Anfavea: o “momento da virada” da indústria chegou, mas depende das reformas

6 06Etc/GMT+3 setembro 06Etc/GMT+3 2016 por fernandosiqueira

Fábrica Jeep - Goiana

A indústria automotiva brasileira segue caminhando em passos lentos. No mês de agosto, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (6) pela ANFAVEA (Associação Nacional de Fabricante de Veículos Automotores), foram produzidos 177,7 mil veículos, número 6,4% menor do que o de julho (189,9 mil). Em relação ao mesmo mês do ano passado, a redução é mais acentuada: -18,4%.

Para o presidente da Anfavea, Antonio Megale, essa queda foi um reflexo direto da interrupção temporária da produção de algumas montadoras. Segundo o executivo, se não houvesse essa paralisação, a produção passaria das 200 mil unidades.

Fábrica Honda HR-V - produção

Por outro lado, fato positivo foi o aumento do número de licenciamentos em agosto, com 207,3 mil unidades, número que representa crescimento de 1,4% na comparação com o mês anterior, mas queda 11,3% comparado ao mesmo mês de 2015. No acumulado do ano, não há refresco: queda de 23,1% em relação a 2015 com o total de 1,348 milhão. Para se ter uma ideia do tombo, o melhor resultado foi obtido nos oito primeiros meses de 2012, ocasião em que houve 2,501 milhões de emplacamentos.

Megale destacou o crescimento e acrescentou que o resultado poderia ter sido melhor. A observação fica por conta dos Jogos Olímpicos, que trouxe uma grande visibilidade para o país e ânimo para os brasileiros, mas que acabou derrubando os emplacamentos em pouco mais de 14% no Rio de Janeiro durante a realização do evento.

Em relação ao emprego, houve uma redução de 0,7% nos postos de trabalho, com o total de 126.900 reduzido para 1126.000 trabalhadores na indústria. Atualmente, existem 20.300 profissionais no regime especial do PPE (Programa de Proteção ao Emprego). No entanto, o executivo indica que a previsão industrial é de que não haverá necessidade de reajustar para menos a produção de veículos.

Fábrica Jaguar Land Rover

Na primeira coletiva após o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Roussef concluído, o presidente da Anfavea falou sobre o tema e que considera que este é o momento da virada para a indústria automotiva. Entende que a recuperação total do setor somente ocorrerá quando o país como um todo volte a crescer, com a retomada do crescimento da economia, PIB e a confiança do consumidor. Para o executivo, é imprescindível que as reformas propostas pelo novo governo aconteçam (em especial reformas econômicas, equação dos gastos públicos com limites estabelecidos, questões trabalhistas e regulamento do serviços de terceirização).

Nas questões trabalhistas, a Anfavea espera que mudanças e ajustes sejam feitos para que a indústria nacional tenha mais competitividade frente aos mercados internacionais. Em relação à questão previdenciária, Megale também destacou ser um fator crucial para que o país tenha um horizonte melhor definido, e assim, tenha capacidade de atrair mais investimentos para retomar o crescimento.

Fotos: divulgação

FONTE: Carsale


Novo Porsche Panamera vem a partir de R$ 758 mil

20 20Etc/GMT+3 fevereiro 20Etc/GMT+3 2017 por fernandosiqueira

Resultado de imagem para fotos do porsche panamera 2ª- geração

Chega ao Brasil o Porsche Panamera de segunda geração, apresentado em novembro no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo. Foram definidas de início as versões 4S, com motor V6 biturbo de 2,9 litros, potência de 440 cavalos de potência e torque de 56,1 m.kgf, e Turbo, com o V8 biturbo de 4,0 litros, 550 cavalos de potência e 78,5 m.kgf. Ambas vêm com tração integral e transmissão automatizada PDK de 8 marchas e dupla embreagem.

Imagem relacionada

Com perfil mais esportivo que o do anterior, em grande parte pela nova silhueta do teto, o Panamera traz novidades como painéis sensíveis ao toque para redução do número de botões, instrumentos digitais (salvo pelo conta-giros), controle eletrônico de chassi e rodas traseiras direcionais (opcionais). A versão 4S acelera de 0 a 100 km/h em 4,2 segundos e atinge 289 km/h, enquanto a Turbo anuncia 3,6 s e 306 km/h, sempre com o pacote Sport Chrono. Há ainda a opção Executive com mais 15 cm entre eixos, a ser lançada mais tarde.

