Coluna Crônicas da Cidade (37)

12 12Etc/GMT+3 julho 12Etc/GMT+3 2018 por fernandosiqueira

 

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Limite de Competência

De autoria do professor Luís Almeida Marins, dono de prestigiosa empresa de consultoria em São Paulo, o artigo intitulado “Eu sou um incompetente”, trata de um assunto bem comum ao nosso dia-a-dia. Relata, com extrema fidelidade, as angústias que assolam aquele indivíduo que foi guindado a um posto acima de sua real capacidade, de seu tirocínio, enfim, de sua competência. Nas palavras do professor, esse indivíduo, ao se ver ocupando um cargo para o qual não tem o necessário preparo, logo passa a tratar mal os subordinados; a cobrar-lhes mais eficiência, sem, no entanto, saber como torna-los eficientes; mete-se a fazer
reuniões infrutíferas e age de todas as formas para encobrir sua própria incapacidade. O estresse, a taquicardia, a insônia logo passam a atormenta-lo e, não raro, pode ser vítima de um colapso nervoso. Na maioria das vezes perde o emprego e compromete sua carreira.

O protótipo retratado no artigo do professor Marins, sugere-nos a figura de um executivo. Todavia, na vida real podemos ver
casos de pequenos, médios e grandes empresários que enfrentaram insucessos exatamente porque ousaram ultrapassar aquele limite, como aquele camarada que tinha uma pequena loja, conseguida com o esforço de anos e anos de trabalho duro naquele mesmo estabelecimento comercial, cujo antigo proprietário, seu patrão, num gesto de reconhecimento – mais do que justo, aliás – havia passado o negócio para ele ao aposentar-se.

Dono do pedaço, o cabra arregaçou as mangas, duplicou as vendas, pagou rigorosamente em dia os compromissos com o ex-patrão, consolidou uma confortável situação financeira e passou a administrar os benefícios de um caixa superavitário, chegando a ser paparicado pelos gerentes dos bancos locais, que faziam romaria ao seu estabelecimento, cuja modéstia nem de longe deixava transparecer o real poderio financeiro do homem. Elemento equilibrado, comedido, fez excelentes aplicações com o
dinheiro que ganhou em seu pequeno negócio e, com o passar dos anos, tornou-se proprietário de invejável patrimônio. Pode-se até mesmo dizer que aquele homem bom, honesto e trabalhador, pai de família exemplar, havia alcançado o verdadeiro nirvana com o coroamento de uma carreira bem sucedida para quem teve uma infância pobre, uma adolescência difícil, sem poder completar os estudos e um começo de vida profissional especialmente duro. Não é fora de propósito, afirmar-se que ele tinha atingido aquele ponto em que o indivíduo pode ser considerado a síntese da famosa frase de Ataulfo Alves: “Eu era feliz e não
sabia”. Mas, aí veio a picada da “mosca branca”. A cidade havia crescido, oferecendo novas oportunidades de negócio. Os do seu ramo, haviam modernizado instalações, tinham filiais em bairros chiques e demonstravam progresso. Por que não fazer o mesmo? Pois ele fez! Alugou prédio na avenida mais movimentada, instalou loja com toque arquitetônico atual, contratou
empregados, multiplicou estoques e foi à luta. Logo, teve que enfrentar ferrenha concorrência e custos elevados. Além disso, acostumado a trabalhar num ambiente que conhecia muito bem, passou a conviver num universo totalmente diferente. Habituado a ter todo o seu negócio “a mão”, foi obrigado a dividir responsabilidades, entregando sua antiga loja, verdadeira “galinha dos ovos de ouro” , à administração de terceiros. Distanciou-se de sua antiga freguesia, para conviver com uma clientela totalmente desconhecida e diferente… A forte concorrência levou-o da dar descontos, os compromissos foram “comendo” suas
reservas primeiro e parte do patrimônio, depois. Perdeu o tirocínio. Aquele novo universo sufocou-o. Vieram os atrasos e os protestos. Os gerentes de banco sumiram. Fechou a nova loja e retornou às antigas instalações, onde recomeçou a vida com dignidade e com a sabedoria da lição recebida.

