Novo Honda City, tudo nele atrai você

12 12Etc/GMT+3 dezembro 12Etc/GMT+3 2021 por fernandosiqueira

 

Novo Honda City sedã entra em pré-venda. Veja todas as versões e preços

Com valores a partir de R$ 108.000,00, novo Honda City entra em pré-venda com três versões disponíveis. Sedã será entregue ao mercado nacional ainda este mês

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Primeiras unidades do novo Honda City serão entregues ao mercado nacional ainda este mês. FOTO: divulgação/ Honda

 

A Honda do Brasil (divisão automóveis) reuniu, semana passada, a imprensa automotiva brasileira, para apresentar em um lançamento virtual, o novo “CITY”. Na oportunidade, oficializou o início da pré-venda do modelo em uma “live”, e apresentou detalhes das três versões do sedã que chegam ao mercado agora em dezembro.

Em sua 5ª geração, o “CITY” ficou um pouco maior e mais sofisticado.

Além do sedã, a montadora japonesa apresentou a grande novidade da linha NEW “CITY”: o hatchback,que vai suceder o FIT. Entretanto, as reservas do modelo terão início somente em fevereiro 2022, em janeiro, com entregas a partir do mês de março. Mas mesmo sem dar pistas sobre valores, a Honda apresentou mais detalhes sobre a nova carroceria do compacto.

Motor do New City

A Honda trouxe mudanças mecânicas para o novo “CITY” que estarão presentes nas 3 versões. O motor é o 1.5 16V DI i-VTEC. Ele conta com sistema de injeção direta de combustível e duplo comando variável de válvulas no cabeçote, com o VTC, sistema que controla as válvulas de admissão.

Segundo executivos da HONDA, são 126 cavalos de potência com ambos os combustíveis (álcool e gasolina) a 6.200 rpm, e até 15,8 mkgf com álcool a 4.200 giros. Com esses números, o novo 1.5 FLEX fica atrás dos motores 1.0 turboFLEX. Contudo, a montadora japonesa recalibrou o câmbio automático CVT e garante que o Novo “CITY” é o sedã mais econômico da categoria (faz até 15,2 km/l com gasolina no tanque na estrada).

 

Aceleramos o novo Honda CITY sedã. Modelo HATCH chega ao mercado nacional no primeiro trimestre de 2022. FOTO:Honda

Versões do sedã

Apesar de utilizar o mesmo conjunto mecânico, as versões se diferenciam principalmente nos equipamentos. Contudo, todas elas são equipadas com ampla tecnologia e oferecem produtos de alta qualidade.

Na versão de entrada, EX, o preço é de R$ 108.300,00. Nessa, entre os equipamentos, estão a central multimídia de 8 polegadas com interface sem fios e conexão para Android Auto e Apple Carplay; partida por botão; câmera de ré; chave smart entry e bancos com estabilizador corporal. Além disso, também há 6 airbags, rodas de 16 polegadas, faróis de neblina e paddle shift.

A versão EXL, por seu turno, além dos itens acima, conta com o um sensor de estacionamento traseiro, bancos de couro, 8 alto falantes e um painel TFT de 7 polegadas. Além desses equipamentos, há o assistente de redução de ponto cego. O preço dessa versão é de R$ 114.700,00.

 

A traseira do novo “CITY” é harmoniosa. FOTO: Honda/Divulgação

Versão topo de linha

Finalmente, temos a última versão, que é a topo de linha Touring, que reúne todos os equipamentos disponíveis nas outras versões e, ainda, sensores de estacionamento dianteiros e espelho retrovisor fotocrômico. Além de reunir todos os equipamentos, essa versão é a primeira fabricada no Brasil a contar com o Honda Sensing.

O Honda Sensing é que um pacote de tecnologias de segurança e assistência ao motorista. Portanto, há controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática, assistência de permanência em faixa, mitigação de evasão de pista e ajuste automático de farol. O preço do Touring é de R$ 123.100,00.

Honda City

 

FOTO interna do New CITY. Honda/Divulgação

Ampla tabela de cores

No total, serão seis opções de cores para o New  “CITY”. Entre elas estão o Branco Tafetá (pintura sólida); Azul Cósmico, Prata Platinum e Cinza Barium (metálicas); além do Branco Topázio e Preto Cristal (perolizadas).

Vale salientar que, na versão Touring, exclusivamente, o interior será de couro claro nas cores Branco Topázio, Cinza Barium e Azul Cósmico. No restante, o interior será em preto.

 

Pick-up Fiat Strada ganha versão automática com câmbio CVT e versão Ranch

11 11Etc/GMT+3 dezembro 11Etc/GMT+3 2021 por fernandosiqueira

 

Líder do mercado brasileiro em 2021, a Fiat Strada, agora, traz o conforto do câmbio automático para o crescente público consumidor de pick-ups

 

 

Fiat Strada-2021

 

 

