Como dirigir um automóvel cambio automático

29 29Etc/GMT+3 novembro 29Etc/GMT+3 2020 por fernandosiqueira

 

Saiba no que você deve prestar atenção, como preservar o câmbio automático, os principais erros cometidos e as manutenções a serem feitas

 

 

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Manopla do câmbio automático de um automóvel. FOTO: divulgação

Por Rodrigo Ribeiro

Com estreia em 1939 e divisor de opiniões até hoje, o câmbio automático encontrou seu espaço no mercado brasileiro. Se em 2010 representava 12% das vendas de carros zero quilômetro no Brasil, 9 anos depois participava de 49% do volume, segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). Mesmo com o crescimento de popularidade, ainda há dúvidas sobre como, de fato, se deve dirigir um automóvel com essa configuração, da melhor maneira.

Saiba, abaixo, no que você deve prestar atenção, como preservar o câmbio automático, quais os principais erros cometidos e manutenções a serem feitas.

O que é um câmbio automático?
De um modo simples, é o câmbio que realiza as trocas de marcha automaticamente, sem precisar de embreagem ou qualquer ação do motorista.

Apesar da praticidade que o câmbio automático traz, quem está acostumado com o “manual” sentirá diferença em relação ao controle sobre o automóvel. “[No manual] você tem o poder de escolha do regime de operação de motor. Se quiser um torque mais rápido para ultrapassar alguém ou economizar combustível, pode utilizar uma rotação mais baixa. No automático, isso não é tão possível, é como se alguém fizesse para você”, explica Erwin Franieck, mentor de Tecnologia em Engenharia Avançada da SAE Brasil.

Entrei no carro, e agora?

Franieck ressalta que é um processo de adaptação. Um dos maiores desafios da transição do manual para o automático é deixar de lado a perna esquerda, responsável por acionar a embreagem. “No começo, o pé esquerdo pode ir direto para o pedal do freio. A primeira dica é tentar deixar a perna esquerda quieta, pode-se até sentar-se em cima dela. Assim, diminuirá as frenagens bruscas que acontecem sem querer”.

As letras do câmbio automático
P, R, N, D, L… No automático, é necessário aprender a decodificar as letras presentes no câmbio e torná-las parte da rotina. Mesmo variando de acordo com o modelo e fabricante, algumas permanecem as mesmas:

P – Significa “parking” ou “estacionar” em português. “É um duplo freio, tanto das rodas quanto da própria transmissão do motor para as rodas. Ao colocar no “P”, nada mais gira”, explicar Erwin. Deve ser usada sempre que o carro for ficar parado, em complemento ao freio de estacionamento.

R – Nada mais do que a ré do carro.

N – O ‘N’ é o neutro, a posição em que o carro não está engatado: “Tudo está desconectado, mas nada está travado. É bom para ajeitar o veículo, como em uma baliza na subida, pois permite utilizar a gravidade a seu favor”.

No entanto, deve-se lembrar que o “N” NÃO tem a mesma função que o “P”. Dessa forma, se você NÃO acionar o freio de mão ou o pedal, o carro pode andar sozinho.

D- É a posição que deve ser acionada para que o carro se movimente para frente. É no “Drive” que o câmbio realiza a troca automática de todas as marchas disponíveis.

Da partida ao estacionamento
Na partida, o câmbio deve estar no “P”. Após girar a chave, o motorista pode soltar o freio de mão, manter o pé no pedal do freio e colocar diretamente em qualquer posição (“N”, “D” ou “R”). Depois, é só liberar o freio aos poucos.

“Em movimentação dinâmica, como na cidade, o “P” só deve ser utilizado quando o motorista desejar parar e desligar o carro”, afirma Erwin. Dessa maneira, se o motorista se deparar com um semáforo no vermelho, não deve colocar o carro no “P”.

Para estacionar, a dinâmica é um pouco diferente. Não é indicado colocar diretamente no “P” e puxar o freio de mão, pois o movimento acumula tensão nos sistemas de frenagem: “É uma sobrecarga. Por mais que não haja mais risco do carro de se mexer, toda a força que estava acontecendo enquanto o carro se movia permanece como um resíduo de torque nos freios”.

O mentor da SAE Brasil ainda esclarece que por ser um pequeno acúmulo tal ação não deteriora o sistema. Porém, se for algo contínuo, pode gerar um desgaste desnecessário para o câmbio.

E qual é a melhor maneira? “Colocar no “N”, puxar o freio de mão e depois, no “P”. Assim, não existe mais força atuando no sistema, ou seja, não fica resquício algum”, assegura.

Como sair com o carro automático em subidas e descidas?
Imagine que o carro está estacionado em uma descida. “Se soltar o freio de mão, toda a força gravitacional ficará acumulada no “P”, e ao mudar de marcha, vai dar um ‘tranco’”, alerta. Com intuito de evitar tal situação, Franieck apresenta duas possibilidades:

Sair de ladeiras em automáticos exige um cuidado extra (Foto: Reprodução) — Foto: Auto Esporte

Sair de ladeiras em automáticos exige um cuidado extra (Foto: Reprodução) — Foto: Auto Esporte

1. Segurar o freio com o pé, soltar o freio de mão e, somente neste momento, mudar para a posição desejada.

2. Trocar de marcha antes de liberar o freio de mão. “Com o freio de mão, você está protegendo que o torque atinja o câmbio, não há problema”, diz.

Agora, pense que você está parado em uma subida. Motorista não habituados com o câmbio automático podem ter a sensação de que o carro descerá ao liberar o pé do freio. Isso só acontece se “o carro estiver muito pesado ou a rampa muito inclinada, aí pode descer um pouco”, lembra Erwin.

Se você estiver em um caso similar a esses, pode usar o freio de mão. “É o mais recomendado, porque não vai gastar combustível. Segurar com o acelerador não faz sentido, você está gastando dinheiro”, afirma. Fazer isso também pode ocasionar o superaquecimento do câmbio e conversor de torque.

Desempenho e eficiência X Consumo
Em geral, nos câmbios manuais ou automáticos mais antigos, existe uma perda de eficiência maior na mudança de uma marcha para a outra.

“Nos carros mais modernos temos a dupla embreagem, que enquanto uma marcha está rodando, a próxima já é acionada. Nesse tipo de câmbio não tem perda, a troca é rápida”, explica. Por esse motivo, há um ganho no desempenho junto da melhora do consumo do carro.

Alguns carros ainda podem incluir a função Sport (S) ou Low (L), este último recomendado para descidas íngremes e longas (Foto: divulgação) — Foto: Auto Esporte

Alguns carros ainda podem incluir a função Sport (S) ou Low (L), este último recomendado para descidas íngremes e longas (Foto: divulgação) — Foto: Auto Esporte

Para o mentor, o câmbio CVT é um dos melhores para trabalhar em consumo. “Quando você quer manter uma velocidade abaixo de 40 km/h, o CVT percebe isso e consegue voltar a rotação do câmbio para a menor possível com o melhor consumo, ainda mais nas dinâmicas de cidade”, aponta.

Preciso trocar o óleo do câmbio automático?

Sim, mas é preciso se atentar à frequência. Franieck explica que o óleo do câmbio automático é bem conservado, pois diferentemente do óleo do motor, não tem tantas variações de temperatura e nem contato com outros líquidos.

