Anfavea: o “momento da virada” da indústria chegou, mas depende das reformas

6 06Etc/GMT+3 setembro 06Etc/GMT+3 2016 por fernandosiqueira

Fábrica Jeep - Goiana

A indústria automotiva brasileira segue caminhando em passos lentos. No mês de agosto, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (6) pela ANFAVEA (Associação Nacional de Fabricante de Veículos Automotores), foram produzidos 177,7 mil veículos, número 6,4% menor do que o de julho (189,9 mil). Em relação ao mesmo mês do ano passado, a redução é mais acentuada: -18,4%.

Para o presidente da Anfavea, Antonio Megale, essa queda foi um reflexo direto da interrupção temporária da produção de algumas montadoras. Segundo o executivo, se não houvesse essa paralisação, a produção passaria das 200 mil unidades.

Fábrica Honda HR-V - produção

Por outro lado, fato positivo foi o aumento do número de licenciamentos em agosto, com 207,3 mil unidades, número que representa crescimento de 1,4% na comparação com o mês anterior, mas queda 11,3% comparado ao mesmo mês de 2015. No acumulado do ano, não há refresco: queda de 23,1% em relação a 2015 com o total de 1,348 milhão. Para se ter uma ideia do tombo, o melhor resultado foi obtido nos oito primeiros meses de 2012, ocasião em que houve 2,501 milhões de emplacamentos.

Megale destacou o crescimento e acrescentou que o resultado poderia ter sido melhor. A observação fica por conta dos Jogos Olímpicos, que trouxe uma grande visibilidade para o país e ânimo para os brasileiros, mas que acabou derrubando os emplacamentos em pouco mais de 14% no Rio de Janeiro durante a realização do evento.

Em relação ao emprego, houve uma redução de 0,7% nos postos de trabalho, com o total de 126.900 reduzido para 1126.000 trabalhadores na indústria. Atualmente, existem 20.300 profissionais no regime especial do PPE (Programa de Proteção ao Emprego). No entanto, o executivo indica que a previsão industrial é de que não haverá necessidade de reajustar para menos a produção de veículos.

Fábrica Jaguar Land Rover

Na primeira coletiva após o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Roussef concluído, o presidente da Anfavea falou sobre o tema e que considera que este é o momento da virada para a indústria automotiva. Entende que a recuperação total do setor somente ocorrerá quando o país como um todo volte a crescer, com a retomada do crescimento da economia, PIB e a confiança do consumidor. Para o executivo, é imprescindível que as reformas propostas pelo novo governo aconteçam (em especial reformas econômicas, equação dos gastos públicos com limites estabelecidos, questões trabalhistas e regulamento do serviços de terceirização).

Nas questões trabalhistas, a Anfavea espera que mudanças e ajustes sejam feitos para que a indústria nacional tenha mais competitividade frente aos mercados internacionais. Em relação à questão previdenciária, Megale também destacou ser um fator crucial para que o país tenha um horizonte melhor definido, e assim, tenha capacidade de atrair mais investimentos para retomar o crescimento.

Fotos: divulgação

FONTE: Carsale


Lee Iacocca’s 10,000-square-foot Bel Air mansion hits the market

4 04Etc/GMT+3 abril 04Etc/GMT+3 2020 por fernandosiqueira

 

FROM: AUTOBLOG

With five bedrooms, eight baths, a pool and tennis court, it doesn’t come cheap

leeiaccoca's

We’ve seen the auctioning off of much of the estate of the late, famed auto executive and former Chrysler CEO Lee Iacocca, who died last year at age 94, including his 1992 Dodge Viper and wood-sided 1986 Chrysler LeBaron Town & Country Convertible. Now comes his former Southern California mansion, which has hit the market for a cool $26.9 million.

The Tuscan-style mansion in the tony Bel Air section of Los Angeles is where Iacocca lived following his retirement from Chrysler and the automotive industry in 1992. According to the website TopTenRealEstateDeals.com, it’s a 10,682 square-foot, five-bedroom, eight-bath palace on 1 acre near the Bel Air Country Club. It comes with four ensuite guest rooms, a separate staff apartment, formal living and dining rooms, a wood-paneled library and five (!) fireplaces. High ceilings, chandeliers and expensive wood trim and moulding work abound.

