A emoção olímpica está de volta. Após os Jogos da Rio 2016, que vão deixar saudades eternamente nos corações dos brasileiros, os Jogos Olímpicos de Tóquio já são considerados os mais desafiadores da história. Após um ano de atraso, com muita luta e resiliência para todos os cidadãos do mundo, chegou a hora de vibrar, torcer e descarregar toda esta tensão adquirida até aqui. É hora de celebrar o presente e analisar o passado.

Para todos que vivem um misto de sentimentos, os Jogos Olímpicos, desde o seu começo, revelaram sentimentos contraditórios. Enquanto uns vibravam, outros choravam. Afinal, dizem que o herói Hércules, filho do deus Zeus, após 12 anos de condenação, foi forçado a limpar os estábulos do rei Áugias. A façanha foi tamanha que ele inaugurou os Jogos da cidade de Olímpia. Isso em 776 a.C.

De lá para cá, os Jogos Olímpicos foram alvo de disputas e conflitos entre países que tentaram (ou fizeram de fato) atrapalhar a realização da competição. Duas Guerras Mundiais, cancelamentos, massacre em Munique, apartheid, boicotes, Iugoslávia banida e disputa entre a China e Taiwan. E agora, COVID-19. 

Então, para ajudar na hora da torcida, a Betfair.net desenvolveu um conjunto de análises para descobrir os favoritos em diversas competições. Começando pela maior disputa: qual será o país que conquistará mais medalhas de ouro?

De acordo com as análises, a competitividade entre a China e os Estados Unidos, que hoje existe em diversas áreas, também se refletirá no topo do quadro de medalhas. Sem a participação da Rússia, punida por doping, a China é a maior candidata a disputar com os norte-americanos pela maior quantidade de medalhas. Vale lembrar que na Rio 2016, o quadro de medalhas  terminou assim: Estados Unidos em primeiro com 46 ouros, Grã-Bretanha, em segundo, com 27 e a China em terceiro, com 26 ouros. Nos Jogos de Tóquio, a Betfair.net aponta que os Estados Unidos vão ficar em primeiro de novo com 92% de chances. Em segundo, vem a China, com 18% de probabilidade de liderar o quadro de medalhas de ouro; em terceiro, aparece o país-sede, Japão, com 4% e por último a Grã Bretanha, com 2,5%. Portanto, os norte-americanos devem ganhar de sobra. 

E como fica o Brasil nesta história? Bem, o Brasil aparece com 0,2% de chances de chegar ao topo do pódio do quadro de medalhas. Em 2016, o então país-sede terminou o torneio em 13º lugar no quadro geral de medalhas com 7 medalhas de ouro, à frente das nações favoritas da época Espanha, Canadá, Cuba e África do Sul.  

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