Entre as dívidas dos clubes, os dirigentes precisam estar atentos às questões previdenciárias. Como qualquer outra empresa, é obrigatório o recolhimento de tributos como o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS, que é uma verba rescisória, mas principalmente a questão do INSS, que pode deixar o atleta sem direito ao recebimento de um auxílio-doença, por exemplo no caso de um acidente de trabalho. Segundo dados da Procuradora Geral da Fazenda Nacional, a PGFN, somando todos os times, chega-se a uma dívida de R$ 800 milhões – o rombo previdenciário do país é de R$ 450 bi.

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