It’s also tailor-made for entertaining, with big open-plan rooms opening to landscaped terraces, a chef’s kitchen, a swimming pool, spa and tennis courts. And in fact, Iacocca was said to have entertained the likes of Bob and Delores Hope, Frank and Barbara Sinatra, Priscilla Presley and Betty White.

Oddly, considering Iacocca was one of the first celebrity auto execs, there’s no information about the estate’s garage; Autoblog has inquired about that with the listing agents and will update this if we hear back. In the overhead view in the gallery above, the driveway leads to the large wing on the left side of the house, so the garage is potentially pretty big, but it’s hard to say what else might share space under that roof.

Aside from his work developing the iconic Ford Mustang in the 1960s, Iacocca is perhaps best known to generations of Americans for his role rescuing Chrysler from collapse. He did so by securing a $1.2 billion federal loan from Congress, restructuring the company by cutting wages and closing plants introducing popular fuel-efficient cars like the K Car and introducing the minivan.

After his retirement in 1992, Iacocca invested in casinos and a line of imported olive oil, and he was a member of several corporate boards.

 

Mobilidade elétrica chega ao mercado duas rodas

por fernandosiqueira

Por Sérgio Gonçalves/Autoblog

A mobilidade elétrica é cada vez uma realidade em muitos países e alguns são os condutores que começam a optar por alternativas aos meios de transporte convencionais, ou seja, a combustão.

Se o mercado automotivo continua lançando novos modelos, o mercado das duas rodas também não se encontra estagnado e surgem novas opções todos os anos.

No canal de Youtube Top 10 Zone o seu criador publicou em vídeo uma lista de 10 motocicletas elétricas a ter em conta este ano de 2020.

Uma lista que poderá despertar o seu interesse para este segmento que cresce todos os dias.

gogoro s2 Mobilidade elétrica – 10 motos a ter em conta em 2020

Gogoro S2 ABS

O primeiro modelo é a Gogoro S2 ABS, uma scooter com motor de 7,6 kW com uma autonomia até 170 kms. Acelera de 0 a 50 km/h em 3,8 segundos.

Alcança uma velocidade máxima de 92 km/h.

Verge TS

O segundo modelo é a Verge TS, uma roadster com um motor de 80 kW com uma autonomia até 305 kms. Acelera de 0 a 100 km/h em pouco mais de 4 segundos e atinge uma velocidade máxima de quase 180 km/h.

Vespa Elettrica

O terceiro modelo é a Vespa Elettrica, uma scooter com um motor de 4 kW com uma autonomia até 96 kms.

Uma vez que só atinge uma velocidade máxima de 48 km/s é mais limitada da lista em performances.

Evoke Urban S Mk20

O quarto modelo é a Evoke Urban S Mk20, uma moto versátil com um motor de 19 kW com uma autonomia até 201 kms. A velocidade máxima anunciada é de 130 km/h.

The Lightning LS-218

O quinto modelo é a The Lightning LS-218, uma moto desportiva de elevadas prestações com um motor de 150 kW, com 200 cavalos de potência.

A sua autonomia vai até 160 kms.

Com carenagens próprias e afinação especifica na transmissão pode atingir os 350 km/h de velocidade máxima.

Zero DSR

O sexto modelo é a Zero DSR, outra moto versátil com um motor de 34 kW com uma autonomia muito satisfatória até 330 quilómetros e com uma velocidade máxima de 160 km/h.

Cake Kalk&

O sétimo modelo é a Cake Kalk&, uma moto para ambientes urbanõs e para todos os terrenos com um motor de 10 kW que permite uma velocidade máxima de 96 km/s.

A autonomia anunciada é de 5 horas de utilização.

Harley-Davidson LiveWire

O oitavo modelo é a famosa Harley-Davidson LiveWire, uma moto naked/custom com um motor de 78 kW com uma velocidade máxima de 160 km/h.

Uma autonomia que permite viajar até 233 kms.

Energica EGO

O nono modelo é a Energica EGO, outra moto desportiva de elevadas performances com um motor de 107 kW com uma velocidade máxima de 258 km/h.