Talvez o mais feliz mesmo seja o bodegueiro da esquina, porque entra ano, sai ano, a moeda muda de nome, a inflação vai às alturas e cai para um dígito e ele continua navegando em mares tranquilos, certamente porque não lhe passa pela cabeça a idéia de testar seu próprio limite de competência…

O que levar na mala para uma longa viagem de motocicleta

por fernandosiqueira

[IDEIA] Ana Pimenta e Ana Sofia, sócias no The Ride 115, fornecem “dicas” de como organizar a bagagem para viajar de motocicleta

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The Ride 115: Ana e Sofia iniciam viagem em suas Harley-Davidson-Ultra-Limited

As mulheres, quando viajam de motocicleta, prezam pelo “minimalismo” e levam a praticidade à risca, mas sem deixar de lado a capacidade de contornar transtornos e serem criativas na hora de solucionar problemas.

A dupla Ana Pimenta e Ana Sofia estão encarando uma jornada de 28.000 quilômetros, com destino a Milwaukee (Estados Unidos) para celebrar a vida e os 115 anos da Harley-Davidson. Elas partiram de Porto Alegre (RS) no dia 19 de maio com a meta de passar por 11 Estados brasileiros e concluir a visita em 115 concessionárias da marca, somando as nacionais e as situadas em cidades dos Estados Unidos, em meados de setembro. No projeto, batizado de “The Ride 115”, o planejamento do que levar em uma viagem desse porte é fundamental, mas a experiência dos mais de 300.000 quilômetros que elas somam viajando sobre duas rodas foi fator decisivo para as escolhas. Elas compartilham as dicas para que os “marinheiros de primeira viagem” identifiquem o que é importante colocar na mala de acordo com o perfil e a rota.

  • Faça uma lista e reavalie cada item para destacar o que é importante: capacete, luvas e bota são itens básicos para os motociclistas e são listados como bagagem. Itens para higiene pessoal podem ser calculados para determinados períodos ou só até a parada em alguma cidade, loja ou hotel onde possam ser repostos. “Além da bota para andar de motocicleta, leve outro par multiuso adequado para chuva, trilhas ou caminhadas, um tênis e um chinelo. Quanto menos, melhor, mas desde que atenda suas necessidades”, pontua Ana Sofia.
  • Os itens básicos para o motociclista também contam como bagagem, pois ocupam espaço: extensor, reparador de pneu, bombinha para calibrar, por exemplo, são conhecidos pelos motociclistas e indispensáveis para a manutenção da moto na estrada. “A lista separada por seções diminui o risco de esquecer qualquer coisa. Coloque de roupas a documentos, até os eletrônicos, a farmácia particular, protetor solar… Isso ajuda na organização”, afirma Ana.
  • Separe o roteiro por pequenos blocos e leve roupa suficiente para aquele período – “No nosso caso, separamos roupa para uma semana e paramos na lavanderia. Nosso projeto é uma viagem que dura meses e que precisa cumprir agenda, então lavar duas ou três peças na pia do hotel, às vezes, ajuda muito. O que fomos vestindo entra na conta total se, por exemplo, coloquei duas calças jeans, especifiquei que uma vai no corpo e outra na mala”, explica Ana Pimenta.
  • Opte por peças “coringa”, independente do roteiro ou época do ano da viagem. Há regiões no Brasil, por exemplo, em que as mudanças de temperatura em um dia são surpreendentes, mas mesmo em países em que isso não acontece, as peças feitas com tecidos inteligentes, como as “segundas peles” para o frio ou as que deixam a pele respirar e dissipam o calor acabam ocupando menos espaço e ajudam demais os motociclistas. Capa de chuva, chaparrera, colete frio são outras peças muito úteis.

Roupas e calçados novos? Se puder, evite. Deixar para usar coisas novas durante a viagem pode causar prejuízo, mas o contrário também se aplica. “A gente sempre fala para todo mundo quando viajar ir sempre com aquelas roupas que estão acostumados, as mais confortáveis. Nada de roupa nova, que aperta e machuca. Dessa vez eu exagerei: descolou o solado da minha bota, pegamos chuva e eu fiquei pensando em como iria andar com a bota descolada. Arrumei quando paramos em São Paulo”, finaliza Ana Sofia.

Um ponto a considerar é o porte da moto e qual a maneira mais confortável que cada um leva sua bagagem. Com o passar dos dias o cansaço é inevitável e o peso na moto faz diferença, por isso, o controle do peso da bagagem não deve ser esquecido.