 — Foto: Pixabay

— Foto: Pixabay

“O óleo do câmbio não tem ataque químico e de temperatura. O único ataque [acontece] em função da pressão entre os dentes da engrenagem, onde está fazendo o papel de lubrificante”, ressalta o especialista.

De quanto em quanto tempo é preciso realizar a troca? “Em geral, a vida [do óleo] é longa, demanda pouca manutenção. Estima-se 40 mil km para um caso de poucos cuidados e 200 mil km para aplicações com óleos mais refinados”. No entanto, Erwin adverte que cada carro tem sua própria recomendação, e é importante seguir o que está definido no manual do proprietário.

As manutenções são caras?

“Todos os câmbios automáticos são importados, ainda não conseguimos viabilizar a produção nacional porque os custos de homologação são grandes”, afirma o especialista. Essa condição implicaria em um preço mais alto das peças do câmbio automático, já que são importadas.

Entretanto, Franieck explicita uma vantagem dos automáticos sobre os manuais: “Para cada [manutenção] feita, seriam duas ou três no manual. O automático é mais bem testado, e a taxa de falha é mais baixa”.

No final, Erwin frisou onde está uma das principais origens dos problemas nos câmbios de carros: “Se o motorista é alguém que tem cuidado com a embreagem e não troca a marcha fora de ponto, terá menos problemas, mas o manual fica na mão de quem está usando. No automático, não tem como fazer algo errado, o sistema faz sozinho. Por ter esse procedimento, a vida útil é maior”.

Você sabia que Maradona, príncipe do futebol, era apaixonado por automóveis?

por fernandosiqueira

 

O maior craque da história do futebol argentino possuiu uma gama de carros, que vão de um Fiat 128 a diversos modelos de Ferrari, inclusive um Rolls-Royce

 

 

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Maradona (C) e seu Rolls-Royce Ghost. FOTO: divulgação

A rivalidade entre Brasil e Argentina não foi capaz de impedir o choque e a comoção dos apaixonados por futebol. De maneira súbita, aos 60 anos de idade, faleceu Diego Armando Maradona. Ídolo do futebol argentino e mundial, um dos maiores jogadores da história, teve uma parada cardiorrespiratória enquanto se recuperava de uma cirurgia no cérebro realizada no início deste mês.

Ao longo de sua trajetória como jogador e posteriormente como técnico, o eterno camisa 10 compartilhava sua paixão por carros. O último deles foi um BMW M4 Coupé, comprado na Argentina e utilizado para andar na cidade de La Plata, onde era treinador do Gimnasia y Esgrima.

Nascido de uma família humilde na cidade de Lanús, que fica na província de Buenos Aires (ARGENTINA), o seu primeiro carro indicava a predileção por máquinas de alto desempenho. Em 1980, quando tinha apenas 19 anos, comprou um Porsche 924 usado. No mesmo ano, recebeu de presente dos torcedores do Argentinos Juniors — clube no qual iniciou sua carreira — um Mercedes-Bens 500 SLC.

Com o início de sua jornada europeia ao vestir a camisa do Barcelona, em 1982, o jogador acumulou carrões, sobretudo nos anos em que foi o ídolo maior do clube italiano Napoli. Após a aposentadoria, continuou a dirigir máquinas potentes e caras, em uma lista que inclui duas Ferrari F40, um Rolls Royce Ghost e um BMW i8.

 Confira, abaixo, alguns dos automóveis que fizeram parte da trajetória de vida de Diego Armando Maradona, estrela que entrou para a História.
1 . Fiat 128
O simpático e compacto Fiat 128 foi um dos primeiros carrinhos do Maradona — Foto: Divulgação

O compacto Fiat 128 foi um dos primeiros automóveis do Diego.  FOTO: divulgação

Maradona, não obstante ter predileção por automóveis potentes, comprou um Fiat 128 em 1982, antes de deixar o Boca Juniors para vestir a camisa do Barcelona. O “carrinho”, que ficava na Argentina, foi vendido por ele em 1984.

2 . Porsche 924

O primeiro veículo do então jovem craque, quando ainda era atleta do Argentinos Juniors, era um esportivo usado com motor 2.0 quatro cilindros com motor dianteiro e tração traseira. Em 2012, o modelo foi colocado à venda em um site de leilões custando apenas 65,9 mil euros.
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O Porsche 924 foi o primeiro de muitos “monstros sagrados” de 4 rodas pertencentes a Maradona. FOTO: divulgação
3 . Ferrari Testarossa

Como não poderia deixar de ser, o período em que Maradona foi camisa 10 do Napoli também foi acompanhado de um supercarro italiano. Em 1987, no auge de sua carreira após conquistar o bicampeonato na Copa do Mundo, ele comprou um Ferrari Testarossa com motor 4.9 e 12 cilindros, capaz de produzir 390 cv de potência. Uma exigência do camisa 10 era que o modelo tivesse sua pintura toda em preto. Obviamente, foi atendido.
Ferrari Testarossa foi pintada de preto a pedido do craque — Foto: Divulgação

Ferrari Testarossa foi pintada de preto a pedido de Maradona. FOTO: divulgação

4 . Ferrari F-40

 

Mas a Ferrari F40 não veio pintada de preto — Foto: Divulgação

Ferrari F40, um superesportivo de peso. FOTO: ivulgação

Produzido em 1987 para celebrar os 40 anos da montadora italiana, o “carrão”, símbolo de esportividade, também foi adquirido por Diego Armando Maradona na época em que jogava no clube Napoli (Itália). O jogador também queria que o modelo fosse pintado de preto, mas a montadora se recusou e ele teve de comprá-lo em sua cor original, vermelho.

5 . Ferrari F355 Spider

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 Ferrari F355 Spider, modelo 1995. FOTO: divulgação

Mesmo no fim de sua carreira e longe da forma física ideal, Maradona foi recebido como semideus ao retornar ao Boca Juniors (Argentina) em 1995. Na oportunidade, ganhou de presente duas Ferrari F355 Spider, motor 3.5 V8, ambas vermelhas.

6 . BMW i8

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BMW i8 foi um dos carros usados por Maradona em temporada no Oriente Médio. FOTO: Divulgação

Como treinador, Maradona rodou o mundo e comandou equipes na Argentina, México, nos Emirados Árabes Unidos e até na Bielorrússia. Em sua passagem pelo futebol árabe, adquiriu um modelo esportivo híbrido produzido pela BMW.
 

Cientista política conta a história da ligação da sua família com os automóveis da FORD

28 28Etc/GMT+3 novembro 28Etc/GMT+3 2020 por fernandosiqueira

 

Carol Frassão

 

  • Carol Frassão, 31 anos, viveu a infância viajando com a família na Belina do pai. FOTO: divulgação

 

Seu primeiro carro, um New Fiesta, participou até do seu casamento e foi roubado este ano. Ela recebeu a indenização do seguro no mesmo dia em que retirou o primeiro carro do Distribuidor FORD e pretende comprar um EcoSport

Os carros são companheiros de trabalho, viagens e momentos importantes na vida de muitas pessoas, que acabam criando uma ligação afetiva com eles. E o mesmo acontece com as marcas. Carol Frassão, cientista política de 31 anos, moradora em São Paulo (SP), tem uma história especial com a FORD, que ela conta neste vídeo da série Hall da Fidelidade.

