Como vender o carro com segurança em tempos de coronavírus

23 23Etc/GMT+3 maio 23Etc/GMT+3 2020 por fernandosiqueira

 

Por Thalita Sollazzo

 

Vender o carro em tempos de quarenta e isolamento social é possível mesmo com parte dos DETRANS fechados em alguns Estados. No entanto, especialmente nesta fase onde boa parte das pessoas estão em casa ou por algum motivo precisam vender o automóvel por necessidade, cresce o número de golpes praticados, tendo por base os classificados online. Nesse período, cuidados específicos são fundamentais.

 

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Jeep Compass, um SUV de respeito, grande custo benefício do mercado. FOTO: divulgação

Golpes comuns

A partir de um anúncio, golpistas ligam ou enviam mensagem por SMS ou Whattsapp para o vendedor e se apresentam como atendentes de determinado site de classificado. Os criminosos solicitam dados pessoais para “confirmar” determinado anúncio no site para “atualização de dados”.

No caso do AutoShow não é feito nenhum contato com anunciantes seja por telefone, seja por mensagem. A única comunicação feita com anunciantes, se necessário, é pelo ambiente do site ou no inbox das redes sociais.

Como forma de contribuir com quem precisa vender seu automóvel nesta época, o AutoShow abriu o classificado “online” gratuito. Para anunciar basta seguir o passo a passo e mostrar o carro com segurança no site do maior evento de carros do Brasil.

Entre no link do anúncio GRÁTIS do AutoShow: https://bit.ly/AnuncieGratis_AutoShow
1 . Lave o carro, deixando o visual interno e externo atrativo para possíveis interessados. Carro sujo não chama atenção

2 . Faça boas fotos do carro: evite tirar fotos escuras, à noite, distantes do carro ou sem resolução. Faça fotos de todos os lados, do interior, do motor etc.

3 . Capriche na descrição completa informando o estado do veículo, se tem algo que precisa ser feito, algum conserto ou revisão pendente etc.

4 . Deixe o carro o máximo possível preparado para a venda: troca de óleo em dia, histórico das revisões feitas à mão, etc.

5 . Deixe seu telefone disponível e fique atento às mensagens de possíveis interessados no carro

6 . Ao receber contato de interessados marque uma visita em local público como estacionamento de supermercados (estão abertos) ou postos de gasolina em avenidas movimentadas. Não marque a visita em sua casa

7 . Ao mostrar o carro antes de um contato com outra pessoa higienize o volante, o câmbio, bancos e pontos de contato como maçaneta e forração de porta. É uma segurança para o interessado e para você

8 . Evite o toque pessoal. Converse com o interessado à distância de dois metros, usando máscara e deixe o interessado à vontade para olhar o veículo. Se for preciso ande com o interessado sem encostar na outra pessoa e usando sempre a máscara facial

9 . Ao fechar negócio tenha certeza que o dinheiro está disponível na conta. Ligue para o gerente e tenha certeza do saldo disponível. Vá ao banco (estão abertos) com o comprador para uma negociação mais segura

10 . Ao preencher o documento de transferência, faça o reconhecimento de firma do comprador e vendedor em um CARTÓRIO.

Em cidades não servidas pelo DETRAN, o comprador deve aguardar o retorno do atendimento para finalizar a transferência. O prazo de averbação só começa a contar a partir dos 30 dias quando o atendimento presencial for retomado.

Alaskan: Renault confirma a produção da pick-up na Argentina no final deste ano

22 22Etc/GMT+3 maio 22Etc/GMT+3 2020 por fernandosiqueira

 

A Pick-up média da Renault fará companhia à Nissan “Frontier” na linha de produção de Córdoba, na Argentina

 

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Pick-up ALASKAN, a prima da Renault Frontier, chega ao mercado brasileiro ainda este ano. FOTO: divulgação

A Renault acaba de anunciar que, não obstante a crise instituída pelo coronavírus, manterá os planos que estavam suspensos da “Alaskan”. A pick-up média desenvolvida sobre a base da Nissan Frontier, anunciada em 2015, começará a ser produzida na Argentina no final de dezembro do ano em curso.

