resultado foi obtido nos oito primeiros meses de 2012, ocasião em que houve 2,501 milhões de emplacamentos.

Megale destacou o crescimento e acrescentou que o resultado poderia ter sido melhor. A observação fica por conta dos Jogos Olímpicos, que trouxe uma grande visibilidade para o país e ânimo para os brasileiros, mas que acabou derrubando os emplacamentos em pouco mais de 14% no Rio de Janeiro durante a realização do evento.

Em relação ao emprego, houve uma redução de 0,7% nos postos de trabalho, com o total de 126.900 reduzido para 1126.000 trabalhadores na indústria. Atualmente, existem 20.300 profissionais no regime especial do PPE (Programa de Proteção ao Emprego). No entanto, o executivo indica que a previsão industrial é de que não haverá necessidade de reajustar para menos a produção de veículos.

Fábrica Jaguar Land Rover

Na primeira coletiva após o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Roussef concluído, o presidente da Anfavea falou sobre o tema e que considera que este é o momento da virada para a indústria automotiva. Entende que a recuperação total do setor somente ocorrerá quando o país como um todo volte a crescer, com a retomada do crescimento da economia, PIB e a confiança do consumidor. Para o executivo, é imprescindível que as reformas propostas pelo novo governo aconteçam (em especial reformas econômicas, equação dos gastos públicos com limites estabelecidos, questões trabalhistas e regulamento do serviços de terceirização).

Nas questões trabalhistas, a Anfavea espera que mudanças e ajustes sejam feitos para que a indústria nacional tenha mais competitividade frente aos mercados internacionais. Em relação à questão previdenciária, Megale também destacou ser um fator crucial para que o país tenha um horizonte melhor definido, e assim, tenha capacidade de atrair mais investimentos para retomar o crescimento.

Fotos: divulgação

FONTE: Carsale


Linha Range Rover ganha ‘face lift’ e novos equipamentos na linha 2018

20 20Etc/GMT+3 julho 20Etc/GMT+3 2018 por fernandosiqueira

[LANÇAMENTO] Entre as ‘mordomias’, modelo mais caro tem bancos com 24 ajustes elétricos e 25 modos de massagem. Land Rover confirma primeiro modelo híbrido para o Brasil no 2º semestre

A Land Rover apresentou a linha 2018 dos modelos Range Rover e Range Rover Sport. Eles trazem uma leve mudança visual e novos equipamentos, presentes no “irmão” menor, Velar.

A marca também confirmou o lançamento de uma inédita versão híbrida para o Sport, que chega no segundo semestre.

Os dois SUVs ganharam a central multimídia Touch Pro Duo, composta por duas telas de 10 polegadas, além do quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas.

No caso do Range Rover Sport, faróis, para-choque e a grade foram redesenhados. Ele é oferecido em três versões. As duas primeiras, SE e HSE, possuem motor V6 diesel de 306 cavalos. A última, SVR, tem o conhecido V8 de 5 litros a gasolina, que teve a potência aumentada de 550 cv para 575 cv. Veja os preços:

  • Range Rover Sport SE – R$ 440.211
  • Range Rover Sport HSE – R$ 488.229
  • Range Rover SVR – R$ 739.600

Primeira classe

Enquanto isso, o Range Rover (sem sobrenome), o maior SUV da marca inglesa, ganhou uma nova cabine, além das duas telas de central multimídia.

A lista de “mimos” é digna de primeira classe de aviões. Os bancos possuem 20 variações de ajustes (na versão mais cara o número sobe para 24) e outras 25 de massagem. São 17 pontos de conexão na cabine, como entradas USB, HDMI e 12 volts, além de tomadas domésticas.

O Range Rover é oferecido em 4 versões, a saber: a de entrada, Vogue, tem motor V6 diesel de 258 cavalos de potência. As duas seguintes, Vogue SE e Autobiography, possuem um V8, também a diesel, de 339 cavalos de potência. Finalmente, a Autobiography também pode receber um motor V8 5.0 a gasolina de 525 cavalos de potência.

Preços

  • Range Rover Vogue – R$ 614.819
  • Range Rover Vogue SE – R$ 718.614
  • Range Rover Autobiography – R$ 757.114
  • Range Rover Autobiography gasolina – R$ 790.114

Opcionalmente, o Range Rover ainda pode receber faróis a laser e um sistema que trava e destrava o veículo sem a necessidade de o dono carregar uma chave.