Fiat Strada ganha opção de câmbio automático e a nova versão, topo de linha Ranch, com lista mais apurada de equipamentos de conveniência de conforto FOTO: Fiat/Divulgação
Os consumidores de pick-ups, não há negar, querem conforto e modernidade. É o que mostra o lançamento, este mês, da inédita versão automática da Fiat Strada com motor 1.3 Firefly FLEX conectado ao novo câmbio do tipo CVT.
A Nova Strada, equipada com transmissão automática é oferecida por R$ 111.990,00.
O câmbio continuamente variável é fornecido pela empresa japonesa Aisin. Ou seja, trata-se de uma versão similar ao Toyota Yaris, com simulação de 7 velocidades. Contudo, no caso da pick-up FIAT, a opção virá só com o motor 1.3 FLEX e, naturalmente aspirado, que recebeu ajustes para cumprir os novos limites de emissões do Proconv L7.
Fiat Strada CVT
FOTO: divulgação

Nova Strada Ranch

A Fiat aproveita a chegada do novo câmbio automático para ampliar a gama de versões da sua pick-up compacta campeã de vendas. Se no design a nova Strada seguiu o estilo da TORO, agora o modelo também ganha a versão topo de linha “Ranch”, que tem foco maior no público que usa pick-up para o lazer. Por isso, o foco da nova versão é o acabamento e a lista de série.

Por exemplo, a nova Strada Ranch é ofertada com rodas de liga leve de 15 polegadas e pneus todo terreno (ATR). O pacote também traz estribos laterais, barras longitudinais de teto, além de skidplate cinza no para-choques dianteiro, retrovisores na cor preto brilhante e uma capota marítima com o badge Ranch estampado.

 

Fiat Strada Ranch
FOTO: Fiat/Divulgação

Internamente, a pick-up aposta em um visual mais requintado, com painel com peças de revestimento na cor marrom, bancos forrados com couro marrom, além de soleira e costuras pespontadas também em marrom. Entre as tecnologias, a versão topo de linha Ranch passa a oferecer carregador sem fio (por indução) para smartphones, uma novidade no modelo.

Preços, opção CVT e a versão Ranch

1 . Endurance Cabine Plus 1.4 FLEX MT5:  R$ 88.290,00

   2 . Endurance Cabine Dupla 1.4 FLEX MT5: R$ 95.990,00
           3 . Freedom Cabine Plus 1.3 Firefly FLEX MT5:  R$ 94.290,00
               4 . Freedom Cabine Dupla 1.3 Firefly FLEX MT5:  R$ 99.990,00
               5 . Volcano Cabine Dupla 1.3 Firefly FLEX MT5:  R$ 103.990,00

             6 . Volcano Cabine Dupla 1.3 Firefly FLEX CVT:  R$ 111.990,00
            7 . Ranch Cabine Dupla 1.3 Firefly FLEX CVT:  R$: 116.990,00

 

Cavalos a menos e modo Sport

Um efeito colateral dos novos limites de emissões de gases será, portanto, a perda de potência e torque. Tal como visto no Pulse, a Fiat Strada CVT tem um pouco menos de força na comparação com o modelo manual de 5 velocidades. São 98 cavalos de potência com gasolina e 107 cavalos de potência com álcool, além de torques de 13,2 mkgf e 13,7 mkgf, respectivamente.

A redução é sutil. No 1.3 Firefly com câmbio manual, são 101 cavalos de potência com gasolina e 108 cavalos de potência com álcool. Os torques ficam em 13,7 mkgf e 14,2 mkgf. Nas versões de entrada, a Fiat Strada vem equipada com o motor 1.4 Fire FLEX, que entrega 85 cavalos com gasolina e 88 com álcool, e torques máximos de 14,2 mkgf e 14,5 mkgf, na ordem. O câmbio é o manual de 5 velocidades.

Concluindo, a Fiat anuncia que a pick-up Strada, equipada com câmbio automático, disponibiliza 3 modos de condução selecionados por botão. No modo “Normal”, as trocas e a simulação de marchas são feitas automaticamente. No “Manual”, o condutor faz as mudanças de marcha através dos paddle-shifts localizados no volante. No modo “Sport” o câmbio prioriza a esportividade.

A nova Fiat Strada equipada com transmissão automática chega às concessionárias ainda este mês.

 

Tendências de mobilidade para 2022: motocicletas elétricas são a aposta

por fernandosiqueira

 

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Com a chegada de um novo ano, é comum que os mais diversos setores do mercado se preparem para possíveis futuros desafios e busquem fazer previsões acerca dos próximos passos a serem dados no sentido da estabilidade, do sucesso e do lucro.
No ramo de mobilidade, não é diferente. Empresas que trabalham com produtos e serviços voltados a essa área devem analisar quais são as tendências e as preferências de seu público na hora de se locomover, isso para quem o atendimento às demandas seja certeiro.

Nesse sentido, Mauricio Somlo, sócio da Elemovi veículos elétricos, empresa especializada na produção e na comercialização de motocicletas elétricas, destaca que “há dois tipos de compradores: os entusiastas por esse tipo de veículo e por sustentabilidade, além dos consumidores que estão preocupados apenas em economizar”.

“Com o aumento no preço dos combustíveis, temos sentido uma alta demanda para esse segundo tipo de público. Acredito que o fato de economizar muito com uma motocicleta elétrica é o que deverá expandir mais esse mercado”, completa Somlo.

Futuro promissor

Apesar do impacto negativo na economia causado pelo coronavírus, Mauricio enxerga, com otimismo, o próximo ano, no qual, segundo ele, tudo deve “voltar à normalidade com a retomada das vendas de uma forma geral”.