Preços

1 .  Panamera 4S: R$ 758.000,00;

2 .  Panamera 4S Executive: R$ 807.000,00;

3 .  Panamera Turbo: R$ 981.000,00.

FONTE: Best Cars

Carros seminovos: os 10 mais procurados. Por André Paixão

por fernandosiqueira

Preço do mais novo pode não justificar investimento extra, mas mudanças de geração ou acréscimo de equipamentos apontam melhor negócio.

 Se os preços dos carros novos parecem (e muitas vezes são) proibitivos, a solução pode ser a compra de um veículo seminovo, com até 3 anos de uso e quilometragem até a casa dos 30.000 quilômetros.

Mas qual escolher? Será que, quanto mais recente, melhor? Nem sempre. Para fazer a escolha certa, é preciso levar em conta se houve mudanças na linha, novas versões, re-estilizações e aumento -ou até redução- na oferta de equipamentos.

Abaixo, mostramos (em ordem alfabética) qual o melhor ano/modelo para a compra dos carros mais buscados em 2016 nos principais sites de vendas de usados do País: Mercado Livre, OLX e Webmotors.

A avaliação é baseada no histórico de mudanças dos modelos e no valor segundo a tabela Fipe de fevereiro.

Chevrolet S10

Imagem relacionada
Chevrolet S10 (Foto: Divulgação)

A picape da GM passou por uma profunda re-estilização na linha 2017. Antes disso, não teve grandes mudanças nos anos anteriores. Até por isso, a variação de preços entre as S10 seminovas é próxima.

Segundo a tabela da Fipe, a versão topo de linha LTZ diesel 4×4 automática 2014 custa, em média, R$ 103.764,00. É 9,2% mais barata do que os R$ 113.321,00 de um modelo do ano seguinte. Por fim, uma S10 2016 nesta configuração sai na faixa de R$ 127.775,00, ou 12,8% mais cara.

Porém, quando equipado com motor flex, um exemplar 2016 vale mais a pena, visto que custa apenas 3,5% mais do que um 2015: R$ 76.326,00 contra R$ 73.763,00. Por outro lado, eles são bem mais caros do que um 2014. Mas aí há uma justificativa. O modelo mais antigo tem motor 2.4 de 147 cavalos, bem menos potente do que o 2.5 de 206 cv dos anos 2015 e 2016, que continua na linha.

Fiat Palio

Resultado de imagem para fotos do fiat palio

Fiat Palio (Foto: Divulgação)

O carro mais vendido do Brasil em 2014 teve poucas mudanças de lá pra cá. A principal delas foi em 2015, com o ganho de equipamentos na opção mais barata, Attractive. Ela passou a ter vidros e travas elétricos. O preço médio, no entanto, ficou apenas 6,6% mais caro, chegando a R$ 30.420, contra R$ 28.541 no modelo 2014. A diferença para o ano seguinte, porém, é maior, de 15,4%. O Palio 2016 custa, segundo a Fipe, R$ 35.111.

Fiat Uno

Resultado de imagem para fotos do fiat uno 2015

Fiat Uno (Foto: Divulgação)

A linha 2015 do Uno passou pela primeira reestilização de geração no final de 2014. Junto com o visual atualizado, o compacto ganhou acabamento mais caprichado e a possibilidade de ter start-stop (que desliga o motor quando o carro para em semâforos ou no trânsito) e câmbio automatizado.

As grandes mudanças refletiram nos preços. A versão Evolution 2015, com start-stop, custa 24,8% mais do que a versão equivalente em 2014, chamada Economy, de acordo com a tabela Fipe. Em valores, isso significa R$ 34.596 ante R$ 27.718.

A versão Way com motor 1.0 traz diferença menor nos preços. Considerando o modelo 2014, o preço médio é de R$ 26.399. No modelo 2015, o valor é 11% mais alto, chegando a R$ 29.321. Por fim, a versão 2016, a última antes da mais recente reestilização, sai por R$ 34.132, ou 16,4% a mais do que no modelo anterior.

Ford New Fiesta

Resultado de imagem para fotos do ford fiesta

Ford Fiesta (Foto: Divulgação)

O Ford New Fiesta começou a ser produzido no Brasil em 2013, já como linha 2014. Pouco depois, o Fiesta RoCam deixou de ser vendido por aqui. Desta forma, dos últimos 3 anos/modelo, há apenas unidades da nova geração, que também não sofreram alterações significativas neste período.