Coluna “Crônicas da Cidade” (38)

19 19Etc/GMT+3 julho 19Etc/GMT+3 2018 por fernandosiqueira

RÚSSIA 2018

Quem teve a oportunidade de ler a análise que o médico, escritor e ex-craque de futebol Berilo de Castro postou na Internet sobre a recém terminada “Copa do Mundo”, pode fazer uma idéia do que realmente ocorreu no monumental torneio, especialmente no que se refere à Seleção Brasileira. Já foi dito aqui neste espaço que a edição 2018 daquele evento quadrienal, ofereceu um espetáculo alegórico inusitado, em razão das cabeleiras e tatuagens ostentadas por grande parte dos
jogadores, notadamente os mais famosos.

Pareceu-me que uma grande parte de brasileiros – entre a qual me incluo – desencantados com a eliminação do Brasil, passou a torcer pela Croácia que, além de ter apresentado um bom futebol, contou com a exuberante presença de Kolinda Kitarovic, presidente do país, que encantou os estádios russos – onde apareceu para torcer pelo seu time – e o resto do mundo com sua postura elegante e desprendida, literalmente sem frescuras.
Conforme divulgou-se, ela foi à Copa, comprando passagens por sua conta em aviões de carreira, viajou na classe econômica e pagou pelos ingressos para os jogos a que assistiu, inicialmente, entre os conterrâneos até ser notada e chamada para ocupar assento na tribuna especial. Bonita e muito simpática, conquistou a todos, mantendo o “fair play” apesar da derrota contra a França, cujos jogadores abraçou e beijou do mesmo modo como agiu para com os seus…

O título deste ano, praticamente foi disputado sem favoritismo, uma vez que o time francês, melhor armado e tendo cumprido uma boa campanha no torneio, entrou em campo para jogar contra uma seleção que havia demonstrado enorme garra,
derrotando seleções fortes, como Argentina e Inglaterra e tinha entre seus jogadores, craques do quilate de Modric – que abiscoitou a “Bola de Ouro”, no evento. Uma falta discutível, transformada em gol e talvez o “pouco gás” pelo desgaste em três prorrogações, possivelmente influíram na derrota para os franceses.

Nem bem terminou a Copa, surgiram as “teorias”, inundando a Internet com as mais estapafúrdias interpretações. Várias “teorias da conspiração” foram postadas, inclusive voltando à tona a que “explica” porque o Brasil perdeu a Copa em 2014, com argumentações que vão desde a “garantia” do título em 2022, a vultosas remunerações a dirigentes e atletas, bancadas pelos fabricantes de equipamentos esportivos e patrocinadores de equipes. Noutra dessas “teorias”, ventila-se que a seleção alemã perdeu em 2018 por motivos análogos, com o acréscimo de citações em torno do interesse pessoal do ex-dirigente máximo da
FIFA, o senhor Blatter. Citam – o autor ou autores das “teorias” – que existe carta de um alemão denunciando o conluio. São coisas meio fantasiosas que carecem de consistência, haja vista a ausência de elementos reais, concretos, que poderiam lhes dar credibilidade. No entanto, coisas esquisitas aconteceram em outras “Copas do Mundo”, noves fora a enxurrada de “teorias” como as citadas. Por exemplo: aquela final de 1998 entre Brasil x França, antes da qual Ronaldo Fenômeno teve uma “dor-de-barriga” até hoje não bem explicada e Zagalo reagiu com violenta e irada exacerbação ao ser questionado por jornalistas sobre o que teria acontecido… Novamente contra a França, em 2006, todos viram aquela imprudente e inoportuna amarração de cadarço na chuteira de Roberto Carlos, no momento da famosa cobrança que resultou no gol que desclassificou o Brasil, imprudência que marcou indelevelmente o jogador até o fim de sua carreira… E, numa entrevista a um grande Jornal paulista, o Sr. Jean-Marie Faustin Godefroid Havelange, mais conhecido como João Havelange, ex-presidente da FIFA, disse, com todas as letras, que a entidade teria facilitado a conquista do campeonato mundial para a Inglaterra em 1966 e para a Alemanha em 1974, ambos “jogando em casa”. Mas, como poderia, a FIFA, “facilitar” uma vitória ou derrota? Ora, pode ser com o doutor juiz marcando uma falta inexistente (que dá menos na vista do que um pênalti…).

Será que já se viu isso, recentemente?

BMW Group Brasil e EDP inauguram o maior corredor elétrico da América Latina

por fernandosiqueira

[ELÉTRICOS] Iniciativa, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro, oferece acesso à infraestrutura para o início da transformação do modelo de transporte no Brasil

São Paulo, 18 de julho de 2018 . O maior corredor com postos de carregamento para carros elétricos da América Latina entra em funcionamento no próximo dia 23 do corrente mês, na Rodovia Presidente Dutra. Uma iniciativa do BMW Group Brasil e da EDP, empresa que atua em todos os segmentos do setor elétrico. Com apoio da Ipiranga, as estações de recarga vão permitir, pela primeira vez, realizar uma viagem completa em veículo elétrico entre as Capitais de São Paulo e Rio de Janeiro, as duas cidades mais populosas do Brasil. A iniciativa beneficia também os proprietários de veículos híbridos que optarem por rodar apenas no modo elétrico.

