Outras fotos de Trondheim. E tchau, Noruega!

16 de agosto de 2018 por antonioroberto

Fotos de Antonio Roberto Rocha

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Parques, baladas, fortaleza e restaurante panorâmico. Trond tem de tudo

16 de agosto de 2018 por antonioroberto

Texto e fotos de Antonio Roberto Rocha

O Forte de Trend

O Forte de Trend

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Como a Noruega é cercada por parques e muito verde, a dica em Trondheim é se perder (e se achar) no Bymarka, com trilhas bem demarcadas entre florestas que também cruzam lagos e levam a
mirantes.

Como em todas as áreas de lazer nos países nórdicos, há mesas e bancos de madeira com lixeira bem perto. Sem piquenique não rola, né? Mas também há barraquinhas com comidas típicas (frios e salames, em geral) para quem não quiser ter trabalho.

As baladas rolam aos montes

As baladas rolam aos montes

As baladas de Trondheim são famosas. Rolam na área dos piers, no lado modernete. Cidade estudantil, abriga mais de 30 mil universitários. E essa galera com sangue viking nas veias nóricas gosta muito de festa.

Nos finais de semana, as raves rolam fácil até de manhã nos pubs e boates. Vida noturna? Nem tanto. Lembre-se que não escurece no Centro e no Norte da Noruega nesta época. O céu fica, no máximo, com tons pré-crepusculares.

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Mais duas dicas – bem rapidinho – para temperar a deliciosa Trond. São subidas, ok? A primeira delas é rumo à fortaleza no alto de uma colina, que resguarda armamentos e canhões usados pelos alemães na Segunda Guerra Mundial. Além de História, rende belas fotos.

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Outra escapulida leva à torre de TV, cujo restaurante giratório, no último andar, desnuda em 360º uma Trondheim que parece miniaturizada. Ou, elegantemente, em modo “Lego”, com casinhas de madeira que sempre se encaixam muito bem na paisagem.

A Noruega é mais autêntica em Trondheim

16 de agosto de 2018 por antonioroberto

Texto e fotos de Antonio Roberto Rocha

Pelas ruas de Trond, a vida é uma delícia

Pelas ruas de Trond, a vida é uma delícia

Cena de cinema: a "cara" de Trondheim

Cena de cinema: a “cara” de Trondheim

A terceira maior cidade da Noruega, com cerca de 200 mil habitantes, é um charme. Florida, pacata, às vezes moderna devido à exuberância de sua marina, Trondheim reserva e preserva um mix bem atrativo.

A ponte de madeira que descortina seu casario colorido emblemático e quase linear, no rio onde ainda se pesca salmão, é coisa de cinema. Em 3D! Se você já viu algumas fotos turísticas da Noruega, certamente esse visual integra a lista.

Localizada no Centro do país – ao contrário de Oslo e Bergen, ao Sul -, Trondheim talvez seja mais norueguesa do que as outras. Dizem que tem hábitos mais arraigados e tradições preservadas. A Catedral de Nidaros é um dos orgulhos da cidade. É considerada a mais importante da Noruega.

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Foi construída sobre o túmulo de São Olavo. A obra foi iniciada em 1070, mas a igreja tem espaços que datam do século XII. Vale a pena também passear em torno da catedral (foto ao lado), em meio a muito verde, bancos e ampla área para caminhar.

Catedral de Nidaros

Catedral de Nidaros

Partiu museus? Não é o forte de Trond (íntimo assim). Os dois mais visitados são o de Artes Decorativas e o de Artes. Descoladaços, embora bem distintos entre eles. Duas outras opções, também completamente diferentes, e mais populares, são o Museu do Palácio do Arcebispo e o Rockheim, dedicado à música popular.

Ângulos de Bergen

15 de agosto de 2018 por antonioroberto

Fotos de Antonio Roberto Rocha

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Escolha seu fiorde e navegue sem pressa

15 de agosto de 2018 por antonioroberto

Texto e fotos de Antonio Roberto Rocha

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Navegar é preciso e chegou a hora de escolher seu fiorde. Há várias opções, aliás “bem Brasil”: com ou sem emoção?. Quem optar por um programa mais light e mais acessível, a dica é o conhecer o Osterfjord. O passeio de barco, com duração de três horas, leva a Mostraumen, que preserva uma bela cachoeira (para observar, claro). O tour sai diariamente do porto de Bergen e passa por ilhotas e fazendas que, nesta época do ano, exibem gramado bem verdinho e animais saudáveis.

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Outra curiosidade do percurso é a cidade de Modalen. Imaginem que este vilarejo de 380 habitantes é a segunda menor cidade (isto mesmo, é considerada cidade) da Noruega. Dá para ver algumas casas no pé das montanhas. Umas quatro ou cinco. Eu vi até dois moradores, bem ao longe. Foi um sinal de vida em meio à imensidão de água cristalina e montanha. Aliás, vida é algo que existe – com qualidade – na Noruega.