Na tabela Fipe, as versões 2015 são as mais atraentes.

Considerando a básica, 1.5, o modelo sai, em média, R$ 37.425, ou 6,7% mais caro do que o 2014, de R$ 35.073. Já na comparação com um veículo 2016, a diferença é de 13,4%, chegando a R$ 42.476.

A variação é ainda maior na versão topo de linha, Titanium Plus. Um exemplar 2014 tem tabela média de R$ 45.254, 8,6% mais em conta do que os R$ 49.141 de um modelo 2015.

Por fim, um Fiesta Titanium Plus 2016 fica, em média, R$ 57.036, ou 16,1% mais caro do que um do ano anterior.

Honda Civic

Resultado de imagem para fotos do honda civic 2015

Honda Civic (Foto: Divulgação)

Antes de ganhar a nova geração, em agosto deste ano, o Civic teve poucas mudanças nas linhas anteriores. Em 2014, a versão intermediária LXR com câmbio automático passou a ter motor 2.0, de 155 cv. Segundo a tabela Fipe, o valor médio é de R$ 57.957. No ano/modelo seguinte, ganhou nova grade dianteira e rodas maiores. Mas o preço médio subiu 10,5%, para R$ 64.020.

Por fim, no modelo 2016, o preço médio aumenta mais 9,9%, para R$ 70.347.

Então, se o orçamento está mais restrito, vale procurar uma unidade 2014, que não tem mudanças consideráveis e é a mais em conta.

Toyota Corolla

Resultado de imagem para fotos do corolla 2015

Toyota Corolla (Foto: Divulgação)

Líder entre os sedãs médios, o Corolla ganhou uma geração completamente nova na linha 2015. Até por isso, há um “abismo” entre os valores do modelo 2014 para o 2015. Usando como referência a versão intermediária XEi (que tem câmbio automático), a variação é de 26,4%, segundo a Fipe.

No modelo 2014, o valor médio é de R$ 58.002, contra R$ 73.311 de uma unidade 2015. Tamanha diferença pode fazer com que o comprador de uma das gerações sequer cogite adquirir a outra.

Porém, se a escolha for pela nova, vale a pena investir um pouco mais e comprar uma unidade 2016 que, em média, é apenas 7% mais cara que a 2016, saindo por R$ 78.414.

Toyota Hilux

Resultado de imagem para foto do toyota hilux 2015

Toyota Hilux (Foto: Divulgação)

A picape foi totalmente renovada no final de 2015, já como linha 2016. Ela veio acompanhada de melhorias no motor turbodiesel, que diminuiu de 3 para 2.8 litros, mas aumentando a potência e a oferta de torque.

Porém, nem mesmo o salto tecnológico fez os preços subirem muito. Segundo a Fipe, a versão SRV ficou apenas 9,2% mais cara na linha 2016 (R$ 144.120), comparando com a 2015 (R$ 132.030).

Volkswagen Gol

Resultado de imagem para fotos do gol 2015

Volkswagen Gol (Foto: Divulgação)

Com exceção do modelo atual, as maiores mudanças recentes do Gol foram na linha 2015, lançada em abril de 2014, quando o hatch ficou mais equipado.

A versão de entrada Trendline, por exemplo, ganhou direção hidráulica, chave canivete, encosto dos bancos traseiros para os 3 ocupantes e iluminação no porta-malas. Mesmo com a inclusão desses novos itens de série, a diferença de preços entre as versões 1.6 de 2014 e 2015, é pequena: apenas 3,2%, segundo a tabela Fipe. A opção mais nova sai por R$ 31.588 contra R$ 30.600 da mais antiga.

A versão Rallye, a mais cara, sofreu mudanças ainda maiores. Até a linha 2014, era equipada com motor 1.6 de 104 cv. De 2015 em diante, ganhou o novo 1.6 de 120 cv.

A variação de preços entre os ano/modelo justifica a mudança no propulsor. De 2014 para 2015 foi de 18,2%, passando de R$ 35.474 para R$ 41.929. Na comparação entre 2015 e 2016, a diferença é um pouco menor, de 15%. Por isso, entre os 3 anos do Rallye, vale a pena apostar no 2015.