O projeto recebeu, aproximadamente, R$ 1.000.000,00 em investimentos totais, para a instalação de 6 equipamentos de carregamento rápido localizados em postos de combustível Ipiranga, num trecho de aproximadamente 430 quilômetros entre as duas Capitais. Com o objetivo de assegurar total autonomia aos veículos eletrificados, as estações de recarga rápida foram posicionadas a uma distância máxima de 122 quilômetros entre si. O tempo estimado para o abastecimento de um veículo com bateria de 22kWh é de 25 minutos para 80% da carga. O abastecimento poderá ser feito por até dois veículos ao mesmo tempo em cada estação. Para carregar, basta conectar o automóvel ou motocicleta, seja elétrico ou híbrido, e iniciar as operações no painel do carregador.

Os carregadores estão localizados nos postos abaixo relacionados

1 . São Jorge do Parati (Rua Presidente Dutra, S/N, Km 179, Guararema, SP)

2 . Auto Posto GAP São José (Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 9.500, São José dos Campos, SP)

3 . Posto Clube dos 500 (Rodovia Presidente Dutra, KM 60, S/N, Guaratinguetá, SP)

4 . Posto Estrela da Dutra (Rodovia Presidente Dutra, KM/6, S/N, Queluz, SP)

5 . Comercial H Karl Allers Ltda (Mamão), Rodovia Presidente Dutra, KM 74, S/N, Piraí, RJ

6 . Posto Abastecimento Allers (Rodovia Presidente Dutra, KM/237, Piraí, RJ)

A BMW é pioneira na comercialização de veículos eletrificados no Brasil, com o modelo elétrico BMW i3 e o híbrido BMW i8, disponíveis no mercado nacional desde 2014. A montadora também esteve à frente na instalação de infraestrutura para carregamento, sendo responsável, junto a parceiros estratégicos, por instalar 100 pontos de recarga no território nacional.

“O futuro da mobilidade premium é eletrificado, conectado, compartilhado e autônomo. Trazemos para o Brasil a realidade de tecnologia global em produtos e serviços para seguir na liderança do desenvolvimento de novas tecnologias. Esta ação, antecipa futuros produtos eletrificados do BMW Group a serem lançados em breve no Brasil”, afirma Helder Boavida, Presidente e CEO do BMW Group Brasil.

A ANEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou recentemente uma regulação específica para o segmento, que prevê a possibilidade de livre negociação de preços de recarga. No caso do corredor instalado pelo BMW Group Brasil e EDP, o uso será gratuito nos primeiros meses de funcionamento. Custos e procedimentos ainda serão decididos entre as empresas participantes e aplicados somente a partir de 2019.

Como referência, na comparação com um automóvel abastecido com gasolina e consumo aproximado de 10 quilômetros por litro, em média, o custo de reabastecimento dos carros elétricos corresponde a aproximadamente um quinto do valor gasto com combustível para percorrer o mesmo trajeto.

Líder em inovação no setor energético, a EDP foi pioneira do mercado brasileiro na criação de projetos nas áreas de redes inteligentes, robotização do trabalho e gestão da geração solar distribuída por meio da tecnologia blockchain, além de ter desenvolvido o primeiro laboratório de Smart Grids da América Latina.

“Ligar as duas maiores metrópoles brasileiras com esse corredor elétrico, constitui um marco significativo na adoção de uma tecnologia que marcará o futuro da mobilidade. A EDP, eleita recentemente como uma das empresas mais inovadoras do setor elétrico brasileiro, interpreta essa parceria com a BMW como um movimento de liderança na transição para uma economia de baixo carbono”, afirma Miguel Setas, presidente da EDP Brasil.

A Ipiranga, uma das maiores distribuidoras de combustível do Brasil, incorpora a expansão dos pontos de recarga com o objetivo de reforçar o conceito da sua rede. “Os Postos Ipiranga são conhecidos por serem convenientes e práticos, com toda oferta de serviços que nossos clientes precisam ao se deslocar entre um ponto e outro. Esse novo serviço mostra que estamos evoluindo junto com a indústria de energia e reforça a amplitude de soluções que queremos proporcionar aos nossos clientes”, disse Jerônimo Santos, Diretor de Varejo da Ipiranga.