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Já quem preferir fazer um roteiro, digamos, “completão”, a dica é dedicar de um a três dias ao Sognefjord, que é o mais longo, estreito e profundo fiorde da Noruega. O trajeto mínimo leva 16 horas e envolve ônibus, trem em meio a declives, barco, trem de novo e ônibus de novo. A saída e o retorno a Bergen é via ferroviária. Na ida a parada é na estação de Myrdal. Já no retorno, sai de Voss. Os ônibus fazem a ligação entre o trem e os canais.

Além dos fiordes, que parecem acariciar as pedreiras, numa relação de cumplicidade poética, destaque para a cênica Flam, de onde partem os barcos. O local é indicado para hospedagem, já que muitos turistas optam por programas complementares na rota dos fiordes, como trekkings, cavalgadas, circuitos de bike e canoagem. Nestes casos, pernoitar é imprescindível.

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Outra sugestão é visitar o rei dos fiordes, tombado pela Unesco: o Geirangerfjord. No caso, o trajeto fica cada vez mais longo – e mais dispendioso – a partir de Bergen. São no mínimo três dias de navegação. Os pacotes com barco, hospedagem, alimentação, passeios e rotas de aventura podem chegar a mais de mil euros por pessoa. Sim, a adrenalina é grátis.

Quem desbravou esse mares estreitos em atmosfera glacial tombada garante que é um roteiro, realmente, sensacional. Dizem que é emocionante. E isto, convenhamos, não tem preço. Exige apenas muitas coroas norueguesas.

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Bergen, a capital do turismo da Noruega

15 de agosto de 2018 por antonioroberto

Texto e fotos de Antonio Roberto Rocha

Bergen... sem pressa

Bergen… sem pressa

Se já não bastasse a atmosfera que pulsa turisticamente em Bergen, com seu jeitão viking sutilmente invadido por comportados visitantes asiáticos, a “capital turística” da Noruega – e segunda maior cidade do país – caprichou no conteúdo.

De bandeja, serve um banquete da natureza cujo tempero envereda por vários circuitos de fiordes. Por trás daquele lacustre e exuberante casario nórdico tombado pela Unesco, todo de madeira, com tons que variam do amarelo ao vermelho, mas também cedem a vez ao branco, há muito o que desvendar. Sem mistérios.

No mercado, a estrela é o salmão

No mercado, a estrela é o salmão

O Mercado de Peixe, com restaurantes simples e apetitosos em pleno Centro de Bergen, é um belo programa. Quase uma obrigação. Se você não gosta de frutos do mar, vá passear… pela orla. Os peixes, ostras, camarões e lagostas (precisa citar o salmão, tão típico?) são tão fresquinhos quanto volumosos.

Desafiam seus “colegas” do Nordeste brasileiro. No sabor, claro. No preço, nós ganhamos de goleada! Nunca se esqueça que estamos falando de Noruega, país caro até para os padrões escandinavos (você sabia que quem mora próximo à fronteira com a Suécia opta por compras no país vizinho, pois é bem mais em conta?).

Cores de Bergen

Cores de Bergen

Mas não desanime. Acaricie o bolso, não faça tantas conversões e siga em frente. Ajoelhou (na Noruega), tem que rezar (comprar). Imagine que dá para adquirir até caviar legítimo nas tendas do Mercado do Peixe com excelente custo-benefício para os padrões brasileiros. Gosta de caviar? Não perca esta oportunidade. No mais, caminhe bastante entre água e casario. Casario e água. É de graça (pelo menos isso…)

De Oslo a Bergen, vá de trem. É mais caro que o avião, mas compensa

14 de agosto de 2018 por antonioroberto

Texto e fotos de Antonio Roberto Rocha

Paisagem vista do trem

Paisagem vista do trem

Vai embora de Oslo? Já? Rumo a Bergen? De avião, é apenas uma hora de voo. A SAS, a Norwegian e a Finnair, as três principais empresas aéreas que operam na Escandinávia, têm até tarifas atraentes. Esqueça algo semelhante a low cost. São preços em conta apenas se comparados aos cobrados pelo trens.

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Mas neste trecho específico, de Oslo a Bergen (ou vice-versa), não hesite em gastar (você está na Noruega!) e vá por via férrea. Encare de boa as sete horas de trem. Seus olhos agradecerão.

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Trata-se, de acordo com a propaganda que rola entre os nórdicos, de um dos roteiros ferroviários cênicos mais exuberantes da Europa. É uma sucessão de vilarejos, montanhas ainda cobertas de neve mesmo no verão, rebanho saudável, casinhas e casarões de madeira. A janela do trem descortina o fascínio.