“O ano de 2021 foi atípico. Além da pandemia, que forçou uma grande parcela da população a ficar em casa e, assim, diminuir as circulações diárias, houve uma forte inflação, o dólar subiu muito e o frete marítimo internacional aumentou 700%”, ressalta.

Para ele, “o mercado de elétricos está em plena expansão. Se observarmos os dados de emplacamentos fornecidos pelos DETRANs, é possível verificar que o aumento é exponencial”, afirma.

O sócio da Elemovi veículos elétricos enxerga grandes possibilidades para o mercado nacional, sobretudo ao comparar o panorama com o de outros países. “O Brasil tem uma grande vantagem em relação a eles na questão da matriz energética: nós somos o País com a energia mais sustentável do mundo, temos diversas opções de fonte de energia e o mercado consumidor interno é imenso”.

Stellantis amplia liderança no Brasil, Argentina e América do Sul

por fernandosiqueira

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Nova Fiat Strada. FOTO: divulgação

A Stellantis continua a liderar o mercado brasileiro, argentino e sul-americano de automóveis e comerciais leves.

A empresa encerrou o mês de novembro com 47.179 veículos emplacados no Brasil (29,2% de participação de marcado), com 7.961 unidades na Argentina (30,3%) e 61.087 na América do Sul (20,6%). Com esse resultado, a empresa se projetou, ainda mais, à frente da concorrência nesses mercados no acumulado de 2021. De janeiro a novembro, foram mais de 580.000 veículos emplacados no Brasil (32,4% de participação de mercado), 99.400 na Argentina (29,3%) e 747.000 na América do Sul (23,2%).

A Stellantis posicionou 6 modelos entre os 7 mais vendidos no Brasil no acumulado deste ano. Os campeões de vendas entre todas as marcas são os Fiat Strada e Argo. Em quarto lugar no ranking nacional aparece o Jeep Renegade e seguem na sequência Fiat Toro, Jeep Compass e Fiat Mobi.

Fiat lidera mercado brasileiro pelo 11° mês consecutivo
A Fiat manteve sua liderança no ranking nacional pelo 11° mês consecutivo, com 19% de participação de mercado e 30.692 unidades em novembro. Com esse resultado, a Fiat segue na liderança do ranking de vendas em 2021, com 22,1% de market share e 395.000 unidades emplacadas, sendo a marca com maior crescimento no mercado (5,7 pontos percentuais).

Entre os veículos mais vendidos do ano, a Fiat se destaca com a Nova Pick-up Strada em primeiro lugar, superando a marca de 100.000 unidades vendidas. O automóvel Argo vem na sequência com mais de 80.000 unidades comercializadas.

A Jeep mantém a liderança entre os Utilitários Esportivos no mês de novembro

Em novembro, mais uma vez, a Jeep manteve a liderança entre os SUVs com 18,5% de participação de mercado. Além disso, no acumulado do ano, seus veículos nacionais estão entre os mais vendidos de suas categorias.

No acumulado deste ano, a Jeep manteve a liderança do mercado de SUVs, mais uma vez, com mais de 135.000 unidades vendidas. O Renegade ultrapassou a marca de 450.000 unidades produzidas na unidade fabril de Goiana (Pernambuco) desde o início de sua fabricação em 2015.

Peugeot registra alta de 133,5% como a marca que mais cresce

A Peugeot registrou crescimento de 133,5% na comercialização de veículos de janeiro até novembro deste ano, na comparação a igual período de 2020. Com 26.043 unidades vendidas, a marca emplacou 93% mais carros do que em 2020, e continua a ser a marca que mais cresce no mercado brasileiro em 2021.

Citroën conquista em novembro o seu melhor resultado dos últimos anos no Brasil

A Citroën conquistou, no mês de novembro de 2021, seu melhor resultado de vendas dos últimos 7 anos. A marca comercializou em novembro 2.753 unidades, conquistando 1,7% de participação de mercado naquele mês, seu melhor resultado desde 2014. No acumulado do ano, a Citroën comercializou 20.262 veículos, um crescimento de 65% quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Pick-up Ram vive melhor ano

RAM pick-up

 

Além de estar vivendo o melhor ano de sua história no Brasil, os números da pick-up Ram também são recordes no mercado sul-americano. No Brasil, a Ram 2500 é o quinto veículo premium mais emplacado em 2021. E, somando as vendas da Ram 1500, a marca é a terceira colocada no ranking de veículos acima de R$ 400.000,00.
 

Coluna do Fernando Calmon, jornalista automotivo

10 10Etc/GMT+3 dezembro 10Etc/GMT+3 2021 por fernandosiqueira

 

ALTERNATIVAS PARA MOBILIDADE:
MAIS DESAFIOS DO QUE SE PENSA

Prudência parece ter sido a palavra de ordem depois da Assembleia Geral da OICA (Organização Internacional dos Construtores de Autoveículos, na sigla em francês), realizado em 23 de novembro último, em Nápoles (Itália). Essa entidade, fundada há 102 anos, tem sede em Paris, na França.

Os debates deste ano ocorreram depois do encerramento, em 12 de novembro, da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021, realizada em Glasgow (Escócia). Incluíram uma troca de pontos de vista sobre várias iniciativas políticas dos chamados países centrais, a fim de proibir a venda de motores de combustão interna e mudar para veículos totalmente elétricos, na maioria das vezes com prazos rígidos.