As Ana’s iniciaram o trecho internacional do The Ride 115 em Miami, no dia 26 de junho, para visitar quase duas dezenas de concessionárias pela Flórida (USA) e seguir por outros Estados até o grande dia de celebrar com outros harleyros, em Milwaukee (Estados Unidos).

Volkswagen SpaceFox modelo 2019 tem preço inicial de R$ 62.700,00

por fernandosiqueira

Vendida na versão Trendline, a Volkswagen SpaceFox modelo 2019 tem opções de câmbio manual e automatizado, sempre associadas ao motor 1.6 8V. Os preços ficam entre R$ 62.700,00 e R$ 66.250,00

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A Volkswagen acaba de apresentar ao mercado brasileiro a  SpaceFox modelo  2019, que segue sendo comercializada em versão única com opções de câmbio manual ou automatizado. Os preços ficam em R$ 62.700,00 (câmbio manual) e R$ 66.250,00 (transmissão automatizada). Vale salientar, que o reajuste de preços veio acompanhado por novos equipamentos.

De série

Antes ofertado como opcional, o pacote Módulo Interativo II passa ser oferecido de série para a versão Trendline, que agregou rodas de liga leve 15 polegadas, sistema de navegação com tela de 6,5 polegadas, volante multifuncional, grade dianteira em preto brilhante, faróis e lanternas de neblina e frisos laterais na cor do veículo.

Volkswagen SpaceFox 2019
Foto | Volkswagen/Divulgação

A station wagon ainda vem equipada, de série, com ar-condicionado, direção elétrica, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, quatro alto-falantes e dois tweeters.

Motor

A Volkswagen SpaceFox MODELO 2019 é equipada somente com o propulsor 1.6 8V, com 101 cavalos de potência e torque de 15,4kgfm (gasolina) e 104 cavalos de potência e torque de 16,6 kgfm quando abastecido com àlcool. Os câmbios podem ser o manual de cinco velocidades ou o automatizado I-Motion

Volkswagen SpaceFox 2019
Foto | Volkswagen/Divulgação

Cores

A Volkswagen SpaceFox 2019 é ofertada somente com quatro opções de cores. As sólidas são o Preto Ninja e o Branco Cristal e nas metálicas Cinza Indium e Prata Sírius.

Volkswagen SpaceFox 2019
Foto | Volkswagen/Divulgação

Vendas

No acumulado do ano, a Volkswagen SpaceFox emplacou 2.511 unidades, com uma média mensal de 418 unidades. O modelo tem 66,10% de participação no segmento, que tem como sua concorrente a Fiat Weekend.