Olha… a “briga” com algumas rotas sobre trilhos suíços é das melhores, hein? Vá e vote. Particularmente, ainda sou Suíca neste item. Mas ser vice é honroso, né?

Neve no verão? No interior da Noruega rola...

Neve no verão? No interior da Noruega rola…

Mais fotos de Oslo; confira

14 de agosto de 2018 por antonioroberto

Fotos de Antonio Roberto Rocha

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Capital norueguesa privilegia a cultura e a vida ao ar livre (no verão)

13 de agosto de 2018 por antonioroberto

Texto e fotos de Antonio Roberto Rocha

Pedalar é preciso. E bem prático em Oslo

Pedalar é preciso. E bem prático em Oslo

O Parlamento

O Parlamento

De forma sempre estratégica – e Oslo é uma cidade muito fácil para achar e “se achar” -, dá para reunir até três monumentos em um percurso. Exemplo real (sem analogia) reúne, por exemplo, o Palácio Real, o Parlamento e o Museu Histórico. Separe um período do dia para eles (manhã ou tarde). Vale a pena.

Nobel Peace Center

Nobel Peace Center

Já bem perto do Arke Brygge (a beira-mar da capital norueguesa) está o Nobel Peace Center, bastante visitado e reverenciado pelos turistas. Foi concebido de forma didática, em forma de museu. Imaginem que se trata do único local, fora de Estocolmo, onde se recebe um Prêmio Nobel. E é logo o da Paz! Impossível visitar Oslo sem uma selfie por lá…

Parques por toda a cidade

Parques por toda a cidade

E como caminhar e pedalar (muitos hotéis oferecem bicicleta, gratuitamente) por parques e praças é algo bem típico de Oslo, reserve um tempinho para visitar duas áreas verdes repletas de esculturas: o Vigeland e o Ekeberg. Você certamente não entenderá a simbologia de algumas peças (na verdade, da maioria delas), mas dá para captar algo no ar (e ao ar livre). No mínimo sairá mais culto, quem sabe?

Bares e restaurantes estão sempre cheios no verão

Bares e restaurantes estão sempre cheios no verão

Oslo surpreende. Parques, museus e até piano em pleno calçadão

13 de agosto de 2018 por antonioroberto

Texto e fotos de Antonio Roberto Rocha

Noruegueses alegres. É verão!

Noruegueses alegres. É verão!

A capital da Noruega tem charme. Elegância. Não espere um badalado point turístico. Ela é meio sisuda. “Na dela”, diria. É fácil visitar suas principais atrações em dois ou três dias. O calçadão à beira-mar, o Arke Brygge, é o local mais animado. Point mesmo. Com restaurantes e bares sempre floridos. Nos finais de semana, quando a temperatura permite, há shows bem inusitados.

E de repente, um piano...

E de repente, um piano…

Os palcos se improvisam. Fazem parte do show. Os barcos ancorados recebem espetáculos musicais, às vezes eruditos. A calçada, idem. Ao deparar com um piano no caminho, não se surpreenda. Nem desvie. Pare e curta. Se ouvir Tom Jobim, sorria para a pianista. Sensível, ela responderá a gentileza. Descobriu sua origem tupiniquim.

A Ópera de Oslo

A Ópera de Oslo

Entre as atrações imperdíveis da capital norueguesa estão a Oslo Ópera Ballet House, em estilo arquitetônico futurista e polêmico. A ampla agenda de concertos, porém, é ponto convergente. Os espetáculos são caros, obviamente, mas compensam qualquer “esforço”.

Lembre-se mais uma vez: você está na Noruega, um dos países com o custo de vida mais alto do mundo. Quer curtir? Tem que investir. Para quem é ligadão em arte, outra dica, desta vez mais em conta: na Galeria Nacional está exposta a obra “O Grito”, de Edvard Munch.

Museu Viking

Museu Viking

No circuito de museus, dois deles ficam coladinhos e permitem verdadeiras e didáticas viagens pelos mares, aliás um orgulho norueguês. O Kontik e o Viking reúnem embarcações e fatos que explicam, através dos tempos, uma história de lutas e conquistas desses exploradores e guerreiros.

Museu Astrup Fearnley

Museu Astrup Fearnley

Outro museu badalado e – este sim – bem cult, com exposições itinerantes e temporárias, é o Astrup Fearnley. Onde fica? Em frente à praia. Acredite. No canto do Arke Brygge, em meio ao gramado, à ampla marina e a prédios residenciais, rola um pedacinho meio pretensioso de praia.

Num final de semana de verão, com 30 graus, sol e céu azul, o museu vira mero vizinho. A melhor arte passa a ser o banho de mar no Sorenge Seawater Pool. Seria o “piscinão de Oslo”?…

"Praia" em Oslo. Uma dica? Não vá...

“Praia” em Oslo. Uma dica? Não vá…