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O Brasil é um dos 74 países vítimas do ciberataque em grande escala que atingiu principalmente hospitais públicos e grandes empresas ao redor do mundo. Como prevenção, empresas brasileiras tiraram seus servidores do ar, entre essas a Petrobras, Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a Vivo no Brasil. Esta última pertence à Telefônica na Espanha, e orientou seus funcionários a não acessarem a rede corporativa da empresa no Brasil.

No RN, o Tribunal de Justiça e  Cosern também retiraram seus sistemas do ar.

O vírus de resgate (ransomware) sequestra o sistema de dados das companhias. Como recompensa para acessá-lo de volta o pagamento exigido é de cerca de US$ 600 em bitcoins (moeda digital).

Ataque

A empresa russa de segurança cibernética Kaspersky estimou nesta sexta-feira (12) em mais de 45 mil o número de ataques cometidos por hackers usando vírus do tipo ransomware, que afetou infra-estruturas de informática em 74 países. “As cifras continuam aumentando inusitadamente”, disse Costin Raiu, diretor da Equipe de Pesquisa e Análise Global da Kaspersky, no Twitter. As informações são da agência EFE.
Ele disse que as mensagens do ciberataque, que afetou países como Espanha, Reino Unido, Turquia, Ucrânia, Brasil e Rússia, foram escritas em romeno, mas não por um nativo.
A Kaspersky, que produz softwares de segurança cibernética, enviou à Efe um comunicado no qual diz que identificou o rootkit (tipo de software malicioso, programado para se ocultar no sistema sem ser encontrado pelo usuário ou por antivírus) utilizado para efetuar o ciberataque. O rootkit é: (MEM:Trojan.Win.64.EquationDrug.gen).
Segundo a nota, o ataque indiscriminado aconteceu através de um sistema de propagação que utiliza uma vulnerabilidade detectada nos sistemas operacionais da Microsoft. O comunicado destaca que os hackers exigem como recompensa US$ 600 em bitcoins.
“O maior número de tentativas de ataque foi detectado na Rússia”, destacou a fonte.

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