Coluna “Alta Roda”. Por Fernando Calmon

11 11Etc/GMT+3 julho 11Etc/GMT+3 2018 por fernandosiqueira

Rota difícil à frente

Destrinchar tudo o que o Governo Federal anunciou no último dia 5 sobre o programa Rota 2030 tomaria o espaço de
algumas destas colunas. Então a intenção é comentar certos pontos e, em especial, a validade de decisões que ainda
passarão pelo crivo do Congresso até novembro próximo, para se tornarem lei.
Primeiro, em um País com baixa cultura de planejamento e alto grau de imprevisibilidade, qualquer plano de 15 anos – dividido em três quinquênios – pode ser considerado conquista importante. Vários países incentivam P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) no próprio território. Pode ser feito de forma eficiente ou não, dependendo de como se monta estratégias. O Brasil cometeu erros no Inovar-Auto, mas também aprendeu como evitá-los.
O Rota 2030, de fato, atrasou seis meses por ser complexo e ter levado a um conflito entre ministérios (Indústria e Comércio e
Fazenda). Perdeu-se muito tempo em discussões se R$ 1,5 bilhão por ano de incentivos para P&D era um valor
incompatível com a atual penúria fiscal do País. Bem, o Brasil concede aproximadamente R$ 300 bilhões ao ano em subsídios
variados, inclusive à agricultura…
Para conseguir compensar aquele valor em P&D, o conjunto das fabricantes de veículos deve comprovar ter investido
montante 233% superior, ou seja, R$ 5 bilhões por ano no Brasil. Alternativa seria aplicar esse dinheiro no exterior e assim
criar empregos em outros lugares.
A indústria automotiva, na maioria dos países, é incentivada – ou até disputada como ocorreu com marcas japonesas
em Estados americanos – de forma clara ou velada, em razão da longa cadeia produtiva e da qualidade dos empregos.
Entretanto, no Brasil há uma situação curiosa. Essa indústria representa 4% do PIB do País, mas recolhe em torno de
10% dos impostos pertinentes: carga fiscal sobre automóveis é a maior do mundo.
As empresas de autopeças também receberão suporte fiscal para investir em tecnologia. Foram criados, ainda, incentivos
específicos ao conjunto da indústria para campos de atuação considerados estratégicos e que não podem mais ser
negligenciados. Entre eles, conectividade, carros autônomos, inteligência artificial e manufatura avançada.
Há vários pontos positivos no Rota 2030. Exige redução compulsória de consumo de combustível: ganho estimado de
11% a cada cinco anos. Nenhuma marca escapa, tendo ou não fábrica no Brasil. Foram criadas duas faixas de economia
adicional, com até 1% de desconto do IPI em cada etapa, para modelos, individualmente, que conseguirem superar o
mínimo. Isso ocorre porque a tecnologia fica mais cara para avançar em eficiência energética.
Automóveis nacionais e importados (especificamente da China) também terão um cronograma para melhorar
segurança passiva e ativa em prazos compatíveis para absorção de parte dos aumentos de custos. Ao longo dos 15 anos,
espera-se que o mercado cresça, para o aumento de produção gerar escala suficiente. Para tanto, é necessário alcançar o
patamar de 4.000.000 a 5.000.000 de unidades vendidas anualmente.
Em 2018, porém, as previsões estão menos otimistas. Com os problemas gerados pela greve dos caminhoneiros e o
estresse político, o crescimento de 15% ou mais vem sendo revisado. A Fenabrave (Federação Nacional dos Revendedores de Veículos Automotores) rebaixou os números mais otimistas esperados pelas concessionárias, enquanto a Anfavea (Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores) desistiu de reestimar para cima o crescimento de vendas de 11%
sobre o ano de 2017.
Agora, se prevê que 2,5 milhões de veículos leves e pesados, ou algo muito pouco acima desse nível, ganharão as ruas
este ano. Rota difícil à frente.

ALTA RODA

HYUNDAI ainda não tem acerto final do plano de produtos até 2022. Depende de eventual acordo com Grupo CAOA
(talvez renovação do contrato de importações por prazo menor, a cada dois anos e não 10 anos) e da provável fábrica
na Argentina para picape compacta. Mas, segunda geração do HB20 poderá chegar em 2019, ao se completar o ciclo de
7 anos da primeira geração.
CHEVROLET Spin virou seu ciclo de vida de 6 anos com mudanças estilísticas que amenizam bastante sua forma
exageradamente rústica. Capô mais baixo (com 9 vincos), grade e faróis redesenhados, tampa e lanternas traseiras
em harmonia, além de rodas de 16 polegadas e a retirada (não era sem tempo) do estepe externo, deram equilíbrio ao
conjunto. Versão aventureira Activ passou a oferecer 7 lugares.
INTERIOR do Spin modelo 2019 também evoluiu. O banco intermediário, agora é corrediço e bipartido, que permite, não só melhorar o acesso à terceira fileira como flexibilizar a utilização entre mais espaço para as pernas dos passageiros e maior
volume de bagagem (até 756 litros). Novos bancos dianteiros e quadro de instrumentos refinaram a vida a bordo.
DIRIGIBILIDADE também melhorou no único monovolume tradicional que restou no mercado brasileiro, com presença
significativa (Fit vende mais, porém é meio-termo entre hatch e monovolume). Suspensão bem acertada e respostas mais
suaves do câmbio automático, completam a renovação do Spin. Preços vão de R$ 63.900,00 a R$ 83.490,00.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

 

Celebrando 9 anos no Brasil, “MINI” oferece condições especiais por tempo limitado

10 10Etc/GMT+3 julho 10Etc/GMT+3 2018 por fernandosiqueira

MINI Cooper Exclusive 3P está com preço de R$ 99.990,00, R$ 20.000,00 abaixo da tabela fixada pela marca

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Em celebração aos 9 anos que a marca está em nosso País, a MINI Brasil está oferecendo condições especiais para alguns de seus produtos por tempo limitado, entre elas, podemos destacar (confira abaixo).