“A indústria automotiva global continua firmemente comprometida com a redução de suas emissões de CO 2 ”, de acordo com o
documento final do evento. Mas se nota que algo foi amenizado. Pela primeira vez, enfatizou-se a existência de vários caminhos
tecnológicos para um futuro de carbono zero.

Isso se confirma nessa frase cautelosa: “Acelerar a transição para eletrificação e transporte de baixo carbono requer ampla
colaboração entre os setores público e privado em infraestrutura, resiliência da rede elétrica (grid), cadeias de abastecimento e
transformação industrial.”

A Anfavea (Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores) apresentou seu estudo conhecido aqui sobre os caminhos de descarbonização do setor, que inclui o etanol. A representação chinesa surpreendeu, em Nápoles, ao dividir o futuro (2060, não 2050) entre elétricos a bateria e com pilha a hidrogênio, mas citou biocombustíveis. A associação de fabricantes da Coreia do Sul defendeu a neutralidade de carbono por meio de múltiplas tecnologias.

Os híbridos deveriam ser uma etapa considerada com mais atenção, particularmente no Brasil. Um híbrido a etanol, por exemplo, terá emissões de CO 2 no ciclo de vida (fonte à roda) próximas a um carro elétrico, mas apenas se este for recarregado por fontes 100% limpas. O desafio é gigantesco porque, hoje, dois terços da energia elétrica no mundo dependem de combustíveis fósseis.

Produzir hidrogênio verde exige energia elétrica limpa e abundante. Carlos Tavares, presidente mundial da Stellantis, voltou a advertir em entrevista à agência Reuters, semana passada, que a transição muito rápida pode elevar os custos para além do que os fabricantes suportam. E sugeriu aos governos acelerar a limpeza da matriz energética e desenvolver a rede de recarga dos veículos.

Em resumo: rumo correto, ritmo incerto.

O que fazer com carros incompletos no fim do ano

Dezembro será um mês particularmente difícil para a indústria automotiva. A produção acumulada de veículos leves e pesados
até novembro cresceu apenas 12,9% em relação ao mesmo período de 2020. Com a necessidade de atender também às exportações, o mercado interno nos primeiros 11 meses limitou-se a uma expansão de somente 5,4%, muito abaixo da demanda. A escassez de chips e as dificuldades logísticas obrigaram a uma constante revisão para baixo de todas a previsões, tanto aqui quanto no exterior.

Linhas de montagem paradas continuam a gerar filas nas concessionárias. Outra complicação: metade das fabricantes está com
carros incompletos. Porém, em 1° de janeiro de 2022, a fase L7 do Proconve, programa governamental de controle de emissões,
exigirá que 20% das vendas atendam aos novos parâmetros. Estes veículos não poderão ser completados e vendidos em 2022 e,
teoricamente, teriam a sucata como destino. Há de se encontrar uma solução para esse imbróglio no máximo em duas semanas.

 

ALTA RODA

DESORGANIZAÇÃO da cadeia produtiva vem levando a distorções. A escassez de semicondutores obriga seu redirecionamento para modelos mais rentáveis. Nos Estados Unidos, por exemplo, as picapes alcançaram 18% de participação (média histórica, 13%). Aqui, de janeiro a novembro de 2020, os SUVs tinham 32% do total de vendas e no mesmo período de 2021, dispararam para 48%. Porém, entre outubro e novembro deste ano, a participação dos SUV caiu, pela primeira vez, para 46%. Apenas ao final de 2022 o cenário será o real.

ELÉTRICOS da Volkswagen, ID.3 e ID.4, ainda não têm preço nem data de chegada ao Brasil em 2022. Mas foi possível um primeiro contato por um percurso urbano curto. Ambos com motor traseiro e baterias de capacidades diferentes. Respostas ao acelerador (204 cavalos de potência) são bem fortes, principalmente no modo “Sport”. Mesmo no modo “Eco” entrega desempenho ainda superior aos carros com motor a combustão. Projeção no para-brisa em realidade aumentada dá outra noção de segurança no trânsito.

ZOE e-Tech 2022, hatch elétrico compacto da Renault, ganhou outra percepção de dirigibilidade com aumento de potência e torque: 135 cv e 25 kgf.m. A nova função de regeneração, porém, poderia ser mais forte. Interior todo reformulado evoluiu bastante. Espaço interno está dentro da média de outros compactos. Porta-malas é muito bom (338 litros), mas não há estepe. No uso em cidade o alcance chegou a 350 km, mas em autoestrada, acompanhando o fluxo, 220 km.

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www.fernandocalmon.com.br

Carros híbridos e elétricos têm comercialização recorde e somam mais de 30.000 unidades

9 09Etc/GMT+3 dezembro 09Etc/GMT+3 2021 por fernandosiqueira

 

Com participação ainda modesta, os automóveis híbridos e elétricos continuam a avançar e devem fechar este ano com quase o dobro do volume do ano passado

 

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Mercado de carros elétricos tem seu melhor ano no Brasil e se soma ao sucesso dos veículos híbridos. FOTO: divulgação

De utopia a realidade! Assim podemos resumir o ano de 2021 para o mercado de carros híbridos e elétricos no Brasil. Até 2020, esse segmento representava menos de 1% das vendas totais de veículos no País. Mas, este ano, os emplacamentos subiram de escala, quase dobrando o volume desses modelos em relação ao ano de 2020.