“Para mim, carro sempre foi FORD. Eu nasci no Rio Grande do Sul, meu pai tinha uma Belina e eu cresci dentro dela. A gente viajava diversas vezes por ano para visitar minha família em São Paulo (SP)”, lembra Carol.

O seu primeiro carro também foi um FORD, um New Fiesta que ela ganhou do pai 7 anos atrás e virou seu xodó. “Rodei o Brasil com ele, com várias pessoas, muitas malas, comida para uma semana. “Dormi dentro dele, então tem muitas histórias e ele fez parte de tudo isso”, conta.

O carro participou até do casamento de Carol, no ano passado. Além dos noivos, ele levou o bolo, o tapete de decoração, docinhos e outras coisas na viagem de seis horas até o litoral de São Paulo, com sucesso. Este ano, porém, ela e o marido foram assaltados e levaram o carro.

“Foi um momento muito difícil, não só pelo material mas por perder o companheiro. Até contando dele dá uma saudade gostosa dessas lembranças e de tudo que a gente passou”, descreve Carol. O mais curioso é que ela acabou recebendo o dinheiro da seguradora no dia 24 de agosto, exatamente a mesma data em que retirou o carro do Distribuidor FORD, 7 anos atrás. Agora, quer comprar um EcoSport.

“Eu sei que vou ter um novo companheiro e a gente ainda vai viver muita coisa. Tenho certeza de que a minha história com a FORD não parou por aqui”, completa.

Novo sedã Audi A4 está na concessionária da marca em NATAL, com novo design e muita tecnologia

por fernandosiqueira

 

 Modelo está sendo vendido em três versões: Prestige, Prestige Plus e Performance Black. Carregamento de celular por indução, park assist e controle de cruzeiro adaptativo integram novo pacote de tecnologias do sedã. Automóvel  mais vendido da história da Audi no mundo está disponível em todo o Brasil com preço “sugerido” a partir de R$ 229.990,00

 

 

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A AUDI CENTER NATAL, concessionária autorizada Audi, acaba de receber o novo automóvel sedã “A4”.

“O Audi A4 é um carro mundialmente respeitado por sua elegância e versatilidade, capaz de atender diferentes públicos mantendo a esportividade que é característica da marca. Não à toa ele é o veículo mais vendido na marca no planeta. O novo A4 Sedan chega agora ao Brasil com visual renovado e novas tecnologias para manter sua trajetória de sucesso no País”, avalia Daniel Rojas, Diretor de Vendas da Audi do Brasil.

Em 26 anos de história, foram comercializadas mais de 7,5 milhões de unidades do A4 no mundo todo desde sua origem em 1994.

Motor poderoso: o 2.0 TFSI

O motor 2.0 TFSI, eleito o melhor no prêmio “International Engine of the Year” em 2019, equipa o A4 Sedan. Entrega 190 cv de potência e torque de 320 Nm entre 1.450 e 4.200 rpm. Isto leva a um ótimo desempenho: aceleração de 0 a 100 km/h feita em 7,3 segundos e velocidade máxima de 240 km/h. Na versão de topo, Performance Black, são 249 cv de potência e torque de 370 Nm entre 1.600 e 4.500 rpm com aceleração de 0 a 100 km/h em 5,8 segundos e velocidade máxima de 250 km/h – ela também vem com a tração quattro.

A transmissão de ambos é a S tronic de sete velocidades, com dupla embreagem e trocas de marchas quase instantâneas. Para maior economia de combustível, o câmbio oferece uma função roda-livre e ainda é possível escolher cinco modos de direção no Audi drive select: automatic, efficiency, comfort, dynamic e individual.

Novo visual: design exterior e interior

O novo Audi A4 chega ainda mais dinâmico e sofisticado, graças aos destaques do design esportivo, nova grade Singleframe – agora mais ampla e plana – e novo conjunto ótico. As linhas horizontais enfatizam a largura na frente e traseira do sedan médio. A vista lateral tem como destaque os contornos sobressalentes acima das rodas e pela linha inferior marcando o entre-eixos. Eles formam linhas fortes e tornam as características da tração quattro ainda mais visíveis externamente.

Os faróis de LED agora são itens de série no Audi A4, na versão topo há ainda a tecnologia Matrix LED com farol alto totalmente automático como opcional. O novo desenho apresentado no conjunto ótico do sedan mantém as características dos modelos de topo, com pequenos pontos de LED formando a assinatura presente tanto nos faróis quanto nas lanternas.

No interior, o centro do painel de instrumentos conta com o Audi MMI Plus, levemente inclinado em direção ao motorista. A tela sensível ao toque apresenta a mesma linguagem vista nos modelos A6 e A7, com o MMI Touch no centro de controle do novo sistema operacional. A experiência é semelhante ao uso de um smartphone e as informações são projetadas na tela de alta resolução com 10,1 polegadas ao lado.

Versões, preços e equipamentos

O Audi A4 chega às concessionárias em três versões: Prestige, Prestige Plus e Performance Black. Desde a primeira o modelo vem com uma lista recheada de equipamentos. Uma das novidades do modelo é o Audi Phone Box Light, tecnologia permite o carregamento de smartphones por indução, que complementa a interação do Audi smartphone interface, o sistema integra celulares com o sistema operacional iOS e Android.

A versão Prestige também traz como itens de série a tecnologia keyless go, entradas USB para os passageiros do banco traseiro, volante em couro multifuncional com shifts paddles, rodas de liga-leve de 18”, câmera de ré, sistema de monitoramento da pressão de pneus. Como opcional desta versão existe apenas o teto solar elétrico.

A versão intermediária, Prestige Plus, agrega ar-condicionado automático de três zonas, bancos dianteiros esportivos e eletricamente ajustáveis, controle de cruzeiro adaptativo, pacote de luzes internas, teto solar elétrico, kit exterior S line, aviso de saída de faixa, faróis Full LED (lanterna traseira com indicador dinâmico nas setas, rádio MMI plus com sistema de navegação e o Virtual Cockpit Plus, com tela de 12,3 polegadas e resolução full HD localizada atrás do volante multifuncional com opção de três visualizações. O único opcional disponível nessa versão é o head-up display, que projeta informações importantes no campo de visão direto do motorista.

A versão topo, Performance Black, além de motor mais potente e tração quattro, agrega ainda acabamento interno em Black Piano, bancos em combinação couro e Alcântara com memória de ajuste, volante esportivo em couro com base aplanada e  função park assist com sensor de estacionamento dianteiro e traseiro. Os opcionais são: head-up display, sistema de som Bang & Olufsen 3D, Pacote Assistance City (com Audi pre sense traseiro e assistente de mudança de faixa) e faróis Full LED Matrix HD.

Ao todo são doze cores disponíveis: Branco Íbis, que não possui custo adicional, e sete opções metálicas ou sólidas especiais com custos, Azul Navarra, Azul Turbo, Branco Geleira, Cinza Daytona, Cinza Quantum, Cinza Manhattan, Cinza Terra, Prata Florete, Preto Bilhante, Preto Mito e Vermelho Tango.