1 .  MINI Cooper Exclusive 3P (foto acima) com preço promocional por tempo limitado de R$ 99.990,00. Desconto de R$ 20.000,00 sobre o preço sugerido de R$ 119.990,00.

2 . MINI Cooper Countryman com preço promocional por tempo limitado de R$ 134.990,00. Abatimento de R$ 15.000,00 sobre o preço sugerido de R$ 149.990,00.

“Tradicionalmente, celebramos o aniversário de nossa marca com condições especiais para os nossos clientes, e não podíamos deixar de celebrar os nove anos recém-completados da MINI no Brasil com uma ação especial, que tem tempo limitado. Vale dizer que nesse período, tivemos um crescimento consistente e, atualmente, consolidamos as nossas operações no País”, comenta Rodrigo Novello, gerente de vendas, produto e preços da MINI Brasil.

Em Natal, a marca MINI é representada pelo Grupo Redenção, que tem uma bela concessionária englobando a BMW, MINI, e BMW Motorrad. A empresa está instalada ao longo da Av. Prudente de Morais.

Mercado: Renault Sandero e Kwid ficam entre os dez mais vendidos

por fernandosiqueira

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As vendas de veículos automotores cresceram 3,85% em junho, quando comparamos com o mesmo período de 2017. Ao todo, foram comercializadas 287.721 unidades. Um dos destaques foi a marca Renault, que teve o “Sandero” entre os 4 carros mais vendidos (6.139 unidades). O fabricante colocou 2 modelos entre os 10 mais, a saber: o “Kwid” ficou em oitavo lugar, com 5.004 unidades.

O Onix vendeu 16.218 unidades. O Hyundai HB20, 8.292, ficando em segundo lugar. O Ford Ka, cuja linha re-estilizada será lançada este mês, ficou em terceiro, com 7.833 unidades comercializadas. O Renault Sandero ficou em quarto lugar com 6.139 modelos vendidos. A surpresa de junho, foi o quinto lugar do Fiat Argo, com 5.485 unidades entregues ao mercado.

Sedãs compactos

O Volkswagen “Virtus” é o sedã compacto mais vendido do mercado. O modelo alemão conquistou o primeiro lugar, com 4.205 unidades comercializadas em junho. O Prisma caiu para segundo, com 3.977 unidades entregues. O Ford Ka Sedã foi o terceiro, com 3.269 modelos vendidos. Com 2.999 unidades comercializadas, o Fiat Cronos ocupou o quarto lugar. O Nissan Versa ficou em quinto com 2.696 modelos vendidos.

SUV´s compactos

Prestes a passar por um face lift, o  Jeep Renegade foi o SUV compacto mais vendido em junho (3.628 unidades). O Honda HR-V ficou em segundo, 3.139. Com 2.913 modelos vendidos, o Hyundai Creta ficou com o terceiro lugar. Completando o grupo dos 5 mais, o Ford EcoSport ficou em quarto, 2.761 e o Nissan Kicks em quinto, com 2.629 unidades vendidas.

SUV´s médios

Liderando o segmento dos Utilitários Esportivos médios, o Jeep Compass ficou na sexta colocação, com 5.054 modelos vendidos. O Hyundai IX35 ficou em segundo lugar, com 654 unidades comercializadas. O terceiro lugar foi do Kia Sportage, 488. O Hyundai Tucson foi o quarto, 387. O Equinox ficou em quinto, 396.

Sedãs médios

O “Toyota Corolla” foi o líder do mercado brasileiro em junho, com 4.288 unidades vendidas.

Comercializando apenas a metade que o concorrente, o Honda Civic ficou com o segundo lugar, com 2.166 unidades vendidas. O Cruze ficou em terceiro, 1.345. Fechando o TOP 5, o Ford Focus Fastback vendeu 411 unidades e o Citroën C4 Lounge, 403 unidades.

50 mais vendidos

Veja, abaixo, os cinquenta modelos mais vendidos entre os automóveis e comerciais leves:


Foto | Reprodução/Fenabrave

Fiat Strada
Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Pick-ups compactas

A  Fiat Strada segue isolada na liderança entre as pick-ups compactas, com 5.474 unidades vendidas. A Volkswagen Saveiro ficou em segundo, 3.745. Vendida praticamente sob encomenda, a Montana vendeu apenas 1.161.