Contribuiu para o resultado os múltiplos lançamentos realizados ao longo do ano. Segundo a ABVE (Associação Brasileira de Veículos Elétricos), no acumulado até o mês de novembro, são 30.445 carros híbridos e elétricos emplacados em nosso País. Logo, o total é 54% maior que as 19.745 unidades entregues em todo o ano de 2020, conforme números do Renavam.

Para que possamos intuir a força que a categoria ganhou ao longo do templo, só em novembro passado foram 3.505 carros eletrificados, um volume que representa 2,1% do total de 161.027 veículos entregues no período, conforme dados da FENABRAVE (Federação Nacional da Distribuição de Veículos AUTOMOTORES). Diante disso, o carro elétrico virou realidade, e vários LANÇAMENTOS estão a caminho, com certeza.

Ainda sobre os números, novembro/2021 registrou alta de 26% na comparação com outubro, que vendeu 2.787 unidades. Bem como foi 57% maior que novembro de 2020, com 2.231 carros vendidos. Assim sendo, as 30.445 unidades somadas de janeiro a novembro do corrente ano são equivalentes a 1,7% do total de 1.780.906 veículos automotores novos acumulados em ONZE meses.

Híbridos são a bola da vez

O ranking de comercialização dos carros HÍBRIDOS este ano não deixa dúvidas sobre qual a tecnologia que está ganhando mais adeptos. Com a chegada do Utilitário Esportivo médio Toyota Corolla Cross, os híbridos tradicionais (HEVs) são maioria maciça nos números de 2021, com 17.909 unidades no acumulado janeiro a novembro.

 

Carros por assinatura da Toyota

FOTO: divulgação/Toyota

Como segunda tecnologia de maior adesão aparecem os híbridos do tipo plug-in (PHEV), que detém, portanto, 34% das vendas, com 10.397 modelos. Nesse nicho é a Volvo que mais se destaca com as excelentes vendas dos SUVs XC40 e XC60. A marca é uma das que mais avançam entre os carros eletrificados, ao lado da Toyota com os Corollas sedã e Cross híbridos.

Finalmente, os carros puramente elétricos, indicados pela sigla BEVs (de Battery Electric Vehicles ou Veículos Elétricos a Bateria) somam 2.139 unidades, número que também é recorde. Mas a estrada é longa. Na Europa, por exemplo, híbridos e elétricos terão 22% de participação de mercado este ano. No Brasil, são menos de 2%, contabilizando os híbridos comuns.

Ainda segundo a ABVE, de 2012 até esta parte, o Brasil soma precisamente 72.714 veículos eletrificados na frota circulante do País.

Motocicletas elétricas também estão em alta

A opção por veículos elétricos também avança entre as motocicletas. O  mercado brasileiro oferece motocicletas 100% elétricas de vários tipos e propostas com preços a partir de R$ 10.000,00. Assim, as motocicletas surgem com ainda mais força, visto que são mais acessíveis à maioria da população no Brasil que os automóveis.

 

BYD projeta abrir 35 concessionárias no Brasil até o final de 2022

8 08Etc/GMT+3 dezembro 08Etc/GMT+3 2021 por fernandosiqueira

 

EUROBIKE, primeira concessionária de carros elétricos da marca foi designada e ficará em São Paulo, Capital

 

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Byd Tan EV. FOTO; divulgação

Poucos dias após realizar o pré-lançamento do Tan EV, primeiro SUV elétrico de 7 lugares do mercado brasileiro, a “BYD” anunciou planos bem ousados para o nosso País. A empresa projeta ter uma rede de concessionárias com representantes em 35 das maiores cidades brasileiras até o final de 2022, onde o cliente poderá, não somente adquirir veículos, mas toda a solução para abastecimento com “energia solar fotovoltaica”.

Com muita experiência e prestígio de mercado, o grupo EuroBike foi designado primeira concessionária da BYD Brasil”, no segmento de automóveis elétricos. A informação foi divulgada no dia 29 de novembro do corrente ano, durante o evento de apresentação do novo BYD Tan EV. A unidade estará localizada em São Paulo (SP) em uma das principais vias de vendas de  veículos Premium da Capital Paulista, a Avenida Europa. Posteriormente, a EuroBike abrirá concessionárias também em Ribeirão Preto (SP) e Brasília (DF). O início das operações da nova empresa está previsto para ocorrer no primeiro semestre do próximo ano.

Porém, está prevista a expansão da rede e outras concessionárias devem ser anunciadas em um curto espaço de tempo. “Mais de 20 dos maiores grupos nacionais de concessionárias mostraram grande interesse em representar a marca”, destaca Henrique Antunes, diretor comercial da BYD Brasil. Isso impulsionará alguns dos principais objetivos da empresa para 2022.

 

Byd Tan EV Traseira

O primeiro lote do modelo Tan EV chega ao Brasil no primeiro semestre, com comercialização prevista para iniciar ainda em janeiro. A BYD também confirmou o lançamento de outros modelos no próximo ano, como, por exemplo, o Han EV, sedan Premium elétrico de maior sucesso em todo o mundo. As reservas já estão abertas para os consumidores que desejarem adquirir as primeiras unidades do lote inicial do Tan EV. Para isso, basta acessar este link e realizar a inscrição.