Sobre o BMW Group

 Com suas quatro marcas BMW, MINI, Rolls-Royce e BMW Motorrad, o BMW Group é o fabricante líder mundial de automóveis e motocicletas e também fornece serviços financeiros e de mobilidade premium. Como uma empresa global, o BMW Group opera 31 instalações de produção e montagem em 14 países e possui uma rede global de vendas em mais de 140 países.

Em 2017, o BMW Group vendeu 2.463.500 automóveis e 164.000 motocicletas em todo o mundo. O lucro antes de impostos em 2017 foi de aproximadamente 10,65 bilhões de euros em receitas de 98,678 bilhões de euros. Desde 31 de dezembro de 2017, o BMW Group tem uma força de trabalho de 129.932 colaboradores.

O sucesso do BMW Group sempre foi baseado no pensamento de longo prazo e em uma ação responsável. Portanto, a empresa estabeleceu a sustentabilidade ecológica e social em toda a cadeia de valor, a responsabilidade abrangente de produtos e um claro compromisso com a conservação dos recursos como parte integrante da sua estratégia.

 

 

Alta de vendas no Brasil ajuda Grupo Volkswagen a ter 1º semestre recorde

18 18Etc/GMT+3 julho 18Etc/GMT+3 2018 por fernandosiqueira

Grupo alemão entregou 5,5 milhões de veículos no mundo de janeiro a junho, incluindo as marcas Audi, Seat, Porsche e caminhões

 

virtus-traseira

                                 Sedã Volkswagen “Virtus”, um sucesso, montado sobre a plataforma MQB. Foto: divulgação

Grupo Volkswagen AG registrou recorde histórico de comercialização de veículos automotores no primeiro semestre deste ano, com um total de 5.500.000 unidades, incluindo as marcas Audi, Seat, Skoda, Porsche e caminhões.

O volume de entregas é 7,1% maior que o verificado no mesmo período de 2017, o que coloca o conglomerado alemão na direção de mais um ano na liderança mundial do setor.

Praticamente todas as regiões apresentaram um saldo positivo, mas os números do Brasil estão entre os mais fortes, com alta de vendas de carros zero quilômetro de 22% no semestre, passando de 142.000 unidades no ano passado para 174.000 este ano.

Com o avanço, impulsionado por novos modelos como POLO e VIRTUS, a Volkswagen tomou da Fiat a vice-liderança de vendas do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves. Agora, está atrás apenas da General Motors do Brasil. Pelo andar das coisas, em 2019 a montadora alemã supera sua concorrente norte-americana.

Por marcas

Marcas mais populares que são comercializadas apenas na Europa, como Seat e Skoda tiveram as maiores altas entre automóveis no primeiro semestre do ano em curso (17,6% e 11,6%, respectivamente). No que tange ao segmento de caminhões a  MAN registrou avanço de 24%.

Você sabe como o teto solar surgiu e evoluiu ao longo do tempo?

por fernandosiqueira

Daimler Benz 180 220 6

Cada vez mais modernos, tecnológicos, resistentes e leves, os sistemas de teto acumulam mais de 80 anos de história da Webasto, líder mundial em tetos solares, tetos panorâmicos e conversíveis e aquecedores de estacionamento. O que muitos não sabem é o motivo do acessório ter surgido e como foi evoluindo ao longo do tempo.

Tudo começou em 1930, na Alemanha, quando o setor automotivo teve seu boom e a Webasto iniciou suas operações pioneiras. Naquela época, todos os veículos eram mal ventilados e os motoristas precisavam decidir entre um carro com uma capota rígida ou um conversível com o teto de tecido dobrável, tendo que lidar com suas desvantagens. A Webasto ofereceu a solução, desenvolvendo em 1932 o chamado “teto dobrável de lona Baier”, que podia ser aberto pela parte do meio, combinando as vantagens de um teto rígido e um teto de tecido daquela época. O teto dobrável começou a ser utilizado em veículos diferentes como ônibus. Para eles, a produção em série iniciou na metade dos anos 1930, garantindo aos passageiros uma visão deslumbrante da paisagem, enquanto as viagens aos Alpes se tornavam mais comuns.

Em seguida, foi a vez dos carros de passeio, com a produção em série do teto dobrável integrado ao Mercedes-Benz 170 da Daimler-Benz. Ao longo dos anos, a Webasto seguiu inovando. Em 1956, a empresa ofereceu o primeiro teto em aço deslizante para a Daimler-Benz, pedido para os modelos 180 até 220, bem como para a classe especial 300, também conhecida como “Adenauer”. O ano 1974 foi marcado pela chegada do teto de vidro, desenvolvido para o Ford Fiesta.

