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EventointernacionalmodaOscarTapete vermelho

Feito sob medida para o Oscar

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As grifes que vestiram os principais artistas na noite do Oscar começaram a liberar hoje fotos exclusivas dos momentos de confecção das peças. Não faltaram processos de moulage com acabamentos e aplicações manuais muito detalhadas nos manequins. Isso, claro, por causa do tempo de confecção das peças, já que alguns bordados chegaram a consumir até 600 horas.

A Moulage – também conhecida pelo termo em inglês draping – é uma técnica de modelagem tridimensional, feita no corpo de quem veste. Por isso, o processo é “fait au moule”, ou feito sob medida. Em processos industriais os moldes das roupas são trabalhados em apenas duas dimensões. O desenho e feito em papel e os tecidos são riscados e cortados sobre ele, em uma mesa.

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Entre os homens, um dos artistas a optar por um modelo feito à mão foi o ator Antônio Banderas. O modelo clássico, tinha uns toques de modernidade: era mais alongado, com a ideia bem casual de longline, e apenas um botão na linha da cintura. Fechamento do look bastante elegante com sapatos de cadarço e verniz.

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Uma das mulheres mais elegantes da noite optou por um preto suntuoso também da Dior. Charlize Theron optou por um decote assimétrico, abertura lateral e cauda.

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O visual foi arrematado pro uma impressionante joia da Tiffany & Co. adornada com mais de 160 diamantes, sendo que um deles tem umas lapidação marquise com mais de 21 quilates.

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Na linha dos longos pretos da Chistian Dior, Natalie Portman protestou. Colou sobre o vestido bordo, no exato momento dos holofotes do tapete vermelho, uma capa com os nomes de diversas diretoras mulheres que não foram prestigiadas na noite de premiação.

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O modelo é da coleção de alta-costura primavera-verão 2020 em tule de seda, com bordados de caules de trigo e mudas de flores silvestres em fio de ouro envelhecido.

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É muito importante ter estilo, mas tão fundamental quanto respeitar sua história é saber escolher a roupa certa para cada ocasião. E, nesse aspecto, Billie Eilish se mostrou completamente amadora. Tentou subverter o glamour com um par de tênis, chamando atenção do jeito errado.

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O visual, assinado por Alessandro Michele, envelheceu a jovem de 18 anos e ainda deixou a cantora achatada, como se pode ver na imagem. O pior de tudo foi ela, além de ter vestido esse traje, ter subido ao palco principal do evento para cantar.

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Parece que causa boa impressão é mesmo uma questão de maturidade. Belo exemplo disso deu jane Fonda, vencedora de dois Oscars nos anos 1970, responsável por anunciar o grande prêmio da noite, a estatueta de melhor filme do ano para “Parasita”. O protesto silencioso foi lindo de se ver. Jane subiu ao palco com um casaco vermelho na mão, o mesmo que ela usou nos protestos pelo meio ambiente.

A atriz faz parte do movimento Fire Drill Fridays e já foi presa diversas vezes durante as manifestações. Ela é hoje uma das celebridades americanas mais influentes no campo do ativismo ambiental e já declarou em entrevistas que essa foi a última que adquiriu. Jane Fonda fez promessa de nunca mais comprar roupa na vida. Jane, inclusive, reutilizou um vestido para subir ao palco do Oscar. O estonteante longo assinado por Elie Saab foi usado no Festival de Cannes, em 2014.

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Zara faz coleção com artista plástico

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A Zara faz uma nova investida em arte e causa furor na Europa logo que a coleção desembarcou nas lojas. Nos outros continentes já começou a especulação sobre a distribuição global das peças com assinatura do artista plástico espanhol Eduardo Chillida. As linhas minimalistas contrastam com a silhueta oversize das peças, sempre com um ar de intelectualidade que cai muito bem na moda.

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Como a marca trabalha com o esquema de low cost (ou democratização da moda), é uma oportunidade de ter peças únicas com um preço bacana, design e funcionalidade. Destaque para as parkas e camisas utilitárias que nos remetem a dias nublados e melancólicos, bem característicos do Norte da Espanha, onde o artista nasceu.

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Colcci e Gucci licenciam produtos Disney

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Duas marcas – uma brazuca e outra griga – acabam de firmar parceria com a Disney e vão lançar produtos licenciados na temporada de outono/inverno 2020. A marca nacional que conseguiu os direitos autorais é a Colcci (Ellus e Água de Coco já fizeram o mesmo). A italiana Gucci também homenageia o Mickey nessa temporada, fazendo alusão ao Ano do Rato no horóscopo chinês. Ou seja, a grife dá de ombros para qualquer relação com as questão de saúde na China e a desaceleração daquela potencia econômica.

