A vigésima terceira edição da Superliga está programada para iniciar na segunda quinzena de outubro e repetirá o formato consolidado nas últimas temporadas. Ao todo serão 24 equipes, 12 em cada naipe, representando sete estados da federação. Sada Cruzeiro (MG) e Rexona-SESC defenderão o título respectivamente no masculino e no feminino, e a promessa é de um torneio equilibrado e recheado de estrelas.

“Eu acredito que o fato de existir uma grande crise econômica no país não impedirá que as equipes façam uma Superliga de nível técnico elevadíssimo. Tenho certeza de que as principais equipes ficarão mais fortes, e teremos muitas oportunidades para jogadoras mais jovens, como no caso do Sesi-SP feminino, que formou uma verdadeira seleção Sub-23. O nosso voleibol sempre evoluiu muito quando tivemos equipes fortes e espaço para os novos talentos. E ainda teremos uma ampla cobertura de televisão, aumentando o número de transmissões”, comentou Radamés Lattari, diretor de Competições de Quadra da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).

Entre os destaques da edição 2016/2017 da Superliga está a repatriação de atletas da seleção masculina como o oposto Evandro, o levantador Bruninho e o central Lucão. E ainda as estreias de Caramuru/Castro (PR), campeão da Superliga B 2016, no masculino, e do Fluminense (RJ), na disputa entre as mulheres. Um dos mais tradicionais clubes e grande revelador de talentos, o São Bernardo Vôlei (SP) está de volta à elite.

A pouco mais de três meses do início de mais uma Superliga, o mercado ainda não está fechado e os clubes seguem na montagem dos elencos, tornando os times cada vez mais competitivos. Veja abaixo como está a preparação de cada um dos 24 times que estarão na próxima temporada.

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