Mais vidro é melhor

Com o teto panorâmico, a Webasto anunciou o início da revolução de sistemas de teto com a chegada do novo milênio. Novamente, a Webasto foi pioneira no segmento e precursora de tendências.

Desde então, esse tipo de sistema de teto vem se tornando cada vez mais popular. Prova disso é a crescente demanda por veículos com teto panorâmico.

O aumento é justificável. Afinal, o efeito visual do vidro contínuo do para-brisa à janela traseira, destaca o dinamismo do veículo, deixando-o também mais luxuoso. Além disso, por conta do vidro longo, o sistema de teto panorâmico oferece ar fresco sem correntes, condições de luz ideais no interior do carro e aumento na sensação de amplitude.

A Webasto desenvolve todos os tetos em próxima cooperação com as fabricantes automotivas. Isso significa que os especialistas em teto estão envolvidos desde o desenvolvimento, o que permite criar tetos perfeitamente integrados a todas as demais partes e estrutura do veículo.

Financiamento de automóveis novos sobe 14,7% no 1º semestre

por fernandosiqueira

Alta mantém tendência de 2017, o primeiro com crescimento em 7 anos. Venda a prazo de carros usados também subiu, mas os seminovos estão em baixa

Financiamento-de-carro-tudo-que-você-precisa-saber

O financiamento de automóveis zero quilômetro cresceu 14,7% no 1º semestre deste ano, mantendo a tendência de 2017. No ano passado, a comercialização a prazo de carros, motocicletas, caminhões e ônibus tiveram alta pela primeira vez em SETE anos.

De janeiro a junho deste ano, foram financiados 969.000 veículos zero quilômetro, segundo dados da B3. A empresa opera a base integrada de dados que reúne o cadastro das restrições financeiras de veículos oferecidos como garantia em operações de crédito.

O destaque foram os caminhões, com alta de 57,6% sobre o 1º semestre de 2017, totalizando 42.240 unidades vendidas a prazo.

O financiamento de veículos usados também cresceu, 5,5%, sobre o mesmo período do ano de 2017, somando 1.660.000 unidades.

A “queda”na comercialização de automóveis seminovos (com até 3 anos de uso) também se reflete nos dados de financiamento desses veículos, que diminuíram 10,8%. Foi a única “faixa etária” de carros usados com baixa nessa modalidade de compra.

O maior volume de “usados” financiados foi o de 4 a 8 anos, com 823.700 unidades, seguidos pelos seminovos, que somaram 315.800 unidades.

A maior alta ocorreu no segmento de veículos automotivos com 9 a 12 anos de uso, que totalizaram 234.800 financiamentos.

                    Carro usado: itens a checar

 

itens a checar (usados)

O mercado de veículos usados é dinâmico. Segundo a Fenauto, associação das revendedoras, a comercialização de carros seminovos (aqueles com até 3 anos de uso) “caiu”, enquanto a venda dos carros entre 9 e 12 anos de uso “subiu”.

Porém, tenha sempre presente, que a aquisição de veículos mais “rodados” exige cuidado redobrado.

São veículos com a quilometragem entre 100.000 e 150.000 quilômetros. Não há dúvida de que o estado deles dependerá dos antigos proprietários, tanto em relação ao cumprimento das manutenções periódicas, quanto à forma de uso.

Geralmente, veículos que rodam em “estrada” costumam estar em melhores condições do que aqueles que rodam apenas na “cidade”. Mas, atenção, não generalize. Se está de olho em um carro usado, foque nos itens mais significativos, pois eles vão dizer efetivamente quanto vale o carro que você está comprando.

Não leve em conta: pequenos riscos na pintura, manchas no banco, tabela Fipe. O valor de um carro com alta quilometragem está relacionado muito mais ao estado geral de conservação do que propriamente ao ano modelo.

É preciso examinar detalhadamente motor, câmbio e suspensão. Esses itens, caso necessitem de manutenção pesada, custam muito CARO, principalmente se sua ideia for financiar parte do valor do bem.

Comece pelo motor: puxe a vareta do óleo e verifique se está no nível. Se estiver com o nível baixo, “muita atenção”. O consumo de óleo frequente (mais de um litro por mês) é um grande indicador de motor cansado.

Verifique também se o óleo não está esbranquiçado, este é um sinal de que a água do sistema de arrefecimento está contaminando o lubrificante, e talvez exija uma retífica de cabeçote. Motor falhando e a fumaça cinza azulada no escapamento, é o golpe de misericórdia. Não concretize o negócio!

Se o câmbio for “manual”, a verificação é a seguinte: com o carro parado, acelere até 2.000 rotações por minuto. Preste atenção aos ruídos de rolamentos, pise na embreagem e perceba se eles diminuem. Quando os rolamentos estão ruins, o barulho incomoda. Porém, ao pisar no pedal de embreagem, eles param de girar, indicando que eles são os causadores do ruído.