Volkswagen Saveiro

 Resultado de imagem para fotos da saveiro 2015

Volkswagen Saveiro (Foto: Divulgação)

A Saveiro passou a ter opção de cabine dupla apenas no ano/modelo 2015, e nas versões mais caras. A topo de linha Cross também ganhou novo motor, o 1.6 16V de 120 cv.

Segundo a Fipe, ela custa, em média, R$ 51.298. O modelo 2016 é 11% mais caro, e sai por R$ 56.932. A não ser por um veículo mais novo, não justifica tamanha diferença.

Se a exigência é um veículo para o trabalho, vale mais a pena investir em uma unidade mais básica, no ano/modelo 2015. A opção de entrada, Startline, com cabine simples, sai, segundo a Fipe, por R$ 30.658. É apenas 3,4% mais cara do que a versão básica 2014, chamada apenas de 1.6. Uma Startline modelo 2016 custa R$ 35.528, ou 15,9% mais do que uma no modelo anterior.

Volkswagen Golf

Resultado de imagem para fotos do vw golf 2015

Volkswagen Golf (Foto: Divulgação)

A melhor escolha para o Golf depende das prioridades do dono: o modelo 2014 é importado da Alemanha e traz motor 1.4 turbo de 140 cv, suspensão independente nas rodas traseiras e câmbio de dupla embreagem. Custa, segundo a Fipe, em média, R$ 71.379 na versão Highline.

No modelo seguinte, o Golf passou a ser importado do México, mas manteve as características técnicas. O preço de um exemplar 2015, no entanto, é 8,7% maior, e justifica o investimento por ser um veículo mais novo.

Por fim, o modelo mais recente, 2016, é produzido no Brasil. Há vantagens e desvantagens. Apesar de ter motor flex (os demais só bebem gasolina) de 150 cv, este Golf tem suspensão traseira por eixo de torção e câmbio automático convencional, soluções mais simples. E o preço é 19,7% maior do que o 2015, chegando a R$ 92.810, segundo a Fipe.

Yamaha apresenta o “Tricity 125”

por fernandosiqueira

Scooter de 3 rodas traz mais estabilidade em curvas e frenagens, mas falta motor mais forte. Comercialização do modelo ainda não foi definida para o Brasil.

Resultado de imagem para fotos do Yamaha Tricity: scooter de 3 rodas

Yamaha Tricity: scooter de 3 rodas inclina como motocicleta

O “Yamaha Tricity” não é um triciclo convencional. A diferença é que a dianteira não é similar com a de um carro, como vemos em triciclos comuns como o Can-Am Spyder. No Tricity, cada roda tem uma suspensão independente, o que possibilita fazê-las inclinar como em uma motocicleta tradicional.

Nem por isso a motocicleta é mais larga que o normal: a largura das rodas não se sobrepõe à das carenagens, não atrapalhando a locomoção no trânsito. O objetivo da roda extra e trazer mais estabilidade em curvas e frenagens.

O novo Scooter ainda não está previsto para ser vendido no Brasil, mas a marca trouxe uma unidade para teste drive. Esse tipo de motocicleta com 3 rodas existe, com sucesso, na Europa. A Piaggio foi a marca que começou a investir nesse segmento.

No Brasil, a Piaggio vende, timidamente, a linha MP3 desde o final de 2016, mas ela é de maior cilindrada e os preços  de entrada são de R$ 38.800,00. Caso fosse vendido em nosso País, como possui motor de 125 cc, o “Tricity” teria que ser vendido numa faixa de preço mais acessível.

Na Europa, o Scooter de 3 rodas da Yamaha é vendido por preços a partir de 3.999 euros. O “Tricity” não possui nenhum concorrente direto. O modelo mais próximo seria o MP3.

Teste Drive

A primeira impressão ao sair rodando é de leveza nas trocas de direção na dianteira. Apesar de haver duas rodas, não há percepção de peso e as rodas tendem a inclinar nas curvas com naturalidade.

As duas rodas trazem uma sensação de maior estabilidade, mesmo em curvas mais rápidas e com irregularidades. Além disso, existe o “efeito placebo” e só de saber que as duas rodas estão ali, a pilotagem fica mais tranquila.

Motorização

Além da opção 125 avaliada, também está à venda na Europa o “Tricity 155”. Ela, provavelmente seria uma melhor opção para o mercado brasileiro, visto que o Scooter mais vendido do Brasil, o Honda PCX 150, está nessa faixa de cilindrada.