O anuncio foi feito por Pablo Sibilla, presidente da Renault Argentina, em uma vídeo conferência, com vários veículos de comunicação. A proposta é garantir que a fábrica atinja um ritmo anual de 40.000 pick-ups produzidas anualmente, de Renault e Nissan.

Além da plataforma e eletrônica, ela compartilha com Nissan Frontier a motorização e câmbio. No lançamento, para a Europa, ela foi equipada com dois motores 4 cilindros de 2,3 litros e biturbo. A versão a gasolina tem 160 cavalos de potência e a diesel 190.

Tal qual a Frontier, para a América Latina, será oferecida apenas com cabine dupla e motorização turbodiesel. Isso significa o quatro-cilindros de 2,3 litros em duas variações. O biturbo que entrega 190 cavalos de potência a 3.750 rpm e 45,9 a 1.500 rpm. E a versão com um turbo será produzida  para as versões básicas, destinadas ao trabalho entregará 160 cavalos de potência a 3.750 rpm e 41 mkgf a 1.500 rpm. As opções de câmbio são o manual de 6 velocidades e o automático de 7. A tração é sempre traseira ou 4×4.

 


RENAULT

A história da Alaskan

Vale lembrar, que faz 5 anos desde que a Alaskan foi anunciada pela primeira vez. O concept-car da pick-up surgiu em setembro de 2015. Em novembro do mesmo ano, a Renault mostrava a versão final da pick-up. Ela surgiu de uma consórcio entre a aliança Renault-Nissan e a Mercedes-Benz.

No Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, em 2018, a Renault Alaskan era esperada como um dos lançamentos da marca. Ela deveria ser um dos modelos apresentados, ao lado do Kwid, mas não foi. No dia da coletiva para a imprensa nem mesmo estava no stand da montadora.

Ali, um executivo da marca disse que “o que antes era certo, tinha se tornado um estudo para receptividade junto ao público” e que por isso a pick-up só surgiu no stand no dia de abertura aos visitantes. Ela, inclusive, tinha lançamento programado para o Brasil em 2019, o que obviamente não aconteceu.

 Classe X

Além da Alaskan, a Mercedes-Benz também usaria a base da atual pick-up Frontier para criar sua primeira pick-up média, a Classe X. O modelo da Mercedes-Benz também chegou a ser apresentado e produzido. Além da fábrica argentina, a unidade fabril da Nissan na Espanha, na região de Barcelona, era responsável por abastecer outros mercados, como a Europa, com os três modelos.

A pick-up da Mercedes também tinha o Brasil e a Argentina como a ‘menina dos olhos’ e pretendiam ter a América Latina como um grande mercado para o produto. Ela, tal qual a Alaskan, deveria estar à venda no Brasil desde o ano passado e a história também se complicou.

O problema é que para reduzir custos, a pick-up da Mercedes-Benz particularmente abusou do uso de peças da Nissan, especialmente na parte interna. E isso, deixou a desejar em termos de qualidade e requinte que se esperava do modelo, apesar da parte mecânica ter sido largamente alterada.

 


RENAULT

Elétricos, vendas em baixa e o fim da Classe X

As vendas na Europa, que também era um mercado importante, foram muito aquém do esperado. Na necessidade de reduzir custos, por quedas nos lucros e massivos investimentos nas áreas de carros elétricos, o que drenou o caixa da montadora, a Mercedes-Benz, em abril de 2019, confirmou o cancelamento da produção na Argentina. O anúncio veio em meio a um comunicado dos resultados do grupo Daimler. A crise comercial na Argentina também ajudou a decisão.

Em janeiro deste ano, o sindicato anunciou aos funcionários da Nissan Europa o fim da produção para este mês. Deixando a fábrica da Nissan, na Espanha, com produção ainda mais reduzida. Na época do anúncio, a fábrica trabalhava com 30% de ociosidade em sua capacidade produtiva. Em 2019, a pick-up da Mercedes-Benz foi responsável por apenas 8 mil unidades de veículos produzidos ali. Foi 14,5% de um total de 55 mil veículos.


RENAULT

Moto Honda retoma as atividades produtivas, com protocolos rigorosos de saúde e segurança

por fernandosiqueira

 

A Moto Honda da Amazônia confirma a retomada gradual das atividades produtivas de sua unidade fabril em Manaus (AM), a partir desta segunda-feira (25).

