Sem tomar gols e com muita segurança, o sistema defensivo da Seleção Brasileira foi bastante elogiado na partida contra o Equador, disputada nesta quinta-feira (1˚), no Estádio Olímpico Atahualpa, em Quito.

Ciente da dificuldade que enfrentaria na partida, o zagueiro Marquinhos foi o porta-voz deste sistema defensivo, que funcionou muito bem. Como disse o técnico Tite no dia anterior à partida, são 11 jogadores que ajudam na marcação.

– Foi um jogo duro, mas estávamos muito seguros ali atrás. O posicionamento encaixou muito bem. Não levar gols ajudou muito para quando a bola começou a entrar lá na frente, depois do pênalti.

Outro ponto que chamou a atenção da imprensa e do público foi a quantidade de bolas em que os defensores do Brasil ganharam de cabeça. Esse tempo de bola era uma preocupação geral, justamente por conta da altitude de Quito, com quase 3 mil metros.

– Foi um acerto da comissão técnica realizar os treinamentos diretamente aqui em Quito. A altitude traz a questão da velocidade da bola, no primeiro pique você já afoga. Então os treinos feitos aqui fizeram a diferença.

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