 

Grande aceitação

Com o lançamento do SUV Tan EV, a BYD inicia uma nova dinastia no mercado brasileiro de veículos elétricos. Além de produto inovador e sustentável, a marca oferece um modelo de alta tecnologia, sofisticado e eficiente, com visual arrojado e soluções avançadas. No mercado brasileiro, a empresa adotou o nome “Tan” por questões fonéticas, mas o automóvel é o mesmo modelo Tang EV, comercializado na China e em outros países.

 

O BYD Tan EV foi apresentado na segunda-feira, dia 29, em Tuiuti (SP) e superou todas as expectativas. O modelo traz muita tecnologia embarcada e incorpora características como tração nas quatro rodas, além de dois motores elétricos, um em cada eixo (245 cv motor frontal e 272 cv motor traseiro), proporcionando potência combinada de 517 CV e torque máximo conjunto de 680 N.m. Desta forma, o Tan EV pode acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 4,6 segundos e atingir a velocidade máxima de 180 km/h (limitado eletronicamente).

 

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Interior do BYD TANG EV. FOTO: divulgação

Expansão

A BYD continua em plena expansão no mercado brasileiro e recentemente anunciou nova ampliação de sua fábrica solar fotovoltaica em Campinas (SP), a partir de janeiro de 2022. Vale informar que interessados em participar da equipe de colaboradores da marca, que é a maior fabricante de carros elétricos da China, e que a partir de agora passa a atuar também no segmento de veículos elétricos em nosso País, a BYD Brasil, podem obter mais informações e enviar seu currículo para este link.

 

 

 

 

 

 

 

BYD Tan EV é o primeiro SUV elétrico de 7 lugares comercializado no Brasil

 

Primeiro lote do modelo BYD Tan EV chega ao mercado até fevereiro de 2022

 

 

 

 

 

 

 

 

Henrique Antunes – Diretor Comercial BYD Brasil

 

Porém, já está prevista a expansão da rede e outras concessionárias devem ser anunciadas em um curto espaço de tempo. “Mais de 20 dos maiores grupos nacionais de concessionárias mostraram grande interesse em representar a marca”, destaca Henrique Antunes, diretor comercial da BYD Brasil. Isso impulsionará alguns dos principais objetivos da empresa para 2022.

 

O primeiro lote do modelo Tan EV chega ao Brasil no primeiro semestre, com comercialização prevista para iniciar ainda em janeiro. A BYD também confirmou o lançamento de outros modelos no próximo ano, como, por exemplo, o Han EV, sedan Premium elétrico de maior sucesso em todo o mundo. As reservas já estão abertas para os consumidores que desejarem adquirir as primeiras unidades do lote inicial do Tan EV. Para isso, basta acessar este link e realizar a inscrição.

 

Grande aceitação

Com o lançamento do SUV Tan EV, a BYD inicia uma nova dinastia no mercado brasileiro de veículos elétricos. Além de produto inovador e sustentável, a marca oferece um modelo de alta tecnologia, sofisticado e eficiente, com visual arrojado e soluções avançadas. No mercado brasileiro, a empresa adotou o nome “Tan” por questões fonéticas, mas o automóvel é o mesmo modelo Tang EV, comercializado na China e em outros países.

 

O BYD Tan EV foi apresentado na segunda-feira, dia 29, em Tuiuti (SP) e superou todas as expectativas. O modelo traz muita tecnologia embarcada e incorpora características como tração nas quatro rodas, além de dois motores elétricos, um em cada eixo (245 cv motor frontal e 272 cv motor traseiro), proporcionando potência combinada de 517 CV e torque máximo conjunto de 680 N.m. Desta forma, o Tan EV pode acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 4,6 segundos e atingir a velocidade máxima de 180 km/h (limitado eletronicamente).

 

BYD Tan EV é o primeiro SUV elétrico de 7 lugares comercializado no Brasil

 

Primeiro lote do modelo BYD Tan EV chega ao mercado até fevereiro de 2022

 

Expansão

A BYD continua em plena expansão no mercado brasileiro e recentemente anunciou nova ampliação de sua fábrica solar fotovoltaica em Campinas (SP), a partir de janeiro de 2022. Vale informar que interessados em participar da equipe de colaboradores da marca, que é a maior fabricante de carros elétricos da China, e que a partir de agora passa a atuar também no segmento de veículos elétricos em nosso país, a BYD Brasil, podem obter mais informações e enviar seu currículo para este link.

Prêmio Carsughi L’Auto Preferita revelou os melhores carros do ano. Fiat foi a grande vencedora.

por fernandosiqueira

prêmio Carsughi L'AutoPreferita

Vencedores do Prêmio Carsughi L’Auto Preferita 2021. FOTO: divulgação

O Prêmio Carsughi L’Auto Preferita chegou à sua 7ª edição e na noite de ontem (29), revelou os vencedores em um jantar em São Paulo. O intuito da premiação, lançada em 2015, é contemplar os melhores carros indicados pelas montadoras em suas
categorias, escolhido por um seleto júri de 21 jornalistas especializados dos melhores veículos do Brasil. Vale lembrar ainda que a Carsughi L' Auto Preferita é a única premiação automotiva que leva o nome de um jornalista e não de uma publicação.