Fiat Toro
Foto | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

Pick-ups médias

A Fiat Toro (foto acima) lidera o ranking das pick-ups médias, com 5.500 unidades vendidas. A  S10 ficou em segundo, 3.019. Com 2.974 modelos, a Toyota Hilux ficou em terceiro lugar. A Ford Ranger ficou em quarto, 1.907. A Volkswagen Amarok, com  1.478 unidades ficou em quinto lugar.

Mercado de caminhões cresce 44,2% no primeiro semestre no Brasil

por fernandosiqueira

[RETOMADA] Segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), participação do segmento de pesados aumentou de 35% para 44,2%

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A greve dos caminhoneiros (21 a 31 de maio) não afetou significativamente o mercado de caminhões novos. De acordo com a FENABRAVE (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), foram COMERCIALIZADOS 5.717 caminhões em maio e 5.731 em junho, acima da média dos primeiros quatro meses do ano.

No acumulado do primeiro semestre, foram vendidos 32.338 caminhões, 44,2% mais que os 21.457 comercializados no mesmo período do ano DE 2017.

A Mercedes-Benz foi líder do mercado com 28,6% de participação nas vendas do primeiro semestre, seguida pela Volkswagen (25,8%).

O levantamento da Fenabrave mostra um expressivo crescimento do segmento de CAMINHÕES. Em 2018, eles representam 44,2% das vendas contra 35% do primeiro semestre do ano passado.

Entre os 20 mais vendidos de todos segmentos, o campeão é o Scania 440, com 2.192 unidades no primeiro semestre. Em segundo lugar, vem o Volvo FH 540 (1.810).

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As fabricantes de caminhões comemoram o bom resultado do segmento em 2018. Como todos sabem, os “pesados” foram os mais afetados pela crise que se abateu sobre o Brasil nos últimos anos.

Fonte: Revista Carga Pesada

Carros elétricos e híbridos vão pagar menos IPI a partir de novembro/2018

9 09Etc/GMT+3 julho 09Etc/GMT+3 2018 por fernandosiqueira

Alíquota hoje, varia de 7% a 25%. Nova faixa varia de 7% a 20%. Imposto será cobrado de acordo com peso do carro e eficiência energética.

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Os automóveis elétricos e híbridos vão pagar menos IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). A medida (Rota 2030), foi publicada no Diário Oficial do dia 6 do corrente mês, mas só começa a valer em 1º de novembro deste ano.

A redução do IPI para veículos desse tipo havia sido prometida pelo governo federal em janeiro/2018, e integra o “Rota 2030”, novo regime automotivo.

Hoje, veículos elétricos pagam 25% de IPI, enquanto híbridos pagam entre 7% e 25%, de acordo com a capacidade volumétrica do motor.

A partir de novembro deste ano, os critérios (e as alíquotas) também mudam. Serão consideradas a eficiência energética e o peso do veículo.

Veja, abaixo, as novas faixas de imposto

Híbridos com eficiência energética menor ou igual a 1,10 MJ/km

  • Peso até 1.400 quilos: 9%
  • Peso entre 1.401 e 1.700 quilos: 10%
  • Peso maior que 1.701 quilos: 11%

Híbridos com eficiência energética entre 1,11 MJ/km e 1,68 MJ/km

  • Peso até 1.400 quilos: 12%
  • Peso entre 1.401 e 1.700 quilos: 13%
  • Peso maior que 1.701 quilos: 15%

Híbridos com eficiência energética maior que 1,68 MJ/km

  • Peso até 1.400 quilos: 17%
  • Peso entre 1.401 e 1.700 quilos: 19%
  • Peso maior que 1.701 quilos: 20%

Elétricos com eficiência energética menor ou igual a 0,66 MJ/km

  • Peso até 1.400 quilos: 7%
  • Peso entre 1.401 e 1.700 quilos: 8%
  • Peso maior que 1.701 quilos: 9%

Elétricos com eficiência energética entre 0,67 MJ/km e 1,35 MJ/km

  • Peso até 1.400 quilos: 10%
  • Peso entre 1.401 e 1.700 quilos: 12%
  • Peso maior que 1.701 quilos: 14%

Elétricos com eficiência energética maior que 1,35 MJ/km

  • Peso até 1.400 quilos: 14%
  • Peso entre 1.401 e 1.700 quilos: 16%
  • Peso maior que 1.701 quilos: 18%.