Por ter duas rodas na dianteira, o “Tricity”  é mais pesado que um Scooter de similar cilindrada. Ele pesa 164 quilos. Um Yamaha Xenter 125, por exemplo, pesa 142 quilos.

Isso fez o motor de 1 cilindro e 125 cc parecer meio fraco, rendendo apenas 12,2 cavalos de potência máxima e 1,2 kgfm de torque.

Além de ser um fator importante para estabilidade em curvas, a roda extra também ajuda para uma frenagem mais eficaz. O agarre ao asfalto melhora e o “Tricity” possui sistema de freios combinados, que distribui a frenagem entre o eixo traseiro e dianteiro, fazendo o scooter oscilar pouco, mesmo em frenagens mais bruscas.

INTERESSANTE REGISTRAR: o “Tricity” é equipado com transmissão automática do tipo CVT.

Mercado brasileiro

O “Tricity” seria uma boa opção em nosso mercado, principalmente para quem não tem tanta familiaridade com motocicletas. Apesar de não ser “à prova de queda”, as duas rodas ajudam muito em estabilidade e confiança.

É importante registrar, que muito do sucesso do “Tricity” e de modelos Piaggio e Peugeot na Europa vem da legislação local: alguns países permitem a quem tem apenas habilitação para automóveis guiar também veículos desse tipo.

FONTE: Auto Esporte

Holandeses criam carro voador, que começa a ser vendido em 2018

por fernandosiqueira

O carro voa a 3.000 metros do chão, mais ou menos 1/3 da altura alcançada por um avião comercial e com autonomia para ir do Rio a São Paulo.

Resultado de imagem para fotos do Pal-V, carro que voa

Foi entre o final do século XIX e o começo do XX que o carro e o avião apareceram no mundo. Duas revoluções quase que ao mesmo tempo. Mas a humanidade queria ir mais longe. A ficção científica alimentou durante décadas a nossa imaginação.

O “PAL-V” é um giroplano. No solo, ele vai de zero a 100 quilômetros por hora em nove segundos e chega a 160 quilômetros por hora. Ele voa a 3.000 metros de altura, mais ou menos 1/3 da altura alcançada por um avião comercial e com autonomia de voo para ir do Rio a São Paulo.

Pelo menos dez pessoas pagaram o equivalente a R$ 80.000,00 para reservar um modelo, que começa a ser vendido em 2018.

FONTE: Auto Esporte

 

Ford vai lançar a pick-up ‘Raptor’, versão off-road, na China

por fernandosiqueira

Exibindo F-150Raptor-China-2.jpg

A Ford anunciou que vai iniciar a venda da F-150 na China, o maior mercado do mundo. Esta será a primeira vez nos 69 anos de história da Série F que a pick-up mais vendida do mundo estará disponível para os consumidores chineses.

“Com seu estilo e desempenho fora de estrada incomparáveis, a F-150 Raptor se tornou uma pick-up desejada ao redor do mundo. A sua exportação para a China vai trazer um novo grupo de fãs para a família Ford”, diz Joe Hinrichs, presidente da Ford nas Américas.

A F-150 Raptor de segunda geração conta com tecnologias avançadas, como carroceria de liga de alumínio de alta resistência, de nível militar. É equipada com uma versão especial do motor 3.5 EcoBoost, com alta potência, transmissão automática de 10 velocidades e um sofisticado sistema de gerenciamento de terreno com seis modos.

Outros recursos exclusivos da pick-up off-road da Ford são o chassi de aço de alta resistência projetado pela Ford Performance, os amortecedores Fox Racing personalizados, com distância maior do solo, os pneus off-road BFGoodrich e o sistema de escapamento duplo.

“Em todos os salões em que foi exibida na China, a Raptor atraiu um interesse surpreendente”, afirma David Schoch, presidente da Ford Ásia Pacífico. “Ela é mais um exemplo do nosso compromisso de oferecer uma ampla gama de veículos para os consumidores na China, desde utilitários esportivos até carros e picapes de alto desempenho.”

A F-150 Raptor é um dos mais de 12 novos veículos de alta performance que a Ford planeja lançar até 2020, ao lado do Ford GT, do Focus RS, do Shelby GT350 e do Shelby GT350R.

