Economia

Governo Federal propõe salário mínimo de R$ 1.002 para o próximo ano

Wellton Máximo e Paulo Victor Chagas – Repórteres da Agência Brasil

Pela primeira vez, o valor do salário mínimo ultrapassará R$ 1 mil. O governo propôs salário mínimo de R$ 1.002 para o próximo ano, o que representa alta de 5% em relação ao atual (R$ 954). O valor consta do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018, apresentado hoje (12) pelos ministros do Planejamento, Esteves Colnago, e da Fazenda, Eduardo Guardia.

Em 2019, a fórmula atual de reajuste será aplicada pela última vez. Pela regra, o mínimo deve ser corrigido pela inflação do ano anterior medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) de dois anos anteriores.

Em 2017, o PIB cresceu 1%. Para a estimativa de inflação, o governo considerou a previsão de 4% para o índice de inflação que consta do Boletim Focus, pesquisa com mais de 100 instituições financeiras divulgada toda semana pelo Banco Central.

A LDO define os parâmetros e as metas fiscais para a elaboração do Orçamento do ano seguinte. Pela legislação, o governo deve enviar o projeto até 15 de abril de cada ano. Caso o Congresso não consiga aprovar a LDO até o fim do semestre, o projeto passa a trancar a pauta.

Economia

CODERN recebe aval da Prefeitura de Natal para iniciar construção de muro em espaço do antigo Maruim

O diretor-presidente da Companhia Docas do Rio Grande do Norte, Emerson Fernandes, foi recebido em audiência nesta terça-feira (03) pelo prefeito de Natal, Carlos Eduardo, no Palácio Felipe Camarão, para uma definição em torno da antiga área da comunidade Maruim que passará a ser do Porto de Natal.

Emerson reconheceu a importância da reurbanização do local e a importância que terá para o Porto de Natal: “Depois de 32 anos de luta persistente podemos alcançar o aumento da área de pátio do nosso Porto”.

Carlos Eduardo enfatizou os recordes na movimentação de frutas que vem alcançando o Porto de Natal. “Com maior área de pátio disponibilizada a partir da reurbanização do Maruim, o Porto de Natal passa a ter potencial para aumentar ainda mais a sua movimentação”, afirmou.

A CODERN abrirá nos próximos dias o processo licitatório para em seguida contratar a empresa vencedora e começar a realização da obra que já está com recursos assegurados.

CODERN

Economia

Faturamento da indústria aumenta 0,5%, informa CNI

Depois de dois meses consecutivos de queda, o faturamento da indústria aumentou 0,5% em fevereiro na comparação com janeiro, na série livre de influências sazonais. Com isso, o faturamento real é 6,5% superior ao registrado em fevereiro de 2017, informam os Indicadores Industriais, divulgados nesta segunda-feira, 2 de abril, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Conforme a pesquisa, as horas trabalhadas na produção caíram 0,5% em fevereiro frente a janeiro, na série de dados dessazonalizados, interrompendo uma sequência de três resultados positivos. Na comparação com fevereiro do ano passado, as horas trabalhadas na produção cresceram 1%.  O nível de utilização da capacidade instalada ficou em 78%, praticamente o mesmo de janeiro, e está 1,4 ponto percentual acima do registrado em fevereiro de 2017. “A pesquisa mostra alguma acomodação do ritmo de atividade da indústria”, avalia a CNI.

O levantamento mostra ainda que o emprego continua se recuperando. O indicador de emprego subiu 0,1% em fevereiro frente a janeiro na série livre de influências sazonais. Em relação a fevereiro do ano passado, o emprego aumentou 0,5%. “Nos últimos cinco meses, o aumento acumulado é de 1,3%”, diz a pesquisa.

“Essa melhora, ainda que lenta, do emprego industrial é muito importante. É sinal de que a confiança do empresário está se traduzindo em aumento da produção e das contratações, apontando para a retomada dos investimentos”, afirma o economista da CNI Marcelo Azevedo.

A massa real de salários aumentou 1,2% e o rendimento médio real do trabalhador cresceu 1,8% em fevereiro frente a janeiro na série dessazonalizada. Na comparação com fevereiro de 2017, a massa real de salários subiu 3,4% e o rendimento médio real, 2,9%.