O Diretor Criativo da Gucci, Alessandro Michele, projetou a coleção com itens que apresentam o True Original de Walt Disney, Mickey Mouse. A campanha foi registrada pelo fotógrafo e diretor Harmony Korine e estrelada pela embaixadora Gucci e atriz Ni Ni, pelo ator Earl Cave e pela designer, estilista e poeta Zoë Bleu. As imagens retratam uma narrativa lúdica que segue Mickey Mouse em sua rotina diária na Disneyland. A coleção já está disponível nas lojas e on-line.

O estilo inspira um senso de diversão ora infantil ora desinibido. As imagens coloridas são cheias de energia e somam ao mundo de fantasia da Disney o DNA surreal da Gucci.

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A coleção prêt-à-porter apresenta acessórios, desde sapatos e bolsas até pequenos artigos de couro e lenços. A coleção tem um ar vintage, com bolsas monogramadas invadidas pelos ratos mais amados do planeta: Mickey e Minnie.

Já no caso da Colcci, as peças devem ser apresentadas em primeira mão logo após o carnaval, quando a marca promete levar à Nova Iorque vários influenciadores digitais brasileiros. Na lista de parceiros da marca estão Camila Coelho – que fotografa a campanha no lugar de Mariana Ruy Barbosa – e Federico Devito.

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De olho no estilismo das grandes marcas

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Trabalhar com moda é ter um olhar atemporal sem deixar de lado o que as semanas de moda apresentam como aposta para a temporada em curso. Outro elemento importante é o que estilismo das campanhas de moda. Elas servem de referência e inspiração para os próximos meses. Então, vamos das uma olhada em algumas das marcas mais importantes.

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Dior Men por Steven Meisel

A marca francesa aposta na fórmula do futurismo. A campanha mostra DeLorean como protagonista e, ao lado dele, modelos enfatizam a inspiração minimalista do estilista Kim Jones.

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Celine por Hedi Slimane

O que existe de mais luxuoso na moda setentista é retratado com muito savoir faire na fotografia em preto e branco de Hedi Slimane. A estética é essa!

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Louis Vuitton por Viviane Sassen

Uma onda de liberdade é o que a LV deseja passar, com tecidos leves e cores intensas em meio a um cenário de pipas e parapentes. Essas são as primeiras imagens de primavera-verão 2020 (com resposta para 2021 no nosso calendário), na mesma linha de ocupar os céus, vista nos cometas que chamaram atenção no último desfile.

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Dolce & Gabbana por Salvo Alibrio

Sob o sol da Sicília, a Itália, a Dolce & Gabbana pede um tempo para respirar. Tudo é muito simples, atemporal. O exército de modelos millenial deixa de lado os excessos e apresenta looks refinados, com muito preto e branco. Um verão com menos cor. Será?

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Pérolas para homens

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As grifes japonesas Comme des Garçons e Mikimoto dão mais um passo em direção a quebra de barreiras de gênero na moda ao criar uma coleção de colares de pérolas naturais para homens e mulheres. O adicional de modernidade fica por conta de corrente e detalhes em prata.

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Rei Kawakubo, fundadora e diretora criativa da Comme des Garçons, colocou a prata em contraste para das um ar de modernidade. O desenho é vanguardista, mas o preço bem tradicional (salgado como as joias grifadas). São sete modelos e as peças variam entre 2800 e 36 mil euros.

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Louis Vuitton estreia no ramo hoteleiro

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Atenção viajantes e amantes do luxo: A Louis Vuitton acaba de inaugurar seu primeiro hotel com restaurante a cafeteria. A cidade costeira de Osaka, no Japão, foi a escolhida pela grife francesa para incursionar nesse novo mercado. O prédio foi desenhado pelo arquiteto Jun Aoki, que teve a ideia de evocar um barco a vela, e teve sua inauguração no sábado último (1o), com direito a filas quilométricas para os espaços gastronômicos: Le Café e Sugalabo V.

Quem assina o cardápio das duas casas é o renomado chef Yosuke Suga, ganhador de nada menos que 32 estrelas Michellin. Com coctelaria e terraço ao ar livre, o café convida para descansar depois de uma jornada exaustiva de compras, que qualquer um de nós queria ter. Já o restaurante abre exclusivamente para o jantar. As paredes da cozinha são de vidro, permitindo ver o show da equipe de saga.