Autonomia declarada vai até aos 160 kms.

Zero SR

E por fim o último modelo da lista é a Zero SR, uma naked com um motor de 52 kW e uma velocidade máxima de 180 km/h.

Autonomia até 321 kms também é uma das melhores desta lista.

Para mais informações todos estes modelos poderão ser consultados nas respetivas páginas das marcas.

Sérgio Gonçalves

A paixão pelos automóveis começou cedo e desde então tem andado de mãos dadas com o jornalismo nas suas mais variadas vertentes.

Produtor de conteúdos, com experiência em rádio, jornalismo online, jornalismo de imprensa e foto-jornalismo.

Isolamento social faz circulação de automóveis cair 56% em Brasília (DF)

por fernandosiqueira

 

 

Mais da metade dos automóveis de Brasília (DF) deixou de circular após o início do decreto do governo local que determinou o isolamento social por causa do Coronavírus. Estudo do Detran (Departamento de Trânsito) mostra que aproximadamente 56% da frota, estimada em 1.820.000 veículos, não saiu às ruas entre os dias 11 e 29 de março.

“O estudo foi realizado com base na frequência de passagens de veículos nas fiscalizações eletrônicas”, explica o Detran-DF

 

Eixo Monumental, em Brasília, sem fluxo de carros após medidas de restrição de aglomeração de pessoas — Foto: G1/Carolina Cruz

Eixo Monumental, em Brasília, sem fluxo de carros após medidas de restrição de aglomeração de pessoas. FOTO: G1/Carolina Cruz

Em média, houve redução de 54,4% de veículos nas vias durante os dias úteis, diz o departamento. Nos finais de semana, a redução chegou a 61,5% em comparação ao período antes do Coronavírus.

Com o levantamento desses dados, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal conseguiu comprovar que a maioria da população está seguindo a recomendação de ficar em casa, afirma a Gerência de Controle Operacional de Trânsito, responsável pela pesquisa.

Em Brasília (DF), estão trabalhando: servidores públicos federais, serviços essenciais, supermercados, farmácias, feiras permanentes, lavanderias e floriculturas, entre outros.

 FONTE: G1

Detran do Rio Grande do Norte adota o “licenciamento automotivo digital”

por fernandosiqueira

 

carros-licenciamento-digital

 

Licenciamento digital de veículos é adotado no Detran do Rio Grande do Norte. FOTO: divulgação

O DETRAN (Departamento Estadual de Trânsito do RN) acaba de lançar as versões eletrônicas do CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos Digital), e da CNH, Carteira Nacional de Habilitação, a CDT (Carteira Digital de Trânsito), que reúne os dois documentos de porte obrigatório no trânsito.

À semelhança da CDT (Carteira Digital de Trânsito), a versão eletrônica do CRLV contém todas as informações do “documento” impresso e tem a mesma “validade jurídica” do CRLV físico.

Para obter o “documento digital”, o proprietário do automóvel tem que portar o licenciamento anual do CARRO (IPVA, DPVAT e TAXA DE BOMBEIROS).

O acesso ao CRLV DIGITAL é possível, adicionando o documento, após o download do aplicativo CDT, disponível no Google Play e App Store. O cadastramento do veículo pode ser feito no próprio aplicativo. Tanto a CDT (Carteira Digital de Trânsito) quanto o CRLV DIGITAL, pode ser acessado pelo dispositivo móvel, mesmo off-line, ou seja, sem internet. A opção da CDT (CNH Digital) está disponível apenas para aqueles que dispõem da CNH com “QR Code”. 

Compartilhamento

O CRLV DIGITAL pode ser compartilhado com outra pessoa que utiliza o mesmo CARRO, desde que ela tenha instalado em seu dispositivo móvel o aplicativo CDT. O compartilhamento pode ser feito por até CINCO pessoas. 

Quando o proprietário do CARRO não desejar mais compartilhar o documento, pode CANCELAR a opção no aplicativo.

Vale salientar, que o documento digital do usuário está protegido por uma SENHA de acesso de 4 dígitos, exigida para o login na  CDT (Carteira Digital de Transito). O acesso ao aplicativo pode ser feito, também, com a impressão digital do usuário nos dispositivos móveis que possuam leitor por biometria.