 O Audi A4 Sedã está disponível nas concessionárias com preços sugeridos partir de R$ 229.990,00 na versão de entrada, R$ 259.990,00 na versão intermediária e R$ 304.990,00 na versão de topo.

 

Pick-up Renault ALASKAN é lançada na Argentina

por fernandosiqueira

 

A Renault ALASKAN foi está lançada esta semana naquele País vizinho. No entanto, ainda não está confirmada sua produção no Brasil. Nós entendemos que será, SIM, exportada para o nosso País, por questão de economia

 

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Renault Alaskan será comercializada apenas com cabine dupla e motor 2.3 turbodiesel, em versões de 160 e 190 cv. FOTO: divulgação Renault

 

A Renault lançou, dia 26 deste mês, na Argentina, a tão esperada pick-up média Alaskan. O modelo surgiu como concept-car no ano de 2015. Em nosso País, foi apresentado no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, em 2018. Quando um veículo surge em uma mostra como essa, é normal que haja especulações sobre a possibilidade de ser vendido localmente. Mas a Renault nunca confirmou a informação. Isso apesar de o segmento de pick-ups médias no Brasil ser um dos maiores do mundo.

A  Alaskan tem preço sugerido entre 2,26 milhões e 3,96 milhões de pesos (R$ 148.000,00 e R$ 260.000,00, respectivamente). Em uma semana, foram negociadas as 250 unidades disponíveis em um programa de pré-venda, segundo a Renault.

Renault tem tradição na Argentina

O lançamento do modelo na Argentina se justifica, pelo fato de que a marca francesa é tradicional no País vizinho, onde está presente há 65 anos. Pode ser que a Alaskan seja comercializada também no Brasil (importada).

Aparentemente, marcas que não têm muita tradição nessa categoria estão se cercando de precauções para não se desgastar. É bom lembrar,que  a Alaskan é produzida sobre a plataforma da Nissan Frontier.

 

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São 160 cavalos de potência a 3.750 rpm e 41 mkgf a 1.500 rpm. Nesse caso, o câmbio é manual de 6 velocidades. Além dessa versão, na Argentina a Alaskan está sendo lançada em outras três opções de acabamento, todas com motor biturbo de 190 cavalos de potência. A Emotion e a Intens têm câmbio manual, enquanto a topo de linha, Iconic, pode vir também com a transmissão automática de 7 velocidades. Com exceção desta última, disponível apenas com tração 4×4, as demais podem ter tração integral ou apenas na traseira.

Como diferencial em relação à Frontier, na Argentina a Alaskan está sendo lançada com garantia de 5 anos. A Nissan oferece 3 anos para sua pick-up Frontier.

Enquanto a Renault não garante a Alaskan no Brasil, a Peugeot divulgou que a Landtrek chega em 2022.

Pick-up é paixão de brasileiros e argentinos

Brasileiros e argentinos têm em comum o apego às pick-ups médias. Mas o comprador de pick-up costuma ser mais racional na compra.

Ao contrário do cliente que busca um veículo de passeio para uso urbano ou viagens esporádicas, quem compra pick-up, normalmente, está visando trabalho. Esse público não é influenciado por modismos. Se a sua atual pick-up o atende bem, a tendência é ele se manter fiel à marca no momento da troca.

A Volkswagen sabe bem o que é isso. Demorou para que ela conseguisse lograr sucesso com a Amarok, lançada no Brasil há 10 anos. O modelo, também fabricado na Argentina, chegou, na época, apenas com transmissão manual. Hoje, a marca oferece o modelo com um moderno sistema automático de 8 velocidades.

Alaskan, apenas cabine dupla

A Alaskan está disponível apenas com cabine dupla, à semelhança da Nissan Frontier. As duas também dividem o mesmo conjunto mecânico. O motor a diesel é o 2.3 de 4 cilindros, em versões turbo e biturbo. Na Argentina, a opção turbo equipa somente a versão básica, Comfort.

As versões EmotionIntens têm câmbio manual, enquanto a topo de linha, Iconic, pode vir também com a transmissão automática de 7 velocidades. Com exceção desta última, disponível apenas com tração 4×4, as demais podem ter tração integral ou apenas na traseira.

 

Taliant antecipa novo Renault Logan que vai ser comercializado no Brasil

por fernandosiqueira

 

Designs industriais apontam que o sedã vai abandonar o desenho da Dacia e adotar as linhas da Renault. Logan pode receber um novo nome

 

A Renault registrou na Europa os desenhos de patente de um novo sedã chamado “TALIANT”. O modelo é a versão da Renault para o Dacia Logan, modelo bastante conhecido dos brasileiros. Antes de mais nada, o Taliant antecipa a nova geração do Renault Logan basileiro. A previsão é que o carro seja lançado em 2022.

Um executivo da marca francesa havia antecipado essa mudança em 2018. Sylvain Coursimault disse ao jornal parisiense Le Figaro que a marca não faria mais carros derivados de modelos da Dacia.

Na ocasião, Coursimault se referiu ao desenho das marcas, que seriam mais diferenciados no futuro. Pois o futuro Renault “TALIANT” mostra exatamente isso. O modelo é uma reinterpretação do novo Dacia Logan. A novidade, contudo, tem os traços atuais dos carros europeus da Renault.

Essa estratégia pretende distanciar a marca francesa da romena. No Brasil, a marca praticamente abandonou a gama europeia para apostar nos modelos Duster, Logan e Sandero.

Família toda vai mudar

Nesse sentido, é esperado que o “TALIANT” sirva de base para o novo Sandero e o aventureiro Stepway. A recente reestilização do Sandero atual inclusive buscou dar um estilo mais francês ao hatch, adotando as lanternas em forma de gancho dos Renaults europeus.

Todavia, a cabine do futuro Renault “TALIANT” é quase igual à do novo Dacia Logan. A marca basicamente trocou o volante da marca romena pelo de três raios com o losango no centro.

A única imagem da cabine não mostra muitos detalhes em relação aos equipamentos. Mas é possível ver que o painel traz no topo central uma tela multimídia flutuante de 8 polegadas. E os comandos do ar-condicionado terão visores digitais no meio dos botões, como no novo Duster.

Nova plataforma e motor turbo

O “TALIANT” nascerá da plataforma modular CMF-B do Renault Clio europeu. A arquitetura vai aposentar a base B0 (zero) da Dacia. O trio da Renault é montado sobre essa base desde os anos 2000 e foi reforçada em 2019 contemplando a segurança.

Além da arquitetura moderna, o “TALIANT” terá motor turbo. O futuro novo Logan deverá adotar a versão sobrealimentada do pequeno motor 1.0 SCe de 3 cilindros, que deverá substituir o atual 1.6 SCe naturalmente aspirado. Versões de entrada devem ter o motor 1.0 SCe aspirado.

Comenta-se que a Nova geração do Logan deve ser lançada no Brasil no ano 2022. E para se alinhar de vez à Europa, o sedã pode trocar de nome por aqui e se chamar “TALIANT”. O mesmo é esperado para o Sandero. Apenas o Stepway deverá manter o NOME, em função do seu sucesso de comercialização.

