O surfe é um dos cinco novos esportes que entraram – ou voltaram – a ser disputados nas Olimpíadas de Tóquio-2020. Na madrugada desta terça-feira, Ítalo Ferreira fez história colocando o surfe em destaque no alto do pódio ao conquistar a primeira medalha de ouro para o Brasil nos Jogos Olímpicos.

 

De Baía Formosa, litoral do Rio Grande do Norte, para a praia de Tsugaraki, em Ichimoya, a medalha de ouro de Ítalo consolida a “Brazilian Storm” (tempestade brasileira, como são conhecidos os brasileiros no circuito mundial) e o domínio nacional no surfe.

 

Apesar do ineditismo, tal feito, no entanto, não deveria ser uma surpresa. O surfe tem 3,7 milhões de praticantes no Brasil. Segundo pesquisa do IBOPE Repucom sobre inteligência em comportamento, hábitos e atitudes sobre patrocínio e consumo de mídia dos fãs de esportes, 47% são mulheres e 45% têm entre 30 e 39 anos. O segmento de fãs do surfe, por sua vez, é um pouco mais jovem: 29% é composto por fãs entre 18 e 29 anos.

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