Faça diversos testes de rodagem, em diversas condições de piso e inclinação, para ver se nenhuma marcha escapa. Se possível, pegue o começo de uma estrada, e veja se não há zunidos em velocidades acima de 80 km/h. Tudo isso pode ser indicativo de problemas.

Um carro com aproximadamente 130.000 quilômetros, também pode possuir uma caixinha de surpresas chamada câmbio automático.

Se o vendedor possuir notas fiscais indicando a troca de óleo, a probabilidade de ter problema é menor do que um câmbio manual.

Se o antigo proprietário nunca trocou o óleo desse cambio, muito cuidado. Alguns poucos fabricantes indicam a troca do óleo do câmbio com mais de 100.000 quilômetros. A grande maioria recomenda a troca a cada 40.000 quilômetros. Consulte o “Manual do Proprietário”.

Suspensão cansada a gente percebe andando com o carro, não adianta enfiar a cabeça de baixo do carro, dificilmente quem não é do ramo consegue identificar alguma coisa errada.

Comprar um carro com quilometragem alta, sem fazer um teste drive, é uma temeridade!!

Ao fazer o test-drive, dê preferência a ruas com buracos, valetas, lombadas e fique atento aos ruídos.

Na checagem final, verifique: as luzes do painel, como airbags, ABS e luz da injeção. Não caia na conversa de “gasolina suja”. Pode até ser verdade, mas não feche o negócio enquanto o painel não estiver com todas as luzes apagadas.

Aliás, o fato de não ter nenhuma luz acesa, não significa necessariamente que está tudo em ordem. Para não ficar com algum problema lá na frente, você pode solicitar que o sistema seja checado através de um scanner. Se houver alguma informação de anomalia armazenada no módulo, ela aparecerá.

Se você ainda não se sente seguro em comprar o carro, procure um mecânico para auxiliá-lo. O custo de uma assessoria é muito pequeno quando comparado ao prejuízo que você pode ter com uma compra equivocada.

Coluna ALTA RODA. Fernando Calmon

por fernandosiqueira

Vencedores e vencidos

O balanço de vendas por modelos do primeiro semestre traz novidades. O mercado brasileiro demonstra rápida
mutação e assim a coluna reviu alguns critérios, embora mantendo 16 segmentos. Pela baixa procura as stations foram
desconsideradas nessa classificação. Hatches médio-compactos também: os três principais modelos juntos só
encontraram menos de 10.000 compradores nos primeiros seis meses de 2018.
Enquanto isso, os sedãs vêm se diversificando no segmento de compactos, ainda de longe o mais importante com 52% das vendas
totais. Distância entre-eixos, principal critério em nosso ranking técnico, tem levado vários sedãs compactos a se
afastar dos hatches de mesma arquitetura. Então, criou-se segmentação especial para aqueles, tanto para compactos
quanto médio-compactos.
SUVs compactos continuam a avançar. Representam agora 13% do mercado brasileiro, sem incluir hatches
convencionais “aventureiros” travestidos de utilitários esporte. Todos os segmentos de SUVs respondem por 20%
das vendas totais e, tudo indica, continuarão a avançar nos próximos anos graças aos lançamentos. Seguem tendência
do que acontece até mesmo na Europa.
No período considerado, há novos vencedores. Conforme previsão desta coluna em janeiro último, o Renault Kwid assumiu a
liderança entre subcompactos. O Ford Mustang arrebatou facilmente a posição entre esportivos (usam componentes de
modelos de alta produção), enquanto os Porsche 718 Boxster e Cayman, voltaram a liderar entre os carros esporte
verdadeiros.  O Mercedes-Benz Classe E superou o BMW Série 5 por apenas 3 unidades (1 ponto percentual à frente).
A Base de pesquisa é o RENAVAN (Registro Nacional de Veículos Automotores). Citados apenas os modelos mais
representativos e pela importância do segmento.

                                                   Compilação de Paulo Garbossa, da consultoria ADK.
1 . Subcompacto: Renault Kwid, 45%; Mobi, 38%; up!, 15%. Como previsto, Kwid.

2. Compacto hatch: Onix, 24%; HB20, 14%; Ka, 13%; Novo Polo, 9,3%; GOL, 8,9%; Argo, 8%; Sandero, 7%; Fox, 5%; Etios, 3%;
Fiesta, 2,4%; March, 2%; Uno, 1,3%; 208, 1%. Líder inconteste: ONIX.

