Destaque

O Campeonato Potiguar tem um artilheiro que não estava na bolsa de apostas de ninguém no início da temporada. Jefinho, do Potiguar de Mossoró chegou aos 13 gols em 12 jogos pelo Alvirrubro. É uma marca impressionante que supera um gol por partida. O segundo colocado na lista de artilheiros é o americano Adriano Pardal, com oito gols. Em terceiro vem o abecedista Rodrigo Rodrigues, com cinco tentos anotados. O que mais surpreende é o fato de que o time comandado por Emanoel Sacramento, sofre para treinar adequadamente e, por vezes, precisa treinar em um campo sem medidas oficiais, inclusive nas balizas.

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Além de Jefinho, a safra do Potiguar de Mossoró também apresentou aos norte-rio-grandenses o meia-atacante Wílson. Jogador que saiu do futebol de bairros direto para o profissional vinha fazendo uma competição irretocável. No entanto, sofreu uma contusão duríssima e não volta mais para a competição. O time mossoroense ainda tem outros bons jogadores que poderiam ser observados por ABC e América.

Na briga

Após a rodada do fim de semana a briga pela final do Segundo Turno ficou praticamente restrita a América, Potiguar e ABC. O Globo precisará torcer por vários resultados para ainda continuar sonhando com uma das duas vagas. O ABC depende dele próprio e fará, justo com o time mossoroense uma espécie de decisão. O jogo marcado para o Frasqueirão dá essa vantagem ao Alvinegro. Já o América depende apenas de si para se garantir na final. Tem dois jogos fora de casa (Palmeira e ASSU), mas os adversários não vivem bons momentos e brigam na parte de baixo da tabela.

NÚMEROS

ESTATÍSTICAS DO TORNEIO

Média de gols

2,14

Vitórias em casa

40%

Empates

28%

Vitórias Fora

32%

Perda

O lateral Anchieta, ex-ABC e Alecrim, Além de CAP, faleceu no último sábado. Campeão com o Alviverde na inesquecível campanha invicta de 1968 teve a responsabilidade de substituir Marinho Chagas quando a “Bruxa” saiu do Alvinegro para o Naútico/PE. Anchieta foi considerado um dos melhores em todos os tempos com a camisa abecedista onde sagrou-se tetracampeão. Também jogou no América do Rio de Janeiro.

Praia

Começa na próxima quarta-feira, na arena montada na Praia do Forte, aqui em Natal, O Circuito Brasileiro Open de vôlei de praia 2018/2019. As partidas serão disputadas até o domingo (24/3). A etapa terá 24 duplas em cada naipe. Os 16 times mais bem colocados no ranking de entradas já estão garantidos na fase de grupos, enquanto outras oito vagas permanecem ‘abertas’ e serão decididas no torneio classificatório, com a presença das duplas estrangeiras. Os homens jogam na quarta-feira, e as mulheres, no dia seguinte. As partidas também serão transmitidas ao vivo pelo site voleidepraiatv.cbv.com.br e pelo Facebook da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), a partir de quinta-feira (21.03). Já as disputas de medalha dos dois naipes, no domingo (24.03), serão exibidas ao vivo exclusivamente pelos canais SporTV. A entrada ao público na arena montada no Forte dos Reis Magos é grátis.

Maracanã

Insegurança jurídica. Esse termo é usado constantemente no Brasil e serve para manter, bem distantes, empresas que gostariam de investir no País, em qualquer área. Ontem, o governo do Rio de Janeiro decidiu, de forma, unilateral, cancelar a concessão do Maracanã. Não estou julgando, aqui, se a atitude foi correta ou errada. Se o contrato assinado antes tinha irregularidades ou não. O que fica patente é que os governos brasileiros, como um todo, sejam federais, estaduais ou municipais, teimam em não cumprir seus contratos, alegando esse ou aquele problema. Dessa forma, gera a famigerada “insegurança jurídica”. Ou seja, que empresa, ou empresário, vai colocar o seu dinheiro num investimento que pode, ao bel prazer do político da vez, ser interrompido e cair nenhuma eterna briga jurídica? Os contratos precisam ser observados antes de serem assinados. Os governos precisam ter padrões mínimos éticos e jurídicos para que esses sejam ratificados. Assim como o contrato de Parceria Público Privada do Maracanã, existem outros espalhados pelo Brasil, inclusive o da Arena das Dunas.

Maracanã 1

Os clubes cariocas festejaram o fim do contrato. Para eles, agora ficará mais fácil de jogar sem pagar uma alta quantia. De acordo com estudos, para que seja rentável, o Maracanã precisa receber, no mínimo, 30 mil torcedores. Abaixo disso é prejuízo na certa. Meta alta para qualquer clube brasileiro. Apenas o Flamengo tem conseguido isso, no Rio de Janeiro.

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