Patricky “Pitbull” Freire realizou uma preparação bem especial para a disputa do cinturão dos leves do Bellator. O potiguar e Michael Chandler disputaram o cinturão que estava vago dos pesos leve após a saída do então campeão Will Brooks da organização.

Para a luta, a preparação de Patricky foi inteira na Pitbull Brothers com nomes como o irmão Patricio, Valdines Silva, campeão peso pena do Jungle Fight, Leandro Higo, campeão peso galo do Resurrection Fighting Alliance (RFA), Toninho Fúria, peso leve do Bellator que passou a fazer parte da equipe dias antes de Patricky receber a notícia da disputa de título, entre outros. O potiguar adicionou ainda ao camp o peso leve Rodrigo Kanu e o peso galo ex-Bellator, campeão panamericano e norte-americano de wrestling, e atleta da American Kickboxing Academy (AKA), Shawn Bunch. Tudo com a supervisão dos técnicos Thiago Tourão, Eric Albarracin, Marcos André, Patricio “Pitbull, o preparador físico Nelson Bahia e o fisiologista Claudio Pavanelli.

Entretanto, além da parte técnica, Patricky Pitbull decidiu inovar ao adicionar aos treinadores mais um membro: o coach, profissional que tem como um dos objetivos estimular e desenvolver o potencial, fomentando a performance individual através do processo de orientação e foco nos resultados, além de um grande fator motivacional, auxilio no desenvolvimento pessoal, entre outras coisas.

“Ter esse acompanhamento de Coaching fez um diferencial muito grande. Muitos lutadores não dão importância a isso, mas treinar sua mente é tão ou mais importante do que treinar o corpo. Eu fiz três sessões com um cara de Natal chamado Marcos Rios antes da minha luta com Kevin e já fez diferença. Fiz algumas sessões com ele nesse camp também. Quando fui começar esse camp, um dos meus empresários, Matheus Aquino, fez o contato com Felipe Lima, que é um master coach muito conhecido na área de concursos. Um amigo dele passou num concurso da Polícia Federal, fez os exercícios com a mão fraturada, e disse que Felipe foi essencial para ele conseguir isso, e aí Matheus achou que seria uma boa para mim. E realmente foi. Felipe trabalhou muitas coisas comigo, ficou em constante contato com Matheus e meus treinadores, até sessão com eles chegou a fazer. É um trabalho incrível e me ajuda muito nos treinos e na vida pessoal. Abriu minha mente para muitas coisas. Me ensinou a jamais esquecer quem eu sou, o que já fiz e o que posso fazer. A superar algumas barreiras. Muitas outras coisas”, disse Patricky “Pitbull”.

Patricky vai disputar com Michael Chandler o cinturão vago dos pesos leve após a saída do então campeão Will Brooks (foto Artur Dantas)

Patricky disputou com Michael Chandler o cinturão vago dos pesos leve após a saída do então campeão Will Brooks (foto Artur Dantas)

A preparação

Tão logo superou Kevin Souza, Patricky acompanhou a vitória de Patrício Pitbull sobre Henry Corrales, e aproveitou para ficar duas semanas treinando wrestling em Phoenix, nos Estados Unidos, visando ser um possível substituto em caso de lesão de Chandler ou Josh Thomson, que lutariam no Bellator 154. Com a lesão de Thomson, Chandler foi movido para o card do Bellator 157 em St. Louis, sua cidade natal. Poucos dias após retornar ao Brasil Patricky recebeu a oferta de enfrentá-lo pelo cinturão vago.

A oferta da luta veio em uma fase muito boa da minha carreira. Estou vindo de uma sequência de lutas muito boas, muito focado e com o pensamento que vou conquistar o cinturão. Vou mostrar ao mundo o que posso fazer”, assegurou “Pitbull”.

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