 

Carro movido a hidrogênio, desenvolvido por alunos da FEI, ganha destaque em competição mundial

por fernandosiqueira

 

Grupo de estudantes de engenharia química foi premiado pelo impacto proporcionado à sociedade pelos seus projetos sociais

 

O AIChE Student Chapter da FEI, Capítulo estudantil vinculado ao AIChE (American Institute of Chemical Engineers), formado, em sua maioria, por alunos de Engenharia Química, participou do campeonato mundial da Chem-E-Car Competition®, realizado de forma virtual diante a pandemia, desenvolvendo um veículo movido a hidrogênio.

O projeto, que já havia sido campeão na etapa nacional da competição, e conquistou diversos prêmios, como o 1° lugar em Design e Segurança, 4° lugar em Apresentação do Poster do Carro e em 7° lugar a Performance do Veículo.

Além disso, a equipe não só se prepara para competições, mas também promove projetos sociais, e no seu primeiro ano de existência recebeu o “Outstanding Student Chapter Award”, que só é concedido aos capítulos estudantis de maior destaque no mundo.

Para o presidente do Capítulo e aluno de Engenharia Química da FEI, João Vitor Garcia Ferreira, receber esse prêmio no primeiro ano do AIChE FEI é motivo de emoção. “Este reconhecimento nos prova que, com dedicação, podemos fazer a diferença no mundo”, diz.

Por conta de seu desempenho na competição, o campus da FEI em São Bernardo do Campo foi escolhido para sediar a etapa nacional da Chem-E-Car 2021. Mesmo sem data para acontecer, alunos e professores da instituição já estão se preparando para o evento.

O professor Gerhard Ett, colaborador da equipe, explica que esses resultados, além de representarem uma grande conquista para a instituição, também trazem benefícios à sociedade. “A tecnologia desenvolvida pelo grupo pode ser aplicada na indústria automotiva futuramente, diminuindo a poluição e usando uma fonte de energia menos nociva ao meio ambiente” afirma.

Criado em 2019, o capítulo estudantil AIChE FEI conta atualmente com 26 integrantes e abrirá um processo seletivo para que novos estudantes possam fazer parte da equipe. Na composição atual, o grupo é formado por alunos do curso de engenharia química, ciência da computação e engenharia mecânica.

Coluna do Fernando Calmon, jornalista automotivo

27 27Etc/GMT+3 novembro 27Etc/GMT+3 2020 por fernandosiqueira

 

Apostas diferentes para a transição elétrica

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Interessante observar as alternativas de cada um dos grandes grupos automotivos mundiais em relação às estratégias para a migração dos MCI (Motores a Combustão Interna) para os elétricos. O próprio termo “eletrificado” leva a diferentes interpretações. Por exemplo, a Associação Brasileira do Veículo Elétrico inclui híbridos não plugáveis (como Corolla e outros) entre os elétricos, o que de fato não é, pois o MCI tem papel preponderante. Enquanto isso, os híbridos plugáveis permitem alcance em torno de 50 quilômetros em modo puramente elétrico. Essa solução é considerada como de transição e há incertezas sobre quanto tempo vai durar.

As montadoras se dividem. A GM colocou de lado qualquer esforço em híbridos e anunciou agora um plano, em andamento, ainda mais ousado. Aumentou em 35%, de US$ 20 bilhões para US$ 27 bilhões, o investimento em elétricos e autônomos até 2025. Haverá 30 lançamentos e sua bateria “Ultium” custaria 60% menos com densidade dobrada para até 720 quilômetros de alcance.

Quase simultaneamente, o Grupo Volkswagen anunciou sua estratégia para se transformar numa empresa de mobilidade digital nos próximos
cinco anos. De um plano mais amplo, decidiu alocar 35 bilhões de euros em veículos elétricos a bateria. Contudo, reservou outros 11 bilhões de euros para versões híbridas de modelos existentes. Até 2030 pretende fabricar 20 milhões de elétricos e 7 milhões de híbridos plugáveis.

Os grupos Daimler (dono da Mercedes-Benz e Smart) e Geely (fabricante chinesa que controla a Volvo Cars) decidiram juntar forças para desenvolver trens de força altamente eficientes para aplicações híbridas a gasolina. A Daimler afirma que até 2030 mais da metade dos seus automóveis será elétricos ou híbridos plugáveis, sem estabelecer percentual entre as duas alternativas.

Por outro lado, a China (seguindo o Japão) resolveu ampliar sua aposta em pilha a hidrogênio para carros elétricos, o que implicará construir rede de abastecimento totalmente diferente daquela para recarregar baterias. Elon Musk, proprietário da Tesla, chegou a ridicularizar a ideia de usar o hidrogênio, que “nunca dará certo”.

Com tantas incertezas envolvendo a transição, ainda há o álcool no Brasil que pode trilhar a terceira via com motores híbridos plugáveis ou pilha a hidrogênio obtido diretamente do combustível vegetal em um posto convencional.

Peugeot Landtrek deve ser produzida no México

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Importada inicialmente da China, a primeira pick-up média da Peugeot foi lançada agora no México, onde está à venda e, em seguida, em nove países da América Latina. Lá, o motor é a gasolina de 2,4 litros e 210 cavalos de potência, origem Mitsubishi. Tração 4×2 ou 4×4, cabines simples e dupla. Chega ao Brasil, Argentina e Colômbia só em 2022. Com o avanço da Stellantis (fusão PSA-FCA) a produção deverá ser mexicana em fábrica da Chrysler. Para cá, receberá motor a diesel na faixa dos 200 cavalos de potência.

O porte é o mesmo de Hilux, S10 e Ranger, mas a marca francesa afirma que a cabine dupla oferece o maior volume de caçamba do segmento. Visual ousado destaca a grade vertical e rodas de liga leve de desenho não muito inspirado. O interior apresenta aspecto moderno, tela multimídia de 10 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay e câmeras de visão 360° em 3D. Volante de diâmetro um pouco menor do que os concorrentes, dentro da filosofia Peugeot. Encosto do banco traseiro é rebatível.

A Peugeot começou a produzir pick-ups leves em 1938 e vendeu no Brasil a “504” de cabine simples, derivada do automóvel homônimo. Foram
rodados 2.000.000 de quilômetros no desenvolvimento da Landtrek.

 

ALTA RODA

TOYOTA SW4. Modelo 2021 para 5 e 7 ocupantes segue as mesmas evoluções da pick-up Hilux quanto à mecânica, mas tem personalidade própria. Destaque para a grade frontal mais discreta, porém imponente. Interior é requintado, inclusive com banco elétrico dianteiro até no do passageiro. Pacote de segurança é o mesmo. Preços subiram 6% e vão de R$ 202.390,00 a R$ 314.790,00.

PRORROGAÇÃO dos incentivos fiscais para o Centro-Oeste levou o Grupo CAOA a anunciar, agora, que investirá mais R$ 1,5 bilhão na unidade fábril de Anápolis (GO) até 2025. O plano contempla 10 produtos, entre modelos novos e atualizações, das marcas Hyundai e Chery, além do
audacioso projeto de um modelo próprio. Empresa pretende atrair mais fornecedores para a região, quando alcançar produção de 100.000 unidades anuais.