O Sugalabo V é uma filial do restaurante que o chef tem em Tóquio, eleito atualmente como o 47º melhor do mundo. Na matriz é quase impossível conseguir uma mesa, já que a casa recebe apenas 20 comensais por noite.

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Os tons quentes e em harmonia com a natureza predominam na decoração. O espaço tem também muita madeira e inspiração art déco, conferindo um ar vintage natural e, ao mesmo tempo, moderno. Para completar, na loja LV é possível encontrar com exclusividade alguns objetos para decorar a casa e para usar em viagens.

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É bom lembrar que a Louis Vuitton é a mais nova a entrar no ramo da hotelaria e do servir, mas outras fizeram escola. A joalheria Tiffanny&Co abriu, um par de anos atrás, uma cafeteria na sua loja da Quinta Avenida, em Nova Iorque, para dar ao público o prazer de um verdadeiro “Breakfast at Tiffany’s”, como foi imortalizado por Audrey Hepburn no filme Bonequinha de Luxo. A Gucci também abriu uma osteria e recebeu recentemente sua primeira estrela Michellin.

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Bucket hat, o chapéu do verão 2020

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Peça clássica do visual masculino, o chapéu muito dificilmente voltará a ser um acessório indispensável como nos anos 1930. É hoje – e assim deve permanecer – um diferencial na estética masculina. Basta olhar o street style nos grandes centros urbanos para constatar que os homens mais modernos estão aderindo outra vez.

Mas, para entender a mudança ao longo dos anos, a passagem pelo período que era usado para esconder grisalhos e calvícies e os modelos que estão mais em evidência, é preciso contextualizar.

Muito usado aqui no Brasil no início do século XX, o chapéu tradicional deu lugar ao uso do boné. A fere foi embalada pelos jogadores de beisebol norte-americanos, conquistou o público jovem dos Estados Unidos e, como efeito cascata, grande parte da juventude ocidental.

Além do boné, que nunca saiu de cena, outro modelo deve chamar atenção no verão 2020. Estou falando do bucket hats (ou chapéu de pescador, em bom português). Na década de 1990 esses chapéus fizeram a cabeça das estrelas de hip-hop e R&B. Mais recentemente, em 2014, tiveram uma temporada nas areias brasileiras e agora reaparecem em diversas versões e padronagens, lisos e estampados.

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Marcas como Osklen, Colcci e Cavalera trazem suas versões para esquentar nosso verão 2020. Combine com óculos diferentões de acetato colorido, em vários formatos, para trazer a atenção visual para o rosto. Eu adoro! E você, o que acha?

Outros chapéus são clássicos, não saem de moda nunca, mas dá pra reinventar a forma de usar o acessório. Diferentes composições de look podem modernizar a estética ou trazer um perfume vintage. Confira alguns tipos na sequência.

 

Chapéu Panamá

Panamá

Considerado patrimônio Cultural da Humanidade desde 2012, o chapéu Panamá na verdade é produzido originalmente no Equador. O modelo ficou conhecido com esse nome quando da visita do presidente americano Theordore Roosvelt à construção do Canal do Panamá. Roosvelt usana um chapéu assim na ocasião. Ele é feito de palha clara e ideal para os dias quentes, roupas informais como camiseta ou camisas de linho e shorts. Funciona também com ternos em tons pastel.

 

 

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Chapéu Coco

O chapéu usado por Charles Chaplin foi criado, em 1849, a pedido de um político inglês que queria um acessório mais ajustado. Mais formal, fica bem com ternos e também pode ser chamado de Bowle ou Derby.

 

 

Chapéu Fedora (Nick Jonas)

Fedora

Inseparável de ícones como Frank Sinatra e Adoniran Barbosa, é feito de feltro, sendo mais comum em cores sóbrias como preto, marrom e cinza. Teoricamente, ele é um chapéu um pouco mais formal que o panamá. Isso faz com que o fedora combine perfeitamente com trajes sociais. No entanto, usá-lo com roupas casuais deixa o look mais atual. Nick Jonas que o diga, né?

 

Pork pie

Pork pie

Sua grande característica fica a cargo da copa. A parte superior dos chapéus pork pie é mais baixa e regular (reta) do que os fedora. Pode ser feito de diversos tipos de material. Por causa das linhas retas, eles são mais casuais.

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Keith Hering em coleção cápsula: deu match!