3 . Compacto sedã: Prisma, 19%; Ka, 11%; Virtus, 10%; HB20, 9,2%; Voyage, 9,1%; Versa, 7,7%; Etios, 7,1%; Cronos,
6,6%; Logan, 6%; Grand Siena, 5%; Cobalt, 4,9%; City, 4%. Prisma, com folga.

4 . Médio-compacto sedã: Toyota Corolla, 43%; Civic, 20%; Cruze 15%; Focus, 3,6%; Jetta, 3,5%; C4 Lounge, 3%; Sentra, 2,7%; Cerato, 2,4%. Corolla, sem ameaças.

5 . Médio-grande: Mercedes-Benz Classe C, 29%; Fusion, 26%; BMW Séries 3/4, 21%. Classe C confirma.

5 . Grande: Mercedes-Benz Classe E/CLS, 37%; BMW Série 5/6, 36%; Panamera, 16%. Reação do Classe E.

6 . Topo: Mercedes-Benz Classe S, 69%; BMW Série 7, 15%; A8, Jaguar XJ e Lexus LS500h, 4%. Empate triplo: 3º lugar.

7 . Esportivo: Ford Mustang, 79%; Audi TT, 12%; Mercedes SLC, 6%. Mustang vira rei.

8 . Esporte: Porsche 718 Boxster/Cayman, 46%; 911, 35%; Mercedes-AMG GT, 5%. Domínio Porsche.

9 . SUV compacto: Honda HR-V, 16%; Kicks, 15%; Renegade, 14,8%. HR-V balança.

10 . SUV médio-compacto: Jeep Compass, 52%; ix35/Tucson, 13%; Sportage, 5%. Liderança consolidada do Compass.

11 . SUV médio-grande: Toyota SW4, 42%; Equinox, 16%; Discovery Sport, 12%. Toyota SW4 tranquilo.

12 . SUV grande: Trailblazer, 28%; Mercedes GLC, 12%; XC90, 8%. Folga do líder diminuiu.
Monovolume pequeno: Fit/WR-V, 62%; Spin, 28%; C3 Aircross, 8%. Fit ainda avançou.

13 . Pick-up pequena: Fiat Strada, 49%; VW Saveiro, 33%; Oroch, 10%. Fiat Strada, dona do pedaço.

14 . Picape média: Fiat Toro, 31%; Toyota Hilux, 21%; S10, 18%. Fiat Toro viu e venceu.

                                                                                             ALTA RODA

VALORIZAÇÃO do dólar traz impactos agora e nos próximos meses. Custos internos de produção subiram (há
componentes importados em todos os modelos nacionais), diminuirão os descontos e, em seguida, aumentos
superiores à inflação nos preços sugeridos. Por outro lado, fornecedores aqui instalados serão beneficiados na procura
por maior índice de localização de peças.
GREVE de caminhoneiros de maio último expôs a concentração do modal rodoviário no Brasil. Mas é bom lembrar que
11 dias de bloqueio de estradas e saídas de refinarias trariam o caos em qualquer país, mesmo onde ferrovias e
hidrovias tenham papel relevante. Nenhuma multa aplicada, por ordem judicial, será cobrada. Isso é bem mais grave
que o rodoviarismo em si.

HONDA CR-V, importado dos EUA, perdeu competitividade em preço, mas apresenta conjunto bem superior à geração
anterior. Destaques: motor turbo de 190 cv, espaço interno (inclusive atrás, pelo assoalho plano), suspensão robusta,
direção precisa e o essencial freio de imobilização elétrico (evita avanço lento em Drive). Câmbio automático CVT não
empolga mesmo.
DICA para dias de inverno. Para alcançar rapidamente temperaturas confortáveis no interior do veículo deve-se deixar
o ar-condicionado desligado e acionar apenas o aquecedor. Em três ou quatro minutos o motor atinge os 90 graus e
melhora o ambiente no habitáculo. Se houver embaçamento dos vidros, aí sim se aciona o ar-condicionado: menos de
um minuto basta.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

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Como legalizar carros rebaixados e quanto custa no Brasil

17 17Etc/GMT+3 julho 17Etc/GMT+3 2018 por fernandosiqueira

Foram os anos nos quais os  motoristas brasileiros com carros rebaixados fugiam das blitzs (fiscalizações) devido à proibição. Nos dias atuais, a automóvel “rebaixado” está liberado, mesmo após algumas polêmicas e contradições.

Alterar a suspensão do carro passou a ser autorizado apenas em 2014, por meio de uma resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), de número 479/2014). Contudo, é necessário seguir algumas regras com determinações específicas para não descumprir o CTB (Código de Trânsito Brasileiro).

A resolução de 2014 altera a de 2008, que impedia sistemas de regulagem de altura, e a partir daquele momento passava a ser obrigatório informar a alteração do “carro rebaixado” no CRLV.

