Grupo de trabalho promete empenho para a redução do preço do transporte aéreo

4 de outubro de 2019 por antonioroberto

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Brasil vive em meio a gargalos aéreos

Brasil vive em meio a gargalos aéreos

Logo após o veto sobre as franquias de bagagem ter sido mantido, em votação pelo Congresso Nacional, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, propôs a criação de um grupo de trabalho que vai buscar reduzir o preço das passagens aéreas, além de aumentar o número de rotas para atender diversos destinos turísticos do país.

Um dos objetivos que nortearão o trabalho do grupo será buscar o equilíbrio entre oferta e demanda com políticas públicas mais eficazes para tornar os modais de transporte, no caso o aéreo, mais integrados e estruturados. Melhorias de infraestrutura dos aeroportos, conectividade e atração de investimentos são algumas das iniciativas a serem desenvolvidas.

Para o ministro, o trabalho deve partir de um debate técnico e profundo com o envolvimento das entidades públicas e privadas que representam o setor aéreo e áreas afins. Álvaro Antônio estendeu o convite a todas as companhias aéreas brasileiras e órgãos federais, como a Secretaria de Aviação Civil (Sac), a Agência Nacional da Aviação Civil (Anac) e o Ministério da Infraestrutura (Minfra).

Presente no encontro, o presidente da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, que fez palestra em Natal durante o Fórum de Turismo do RN, em março, comemorou a iniciativa e acredita que o debate trará resultados eficazes. “Esse grupo vem ao encontro do objetivo de voar para mais lugares, de forma cada vez mais acessível e segura”, disse Sanovicz.

Concessão dos aeroportos, abertura total do setor aéreo (Lei 13842/2019), evolução do modelo de concessão e redução da tributação sobre QAV, que ainda precisa ser ampliada, são alguns dos avanços conquistados em 2019. Já a redução do custo Brasil, adequação da Lei do Aeronauta ao padrão internacional, alteração da política de paridade de preços e, principalmente, melhorias na infraestrutura dos aeroportos e terminais, além da ampliação e criação de pistas de pouso e decolagem, estão entre os principais desafios para tornar o setor aéreo mais eficiente e benéfico.

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