E atenção: a autenticidade do documento é garantida pelo QR CODE, que pode ser lido para verificar se há alguma “falsificação” no documento durante uma fiscalização de trânsito.

O procedimento de obtenção do CRLV DIGITAL e da CDT é 100% “online”, não sendo necessário o comparecimento do proprietário(a) do automóvel ao DETRAN.  

Ford, Mercedes e Scania anunciam produção de protetores faciais, máscaras e respiradores para o combate ao coronavírus

por fernandosiqueira

 

Além dessas montadoras, Citroën, GM, Fiat, Peugeot, Toyota e Volkswagen anunciaram ações semelhantes

 

As montadoras de automóveis Ford e Mercedes-Benz anunciaram, dia 2 deste mês, ações de combate ao Coronavírus. As empresas vão atuar na produção de máscaras e protetores faciais, além de adaptar suas instalações para a fabricação e manutenção de respiradores.

Os itens são essenciais para os profissionais da saúde que ajudam a combater o Coronavírus. Outras montadoras também anunciaram medidas semelhantes.

Ford

Produção de protetores faciais em fábrica da Ford — Foto: Divulgação

                   Produção de protetores faciais em fábrica da Ford. FOTO: divulgação

A FORD vai produzir pelo menos 50.000 protetores faciais em suas fábricas de Camaçari (BA) e General Pacheco, na Argentina. As máscaras são produzidas com lâmina de acetato, e, segundo a empresa, fazem parte dos itens de proteção individual (EPIs) mais requisitados por profissionais da saúde.

A linha de produção de máscaras, será formada por voluntários, e vai seguir as regras de distanciamento social. A distribuição dos protetores será coordenada pelas autoridades de saúde e pela Cruz Vermelha.

A Cruz Vermelha, inclusive, receberá alguns veículos da Ford para o transporte de suprimentos e equipes. A medida abrange Brasil,  Argentina, Chile, Colômbia e Peru.

Finalmente, a Ford declarou que vai participar da força-tarefa de recuperar respiradores mecânicos que estão fora de operação no Brasil. Há mais de 3.000 equipamentos, do tipo, quebrados. Além da Ford, Fiat, Chevrolet e Toyota anunciaram que vão ajudar na ação, anunciada semana passada.

Mercedes-Benz

Respirador desenvolvido pela Mercedes-Benz e pelo Instituto Mauá de Tecnologia — Foto: Divulgação

      Respirador desenvolvido pela Mercedes-Benz e pelo Instituto Mauá de Tecnologia. FOTO: divulgação

A Mercedes-Benz se juntou às universidades para produzir suprimentos necessários no combate ao Coronavírus.

Em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia e profissionais de áreas médicas, a empresa está desenvolvendo respiradores. Eles serão produzidos usando peças da indústria automotiva.

Segundo a Mercedes-Benz, os testes foram iniciados, e a produção deve começar “nos próximos dias” em suas unidades fabris. A empresa está instalada em São Bernardo do Campo, Iracemápolis (SP) e Juiz de Fora (MG). Os respiradores serão destinados, a princípio, aos hospitais de São Paulo (SP).

Também em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia e com a Universidade de São Paulo de São Carlos, a Mercedes-Benz desenvolveu máscaras de proteção facial.

A produção começou, usando impressoras 3D da empresa e do Instituto Mauá. São fabricadas, em média, 10 por dia. Elas serão enviadas para hospitais da região do ABC Paulista.

Scania

A fabricante de caminhões também ajudará no combate ao Coronavírus, produzindo máscaras e consertando respiradores.

Segundo a marca, a ideia dos protetores faciais veio de colaboradores que, inicialmente, produziriam por conta própria, utilizando duas impressoras 3D.

A montadora entrou no projeto, oferecendo mais 5 impressoras 3D, pagando 80% dos insumos (os outros 20% são de uma vaquinha virtual feita por eles) e emprestando um carro e um motorista para ajudá-los a buscar materiais e entregar as máscaras produzidas.

Outros voluntários emprestaram mais impressoras, totalizando 19. Com isso, a previsão da Scania é de que os colaboradores produzam 2.000 máscaras em uma semana.