Outra novidade é que híbridos que tenham o motor a combustão FLEX (que pode ser abastecido com gasolina e/ou álcool) terão 2 pontos percentuais de desconto no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

Com isso, o imposto desses modelos será de 7% a 18%. No entanto, ainda não há carros com essa tecnologia no Brasil. A Toyota com o Prius FLEX em testes, mas ainda não anunciou se e quando vai lançar o carro em nosso mercado.

Carros mais baratos?

 Segundo Antônio Megale, presidente da ANFAVEA (Associação Nacional das fabricantes de Veículos Automotores), os carros híbridos e elétricos “deverão ficar mais baratos assim que a redução de imposto começar a valer.”

Apesar dos impostos mais “amigáveis”, Megale acredita que não haverá mais incentivos por parte do governo. “Nos países de primeiro mundo os governos estão dando subsídios para esses veículos e, naturalmente, isso não vai acontecer no Brasil.”

Tchecos celebraram 115 anos da Harley-Davidson com parada em Praga

por fernandosiqueira

Motocicletas de uma das marcas mais icônicas do segmento duas rodas tomaram ruas do centro da Capital tcheca

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Devidamente paramentados, Tchecos vibraram muito com o evento em Praga (Foto: David W Cerny/Reuters
Proprietários de motocicletas, entusiastas da Harley-Davidson, fizeram uma parada pelas ruas do centro de Praga, Capital da República Tcheca, sábado, dia 7, para celebrar os 115 anos da emblemática marca de motocicletas.
A marca Harley-Davidson encanta os adeptos do segmento duas rodas em todo o mundo.

Rota 2030: saiba quais são os principais pontos do programa de incentivo às fábricas

por fernandosiqueira

O que as fabricantes precisam fazer em troca de benefícios. Veja perguntas e respostas sobre o novo “regime automotivo”

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Anote, a seguir, os principais pontos do novo regime automotivo aprovado no Brasil, o “Rota 2030”, programa com regras e incentivos para fabricantes de veículos automotores, divulgado pelo governo federal, dia 6 do corrente mês. Ele deverá vigorar pelos próximos 15 anos.

O texto completo ainda será publicado em um decreto, em 30 dias, mas as principais ações foram anunciadas nessa MP (Medida Provisória) que ainda precisa ser aprovada no Congresso.

O que muda

Todas as fabricantes de automóveis instaladas no Brasil precisam seguir as regras básicas de melhoria de consumo de combustível (eficiência energética) e segurança.

Além disso, elas poderão optar por superar metas e investir em pesquisa e desenvolvimento no nosso País, a fim  ganhar descontos em impostos.

Veja os principais pontos do Rota 2030, programa do governo com regras e incentivos para montadoras (Foto: Fernanda Garrafiel/G1)

Veja os principais pontos do Rota 2030, programa do governo com regras e incentivos para montadoras (Foto: Fernanda Garrafiel/G1)

Segundo o governo federal e as fabricantes, o objetivo do “Rota 2030” é oferecer carros mais seguros e mais eficientes ao consumidor brasileiro e tornar a indústria automotiva nacional mais competitiva.

Veja, abaixo, perguntas e respostas sobre o regime:

  1. Vai reduzir os preços dos carros?
  2. Carro elétrico e híbrido ficará mais barato?
  3. Na prática, que outros efeitos as medidas terão para o consumidor? Quando?
  4. O que muda para carros importados? Eles vão ficar mais baratos do que antes?

1. Vai reduzir os preços dos carros?

“Este não é o objetivo, porque nenhuma redução de imposto será na comercialização”, afirmou Antônio Megale, presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). A exceção são os automóveis elétricos ou híbridos, que terão imposto menor (veja abaixo).

“O foco do programa não é isso. É assegurar que investimentos em pesquisa e desenvolvimento sejam feitos no Brasil. De outra forma, eles poderiam sair do Brasil, poderiam ser feitos em outros países”, afirmou o executivo.

Segundo Megale, esses investimentos deverão tornar a indústria brasileira mais competitiva e poderão, no longo prazo, baratear o custo dos carros. “Isso não tem uma data (para o preço baixar), é um processo contínuo”, concluiu Megale.

2. Carro elétrico e híbrido ficará mais barato?

Sim, segundo a Anfavea. A alíquota do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) dos carros elétricos e híbridos (com um motor elétrico e outro a combustão) vai baixar a partir de novembro deste ano.