MONROE desenvolve suspensões semiativas, ativas e, em futuro ainda não previsto, as pró-ativas. Os níveis de desenvolvimento e preço final também serão nessa ordem e amortecedores terão grande evolução. Tecnologia de válvulas passivas traz melhora significativa na suspensão, sem a utilização de sistemas eletrônicos ou necessidade de trocar amortecedores para mais conforto.
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Motocicletas “Triumph” conquistam três premiações na eleição “Moto do Ano”

26 26Etc/GMT+3 novembro 26Etc/GMT+3 2020 por fernandosiqueira

 

Speed Twin, Rocket 3 R e Street Triple RS foram premiadas no concurso “Moto do Ano”. Com as novas premiações, Triumph atinge a incrível marca de 70 premiações em 8 anos de operação no mercado brasileiro

 

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Triumph New Stret Triple RS foi uma das motocicletas premiadas em 2020. FOTO: divulgação

A Triumph Motorcycles foi um dos grandes destaques da 23ª edição do prêmio “Moto do Ano”, promovida pela revista Duas Rodas, cujos resultados foram anunciados na última sexta-feira (20 de novembro), em live comandada por Leandro Mello, piloto de testes e editor da publicação, e Karina Simões, jornalista especializada em motociclismo. Quase 80 modelos passaram por avaliações dinâmicas e receberam notas para os quesitos motor, freios, suspensões, agilidade, conforto, design e custo-benefício por um júri composto por jornalistas especializados. As avaliações duraram dois dias e foram realizadas no Circuito Panamericano, em Elias Fausto (SP).

A Triumph foi a marca mais premiada desta edição, ao lado da Kawasaki (que também recebeu três troféus), superando todas as demais fabricantes de motocicletas que operam no mercado brasileiro. Na categoria “Classic”, já vencida em 2019 com a Scrambler 1200 XE, desta vez a vitoriosa foi a Speed Twin. Na categoria “Muscle Bike”, a Triumph venceu com sua Rocket 3R, lançada neste ano, que é equipada com o maior motor do mundo entre as motos produzidas em série e detentor do recorde de velocidade de 0 a 100 km/h em apenas 2,7 segundos. Já na categoria “Naked”, vitória da Street Triple RS, com seu incrível motor de 765 cc que equipa as motocicletas da Moto2 e que também chegou ao consumidor brasileiro em 2020.

Lançada no Brasil em 2012, a Triumph vem conquistando diversas premiações importantes do setor nestes oito anos de operação no mercado nacional. A empresa já soma, com estas novas conquistas, 70 prêmios no País. É uma média impressionante de quase nove prêmios por ano!

TRIUMPH SPEED TWIN

Essa vitória mostra como a Triumph está dominando, globalmente, o mercado de motocicletas clássicas. Nenhuma outra marca oferece um leque tão diversificado de motocicletas clássicas no mundo. Por isso, a Triumph é a fabricante que mais cresce neste segmento atualmente. Para obter este sucesso todo, a marca consegue unir uma tecnologia de última geração com modelos com visual retrô – em geral motos modernas que remetem a modelos históricos que fizeram fama ao longo dos 118 anos de existência da marca.

A Speed Twin é baseada na tradicional e inesquecível Speed Twin original, produzida pela Triumph em 1938, incorporando todo o estilo, conforto, requinte e tecnologia de última geração da atual família Bonneville. A Speed Twin reúne o mesmo estilo contemporâneo da bem-sucedida Street Twin, embora com mais detalhes e recursos premium, o excelente desempenho e tecnologia da café racer Thruxton R e, ainda, o estilo mais confortável de pilotagem oferecido pela Bonneville T120. O resultado é uma motocicleta única, atual e empolgante.

O modelo traz de volta esse lendário nome criado pela Triumph e estabelece uma nova categoria de referência para a pilotagem e sensação de uma roadster customizada, com pilotagem e sensações líderes na categoria e um desempenho empolgante. Mudando a cara do motociclismo, a Speed Twin 1938, com o primeiro motor duplo paralelo bem-sucedido do mundo, construído em um chassi revolucionário, foi uma grande revelação para o mercado mundial de duas rodas. Seu manuseio dinâmico suave e sua excelente sensação de resposta estabeleceram a Triumph como a marca número um de motocicletas em todo o mundo quanto ao desempenho e manuseio, definindo o modelo como referência para tudo o que se seguiu depois e ganhando uma reputação global por ser a primeira e verdadeira “motocicleta de motociclistas”.

A moto é equipada com motor de 1200 cc, estabelecendo um novo padrão na pilotagem líder da categoria e fornecendo uma nova referência de pilotagem e sensação de uma roadster moderna e customizada. Ela fornece todo o torque, potência e tecnologia da Thruxton R em uma configuração moderna ainda mais acessível. Além disso, oferece a pilotagem inspiradora e o conforto do piloto presente na Bonneville T120, porém, com uma ergonomia ainda mais envolvente. O resultado, assim como aconteceu com o modelo original do século 20, é um novo ícone de desempenho que estabelece um novo padrão, com a configuração do chassi, posição de pilotagem, capacidade de frenagem, suspensão e entrega de potência empolgante de uma roadster verdadeiramente moderna.

TRIUMPH ROCKET 3 R

 Lançada em 2004, a lendária Triumph Rocket III sempre se destacou por sua força maior, presença incrível e torque superior a qualquer outro modelo da concorrência. A Rocket 3 R é equipada com o maior motor do mundo para uma motocicleta produzida em série, com 2.500 cc. O novo motor oferece 11% mais potência do que a geração anterior (agora são 167 cv a 6.000 rpm) e o maior torque entre todas as motocicletas do planeta, com 221 Nm (a 4.000 rpm).

Combinando uma postura incomparável, muita força, estilo magnífico e os mais altos níveis de tecnologia do mundo das motocicletas, a nova Triumph Rocket 3 R consegue, ao mesmo tempo, oferecer uma pilotagem fácil e um manuseio líder na sua categoria. Torque instantâneo, controle incrível e muito conforto, capacidade e segurança em viagens são alguns dos pontos marcantes do novo modelo.

O novíssimo motor triplo (uma especialidade da Triumph) de 2.500 cc oferece capacidade e desempenho ainda maiores do que o seu antecessor – para uma aceleração incrível e uma condução durante todo o dia em qualquer marcha, sem esforço. Este propulsor oferece um incrível aumento no pico de potência, que agora chega a 167 cv (a 6.000 rpm), o que representa um aumento de 11% em relação ao seu antecessor. Com mais potência na faixa entre 3.500 e 7.000 rpm, a nova Rocket 3 R oferece um nível impressionante de desempenho.

O novo motor também possui o torque mais alto do que qualquer motocicleta de produção em série no mundo, com 221 Nm – espantosos 71% a mais do que a concorrente mais próxima. Com uma curva de torque incrivelmente plana e rica, atingindo o pico a 4.000 rpm, mantém o torque máximo em toda a faixa intermediária, proporcionando aceleração e resposta sem esforço em qualquer marcha.

Oferecendo muito conforto ao piloto e um nível de controle impressionante sobre o desempenho poderoso da Rocket 3 R, há uma embreagem hidráulica que permite ao piloto uma ação leve no comando da embreagem para mudanças de marchas. Além disso, a caixa de engrenagens helicoidais de seis velocidades e alto desempenho, foi projetada para ser mais suave, mais forte e mais leve do que uma caixa de engrenagens padrão e foi desenvolvida especificamente para permitir o aumento da capacidade de torque desta nova geração. Se o cliente desejar ainda mais conforto e performance, encontrará entre os acessórios do modelo o recurso Triumph Shift Assist, para realizar as trocas de marchas sem a necessidade de acionamento da embreagem.

