A Concessionária que administra o Complexo Maracanã informa que vai recorrer da liminar obtida pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, que obriga a empresa a reassumir a concessão do estádio.  A empresa reitera que tomou conhecimento da decisão na última sexta-feira, porém, ainda não foi notificada oficialmente.

A empresa reafirma só não reassumiu o Complexo Maracanã por conta das cláusulas do Termo de Autorização de Uso (TAU – em anexo), documento que disciplinou o uso do estádio e do ginásio pelo Comitê Rio 2016 durante os Jogos Olímpicos. De acordo com o contrato firmado entre a Casa Civil e o Comitê, o Maracanã e o Maracanãzinho só deveriam sair da administração da Rio 2016 depois de feitos todos os reparos. O próprio Comitê Rio 2016 admite que deixou várias pendencias nas instalações.

Entre as pendências apontadas pela vistoria da concessionária estão: a falta de um laudo que ateste que a cobertura não tenha sofrido danos mesmo após uma carga de 189 toneladas usada pelo Rio 2016, quando o Manual de Uso da construção prevê limite de 81 toneladas; falta de cadeiras nas arquibancadas, recolocação de catracas eletrônicas, publicidade do Comitê espalhada por todo o estádio, fechaduras quebradas e laudo que ateste que o sistema de drenagem do gramado não foi afetado pelas intervenções feitas pelo Comitê para a cerimônia de encerramento da paralimpíada. No ginásio do Maracanãzinho há um painel de energia danificado por um princípio de incêndio ocorrido durante os Jogos Olímpicos.

Fonte: Assessoria da Concessionária

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