EconomiaPoder

Alesat atrai atenção de grupos internacionais

Da Revista Exame

Quando fechou a venda da distribuidora de combustíveis Alesat para a concorrente Ipiranga, por 2,17 bilhões de reais, em junho de 2016, o empresário Marcelo Alecrim começou a fazer planos para uma vida nova. Imaginou que em seis meses tudo estaria aprovado e, depois de passar mais um ano como consultor no grupo, estaria livre para tirar um sabático, montar uma nova empresa ou escrever um livro com a história de sua vida. Os 14 meses que se seguiram, no entanto, foram de apreensão tanto para Alecrim quanto para seus mais de 1 200 funcionários. Nesse período, foi ficando latente uma postura mais dura do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que bloqueou uma fusão importante e poderia vetar também a venda da Alesat. Enquanto esperava pela decisão do Cade, a empresa viu seu negócio se deteriorar. A participação de mercado caiu de 4% para 2,9%. O faturamento recuou de 12,42 bilhões de reais, em 2016, para 11,19 bilhões, em 2017. Quando o Cade de fato vetou o negócio em agosto do ano passado, Alecrim e seus sócios, os fundos Darby e Asamar, deixaram de ganhar um dinheirão: cerca de 694 milhões, 396 milhões e 1,08 bilhão de reais, respectivamente. E viram-se forçados a correr atrás do tempo perdido. “Estávamos com o freio de mão puxado e de repente tivemos de acelerar para colocar o plano B em ação”, afirma Alecrim.

O plano B consistia em duas fases. Primeiro, era preciso melhorar imediatamente os resultados. A empresa renegociou contratos que estavam parados com fornecedores, montou uma importadora de combustíveis e fechou seus escritórios em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro para concentrar as operações em São Paulo. Também aumentou o relacionamento com os donos de postos, que estavam inseguros sobre seu futuro. Em seis meses, segundo a empresa, a fatia perdida de mercado foi recuperada. Era a hora de começar a parte mais difícil do plano: implementar uma estratégia de crescimento de longo prazo. Sem o grupo Ultra, a Alesat voltou a ser o que era: uma nanica num mercado em que as três principais concorrentes têm cerca de 66% de participação. A BR Distribuidora domina o setor com 28%, a Ipiranga tem 20%, e a Raízen, 17%, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo. Elas têm escala na compra de equipamentos para a construção de novos postos, na negociação de produtos vendidos nos postos (como lubrificantes) e principalmente nos custos de distribuição. Sozinha e com pouca capacidade de investimento, a Alesat poderia ver seus postos ser assediados pela concorrência. “Há um risco de a Alesat ficar isolada: sem fôlego para competir com as grandes e ao mesmo tempo distante das pequenas”, afirma Antonio Ticianeli, diretor da consultoria MTX, especializada em óleo e gás.

Para brigar com as grandes, a Alesat quer comprar as pequenas, já que não há outra grande companhia de porte similar no Brasil. Atualmente, 12% dos 42 000 postos do país são dominados por marcas pequenas. A maior participação da Alesat está nas regiões Sudeste e Nordeste, onde detém, respectivamente, 3,7% e 3,3% dos postos, principalmente longe das grandes cidades. Nas demais regiões, a participação é inferior a 2%. A estratégia adotada pela Alesat sempre foi crescer em cidades onde as grandes redes ficavam de fora. Seguindo a lógica, um mercado em potencial estaria na Região Centro-Oeste, onde as três grandes têm 38% do mercado (no Sudeste, alcançam 51%). Para marcar a nova estratégia, logo após a negativa do Cade, a Alesat se desfiliou do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes, entidade da qual fazia parte desde 2007 e que reúne as três maiores companhias de distribuição. Agora a Alesat integra a Associação das Distribuidoras de Combustíveis, que reúne as menores do setor. “O voto do Cade deixou claro que as maiores redes não podem mais comprar, mas nós podemos”, afirma Alecrim. Uma prioriade é converter os postos sem bandeira, que aproveitaram a crise econômica para avançar de 40% para 42,5% do mercado em três anos. Como não pagam royalties, eles conseguem vender mais barato, o que virou um enorme diferencial competitivo na crise. “Na medida em que a economia melhorar há uma expectativa de conversão de parte desses postos bandeira branca para marcas conhecidas. A Alesat está adotando uma postura agressiva nesse nicho”, diz um analista de um grande banco.