As linhas de produção serão reativadas gradualmente, no início com ritmo reduzido, para adaptação aos novos protocolos de saúde e segurança.

O retorno dos colaboradores às atividades na unidade segue cronograma de retomada da operação, encerrando antecipadamente o período de suspensão temporária do contrato de trabalho. Os colaboradores cujas atividades permitirem atuação à distância permanecem em regime de home office.

Os novos protocolos de saúde e segurança foram estabelecidos tendo como referência as melhores práticas adotadas globalmente pela marca. Serão 27 protocolos que detalham cerca de 200 medidas em toda a jornada do colaborador desde o momento em que sai de sua residência, no ônibus fretado, até o retorno.

Estão previstas avaliação de saúde com medição de temperatura no acesso à fábrica; horários diferenciados e intercalados para evitar aglomerações; reorganização de espaços, limitação do número de pessoas e adoção de critérios de distanciamento mínimo em locais como ônibus fretados, linhas de produção, refeitórios e salas de reunião; novos critérios de higienização, limpeza e sanitização bem como a adoção de máscaras.

Além disso, o treinamento e orientação às equipes será intensificado a fim de conscientizar os colaboradores sobre cuidados e métodos de prevenção, bem como apoiar a adaptação aos novos procedimentos. O departamento de serviço médico está preparado para o acompanhamento e orientação durante todo o processo.

A Honda está, a cada momento, revisando as contramedidas em resposta aos desafios impostos pelo avanço do Covid-19, priorizando a segurança e saúde das pessoas, a conformidade às diretrizes governamentais para conter o avanço da pandemia e a sustentabilidade dos negócios.

Vendas de carros na Europa registram queda de 76,3% em abril por causa do coronavírus

por fernandosiqueira

 

Segundo a “Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis”, é o maior declínio de demanda na história do mercado europeu

 

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Por RFI

As vendas de carros novos na UE (UNião Europeia) caíram 76,3% em abril, em comparação ao mesmo período de 2019, afirmam fabricantes. Várias concessionárias foram fechadas em muitos países, em razão do coronavírus.

Em março, a queda nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado havia sido de 55,1%. Em abril deste ano, apenas 270.682 unidades novas foram vendidas na União Europeia, contra 1.140.000 em abril de 2019, observou a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis.

Todos os mercados nacionais sofreram quedas espetaculares, em particular Itália (-97,6%), Espanha (-96,5%) e França (-88,8%). Na Alemanha, a queda foi menos dramática (-61,1%).

Entre as montadoras mais afetadas estão a FCA (Fiat Chrysler Automobiles), -87,7%, e as francesasRenault (-79%) e Peugeot (-81,2%), segundo dados da Associação. A número um da Europa, a Volkswagen alemã, registrou uma queda de 72,7% de suas vendas em abril deste ano, na comparação com a anterior.

Um dos fabricantes que menos sofreram foi a BMW (incluindo a marca Mini), com uma queda de 65,3%, enquanto sua concorrente em carros de luxo, a alemã Daimler (Mercedes-Benz), registrou uma queda de 78,8% nas vendas. O colapso do mercado se deve, principalmente, à paralisia do comércio.

Declínio histórico

“O primeiro mês completo de restrições vinculadas ao coronav’rus causou o maior declínio na demanda de automóveis na história” na Europa, informou a Associação. “A maioria das concessionárias estava fechada na União Europeia”, completou a associação. O mercado britânico caiu 97,3%, mas, desde a conclusão do Brexit, a ACEA parou de inclui-lo nas estatísticas da União Europeia. A comparação 2020-2019 foi feita, excluindo-se o Reino Unido dos dados de 2019.

As vendas acumuladas de janeiro a abril mostram uma queda de 38,5%. Esse retrocesso não poderá ser compensado, mesmo que no final do ano as vendas tenham registrado um forte aumento. Após as primeiras medidas de fim do confinamento, as vendas de carros novos começaram muito lentamente, segundo as montadoras.

No momento, a maioria das empresas do setor ainda está paralisada, ou funciona parcialmente.