Lembrando que, de acordo com o artigo 106 do CTB e o artigo 3º da Resolução Contran nº 292, para efetuar uma modificação nas características originais do veículo, o seu proprietário dependerá de autorização prévia da autoridade responsável pelo seu registro e licenciamento, ou seja, é preciso uma autorização do DETRAN junto ao qual o veículo está emplacado.

CARROS fabricados com alumínio gastam menos combustíveis e reduzem emissão de poluentes

por fernandosiqueira

[MOSTRA] Exposição Internacional do Alumínio 2018 apresentará soluções para o setor automotivo e vem para conectá-las à cadeia produtiva

O uso do alumínio permite reduzir em mais de 400 quilos o peso de um carro de tamanho médio. Com um veículo mais leve, há uma economia significativa de combustível, além de emitir menos poluentes e causar um menor desgaste de pneus e peças. Por isso, o principal evento da cadeia produtora do alumínio do Brasil, a ExpoAlumínio (Exposição Internacional do Alumínio), tem um papel fundamental para o setor automotivo: conectar fornecedores de toda a cadeia produtiva do alumínio ao setor automotivo e de transportes. O evento será entre os dias 3 e 5 de setembro, no São Paulo Expo, em São Paulo.

“Devido às suas múltiplas aplicações e eficiência, o alumínio é um produto em crescente demanda na indústria de mobilidade. Identificamos a necessidade para o setor de se ter um evento como a ExpoAlumínio 2018, que cria conexões assertivas que posteriormente se desdobrarão em parcerias e novos negócios”, aponta o diretor da ExpoAlumínio 2018, Leandro Lara.

Além de tornar os veículos mais eficientes, outra grande vantagem do uso do alumínio no setor de transportes é que o material pode ser reciclado infinitamente. Um estudo realizado pelo Centro para Recuperação e Reciclagem de Recursos do Instituto Politécnico de Worcester (WPI), em Massachusetts, nos Estados Unidos, constatou que 91% do alumínio presente nos automóveis descartados no País são reciclados. O metal reciclado entra em um novo ciclo de vida na forma de rodas, para-choques e motores.

De acordo com a ABAL (Associação Brasileira do Alumínio), o Brasil também tem um grande potencial para o aumento na reciclagem do alumínio utilizado nos automóveis. O metal é o principal produto reciclado no território nacional, com 602 mil toneladas só em 2015. O índice de reciclagem de latas de alumínio para bebidas, por exemplo, chega a 98%.

“O grande crescimento da utilização do material em carros produzidos no Brasil, principalmente nos motores, gera otimismo quanto à implementação de uma cadeia sustentável de produção do metal para a indústria automotiva, com eficiência semelhante ou maior que a dos Estados Unidos”, enfatiza o presidente executivo da ABAL, Mílton Rego.

A ExpoAlumínio é uma vitrine tecnológica para o setor de alumínio com soluções integradas. O evento será palco de inovações, experiência e conteúdo destinados aos profissionais de toda a cadeia produtiva do alumínio, desde a bauxita à reciclagem. São esperadas mais de 140 marcas nacionais e internacionais dos setores fornecedores da indústria do alumínio. A perspectiva é que mais de 10.000 visitantes passem pelo evento em três dias, provenientes de todas as regiões do Brasil e de diversos países, principalmente da América do Sul.

Sinergia com setor da Mobilidade

Por ser um dos segmentos responsáveis pelo crescimento no consumo doméstico de produtos de alumínio, a ExpoAlumínio ocorrerá em sinergia com o setor de Mobilidade, com a realização simultânea do Congresso e Mostra Internacionais SAE BRASIL de Tecnologia da Mobilidade 2018. Em sua 27ª edição, esta é a primeira vez que será de forma integrada a um evento de outro setor.

Reunir o Congresso e Mostra Internacional SAE BRASIL de Tecnologia da Mobilidade e a ExpoAlumínio num mesmo espaço, com mais de 10.000 metros quadrados, também reforça o objetivo de compartilhar conhecimento e fomentar interações diante de um cenário econômico que demonstra sinais de retomada, com projeções de crescimento que envolvem a indústria do alumínio e os setores da Mobilidade.

Com isso, os visitantes terão acesso aos dois eventos ao longo dos três dias e a oportunidade de participar das atividades de conteúdo, visitando as exposições tecnológicas que, juntas, apresentarão mais de 200 marcas.

Volkswagen entrega gestão regional a suas marcas

por fernandosiqueira

Estratégia de reformulação da estrutura corporativa visa descentralizar decisões do grupo, dar agilidade à companhia e melhorar a performance de suas marcas

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