Como preservar as partes plásticas do carro

18 18Etc/GMT+3 fevereiro 18Etc/GMT+3 2017 por fernandosiqueira

Resultado de imagem para fotos de peças plásticas do carro

Os “plásticos” do carro são mais comuns nos modelos aventureiros, no entanto, não há negar, eles protegem a carroceria e deixam o automóvel com a aparência mais “robusta” e estão cada vez mais comuns. Geralmente utilizados em versões mais caras, os plásticos dão um destaque ao veículo, mas há um problema: com o tempo começam a perder a cor e ficam desbotados. Aí, o que era atrativo, passa a ser um fator negativo porque “envelhece” o veículo dando uma aparência feia e descuidada. Mas existe uma maneira de manter a aparência do plástico” sempre nova.

CARRO

O especialista em estética automotiva Dyego Belisário diz que sim. “Existem plásticos de diversas qualidades. Alguns desbotam rápido; outros duram mais tempo. Mas todos, sem distinção, precisam de cuidados”, diz o expert, proprietário da Car Coating, empresa de detalhamento automotivo localizada na Imbiribeira, Zona Sul do Recife. Dyego diz que o que mais colabora para a degradação do plástico automotivo é a falta de lavagem regular do automóvel. “Areia, fuligem e maresia. Tudo isso acumulado no plástico durante dias acelera o processo de desgaste do material fazendo com que ele vá perdendo o brilho natural”. O especialista explica que existem peças plásticas da cor preta, grafite ou cinza nos automóveis, dependendo só dos fabricantes. Todas possuem “poros” na superfície que retêm a sujeira.

Alguns proprietários, na esperança de proteger a peça, aplicam produtos oleosos, a exemplo do silicone. O resultado é um brilho inicial que logo desaparece, mas deixa na superfície uma camada que funciona como “cola” para segurar ainda mais a sujeira. Com a exposição aos raios ultra-violeta do sol e outros elementos ambientais, o plástico sofre um processo de oxidação. Quanto mais tempo submetido a esse desgaste, maior será o nível de degradação.

Quem entende do assunto diz que existem maneiras de proteger o plástico e até de recuperá-lo, caso o material esteja estragado. A providência mais simples é manter o carro sempre limpo. Os especialistas recomendam a aplicação de um condicionador específico, que não é feito à base de silicone mas que vai hidratar a peça e mantê-la com a cor original. O condicionador custa cerca de R$ 20,00 e pode ser aplicado em casa. O material dura aproximadamente duas ou três lavagens. Caso a peça tenha sofrido desgaste ou apresente uma aparência estragada, ela pode receber um recuperador que é uma espécie de “tinta” especial recomenda apenas para plásticos da cor preta e que devolve uma aparência próxima da original. O produto custa R$ 40,00 em média.

O processo para conservar o plástico mais eficiente, duradouro, e mais caro, é a vitrificação. Assim como as partes de metal da carroceria, o plástico também pode ser vitrificado. Mas, neste caso, o produto é específico para o plástico externo, quer sejam para-choques, contornos de para-lamas e frisos laterais. A vitrificação cria uma película protetora que “fecha” os poros do plástico evitando a penetração da sujeira. A vitrificação dura aproximadamente dois a três anos e custa de R$ 200,00 a R$ 400,00, dependendo do número de partes plásticas e do tamanho do veículo.

FONTE: Jornal do Comércio (Recife)

Opinião do Boris Feldman

por fernandosiqueira

DOENÇA SEM CURA

Por Boris Feldman

Resultado de imagem para foto de um karmann ghia

A medicina ainda não descobriu o “vírus” que ataca indistintamente habitantes acima e abaixo do equador, ricos e pobres,  jovens e idosos. Ele não se transmite por mosquitos, mas pela gasolina. O principal sintoma é um impulso que leva um indivíduo gozando — aparentemente — de todas as faculdades mentais a rodar semanas ou meses por dezenas de ferros-velhos e lojas de peças atrás de um enferrujado e corroído carburador de Karmann-Ghia…

A doença tem nome de “antigomobilismo”. Ainda não existe no “Aurélio” (nem nos manuais psiquiátricos), mas tem no “Houaiss” e pode ser traduzido como a paixão que leva à preservação de automóveis (ou outros objetos sobre rodas) de qualquer espécie.

O Brasil é país que não cultiva o passado e onde se derrubam belos e seculares prédios para se edificar verdadeiros monumentos ao concreto e blindex. Nenhuma fábrica de automóveis construiu um museu para contar sua história através dos modelos que produziu e onde os colecionadores acabam cumprindo esta importante função de preservar nosso passado sobre rodas. Não fossem eles, não teria sobrado DKW-Vemag, Simca, Gordini, Corcel ou Aero-Willys para contar história.