TRIUMPH STREET TRIPLE RS

 Em 2017, a Street Triple teve seu renomado motor triplo de 675 cc totalmente aperfeiçoado, evoluindo para o emocionante propulsor de 765 cc, que, novamente, redefiniu a categoria. Com ele e muitas outras inovações tecnológicas, a Street Triple RS tornou-se a motocicleta mais leve da categoria, com tecnologia de ponta, chassi de alta especificação e o excepcional padrão de acabamento e detalhamento característicos de uma autêntica Triumph.

Neste modelo, a marca deu um novo passo à frente. Primeiro, a empresa levou o seu motor triplo de 765 cc para disputar a Moto2 e investiu nele para aumentar ainda mais o seu desempenho nas pistas de competição. O excelente resultado veio já no primeiro ano de participação na Moto2, com mostram os números. Depois, com a experiência das pistas, a Triumph decidiu melhorar ainda mais o desempenho do motor original de 765 cc da Street Triple RS – ele, agora, apresenta um estilo completamente novo, mais agressivo, e foi projetado para restabelecer a referência da categoria em termos de capacidade e manuseio, tornando essa a motocicleta de rua de desempenho definitivo.

O motor de 765 cc da Street Triple RS ganhou um aumento significativo no seu torque, que agora ficou 9% maior na faixa intermediária de rotações, atingindo um pico de 79 Nm (a 9.350 rpm). Um novo escapamento suaviza a curva de torque do motor para obter um torque emocionante e utilizável desde o início até as faixas de rotações mais elevadas. A curva de potência também aumentou 9% na faixa intermediária, chegando a 123 cv (a 11.750 rpm), tornando a nova Street Triple RS uma motocicleta com uma pilotagem totalmente viciante. As atualizações do motor incluíram um novo escape otimizado para mais desempenho intermediário e nova usinagem, de maior precisão no eixo da manivela, embreagem e balanceador, o que reduz a inércia e diminui a massa do motor. O acelerador é ainda mais responsivo, como resultado de uma redução de 7% na inércia rotacional, que, combinada com o aumento do torque em todas as faixas de rotações, proporciona uma melhoria notável no desempenho.

Há também um novo silenciador na Street Triple RS, que agora flui mais livremente, devido ao sistema de catalisador duplo, reduzindo as emissões. O escapamento conta com uma tampa da extremidade de fibra de carbono esportiva, que oferece um som triplo significativamente melhorado e mais distinto. Isso é resultado, ainda, dos refinamentos do sistema de escape e do novo duto de admissão, que, juntos, melhoram a nitidez e a pureza do som, com um equilíbrio mais suave entre o som da entrada e o silenciador.

A caixa de câmbio suave e refinada da Street Triple RS possui relações de transmissão com a 1ª e a 2ª marchas mais baixas, proporcionando desempenho excepcional de aceleração e de troca de marchas. A usinagem de alta precisão também permite a remoção das engrenagens anti-folga, reduzindo a massa e adicionando mais refinamento. Além disso, a Street Triple RS mantém seu sistema de embreagem auxiliar de alta especificação, para uma sensação realmente leve, reduzindo o esforço do manete a embreagem e melhorando o conforto e o controle do piloto.

Além dos aperfeiçoamentos no motor, a Street Triple RS também ganhou um novo visual, muito mais agressivo. Os faróis de LED, por exemplo, foram completamente renovados, ficando mais bonitos e eficientes. Eles ficaram mais brancos e brilhantes, tornando-se muito mais visíveis. Os Faróis de Rodagem Diurna apresentam um design totalmente novo e ainda mais distinto, o que também aumenta a visibilidade e a segurança da motocicleta. A nova Street Triple RS possui uma carenagem completamente nova, que é mais angular, mais esportiva e com linhas muito mais limpas. A nova tela e a entrada de ar são mais pronunciadas, combinando com o design dos novos faróis. Os painéis laterais, a rabeta e o protetor inferior, entre outros itens, são totalmente novos e mais modernos.

SOBRE A TRIUMPH

 A Triumph Motorcycles Brazil é uma das 12 subsidiárias da empresa pelo mundo e conta com sede em São Paulo (SP) e fábrica em Manaus. A marca conta com 18 Concessionárias no Brasil nas cidades de São Paulo (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), São José dos Campos (SP), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Londrina (PR), Vitória (ES), Várzea Grande (MT), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). A Triumph possui o portfólio mais completo do mercado entre as marcas premium, oferecendo três pilares principais de produtos: Clássica, Adventure e Roadster. Fundada em 1902, a Triumph Motorcycles é uma empresa global, atuando diretamente em 13 países, por meio de suas filiais, e indiretamente em mais 57 mercados, através de distribuidores independentes. A Triumph é a maior fabricante britânica de motos e a marca que mais cresce no segmento acima de 500 cc nos países nos quais está presente. O faturamento mundial da empresa gira em torno de R$ 2,1 bilhões e suas vendas no varejo superam as 63.400 unidades anuais, com produção acima de 67.000 motos por ano. No mundo todo, a Triumph possui mais de 700 concessionárias e perto de 2.000 funcionários.

 NOTA: O Grupo PG PRIME é concessionário autorizado das motocicletas TRIUMPH em JOÃO PESSOA (PARAÍBA).

Motorhomes e trailers estão fazendo sucesso no mercado automotivo brasileiro

por fernandosiqueira

 

Brasileiros preferem viajar com trailers e motorhomes, e comercialização desses segmentos dispara. Medo do “coronavírus” e maior liberdade são os motivos de tamanho sucesso

 

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Motorhomes ganham preferência dos brasileiros. FOTO: divulgação

Os brasileiros se voltaram, definitivamente, para o segmento de Motorhomes e Trailers.  Quem pretende encomendar um desses meios de transporte só receberá o veículo em JUNHO de 2021. Proprietário de uma “montadora” desses veículos localizada em Campo Alegre (SC), afirma que, com o aumento do número de pedidos, a fila de espera gira em torno de 8 meses. A alta na demanda registrada pela fabricante não é um caso isolado. O aquecimento desse mercado de Motorhomes e Trailers está ligado ao coronavírus. Muita gente vem trocando as viagens de lazer internacionais pelo turismo doméstico. E, por receio de aglomerações, vem fugindo do transporte coletivo, como ônibus e aviões, e evitando ficar em hotéis e pousadas.

Leônidas José Fleith, diretor do Grupo Fun, que também fabrica esse tipo de veículo, afirma que a demanda disparou a partir de maio deste ano, após uma parada geral em abril. Ele declara que está vendendo 3 Motorhomes e 3 Trailers por mês.

O atual ritmo de produção da empresa localizada em Timbó, em Santa Catarina, é muito superior ao do ano passado. Em 2019, a Fun não chegava a produzir dois Motorhomes por mês, e ainda não montava Trailers.