“Estamos em uma crise profunda, comparável à de 2008-2009, ou pior. A queda do mercado na Europa pode ser de 22% este ano, em comparação a 2019”, disse à agência AFP Xavier Mosquet, especialista no setor do BCG.

Volvo Cars limita a 180 km/h a velocidade máxima de seus automóveis novos

por fernandosiqueira

 

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A Volvo Cars começou a vender carros novos com velocidade limitada e uma chave que impõe ainda mais limites para determinadas situações.

As medidas buscam reduzir a zero o número de ferimentos graves e mortes em acidentes de trânsito.

Agora, todos os modelos da marca terão a velocidade máxima limitada a 180 km/h. Isso porque, para a empresa, as tecnologias de segurança e de estrutura dos veículos não são suficientes para evitarem fatalidades acima de determinadas velocidades.

Mesmo envolvida em polêmicas pelas atuais decisões, a Volvo diz acreditar que “tem a obrigação de continuar sua tradição de ser pioneira na discussão sobre os direitos e obrigações das montadoras de tomar ações que podem salvar vidas, mesmo que isso signifique perder clientes em potencial”.

Chave de cuidado

 

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Chave de cuidado Volvo-Cars. FOTO: divulgação

Além de estabelecer um limite para a velocidade dos modelos, a fabricante também passa a disponibilizar mais um item de segurança.

A Care Key, algo como “chave de cuidado” ou “chave de precaução” em tradução livre para o português, permitirá que o proprietário do veículo defina limites de velocidade ainda menores para situações ou pessoas específicas, como em empréstimos para amigos ou familiares.

De qualquer forma, mesmo com a chave, a velocidade máxima permitida será de 180 km/h.

Na época do anúncio da tecnologia, em 2019, a Volvo prometeu que apresentaria o sistema às seguradoras para buscar uma redução nos valores dos seguros.

Museus automotivos pelo mundo têm visitas virtuais durante o coronavírus. Veja como acessá-los

por fernandosiqueira

 

Você pode conhecer acervos usando o Google Street View, assistindo vídeos de visitas guiadas e até navegar pelos espaços repletos de automóveis e motocicletas

 

Por G1

21/05/2020

Galeria dos veículos de corrida do museu da Mercedes-Benz — Foto: Reprodução

     Galeria dos carros de corrida do museu da Mercedes-Benz na Alemanha: reprodução

Durante esses dias de coronavírus, diversos estabelecimentos não essenciais estão fechados. É o caso de “museus” que, pensando em não perder público, além de entreter quem está em casa, abriram suas portas de forma virtual. Uma iniciativa muito inteligente e, por que não dizer, educativa.

A visitação virtual e gratuita a museus, galerias e bibliotecas públicas de todo o mundo são opções. Muitos ofereciam a opção antes mesmo do surto de coronavírus.

Além das páginas de cada instituição, o Google Arts & Culture reúne dezenas de museus e galerias ao redor do mundo e permite visitas virtuais em espaços de arte.

No mundo automotivo, vários importantes museus entraram no universo digital, e liberaram visitas online, permitindo que até quem vive a milhares de quilômetros possa conhecer o acervo. Outros, no entanto, já ofereciam tal comodidade.

Veja abaixo algumas opções disponíveis por localidade, e saiba como visitá-los

Estados Unidos

Petersen Museum

Garagem do Petersen Museum — Foto: Reprodução
                                                                       Garagem do Petersen Museum. FOTO: reprodução

 

Um dos maiores e mais importantes museus automotivos do mundo, o “Petersen”, em Los Angeles, nos Estados Unidos, segue com as portas fechadas para o público.

Porém, todos os dias são realizadas visitas guiadas e gratuitas à uma das garagens do acervo. Os tours de 1 hora acontecem ao vivo, e são conduzidos por um funcionário do Petersen.

Para ter acesso à visita, basta preencher um pequeno formulário. O museu envia para o e-mail um link para acesso. Quem quiser, ainda pode passar por fotos do acervo no próprio site do Petersen.

Mullin Automotive Museum

Mullin Automotive Museum — Foto: Reprodução
                                     Mullin Automotive Museum. FOTO: reprodução

Outro museu localizado na Califórnia (Estados Unidos), o “Mullin”, presta homenagem ao período conhecido como Art Deco. Seu acervo tem uma série de veículos das primeiras décadas do Século 20, e inclui uma invejável coleção com mais de 20 modelos da Bugatti.