Com a colaboração do Senai, a Scania também consertará respiradores.

Alta tecnologia ajuda caminhoneiros a encontrar onde comer e parar caminhões, tanto no Brasil quanto na Argentina

3 03Etc/GMT+3 abril 03Etc/GMT+3 2020 por fernandosiqueira

 

 

coronavirus

 

O “S.O.S Truck” acaba de fechar parceria com a Raster, uma das maiores empresas de gestão de risco do Brasil, para oferecer aos caminhoneiros a mais completa base de dados sobre postos de serviços em operação, tanto no Brasil quanto na Argentina. São mais de 1.000 postos cadastrados em todo o País e aproximadamente 950 estabelecimentos checados na Argentina.

A ideia é oferecer aos motoristas profissionais informações precisas e confiáveis sobre onde encontrar serviços de alimentação, banho, borracharia, mecânicas, autopeças e onde parar com segurança nos dois Países enquanto durar a pandemia Covid-19. A Raster dedicou equipe própria para checar, por meio de ligação telefônica, cada um dos postos e mapear, com alta confiabilidade, os serviços disponíveis.

A lista dos postos com os serviços é disponibilizada nos sites de ambas empresas, além disso os motoristas podem tirar dúvidas e pedir informações extras por meio do botão de whatsapp disponível no app S.O.S Truck, cujo download e utilização é inteiramente gratuito para os motoristas profissionais.

“Unimos esforços com a Raster, empresa de grande tradição e confiabilidade na prestação de serviços de gestão de riscos para o transporte rodoviário de carga em vista da emergência em oferecer aos caminhoneiros informações seguras e assertivas de onde encontrar postos em todo o Brasil e, também, na Argentina, onde há grande fluxo de caminhões por conta do abastecimento que não pode parar no Mercosul”, comenta Gus Tambasco, CEO da S.O.S Truck.

Segundo Andrei Luiz Téo, Diretor Operacional e TI da Raster, faz parte da filosofia da empresa fazer parcerias com startups que possam agregar valor à atividade de transporte e logística. “Mantemos na Raster uma área voltada à inovação e buscamos parcerias que tragam, efetivamente, melhorias ao setor onde atuamos. Com essa parceria com a S.O.S Truck entendemos que poderemos ajudar muito os caminhoneiros neste momento crítico que passa todo o mundo por conta do Coronavírus”.

Montadoras de automóveis da China estão confiantes em recuperação de mercado

por fernandosiqueira

 

Na China, montadoras de automóveis começam a fazer promoções a fim de atrair os compradores de volta às concessionárias

 

geely-promoção-china

Após a queda brutal nas vendas de automóveis na China, por causa do Coronavírus, os empresários aos poucos vão recuperando o otimismo. E estão prevendo rápida recuperação do maior mercado automotivo do mundo.

Segundo Stefan Woellentein, diretor de negócios do Grupo Volkswagen na China, o grupo espera que as vendas de veículos naquele País quadrupliquem em abril. A entrevista foi concedida anteontem.

“Estamos cautelosamente otimistas de que os piores efeitos da crise ficarão para trás em dois a três meses”, disse o executivo.

Em fevereiro deste ano, o mercado automotivo chinês registrou somente 250.000 unidades vendidas. Mas a expectativa era de que em março o mercado fechasse com 1.000.000 de veículos comercializados.

Segundo Woellentein, a procura ainda é baixa, mas ele garantiu que a empresa está preparada para aumentar a capacidade de produção. Além da Volkswagen, diversas outras montadoras estão retomando as operações na China, após a paralisação.

Vendas na China este ano devem cair de 3 a 15%

“Há mais e mais sinais de que os negócios estão se recuperando”, disse. “Até o meio do ano, podemos voltar ao volume planejado no ano passado”, complementou.

Segundo estimativas da Volkswagen, este ano o mercado chinês deve cair de 3 a 15% em relação a 2019.

Mesmo assim, os investimentos do grupo alemão no País asiático não foram alterados. “Assumimos que a recuperação continuará e que voltaremos a operar num ambiente normal de mercado em 2021”, acrescentou Woellenstein.

