ABC e América seguem fechando seus elencos para a temporada 2020. Wallyson renovou contrato com o Alvinegro e Wílson, destaque do Campeonato Potiguar 2019, que recupera-se de uma contusão séria na perna, fechou com o Alvirrubro.

Wallyson tinha recebido propostas do CSA, para jogar até dezembro, na Série A do Campeonato Brasileiro, foi procurado pelo Cuiabá e até por um clube da divisão especial do futebol da Turquia, no entanto, a preferência do atacante é pela permanência em Natal.

A assessoria de comunicação abecedista confirmou o negócio e o perfil do Instagram do clube postou um vídeo com o atleta. “Estou muito feliz com a renovação. Sentamos ontem e hoje e cada um cedeu um pouco. Fico mais um ano nesse clube que eu amo e agora preciso da ajuda de todos. Nesse momento é importante a união”, disse.

O camisa 11, estrela do clube deve ser o principal nome em um elenco formado, em sua maioria, por atletas desconhecidos, como revelou o treinador Franscisco Diá.

Já Wílson, que teve fratura de tíbia e fíbula durante o certame local em jogada com o zagueiro André Natal, do Foça e Luz está em processo de recuperação e tem realizado treinamentos físicos.

A ligação com o América decorre do fato de o atleta ter sido cirurgiado pelo médico Márcio Rêgo, do Alvirrubro. O próprio médico realiza avaliações mensais no jogador.

Comentários do Site

  1. Lúcifer
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    A negativa de Wallyson em aceitar desafios onde pudesse fazer um pouco mais de vitrine em vista a estar na reta final de sua carreira, acena claramente que ele não quer nada mais além de sombra, água fresca e…barca!
    A despeito de ter saído daqui em 2007 com um status de craque que ele nunca foi, o garoto vagou por meio mundo de clubes de sem ter conseguido se firmar em nenhum deles e sempre ostentando a condição de reserva.
    Certamente Wallyson, assim como aconteceu com Roberto Fernandes, deve ter aceitado o “desafio” de ficar no ABC em vista a negociar alguma possível pendência financeira, pois percebe-se claramente que ele joga sem compromisso nenhum, além do agravante de ter arranhado sua condição de ídolo desperdiçando a penalidade máxima contra o Sampaio Correia que, de certa forma, decretou o rebaixamento do alvinegro a série D.
    Ficar com Wallyson foi o famoso tiro no pé.
    Já no caso do América, a aposta em Wilson é uma incógnita.
    Um camisa dez muito bom de bola e que pontificou no time príncipe no estadual do ano passado mas que levou um azar tremendo sendo alvo de uma jogada criminosa do zagueiro André Natal, posto que Wilson tinha proposta até do Fortaleza.
    Uma aposta do América que, se não é um tiro no escuro deixa ao menos o benefício da dúvida acerca de um atleta que buscará correr atrás do tempo perdido e mostrará serviço.
    Só não se sabe se as condições físicas ou psicológicas propiciarão.

  2. Tom França
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    Dizer que nunca foi craque, um cara que foi artilheiro de uma das edições da Libertadores, mesmo o Cruzeiro tendo sido eliminado nas oitavas, é um pouquinho demais, não?

  3. Inquisidor
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    Walyson de fato nunca passou de um bom jogador, muito distante de ser um craque e muito menos um gênio.
    Essa condição ilusória lhe foi conferida pelos bajuladores papa-jabá da imprensa local que nunca se cansaram de ficar inventando desculpas e as justificativas mais esfarrapadas pros seus seguidos insucessos em todos os clubes por onde vagou.
    E mais, se ele tivesse sido pelo menos um bom jogador teria sido “titular” em ao menos UM DOS clubes por onde passou mas SEMPRE foi reserva.
    Seu melhor momento foi em 2011 num Cruzeiro onde ele se viu cercado de CRAQUES e naquela condição qualquer jogador meia boca conseguiria ser artilheiro.
    Walyson DIVIDIU a artilharia daquela edição da copa libertadores (apenas SETE gols) com o argentino Roberto Nanni do Cerro Portenho e no mesmo ano foi campeão mineiro pela raposa.
    E com o vultuoso currículo de SEIS títulos na carreira (2 potiguar, 1 Copa RN, 1 Copa NE, 1 mineiro, 1 pernambucano) voltou pro ABC prá rebaixar o clube para a Série D fechando com chave de ouro sua carreira.

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