A “visita” pode ser feita usando o “Google Maps”. Lá, é possível conhecer um dos salões do museu, e ver exatamente algumas raridades da fabricante francesa, como o Type 57.

Henry Ford Museum

Imagem do Henry Ford Museum — Foto: Reprodução

                                                                              Imagem do Henry Ford Museum. FOTO: reprodução

O museu dedicado a HENRY FORD,  inventor da linha de produção moderna, tem um variado acervo, não apenas de automóveis. Há aviões, trens, móveis e livros. É possível acessar parte do conteúdo de forma digital. E, desde 2015, alguns salões estão disponíveis pelo Google Street View.

Em um deles, o museu exibe um exemplar do revolucionário veículo criado por Preston Tucker, pequeno fabricante que desafiou as gigantes de Detroit (entre elas a FORD) e acabou se dando mal.

National Corvette Museum

Imagem do Corvette Museum — Foto: Reprodução

                                              Imagem do Corvette Museum. FOTO: reprodução

Os nascidos nos Estados Unidos, são tão apaixonados pelo automóvel esportivo “CORVETTE”, que até criaram um museu para o MODELO . Com o coronavírus, o local está fechado, mas os fãs não ficaram desamparados. Assim como o Henry Ford Museum, o museu do “CORVETTE” também está no Google Street View.

Além disso, a administração criou séries de vídeos temáticos sobre aquele esportivo com novos episódios a cada semana. Em 2014, o G1 visitou o local. Veja no vídeo abaixo

G1 vai a museu onde cratera ‘engoliu’ carros raros.

Europa

Mercedes-Benz Museum

 

Vista da área externa do museu da Mercedes-Benz, em Stuttgart — Foto: Reprodução

                                   Vista da área externa do museu da Mercedes-Benz, em Stuttgart (Alemanha). FOTO: reprodução

O museu da Mercedes, localizado em Stuttgart (Alemanha), já reabriu as portas. Mas a montadora manteve as visitas virtuais. O local é um dos museus mais visitados da Alemanha. E também um dos mais importantes para o gênero no mundo. Isso porque a empresa inventou não apenas o automóvel, como também a motocicleta, ambos expostos no último dos 8 andares do museu.

Também fazem parte do acervo: o primeiro caminhão a diesel do mundo, o famoso 300 SL, conhecido como asa de gaivota, e carros de corrida de todos os tempos. No “tour”, é possível passear por todas as salas, e ouvir o ronco de alguns motores. No fim, ainda vale a pena dar uma olhada na arquitetura do edifício, que é de uma beleza singular.

Porsche Museum

Imagem do museu da Porsche, em Stuttgart — Foto: Reprodução

                                                           Imagem do museu da Porsche, em Stuttgart (Alemanha). FOTO: reprodução

O museu da Porsche, em Stuttgart (Alemanha), é outro que reabriu as portas há poucos dias. Aos que ainda não podem viajar até a Alemanha, há duas alternativas: uma delas é a visita virtual por conta própria, disponível no site da empresa.

A outra, é conferir a um “tour” guiado disponível na conta oficial do museu no Instagram.

Lá, um guia não só mostra, como entra nas principais atrações do museu, como o primeiro carro da Porsche como marca, o “356”, ou o “911” número 1 milhão, que foi doado à polícia de Stuttgart (Alemanha).

Imagem da área externa do Porsche Museum — Foto: Reprodução

                                    Imagem da área externa do Porsche Museum. FOTO: reprodução

Museus de Ferrari, Lamborghini, Pagani e Ducati

O norte da Itália, uma das mais atingidas pelo coronavírus, é também onde fica o chamado Vale dos Motores. Na região, estão as sedes de montadoras como Ferrari, Lamborghini e Ducati, por exemplo.

A Motor Valley, uma associação que reúne algumas dessas fabricantes, fundações ligadas às marcas e autódromos, promoveu uma série de lives, transmitidas diretamente de museus de algumas dessas empresas.

