A aprovação ao governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cresceu de 32% para 37% desde a segunda quinzena de junho e atingiu sua melhor taxa de ótimo ou bom desde o início do mandato nesta segunda semana de agosto.

A reprovação, soma da avaliação ruim e péssima, teve recuo mais acentuado e caiu de 44% para 34% no mesmo período. A parcela que considera o governo Bolsonaro regular também cresceu, de 23% para 27%, e há ainda 1% que preferiu não opinar.

Os resultados mais atuais fazem parte de pesquisa feita nos dias 11 e 12 de agosto, junto a 2065 brasileiros com 16 anos ou mais, em todas as regiões do país. Para evitar contato pessoal, as entrevistas foram feitas por telefone. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos considerando o total da amostra.

Nordeste

Na Região Nordeste o índice de ruim ou péssimo caiu 17 pontos (de 52% para 35%). Também houve queda acentuada, de 13 pontos, entre os mais pobres (de 44% para 31%), na parcela menos escolarizada (de 40% para 27%) e entre os mais jovens (de 54% para 41%), embora esse último continue sendo o grupo etário que mais rejeita a gestão do atual presidente.