Com a diminuição dos casos de COVID-19, o jantar da entrega dos prêmios foi realizado com número reduzido de convidados que, ao entrar, realizaram um teste rápido oferecido pelo laboratório Alta para a segurança de todos. Numa gostosa noite na Forneria di Napoli com pizzas e vinhos, sendo esse último oferecido pelo jornalista Hélio Perini, houve transmissão ao vivo pelo Canal Carsughi no YouTube para que até mesmo os que não foram pudessem participar de alguma forma.

Além disso, o prêmio prestou homenagem aos colegas que nos deixaram este ano, Daniel Messeder, Henrique Neves, Adalberto Vieira (Pardal), Josias Silveira e Dr Carlos Alberto de Oliveira Andrade, fundador do grupo (CAOA).

Como o escopo do prêmio é ser objetivo e justo, o critério de avaliação final dos carros é o custo-benefício, o qual foi levado em conta pelos jurados em todas as 12 categorias. Além delas, outras duas são contempladas na Carsughi L'Auto
Preferita, que são o ' Melhor Projeto Socioambiental', assunto de alta relevância atualmente, e a ' Marca Inovadora do Ano'.

Vencedores do Prêmio Carsughi L’Auto Preferita 2021
Automóvel de Passeio Compacto:  Chevrolet Onix
Automóvel de Passeio Médio:  Caoa Chery Arrizo 6 PRO
Automóvel de Passeio Premium/Luxo, esportivo: Ford Mustang Mach 1
SUV Pequeno: Fiat Pulse
SUV Médio: Novo Jeep Compass
SUV Grande: Novo Jeep Commander
. SUV Premium/Luxo: Mercedes-Benz GLB 200
Pick-up Pequena: Fiat Strada
Pick-up Intermediária: Nova Fiat Toro
Pick-up Média/Grande: Ford Ranger Black
Carro Elétrico: Volvo XC40 Recharge Pure Eletric
Carro Híbrido: Toyota Corolla Cross Hybrid
Melhor Projeto Socioambiental: Instituto Renault com apoio à Associação Borda Viva
Marca Inovadora de 2021: Fiat

Sobre a premiação

Desde que foi criado em 2015, o prêmio passou a ser  referência em credibilidade, não só por
levar o nome do jornalista Cláudio Carsughi, que trabalha há mais de 75 anos na área automotiva e construiu uma carreira sólida ao longo desse tempo, mas por contar com jurados dos melhores veículos especializados do Brasil. São eles:

Cláudia Carsughi (Portal Carsughi/UOL), Cláudio Carsughi (Portal Carsughi/UOL), César Tizo (Autoo), Daniel Neves (Uol Carros), Emílio Camanzi (Carros com Camanzi), Fábio Trindade (Motor1/UOL), Fernando Siqueira (Jornal Tribuna do Norte, Blog Autos & Motores, Instagram Autos & Motores e Cidade Automóvel, rádio FM), Giu Brandão (Mundo Sobre Rodas), Jorge Finardi (Supertop Motor), Jorge Moraes (AutoMotor/Band), Luís Otávio Pires (Acelera Aí), Michelle de Jesus (Canal Michelle J.), Norton Luiz (Diário da Manhã – GO), Paulo Cruz (AutoNews TV), Renato Maia (Falando de Carro), Selma Morais (Programa Bahia Motor), Sérgio Dias (Alpha Autos), Sérgio Quintanilha (Guia do Carro/Terra), Vágner Aquino (Jornal do Carro/Estadão), Wanderley Faria (O Popular – GO).

 

 

Land Rover Defender ganha série especial inspirada na onça-pintada

7 07Etc/GMT+3 dezembro 07Etc/GMT+3 2021 por fernandosiqueira

 

Versão especial do SUV 4×4 da Land Rover é uma homenagem aos 10 anos do projeto Onçafari e terá apenas 25 unidades disponíveis no País

Após anunciar o retorno da produção do Utilitário Esportivo EVOQUE no Brasil, a Jaguar Land Rover lança uma nova série especial do DEFENDER no País. A marca inglesa vai vender 25 unidades do SUV 4×4 em versão que presta homenagem aos 10 anos do Projeto Onçafari. O modelo chega ao mercado com base na configuração 110, mas com novidades, sobretudo no visual.

Para quem não sabe, a marca britânica é parceira desde 2019 no projeto destinado à proteção de onças-pintadas e “a conservação do meio ambiente. E, para isso, o Defender é o veículo oficial das equipes da iniciativa, que percorrem, assim, a região do Pantanal.

”O lançamento da edição limitada Defender Onçafari é a manifestação de um capítulo muito importante para a Land Rover no Brasil: a identificação da marca com o projeto Onçafari e os impactos socioambientais extremamente positivos gerados por suas iniciativas”, afirmou Paulo Manzano. diretor de marketing da Jaguar Land Rover.

 


Detalhe da traseira do Defender. FOTO: divulgação/Land Rover

Como é a edição especial

Para fazer jus à comemoração, a montadora trouxe muitos aspectos novos ao Defender. Inicialmente, o foco vai para o design. A carroceria vem com a cor marrom e os detalhes do veículo como, por exemplo, a grade e o teto, são na cor preta.