No YouTube, o visitante pode conhecer, em 7 vídeos, as coleções de Ferrari, Lamborghini, Pagani, Ducati, Dallara, além do laboratório da inovação da Maserati. Tudo em inglês ou italiano, se preferir.

Museu da Ferrari pode ser visitado em visita guiada pelo YouTube — Foto: Reprodução

                                          Museu da Ferrari pode ser visitado em visita guiada pelo YouTube. FOTO: reprodução

Centro de Tecnologia da McLaren

O centro de desenvolvimento tecnológico da equipe britânica, localizado em Woking, nunca é aberto ao público. No entanto, a McLaren liberou o acesso virtual ao saguão do belo edifício em Woking. Lá, é possível ver modelos vencedores nas pistas, como a MP4-23 do primeiro título do piloto Lewis Hamilton, na Fórmula 1, ou a MP4/5 pilotada por Ayrton Senna na conquista de 1990.

Ásia

Honda Collection Hall

Entrada do Honda Collection Hall — Foto: Reprodução

                                                                          Entrada do Honda Collection Hall. FOTO: reprodução

Localizado no autódromo de Motegi, no Japão, o Honda Collection Hall reúne automóveis, motocicletas e carros de corrida da empresa. Em dois andares, os visitantes virtuais podem conhecer modelos emblemáticos da cultura japonesa, como os KEI CARS e as CUBS.

A interatividade ainda é garantida por vídeos de alguns produtos, com roncos de motores de carros e motocicletas de todas as épocas.

Toyota Automobile Museum

Situado em Nagakute, no Japão, o museu da Toyota também tem veículos de outras marcas, como Porsche e Jaguar. Há alguns anos, visitantes de qualquer lugar do mundo podem passar por alguns salões sem sair de casa, por meio do Google Street View.

Museu da Toyota, no Japão — Foto: Reprodução

                                           Museu da Toyota, no Japão. FOTO: reprodução

Empresas criam campanhas para incentivar a retomada da atividade industrial brasileira

21 21Etc/GMT+3 maio 21Etc/GMT+3 2020 por fernandosiqueira

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Com a pandemia causada pelo novo coronavírus no mundo, alguns eventos importantes para a indústria nacional precisaram ser cancelados, evitando aglomerações e aumentando os cuidados com a saúde e bem-estar. Neste período, muitas empresas estão criando iniciativas de incentivo à recuperação da indústria pós-pandemia, entre elas a PR2 Group – empresa especializada em máquinas de corte a laser que criou a campanha “Vem Pro Mundo PR2”.

A ação foi desenvolvida após o adiamento do evento Feimec (Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos), considerada a maior da América Latina, e consiste em oferecer preços de custo nos seus equipamentos, como forma de compensar a elevação da taxa de câmbio atual.

Outra vantagem que está sendo oferecida pela PR2 é a inclusão do frete marítimo no preço dos equipamentos sem custo extra. Para garantir uma maior produtividade e rápido retorno sobre o investimento, a empresa também está oferecendo acessórios opcionais inclusos no preço.

“Essa campanha é uma forma de aquecer o mercado para a retomada da atividade industrial no Brasil”, comenta Reinaldo Bonilha, CEO da PR2 Group. A empresa há 15 anos é distribuidora oficial de equipamentos na área de tecnologia a laser do fabricante Han’s Laser, fornecedora de máquinas de corte laser por fibra ótica, máquinas de solda laser, gravação laser e limpeza laser, além de robôs colaborativos.

Durante a campanha, as condições são válidas apenas para um equipamento de cada modelo do portfólio Han’s Laser.

Coluna do Fernando Calmon, jornalista automotivo

por fernandosiqueira

 

Por Fernando Calmon

 

Curiosidades do VW GOL quarentão

Lançado em 8 de maio de 1980, o automóvel GOL completa 40 anos de produção e tem uma coleção de títulos ao longo de quatro décadas. Foram produzidas 8.500.000 unidades, das quais 1.500.000 foram exportadas, além de manter a liderança no Brasil por 27 anos seguidos (1987 a 2013), contando o primeiro e o último ano.