Em seu estágio inicial, a doença pode se manifestar pelo puro resgate do passado. Nessa fase, a compra do monte de ferrugem se explica pelo “é igualzinho ao carro do vovô”, ou “foi num desses que o papai aprendeu a dirigir”. Ou ainda a realização de um sonho da adolescência.

Na etapa mais aguda da doença, já faltam ao colecionador argumentos razoáveis ou lógicos. Ele leva a relíquia para a garagem porque se apaixonou por ela e não procura mais se convencer (nem aos familiares) das vantagens do hobby com explicações racionais.

Automóvel é considerado antigo se tiver mais de 30 anos de fabricação.

Os mais valorizados são os clássicos, como Cadillac, Mercedes, Jaguar ou Rolls-Royce, que se destacam pelo luxo, tecnologia e qualidade de materiais aplicados. Ou um “puro-sangue” como Ferrari, Maserati, Corvette, Mustang.

No entorno do antigomobilismo gravitam centenas de milhares de apaixonados, clubes e associações, leilões, exposições, oficinas, fábricas de peças, lojas especializadas, publicações, encontros, museus, miniaturas, réplicas, concursos e competições.

No Brasil, apesar da proibição de se importar carros usados, a lei abre exceção para automóveis antigos, desde que tenham mais de 30 anos de fabricação.

Uma vantagem do carro antigo é permitir curti-lo de acordo com o orçamento de cada um.  Pode ser mais feliz que o dono de um valioso Rolls-Royce um simples colecionador que curte o fim de semana a bordo de seu Fordinho 29. Incomparável sua alegria no dia de dar a primeira volta em sua recém-restaurada Vemaguet. Ou do outro lá no início da história que acabou encontrando o carburador do seu Karmann-Ghia.

Antigomobilismo vem, nos últimos tempos, se transformando num investimento de primeira linha. Nos EUA, por exemplo, aplicar uma grana no banco pode resultar em rendimento de 1% ou 2% ao ano. Automóvel antigo com boas perspectivas de demanda pode se valorizar 10% no mesmo período. Ou mais. Quanto o prezado leitor imagina que custou, há dez anos, o Ferrari da foto de abertura que foi leiloado no final de 2014 por US$ 38 milhões?

O hobby pode trazer bons dividendos. Mas, seja lá qual for o retorno deste investimento, ele traz junto o indescritível e imponderável prazer de passear num dia ensolarado, capota arriada, com a namorada ou família. Neste item, é imbatível….

BF

Nota: Esta coluna é republicação de uma das primeiras colunas de Boris Feldman no AUTOentusiastas, em 7/03/15 e que Autos & Motores publica hoje, graças à gentileza dos companheiros daquele prestigiado SITE.

A coluna “Opinião de Boris Feldman” é de total responsabilidade do seu autor e não reflete, necessariamente, a opinião de AUTOS & MOTORES.

Pagani Huayra Roadster: conversível custa R$ 7,4 milhões

por fernandosiqueira

Produção limitada a 100 unidades está vendida antes mesmo da estreia no Salão do automóvel de Genebra. Coisa de gente chique

Resultado de imagem para fotos da Pagani Huayra Roadster é um superconversível

A Pagani vai apresentar no Salão Internacional do Automóvel de Genebra (Suíça) deste ano (em março), o Huayra Roadster Coupé, versão conversível do superesportivo. Vale salientar que não se trata de uma “versão”, e sim de uma magnífica evolução.

O superconversível é equipado com motor 6.0 V12 biturbo desenvolvido pela Mercedes-AMG especialmente para a Pagani. Ele entrega 34 cavalos a mais que o Huayra Coupé, atingindo 764 cavalos de potência a 6.200 rotações por minuto, com torque de 101 kgfm.

Imagem relacionada

Com apenas 1.280 kg, o Huayra Roadster será 80 quilos mais leve que o cupê, contrariando a regra de que as versões conversíveis são geralmente mais pesadas, para manter a rigidez do chassis sem o teto fixo.

Isso  foi possível graças ao uso de uma combinação de fibra de carbono e titânio, chamado Carbo-Triax HP52, que oferece 52% a mais de rigidez, segundo a fabricante.