Além disso, o modelo ganhou mais alguns detalhes camuflados que, na verdade, são silhuetas de onças-pintadas nos tons de cinza e preto. Assim, esses hologramas estão presentes no capô, nas laterais, no interior do porta-malas e na parte interna do carro.

Na parte traseira (vide foto acima), o SUV chama atenção pelo logo da Land Rover ao lado de um badge com o logotipo de 10 anos do projeto. Inclusive, cada um dos 25 modelos terá o nome de uma onça monitorada pelo instituto. Outra novidade que também acompanha o modelo é que o proprietário, no ato da compra, recebe uma cartela de adesivos para personalizar o modelo.

Concluindo, no interior, a versão exclusiva do Defender recebeu uma configuração especial. Os bancos são na cor Lunar e o teto possui revestimento Light Oyster Morzin e acabamento Rough-cut Walnut. Esses materiais lembram muito o aspecto da madeira.

Desempenho off-road

Essa versão especial tem base no Land Rover Defender 110 2022 e, por isso, chega com base na configuração HSE P300. Contudo, não para por aí. O veículo vem com todos os adicionais de fábrica, incluindo os acessórios, o que justifica a exclusividade de vendas do modelo.

Assim, o Defender vem com um pacote de assistência ao motorista completo. Nele, há o controle de cruzeiro adaptativo e o monitor de colisão traseira. Outros equipamentos são o pacote off-road avançado com o sistema All Terrain Progress Control (ATPC), que pode limitar a velocidade de tração sem tocar no pedal, além do Terrain Response configurável.

Outros acessórios inclusos são as rodas de 20 polegadas e o pacote Explorer, que adiciona um para-barros, tanto na dianteira quanto na traseira. A edição especial, por fim, conta com novos estribos laterais fixos, sistema de proteção dianteira e rack de teto para expedição.

 


FOTO: divulgação/Land Rover

Adicionais de tecnologia

Além de contar com as exclusividades do modelo 110, o utilitário vem com uma pulseira que dispensa o uso da chave do veículo. Na cabine, há um display que mostra os dados do veículo ao motorista como, por exemplo, velocidade, marcha, direção de navegação, entre outros.

PREÇO

Para quem gostou da edição especial e quer ter uma dessa na garagem de casa, vai precisar desembolsar uma expressiva quantia. Isso porque, no total, a versão estará disponível pelo valor de R$ 676.950,00. A pré-venda dos 25 carros será aberta ainda este mês e, segundo a montadora, parte da renda arrecada será destinada à conservação do Onçafari.

 

Venda de carros das associadas à Abeifa recua 8,6% em novembro

por fernandosiqueira

 

  • Veículos importados registraram alta de 16,8%. Foram vendidas 1.865 unidades em novembro contra 1.597  em outubro. Comparadas a novembro de 2020, porém, licenciamentos registram queda de 26,1%
  • Os emplacamentos da produção nacional, por outro lado, amargaram forte queda de 17,2%. Foram 3.899 unidades ante as 4.711 unidades de outubro

 

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As onze marcas filiadas à Abeifa  (Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores), com vendas de 5.764 unidades, das quais 1.865 importadas e 3.899 veículos de produção nacional, anotaram em novembro último retração em sua comercialização de 8,6% ante outubro de 2021, quando foram entregues 6.308 unidades. Comparado a novembro de 2020, a queda é de 3,9%: 5.764 unidades contra 5.996 veículos.

Na importação, as 1.865 unidades vendidas significaram aumento de 16,8% ante as 1.597 unidades de outubro de 2021, mas redução de 26,1% ante novembro de 2020; enquanto na produção nacional, com 3.899 unidades, a queda de vendas foi de 17,2% ante as 4.711 unidades do mês anterior e aumento de 12,3% em relação a novembro de 2020.

Com essas parciais mensais, os dados do acumulado de janeiro a novembro, as unidades importadas significaram queda de 7%: no período, foram registradas 23.257 unidades contra 25.015 emplacamentos de importados em igual período de 2020. A produção nacional das associadas à Abeifa acumula, no mesmo período, 43.851 unidades licenciadas contra 27.206 unidades dos primeiros onze meses de 2020, alta de 61,2%.

Somadas as unidades importadas e as nacionais, com total de 67.108veículos nos primeiros onze meses de 2021, as associadas à Abeifa registram percentual positivo de 28,5%. Em 2020, em igual período comparativo, o total de licenciamentos foi de 52.221 unidades.

Na avaliação de João Henrique Oliveira, presidente da entidade, “diante do cenário de instabilidade tanto na importação como na produção local, nossa expectativa é que, ao menos, saia o mais rápido possível a renovação da lista de exceção aos produtos híbridos e elétricos, cujo imposto de importação é de 0% a 4%, dependendo da eficiência energética dos produtos, e que vence no dia 31 de dezembro próximo”.

Participações – Em novembro último, com 5.764 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 3,6% do mercado total de autos e comerciais leves (160.376 unidades). Se consideradas somente as 1.865 unidades importadas, as associadas à entidade responderam por apenas 1,16% do mercado interno brasileiro, enquanto as unidades nacionais, com 3.899 veículos, significaram marketshare de 2,4%.

No acumulado dos primeiros onze meses, com 67.108 unidades, as associadas à Abeifa representam 3,77% do mercado interno brasileiro, de 1.780.479 veículos emplacados.


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