Ela sairá dos 25% atuais para uma faixa de 7% a 20%. O percentual vai depender do peso do veículo e da eficiência energética (consumo mais baixo de combustível e menor emissão de poluentes).

Os carros híbridos que aceitarem álcool (FLEX) terão ainda um desconto “extra” de 2 pontos percentuais no IPI. Nenhum carro desse tipo é comercializado ainda, mas há fabricantes testando essa combinação.

3. O que muda para carros importados? Eles vão ficar mais baratos do que antes?

Desde o início deste ano, os veículos importados pagam a mesma alíquota de IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) que os nacionais. E continuará assim com o “Rota 2030”.

O regime automotivo anterior, Inovar Auto, que durou de 2012 a 2017, impunha o chamado “Super IPI”  aos importados. As empresas pagavam 30 pontos percentuais a mais em cada carro trazido de fora do Mercosul e do México que ultrapassasse uma cota determinada para cada marca.

Para não pagar o “Super IPI”, as importadoras passaram a trazer menos carros nesse período. Ou seja, os importados que chegavam ao Brasil estavam dentro das cotas, sem IPI maior. Por isso, o preço deles não deve ser alterado com o fim da sobretaxa e da limitação, mas as empresas pretendem sim, aumentar o volume de importações.

O “Super IPI” acabou levando o Brasil a ser condenado pela OMC (Organização Mundial do Comércio) em 2017.

4. Que outros efeitos práticos as medidas terão para o consumidor?

O objetivo do “Rota 2030”, segundo o governo federal e as fabricantes, é produzir veículos mais eficientes e mais seguros no Brasil ao longo dos 15 anos do programa.

A eficiência energética está ligada ao consumo de combustível e à emissão de poluentes, e deverá ser melhorada em 11% até o ano de 2022 em relação ao nível atual. As metas ainda não foram detalhadas.

E, até 2027, os carros deverão incorporar tecnologias que auxiliam o motorista na condução. Ainda não foi divulgado quais serão esses recursos.

Também está previsto que os veículos passem a contar com mais itens de segurança, mas o governo federal também não informou por ora o cronograma e a lista de itens.

5. Qual a diferença do Rota 2030 para o antigo regime, Inovar Auto? E que pontos foram mantidos?

Semelhanças

  • Benefício fiscal. No “Rota 2030”, R$ 1,5 bilhão ao ano em tributos poderá ser abatido pela indústria como um todo, montante semelhante ao do Inovar Auto.
  • Consumo de combustível. Os dois exigem maior eficiência energética nos carros. O “Rota 2030” prevê melhoria de 11% em relação ao que foi atingido com o Inovar Auto. Nos dois programas, aquele que superar metas tem direito a desconto em imposto. No “Rota 2030”, o benefício será calculado por veículo, e não pela linha completa de modelos, como no Inovar Auto.
  • Pesquisa e desenvolvimento. O Inovar Auto previa benefícios para aquela empresa que investisse em tecnologia no Brasil. O “Rota 2030” especifica um valor mínimo a ser empregado pela indústria (R$ 5 bilhões anuais) e permite que empresas de autopeças participem dessa parte do programa.

Principais diferenças

  • Duração. O Inovar Auto vigorou por 5 anos (2012 a 2017). O “Rota 2030” é previsto para durar pelos próximos 15 anos. As fabricantes elogiaram a iniciativa, afirmando que isso dá mais previsibilidade à indústria automotiva nacional.
  • Regras para todos. As metas básicas de eficiência energética e segurança veicular do “Rota 2030” deverão ser cumpridas por todas as empresas que produzem ou importam carros no Brasil. Quem não seguir será multado. Quem superar terá benefícios.
  • Segurança. O “Rota 2030” incluirá a obrigatoriedade de mais itens de segurança nos carros e adoção de sistemas que ajudam na condução, o que não existia no Inovar Auto.

Fim do “Super IPI” dos importados. Diferente do Inovar Auto, o “Rota 2030” não impõe os 30 pontos percentuais a mais do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) aos carros importados do Mercosul e do México.

  • Incentivo ao carro elétrico. Junto com o programa “Rota 2030”, o governo brasileiro baixou as alíquotas para os carros elétricos e híbridos (medida entra em vigor em novembro próximo).

FONTE: G1/Auto Esporte