O Huayra Roadster Conversível terá 2 tipos de teto: um é rígido, feito em carbono e vidro, e o outro de tecido, que pode ser guardado no porta-malas. Os dois devem ser colocados ou retirados manualmente.

Resultado de imagem para fotos da traseira do Pagani Huayra Roadster conversível

A produção será limitada a 100 unidades, com preço inicial de 2.280.000 EUROS (aproximadamente R$ 7.400.000,00). Não se empolgue. Todas as unidades foram comercializadas, antes mesmo da apresentação  GLOBAL no Salão Internacional do Automóvel de Genebra, na Suíça, no próximo mês de março.

Resultado de imagem para fotos da traseira do Pagani Huayra Roadster conversível

Gol, 1ª- aérea a anunciar cobrança por mala despachada

por fernandosiqueira

Nova regra da Anac permite que empresas aéreas cobrem por despacho de bagagem a partir de 14 de março. Hoje todos os passageiros podem despachar mala sem custo adicional

Resultado de imagem para fotos de aviões da gol

A GOL foi a primeira companhia aérea brasileira a confirmar que vai cobrar pelo despacho de mala. A cobrança foi autorizada por uma decisão da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de dezembro de 2016, que entrará em vigor no dia 14 de março.

“A Gol informa que terá uma classe tarifária mais barata para aqueles clientes que não forem despachar bagagens e oferecerá separadamente a opção de adquirir uma franquia, que será calculada por unidade, seguindo as dimensões e peso estipulados”, afirmou a empresa em comunicado. Os valores por peso não foram informados.

Segundo a empresa, o valor cobrado por mala será maior de acordo com a quantidade de itens que cada passageiro despachar. “A primeira será mais barata que a segunda, que será mais barata do que a terceira. E assim por diante”, afirmou a Gol, em comunicado.

O serviço poderá ser adquirido em todos os canais de atendimento da Gol, mas a empresa vai estimular que o cliente contrate o despacho com antecedência, por meio de tarifas promocionais.

A empresa disse ainda que os passageiros frequentes, estão nas categorias superiores do seu programa de fidelidade, o Smiles, terão condições diferenciadas. O mesmo vale para os clientes que comprarem passagens com classes tarifárias mais altas, que  incluirão o preço da bagagem despachada.

A Gol ressaltou que vai criar um canal de atendimento exclusivo para tirar dúvidas sobre o tema e que a resolução da Anac também aumenta o peso da bagagem de mão, de 5 quilos para 10 quilos.

Ferrari estreia motor V12 aspirado de 800 cavalos

por fernandosiqueira

Ferrari 812 Superfast substituirá a F12berlinetta com o motor aspirado mais potente da história da fabricante italiana

Ferrari-812-Superfast-PLACEMENT

A Ferrari tornou público esta semana que vai apresentar o modelo “812 Superfast” no Salão Internacional de Genebra, no próximo mês de março. O visual não é muito diferente de sua antecessora, a F12berlinetta, mas a motorização é impactante: um motor 6.5 V12 aspirado com 800 cavalos de potência, simplesmente fantástico, que furta a cena.

Subtraindo a híbrida LaFerrari, que chegou a 963 cavalos de potência com a ajuda de motores elétricos, a 812 Superfast é o modelo de produção mais potente e rápido da história da marca italiana.

A aceleração de 0 a 100 km/h é atingida aos 2,9 segundos, e a velocidade máxima supera os 340 km/h, segundo a Ferrari. O torque máximo de 73 kgfm é entregue a 7.000 rotações por minuto, incrível!

Ferrari 812 Superfast

A Ferrari desenvolveu o motor aspirado de 800 cavalos de potência usando, pela primeira vez, um sistema de injeção direta de alta pressão e coletores de geometria variável, tecnologias derivadas da época em que a Fórmula 1 tinha motores sem turbo.

Também é a primeira vez que a FABRICANTE ITALIANA usa assistência elétrica na direção e a segunda geração do sistema que simula uma distância entre-eixos mais curta, melhorando a dirigibilidade e as respostas ao volante.

Internamente, o visual ficou ainda mais esportivo, com bancos, volante e painel de instrumentos redesenhados. O peso total não mudou com relação a F12berlinetta, que tinha os mesmos 1.525 kg (seco). A distribuição é quase perfeita, com 47% na frente e 53% na traseira.

Os Ferraristas estão em contagem regressiva para tomar contato com esse autêntico “bólido”.

Ferrari-812-Superfast-REEL