Destaco duas curiosidades em sua longa história. O GOL foi lançado com motor longitudinal de 1,3 L do Fusca com um só carburador e estepe no cofre do motor. Ao chegar o motor 1,6 L de dois carburadores, o estepe passou para o porta-malas por falta de espaço. Mas a concessionária Condor, de São Paulo, teve a ideia de recolocar o estepe no cofre do motor invertendo a posição de montagem. Pouco tempo depois a própria fábrica adotou a solução.

O GOL nasceu para usar motores longitudinais e o capô alto atrapalhava a visibilidade para motoristas de menor estatura. Por isso a fábrica colocou uma regulagem básica de altura do banco, algo que só existia em carros mais caros na época. Na quinta geração, em 2008, o motor passou a ser transversal, a visibilidade melhorou, mas manteve a regulagem do banco.

 

Novo rodízio não deu certo

Durou apenas uma semana a experiência da prefeitura de São Paulo em impor um rodízio radical de veículos na cidade. O sistema previa que os finais de placas ímpares só poderiam circular nos dias ímpares e os finais de placas pares, nos dias pares. A ideia era retirar 50% dos veículos leves de circulação numa tentativa de aumentar o isolamento social para ajudar a frear os casos de Covid-19 na cidade e utilizar mais o transporte coletivo. Táxis e profissionais da saúde eram exceção, embora estes fossem obrigados a redigir um pedido de isenção em um momento que estavam
sobrecarregados de trabalho.

A medida tinha alguma lógica (até a Anfavea concordou), mas partiu de premissas erradas. Aproximadamente 40% de todas as viagens na Capital paulista é feita por automóveis normalmente, incluindo táxis e aplicativos. Nesse período de pandemia a circulação havia caído e depois aumentou porque as pessoas precisam trabalhar. Porém, com 50% da frota de carros fora das ruas o transporte coletivo ficou sobrecarregado.As aglomerações nos terminais aumentaram e também no interior de ônibus, trens e metrô. Mesmo usando máscaras, a proximidade entre os usuários piorou.

Ônibus mais modernos com ar-condicionado têm sistemas eficientes de renovação do ar interno, mas isso não é garantia de não contaminação pelo novo coronavírus. Além disso, corrimões e alças só podem ser desinfetados no final do dia.

O único ponto positivo desse imbróglio foi o reconhecimento de que a iniciativa não deu certo e a sua revogação.

Influência da pandemia na mobilidade urbana

Um dos aspectos mais discutidos no mundo hoje é a mobilidade urbana. A brasileira Bright Consulting preparou um relatório aprofundado sobre os NSM (Novos Serviços de Mobilidade), por empresas de aplicativos e de compartilhamento em geral, para os próximos anos no mundo e no Brasil, incluindo aspectos em que o novo coronavírus terá influência.

Obtive acesso com exclusividade às conclusões do estudo, aqui resumidas.

 O crescimento dos NSM estará concentrado em áreas urbanas mais densas em razão dos desafios da mobilidade e de oferecer variedade de opções. Deslocamentos de ponta a ponta, vinculando diferentes modos de transporte e fazendo melhor uso de serviços existentes em determinada área, são uma solução parcial no curto prazo. Isso porque um grande número de pessoas não tem acesso a esses serviços.

 Os fabricantes de carros veem boa oportunidade de transformar os NSM em clientes confiáveis para seus negócios. Além disso, as vendas para frotistas (em especial locadoras) vêm compensando em parte a menor procura do comprador tradicional (pessoa física).

 Frotistas tendem a substituir veículos em ritmo mais acelerado e haverá concorrência entre eles para cativar clientes com modelos mais novos e atraentes. Mas o impacto será relativamente pequeno nas vendas nos próximos cinco anos.

 Neste momento cresce a necessidade de se aprofundar sobre transformações digitais. As empresas terão que ser mais ágeis e desenvolver estratégias para entender seus usuários.

 Municípios devem procurar uma sinergia entre transporte público e automóveis em busca da mobilidade mais eficiente.

 Muitas pessoas mudarão para um modal que reduza risco de infecção, mas dependerá de seus hábitos pré- Covid-19. Quem possui veículo próprio irá usá-lo com maior frequência; no lugar do transporte público os que puderem andarão de bicicleta, patinete ou mesmo a pé.

 A pandemia trouxe mudanças como o trabalho remoto, provocando diminuição da quilometragem percorrida por veículos. Impactos em longo prazo no transporte público e mobilidade compartilhada não podem ser previstos agora.

