MinC promove curso à distância sobre dicas e desafios para empreendedores de games

27 de fevereiro de 2018 por Cinthia Lopes

37456259905_4727748c45_o-e1516733183756-400x190Estão abertas desde segunda-feira (26) as inscrições para o curso a distância ‘Dicas e desafios para empreendedores’. Este é o segundo de uma série de três cursos promovidos pelo Ministério da Cultura (MinC), Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames) e Núcleo de Estudos em Economia Criativa e da Cultura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NECCULT-UFRGS) para a capacitação de futuros ou atuais profissionais do mercado de jogos eletrônicos.

Também estão abertas, desde 31 de janeiro, inscrições para o curso O setor de games no Brasil: panorama, carreiras e oportunidades. E, em breve, será lançado o curso Internacionalização no setor de games. O curso tem três eixos principais. O primeiro trata de financiamento e monetização de games, colocando em perspectiva como arrecadar fundos e, posteriormente, como se tornar financeiramente sustentável. O segundo eixo trata das relações contratuais e com outros atores da indústria (desenvolvedoras, publicadoras) e como criar uma imagem para o estúdio desenvolvedor. O terceiro eixo discute os desafios enfrentados pelos empreendedores do setor e como contorná-los. Não é necessário ter feito o primeiro curso para participar deste.

Com cinco aulas, o curso O setor de games no Brasil: panorama, carreiras e oportunidades faz uma análise inicial do setor, sua importância na economia criativa, nas estruturas das desenvolvedoras independentes e na articulação de comunidades que permitam um crescimento conjunto do setor. Foca também nas experiências dos profissionais que construíram uma carreira no setor de jogos no Brasil. A ideia é mostrar quais são as possíveis áreas de atuação dentro do mercado de games, entre as quais estão roteirista, programador e designer, entre outras. Inscrições neste link
Desde 2009, o MinC investe em games por meio de editais: já investiu R$ 20 milhões pela Ancine e R$ 3 milhões pelas secretaria do Audiovisual e de Economia da Cultura.

Fonte: MinC

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