A Volkswagen planeja vender 1.500.000 carros elétricos por ano na China a partir de 2025.

Geely (foto acima) também está otimista no mercado da China

A Geely Automobile Holdings, maior grupo automotivo da China, espera vendas domésticas de 1.410.000 automóveis este ano, um crescimento de 3,5% sobre 2019.

Apesar de enfrentar a maior dificuldade em 23 anos de existência, por causa da crise do Coronavírus, a empresa não pretende cortar salários. Em vez disso, a montadora planeja fazer “mudanças organizacionais” e melhorar a eficiência.

CNH venceu? Veja o que fazer durante o “Coronavírus”

por fernandosiqueira

 

Veja também o que muda para aqueles que estão tirando a habilitação ou precisam licenciar o automóvel

 

cnh-carteiranacionaldehabilitação

Postos de atendimento dos Detrans espalhados por todo o Brasil estão fechados pelo “Coronavírus”. Com isso, serviços como a renovação da CNH (Carteira Nacional de Habilitação), estão suspensos.

O CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) autorizou, no dia 19 de março do corrente ano, que motoristas dirijam com a CNH vencida. Mas a liberação só vale nos casos em que o documento expirou a partir do 19 de fevereiro.

O mesmo vale para a PPD (Permissão de Dirigir), para expedição de CRV (Certificado de Registro de Veículo), em caso de transferência de propriedade de veículo adquirido desde 19 de fevereiro, e para o registro de licenciamento de veículos – desde que ainda não expirados.

Processo de habilitação

Com aulas e exames suspensos, o prazo para conclusão do processo de habilitação passou de 12 para 18 meses. Isso significa que aqueles que começaram o processo em março do ano passado e ainda não concluíram, por exemplo, terão até setembro para isso.

Mercedes-Benz celebra os 120 anos da menina que deu origem ao nome da marca

por fernandosiqueira

 

 

 

 

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Mercedes, combinação de beleza e elegância com desempenho e tecnologia. FOTO: divulgação

Há 120 anos, o nome de uma menina de onze anos de idade se tornou a síntese dos carros e deu nome à primeira marca de automóveis de luxo do mundo. Em 2 de abril de 1900, a Daimler-Motoren-Gesellschaft decidiu chamar seus automóveis de Mercédès, em homenagem à filha de Emil Jellinek.

O empresário austríaco, que morava em Nice, na França, trocou veículos Daimler e os registrou em eventos de corrida. O primeiro automóvel com esse nome o Mercedes 35 PS – gerou comoção na semana de corrida de Nice, em março de 1901. Isso não se deu apenas pela sua tecnologia altamente avançada para a época- que permitiu vencer várias corridas por lá – mas, pelo seu design excepcionalmente elegante. O Mercedes 35 PS é considerado o protótipo do automóvel moderno e, com sua arquitetura progressiva, se tornou um modelo para toda a indústria automotiva. Paul Meyan, então secretário-geral do Automobile Club of France, disse após a semana da corrida, “Entramos na era da Mercedes”.

A partir de então, as letras curvas de “Mercédès” passaram a decorar os radiadores dos veículos de passeio da Daimler. O nome foi registrado como marca comercial em 23 de junho de 1902 e protegido legalmente em 26 de setembro daquele mesmo ano. Desde então, o nome da marca – que foi alterado para Mercedes-Benz após a fusão das empresas Daimler e Benz, em junho de1926,  tem sido uma expressão do compromisso com a sofisticação e a inovação. Como nenhuma outra empresa automotiva, a Mercedes-Benz combina beleza e elegância com desempenho e tecnologia. Além disso, o segredo do sucesso do atual design da Mercedes-Benz é o encontro perfeito entre inteligência e emoção.

A única marca de automóveis com um nome feminino

Até hoje, a Mercedes-Benz é a única marca automotiva que leva um nome feminino. “Mulheres como Mercédès Jellinek ou Bertha Benz moldaram a história de sucesso da Mercedes-Benz desde o início”, diz Bettina Fetzer, diretora de Marketing da Mercedes-Benz AG. “Com nossa iniciativa She’s Mercedes, fundada em 2015, estamos construindo essa tradição para nossas inúmeras clientes mulheres. O futuro da Mercedes-Benz combinará sustentabilidade e luxo em todo o mundo, de maneira fascinante“, conclui a diretora.