 Estimativa do balanço entre veículos deixados de serem adquiridos pelo consumidor final versus veículos
adquiridos para NSM podem gerar uma perda de 2% a 4% nas vendas totais em 2025.
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Novo sedã Audi A8 L Security

por fernandosiqueira

 

<< Blindado>> Audi A8 L Security pode ser encomendado no Brasil por R$ 3.500.000,00. Coisa de automóvel “premium”

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Audi A 8 L Security, um automóvel realmente “premium”. FOTO: divulgação

 

A Audi do Brasil iniciou esta semana as vendas sob “encomenda” do sedã A8 L Security em nosso País. Versão blindada do tradicional três volumes topo de linha da marca, a novidade chega ao mercado nacional com duas opções de motorização e sempre equipada com câmbio automático Tiptronic. A montadora alemã destaca os diversos itens de segurança do modelo, que resiste até mesmo a balas de 7,62 mm. O modelo tem preço elevado para os padrões do mercado brasileiro. Ocorre, no entanto, que o produto tem conteúdo e tecnologia a bordo realmente singulares, que justificam os R$ 3.500.000,00 cobrados.

 

AUDI A8 L SECURITY 2021 traseira

 

A traseira do AUDI A8 L Security é, realmente fantástica e harmoniosa. FOTO: divulgação

O novo Audi, o A8 L Security resulta de uma série de aperfeiçoamentos, por isso, é, hoje, considerado um dos blindados mais seguros do mercado mundial. Os vidros, por exemplo, possuem camadas de policarbonato ao passo que os painéis da carroceria são feitos de uma liga leve especial de alumínio. A célula de sobrevivência é composta de uma mistura de aço, cerâmica, vidro multicamada e kevlar.

 

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Interior luxuoso e confortável. Assim é o Audi A8 L Security. FOTO: divulgação

 

Requinte e conforto são palavras de ordem no sedã. Ele conta com assento de relaxamento e banco para o passageiro da frente amplamente ajustável, com apoio para os pés com controle elétrico, ventilação e massagem. Um console central contínuo, com grandes compartimentos porta-objetos, é oferecido, complementado pelo sistema Rear Seat Entertainment com duas telas de 10,2″.

Sob o capô, são duas opções de motorização: um bloco 4.0 TFSI de 435 cavalos de potência (0 a 100 km/h em 7,5 segundos) e um W12 de 500 cavalos de potência (0 a 100 km/h em 7,1 segundos). O câmbio é sempre automático Tiptronic com opção de trocas sequenciais.

 

 

Kia Motors do Brasil designa novo diretor comercial

19 19Etc/GMT+3 maio 19Etc/GMT+3 2020 por fernandosiqueira

 

  • O executivo Anselmo Eduardo Borgheti assume a diretoria com objetivo de preparar as bases comerciais e sua Rede de Concessionárias para o período pós-coronavírus
Com a finalidade de fortalecer ainda mais o atendimento à rede de concessionárias e aperfeiçoar as equipes para uma retomada pós-coronavírus, a Kia Motors do Brasil designa Anselmo Borgheti, 54 anos, para o cargo de diretor comercial, responsável pelas áreas de Vendas, Marketing e Planejamento de Rede.

Borgheti, formado em Engenharia Mecânica, iniciou sua carreira no setor automotivo na Toyota do Brasil, onde permaneceu por 16 anos e, por 2 anos, esteve na matriz japonesa em Nagoya (Japão). Responsável por áreas de Pós-Vendas e Comercial, adquiriu amplo conhecimento em Planejamento Estratégico e no lançamento de novos produtos. Durante os últimos 6 anos, Borgheti exerceu a função de diretor executivo comercial na Hyundai Caoa, respondendo nesse período por áreas como Vendas, Pós-Vendas, Marketing, Desenvolvimento de Rede. Também ficou à frente de outras empresas do grupo.

“O objetivo, a partir de agora, é fortalecer as áreas comerciais, para que a Kia Motors, junto com sua rede de concessionárias, possam estar preparados para a retomada do mercado, consolidando sua completa linha de produtos no mercado brasileiro”, enfatiza Borgheti.
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