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Uma das melhores junções, na minha opinião, é quando moda e arte dialogam estreitamente. Normalmente isso acontece de uma forma mais glamorosa e cara, deixando a gente só de olho. Mas, estando nós na era das colaborações, propostas mais comerciais vem surgindo com igual brilho. Uma delas é a da Reserva com o artista americano Keith Haring (1958 – 1990), um dos maiores ícones das artes plásticas no mundo, que une uma linguagem Pop arte com o movimento de cultura urbana que irradiou a partir de Nova Iorque nos anos 1980.

A colaboração foi firmada a partir do contato com a Redibra, uma agência de licenciamentos fundada em 1963 como agente da Walt Disney Company no Brasil e que hoje detêm outras marcas, inclusive os direitos sobre as obras de Haring.

Keith Haring + Reserva

O artista foi um dos primeiros a ocupar vagões de metrô e outras instalações urbanas em Nova Iorque, inspirando milhares de grafiteiros pelo mundo até hoje. Já reconhecido e contratado para desenvolver painéis publicitários, conseguiu não só alcançar uma audiência maior como transformou o metrô em um “laboratório” de ideias, como ele mesmo disse. A partir dali, começou a expor em museus no mundo todo.

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Esta é a primeira coleção de Keith Haring com uma marca brasileira e teve como inspiração o universo pop do trabalho do artista. O mix traz peças com referências retrô como a coach jacket de nylon e a jaqueta jeans estampada de mangas bufantes – ícone dos anos 80. A coleção tem uma cartela de cores vibrante e conta ainda com camisetas de manga curta e longa, polos e moletons. Pra completar, foram desenvolvidos tênis e shorts casuais que acompanham três modelos de patches.

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Quer mais? Além de poder conferir a coleção no site da marca, a Reserva vai abrir pela primeira vez uma loja em natal, no corredor principal do Natal Shopping.

Miu Miu Resort 2020
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Subreposição é palavra de ordem da Miu Miu

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A Miu Miu apresentou sua coleção Resort 2020 no hipódromo de Paris e, na hora, as imagens viralizaram na internet. Aqui no Brasil, isso se deve em muito a presença da atriz Bruna Marquezine, convidada VIP do desfile. A moçoila apareceu com um mix que está com tudo no universo da moda. Contrastando com romantismo das rendas e babados da camisa, a produção traz peças mais arrojadas, quase que fetichistas. Botas de cano alto e bolsa com alça de correntes deixam o look bem contemporâneo.

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Miu Miu Resort 2020

Uma das estampas mais interessantes – e justamente a razão da escolha do local do desfile – mostra cavalos repetidos de forma minimalista. Essa é outra versão romântica da linha da Miu Miu, que apostou no mix de padronagens bem diferentes em cores vibrantes. Muitas dessas estampas tem um perfume vintage super interessante.

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Miu Miu Resort 2020

Alerta trend para os acessórios, cinturas altas (as vezes até com calças com cós duplo), muita alfaiataria e mangas bufantes de verdade. Entre os acessórios, aliás, tem mix dos pés a cabeça, literalmente. A sobreposição de chapéus deu o que falar. Difícil de usar, mas serve de referências.

 

 

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Camisetas irreverentes: um clássico

 

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Uma estátua grega tirando uma selfie, um leão rastafari fazem parte do universo lúdico do inverno 2019 da Maresia. As estampas divertidas inspiradas em quadrinhos, as colagens com revistas e figurinhas que remetem a trabalhos artísticos são destaque na coleção Meu Lugar, que reúne estilos de diferentes décadas. Além do bloco Comic & Books, a trend Arte e Mash Up, inspirada na cultura pop e referências clássicas da história da arte e suas vertentes com a linguagem das redes sociais, cultura de rua e memes da internet, contribuem para o mood despojado de peças.

Maresia - Inverno 2019 - Cred foto_ Marcos Montenegro (1)A miscelânea de padrões propostos para a temporada conta com elementos extraídos da cultura de várias partes do globo. O bloco Etnicool faz um passeio pela África, China, México e Oceania. O destaque fica para a pegada mais rústica das peças, cartela de cores mais terrosa e uso de traços como o Maori e de animais, como o tubarão e o elefante, este último símbolo da África e representante da força e sabedoria.

E é essa sabedoria aparece nas frases estampadas nas t-shirts descontraidas, escritas na linguagem universal. Entre as mensagens, destaque para “Strong Roots”, diretamente ligada ao mood da coleção.

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