Sorriso no rosto. Para o técnico Guilherme Dalla Déa, essa tem que ser a marca da Seleção Brasileira no Mundial Sub-17. Apesar de reconhecer a responsabilidade de defender o Brasil em uma competição disputada no próprio país, o treinador revelou quer quer ver seus atletas jogarem com leveza na Copa do Mundo. O Brasil estreia às 17h, contra o Canadá.

– Estamos trabalhando com atletas de alto nível. Não posso privar eles de usufruir da Copa do Mundo, deixar com que essa pressão os leve para campo de forma diferente. Precisamos transformar essa pressão em algo positivo. Eu sempre cobro eles dentro do vestiário: cadê o sorriso? Eu preciso ver esses atletas com alegria – destacou Dalla Déa em entrevista coletiva nesta sexta-feira.

A Seleção estreia no Mundial Sub-17 neste sábado, diante do Canadá, no Bezerrão. Antes da entrevista de Dalla Déa ao lado do capitão, Henri, os atletas fizeram um rápido reconhecimento do gramado do Bezerrão, estádio que receberá o jogo contra o Canadá.

O Brasil é o segundo maior campeão da história do Mundial. São três títulos, atrás apenas da Nigéria, que tem cinco. Esse retrospecto, ao lado da tradição que a Seleção tem e do apoio que a torcida promete dar, trazem responsabilidades ainda maiores. Mas nada que possa mudar muito o semblante dos jogadores e da comissão técnica da Seleção.

– Nós temos uma responsabilidade muito grande. Mas a partir do momento em que entramos naquele gramado, precisamos ter alegria e orgulho de estar representando a Seleção Brasileira. No momento do jogo, eu preciso que eles desfrutem e apresentem um jogo bonito – disse o técnico.

Para o jogo deste sábado, a promessa é de casa cheia no Bezerrão. Mais de 14 mil ingressos já foram vendidos para o duelo entre brasileiros e canadenses. O público enche a Seleção de expectativa e ansiedade e mostra que o povo de Brasília abraçou a competição e este grupo de jogadores.

– A cidade acolheu a competição, isso é muito importante. Para que os outros países saiam daqui com uma imagem diferente do Brasil É importante mostrar que todos nós estamos envolvidos nessa competição, o primeiro mundial de base no Brasil. Precisamos deixar uma marca para que todos os outros países reconheçam – finalizou Dalla Déa.

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