 

mercedes-nome-menina

 

Visite o site: https://www.mercedes-benz.com.br/

Desde 2016, a Mercedes-Benz tem sido eleita a marca de automóveis de luxo mais valiosa do mundo e é a única marca europeia entre as 10 melhores no ranking “Best Global Brands 2019” da Interbrand, renomada empresa de consultoria de marcas dos Estados Unidos.

Pick-up Ford Ranger foi escolhida pelo Exército argentino

por fernandosiqueira

 

Ford Ranger foi a escolhida pelas Forças Armadas da Argentina para substituir os veteranos jipes Mercedes “Classe G”.

 

 

ford-ranger-exército-argentino

O Exército argentino escolheu a pick-up Ford Ranger para substituir a frota do jipe Mercedes-Benz Classe G, atualmente em uso. A pick-up da Ford conseguiu superar a Toyota Hilux na concorrência. Ambas são produzidas no País vizinho.

Segundo o Autoblog argentino, a decisão foi tomada após vários meses de testes e análises em várias regiões daquele País. O exército utilizou versões especialmente preparadas para missões militarizadas.

As primeiras unidades da pick-up, batizada de “Ranger Igarreta Militarizada”, foram entregues esta semana. E a missão inicial será no auxílio de combate ao novo Coronavírus.

O processo de escolha do veículo que deveria suceder os veteranos Mercedes Classe G começou em 2018. O modelo clássico alemão esteve a serviço das Forças Armadas argentinas desde 1981. A frota era formada por 900 unidades do modelo alemão, todas com motores a gasolina.

Desde o início, o requisito de escolha havia recaído por automóveis de produção comercial, que pudessem ser adaptados ao uso militar. São os chamados veículos militarizados. A razão é que são mais baratos de comprar e mais simples de manter. O mesmo não ocorre com modelos que nasceram para uso militar, caso do norte-americano Humvee.

Poderiam participar da concorrência apenas produtos feitos na Argentina. O País é o principal fabricante de pick-ups médias da América do Sul. Dali saem Ford Ranger, Toyota Hilux, Volkswagen Amarok e Nissan Frontier, por exemplo. S10 e Mitsubishi L200 são produzidas no Brasil.

Segundo o Autoblog, concorreram apenas a Hilux Militarizada, desenvolvida pela própria Toyota, e a Ranger Militarizada, projetada pela empresa Igarreta, um distribuidor Ford e antigo fornecedor das Forças Armadas.

O modelo utilizado pela Toyota foi baseado na versão SR, com motor 2.8 turbodiesel de quatro cilindros, 177 cavalos de potência e 42,8 mkgf. O câmbio é manual de 6 marchas e a tração, 4×4, com redução. A Ranger foi baseada na versão XLS, com motor 3.2 turbodiesel de cinco cilindros, 200 cavalos de potência e 47,9 mkgf. Da mesma forma que a concorrente, o câmbio é manual de 6 marchas, e o modelo tem tração 4×4 com câmbio redutor.

 

Veja, abaixo, as diversas especificações a serem cumpridas na Ranger:

1 – saída de escapamento e entrada de ar elevadas, para permitir funcionamento do veículo em área com até 1 metro de alagamento;

2 – suporte para galões de 20 litros de combustível, para garantia de aumento de autonomia;

3 – grades protetoras para faróis;

4 – tomadas de força para alimentação de equipamentos auxiliares, com chave de proteção;

5 – suportes para fixação de redes de camuflagem e de ferramentas;

6 – guinchos na frente e atrás, além de ganchos de reboque dianteiro e traseiro;

7 – pré-instalação para assento giratório de 360°, para facilitar movimentação de atirador;

8 – estepe do mesmo tamanho que os demais.

Segundo as avaliações do exército argentino, a Ranger superou a Hilux nas provas a que ambas foram submetidas, e com isso o concessionário da Ford venceu a concorrência. A empresa entregou as primeiras dez unidades ao Exército na semana passada.

 

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Marca
SUZUKI
Modelo
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