Estava marcada para esta quarta-feira (30) a primeira audiência das testemunhas da Operação Dama de Espadas, deflagrada pelo Ministério Público Estadual para investigar o desvio de recursos públicos na Assembleia Legislativa, entre os anos de 2006 e 2011.

A fase de instrução processual foi adiada para 26 de junho, sob alegação dos advogados de defesa dos réus, de que não tinham conhecimento sobre a delação premiada da ex-procuradora Rita das Mercês. O juiz Ivanaldo Bezerra acatou o argumento dos advogados, mesmo reconhecendo que a delação consta nos autos do processo.

O Ministério Público, através do promotor Afonso de Ligório, ponderou que a suspensão pode representar um precedente para outros possíveis pedidos de suspensão.

No total, 24 testemunhas serão ouvidas nessa fase do processo.