Um  diretor da Apolo Trailer afirma que, até 2019, vendia “entre 60 e 70” unidades. Segundo o empresário, este ano deve comercializar 100 unidades. Ele avalia que parte desse crescimento foi motivado pelo “fechamento de fronteiras”, que impediu viagens internacionais. Para ele, isso tem motivado as pessoas a “viajar com a própria casa”. A prática, comum nos Estados Unidos e na Europa, começa a tomar corpo no Brasil.

Perfil de compradores é iniciante

Segundo Fleith, o perfil do consumidor também está mudando. “Aproximadamente 60 a 70% dos clientes está comprando pela primeira vez (Motorhome e Trailer)”, diz. E interessante, a faixa etária diminuiu consideravelmente.

 “Antes, a maioria do público era formada por aposentados. Hoje, há casais na faixa dos 30, 40 e 50 anos”, afirma Fleith.

Uma professora de São Paulo afirma que sua meta é fazer uma viagem por mês. Ela diz que recentemente foi de automóvel a Campos do Jordão (SP), e sentiu falta do trailer. “Com ele, você tem a sua comida, usa o seu banheiro. Não sente falta de hotel”.

Apesar de a experiência com trailer ser recente, a professora diz que acampa “há mais ou menos 20 anos”. Ela, inclusive, publica dicas e experiências de viagem no canal “Livres, leves e soltos”, no YouTube.

Ela afirma que o trailer é estável e não compromete a dirigibilidade de seu Toyota SW4. Mas alerta que a velocidade deve ser reduzida e o consumo de diesel aumenta. “Com o trailer, não passamos de 100 km/h, e a média, que seria de 12 km/l, baixa para 9 km/l.”

Para puxar trailers e motorhomes de até 6.500 quilos, não é preciso CNH (Carteira Nacional de Habilitação) profissional. A do tipo “B” é aceita pelas autoridades de trânsito.

Um casal encomendou o trailer em março. Um pouco antes, portanto, do novo coronavírus. Isso reforça outra tendência apontada pelos fabricantes. Mesmo antes da explosão do número de casos de coronavírus a procura vinha crescendo. A doença só fez com que os clientes – a maioria interessada em turismo ligado à natureza – concretizassem a compra.

Motorhomes fazem sucesso no Sul do País

Tradicionalmente, boa parte da clientela é do Sul do País. Ivete Evaristo Meyer, da área comercial do Grupo Fun, diz que há cada vez mais interessados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso. “Estamos subindo aos poucos”, afirma.

Esse aumento do número de clientes também vem atraindo mais empresas para o setor. É o caso da Estrella Mobil, que fica em Santa Branca, no Vale do Paraíba (SP), que lançou o Motorhome em 2018.

Júlio Henrique Lemos diretor da montadora, afirma que trabalhava com fabricação de veículos, como carretas para eventos e hospitais móveis. Segundo ele, esses segmentos entraram em declínio em 2017.

Ao perceber o aumento da procura por Motorhomes, Lemos decidiu entrar no segmento. E vem colhendo bons resultados. Segundo ele, faltando dois meses para o fim de 2020 a Estrella Mobil superou o volume de produção do ano 2019, quando foram vendidas 9 unidades.

Há grupos em redes sociais sobre o tema

Há um ano, o professor montou um grupo no Facebook que reúne pessoas com as mesmas afinidades. Segundo ele, os cerca de 30 mil participantes usam o espaço para trocar informações e experiências.

O empresário afirma que, atualmente, há muitos espaços, como campings, onde é possível ficar. E diz que é possível pernoitar em estradas nos estacionamentos de grandes redes de postos de serviço, com todas as comodidades e segurança. Segundo ele, vários aplicativos têm pontos de apoio catalogados. “Saio com o roteiro pronto”, conta.

O grupo  também virou uma plataforma para interessados em comprar e vender. Segundo ele, dependendo do estado de conservação e “da vontade de vender e de comprar”. Os preços de um Trailer podem variar de R$ 72.000,00 a R$ 130.000,00. A média fica em torno dos R$ 80.000,00.

 


 

ARQUIVO 19/11/2020 JORNAL DO CARRO – O professor Francisco Antônio Albano sempre viaja com seu motorhome Kombi Safari ano 1985. FOTO: Francisco Antônio Albano/Arquivo pessoal

 

A Karmann Ghia montou a Kombi Touring de 1977 a 1979. Em 1979, lançou a Safari, que permaneceu em linha até 1995.

Um Trailer novo custa aproximadamente R$ 130.000,00. Um Motorhome, normalmente produzido sobre o chassi de um Mercedes-Benz Sprinter e do Iveco Daily, começa na faixa dos R$ 300.000,00, podendo ultrapassar os R$ 680.000,00. Isso depende da marca, tamanho, acabamento interno e equipamentos, por exemplo. “O céu é o limite”, dizem os fabricantes.

Ford Ka foi adaptado como “minimotorhome”

Recentemente, Gustavo Blume, gaúcho, de 28 anos, decidiu realizar um sonho antigo: fazer uma longa viagem pela América do Sul. O desejo de se aventurar, sair da rotina, é comum. Mas o meio de transporte escolhido acabou fugindo do convencional.

No dia 1º de fevereiro do ano em curso, Blume partiu de Ivoti, cidade na região metropolitana de Porto Alegre, com seu Ford Ka 1.0. E transformou a aventura em uma minissérie de 6 vídeos curtos, batizada de “Ka Estou Viajando pela América do Sul”.

A aventura durou 100 dias. Blume fez algumas adaptações em seu Ka, até então utilizado para o trabalho como representante comercial. O hatch tinha mais de 50.000 quilômetros rodados. Este Blog fez uma reportagem sobre o assunto.

 

 

O banco traseiro foi retirado, para a instalação de uma cama. O Ford, que ele diz ter transformado em um “minimotorhome”, recebeu canos no rack do teto para armazenamento de água, protetor de cárter e bateria extra, para os acessórios. A bagagem incluiu fogareiro, baú, minigeladeira, utensílios domésticos e ferramentas.

O roteiro inicial previa passar por 6 países (Argentina, Chile, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela), mas, com o fechamento de fronteiras por causa do coronavírus, Blume diz que acabou ficando isolado no Chile. O episódio aconteceu depois que ele havia passado por Ushuaia, no sul da Argentina. A cidade mais austral do mundo é um local gelado habitado por leões marinhos e pinguins, conhecido como “fim do mundo”.

No Chile, ele ficou “20 dias sem ver ninguém”. E fez amizade com um morador local, o que lhe garantiu alimentação e banho diário, em troca de trabalho. “Eu rachava lenha”, diz.

Viagem não teve roteiro

Depois disso, Blume partiu sem um roteiro definido, e diz que teve de contornar alguns percalços. Foi o caso da necessidade de um cambão para poder circular na Argentina, o que teve de ser providenciado em um domingo. Procurar paradas para dormir em local seguro, segundo ele, foi outro desafio.

Além de encarar alguns atoleiros com o carro, ele diz que não teve problemas. “Não furou nenhum pneu”, garante.

O gaúcho, que voltou para casa no dia 10 de maio deste ano, está pensando em uma nova viagem, prevista para 2021. “Quero fazer o roteiro inverso, subir pela costa do Brasil, entrar na Venezuela e ir descendo.”