De aquisições a Alesat entende. O que começou com um posto de combustíveis do pai de Alecrim em Canguaretama, cidade de 25 000 habitantes no interior do Rio Grande do Norte, na década de 70, virou a Satélite Distribuidora de Petróleo em 1996. A Sat, como era conhecida, se fundiu em 2006 com a mineira Ale, que já era a quarta maior distribuidora do país, controlada pelo grupo mineiro Asamar. Para chegar até aqui, a empresa comprou algumas operações, como a Polipetro, que tinha atuação no Sul do país, e as operações da multinacional Repsol no Brasil, ambas em 2008, e a recifense Ello-Puma, em 2012. Hoje, é uma rede de 2 017 postos com um faturamento de 11,19 bilhões de reais. É pouco num mercado superlativo. A BR Distribuidora tem 7 617 postos e faturou 84,5 bilhões de reais em 2017. A meta da Alesat é acrescentar 200 novos postos à sua rede neste ano. O problema é que as principais concorrentes também estão com apetite para crescer. A BR Distribuidora, que abriu o capital no fim do ano passado, afirmou que pretende recuperar a participação de mercado perdida nos últimos anos. O grupo Ultra anunciou um investimento de 1,55 bilhão de reais na marca Ipiranga.

A decisão do Cade deixou claro que as outras duas grandes empresas brasileiras também não podem adquirir a Alesat, mas a companhia tem atraído a atenção de empresas estrangeiras. O grupo holandês de energia e commodities Vitol recentemente fez uma proposta de cerca de 1,8 bilhão de reais pela empresa e o grupo francês Total, quarta maior companhia de óleo e gás do mundo, que já negociou a compra da Alesat há cerca de dez anos, também voltou a sondá-la. Um sócio internacional poderia dar a estrutura necessária para a Alesat competir com as grandes. Outra opção é fazer uma oferta inicial de ações na bolsa brasileira, a B3, o que poderia acontecer ainda neste ano. “Eles de fato estudam um IPO. Mas, se pintar uma proposta boa, eles vendem”, diz um executivo a par do assunto.

O dilema vivido pela Alesat também atingiu outras companhias que tiveram suas operações negadas pelo Cade. Desde o ano passado foram reprovadas a união das empresas de educação Kroton e Estácio, a dos frigoríficos Mataboi e JBJ, a das distribuidoras de combustíveis Ipiranga e Alesat e a das empresas de gás Liquigás e Ultragaz. Para as consolidadoras, superar a negativa é sempre mais fácil. Para as menores, deixadas no altar, o desafio é sempre maior. Há incertezas tanto nas operações quanto ao que acontecerá com seu quadro societário. A Estácio empreendeu uma série de mudanças desde a rejeição do Cade, em junho, incluindo redução dos custos administrativos, mudanças na forma de atrair e reter alunos e alterações na maneira de cobrar mensalidades, que a tornaram mais parecida com a líder Kroton. A empresa também teve mudanças entre seus acionistas. A gestora americana Advent comprou ações da Estácio até acumular 11% do capital e ajudou a desenhar uma estratégia que fez o valor de mercado mais do que dobrar em nove meses. Ficar sozinho pode ser a chance de um recomeço animador. Sem centenas de milhões no bolso, é verdade.

EconomiaNatal

Fecomércio aponta crescimento de 26,7% no público do Carnaval de Natal

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio Grande do Norte (FECOMÉRCIO RN) divulgou, nesta segunda-feira (27), a pesquisa com o perfil do público e empregabilidade durante o Carnaval Multicultural de Natal, na sede da entidade, no bairro do Alecrim. Os números apresentados apontam um crescimento de público de 26,7% e 52,23% a mais na movimentação financeira no período da festa, na capital potiguar. O público total de foliões que esteve no evento chegou a 573.654 pessoas. Ano passado, o número de presentes foi de 452.670.

Em relação aos gastos, os foliões fizeram circular na economia da cidade, R$ 61.442.595,47. Em 2017 esses gastos foram de R$40.359.369,14. Na festa do ano passado o investimento da Prefeitura foi de R$ 4,5 milhões, contra R$ 5,5 milhões agora em 2018. Os números apontam um retorno positivo do investimento público no evento.

“O carnaval é fonte de alegria e de movimentação econômica. A pesquisa mostra o acerto da Prefeitura do Natal quando, desde 2014, resolveu ser audaciosa e decidiu apostar no carnaval. Hoje a festa é uma realidade na nossa cidade. Uma festa que resgatou tradição e que levou alegria para a população em todos os polos. Uma festa segura onde não tivemos registros de insegurança em nenhum dos polos. Fizemos tudo isso em um período de crise. Mas nós enfrentamos, investimos e acreditamos. Fomos aconselhados a tirar o pé do acelerador, mas eu disse que não poderia acabar uma festa na qual investe-se R$ 4 milhões e que tem-se de volta R$ 40 milhões em movimentação econômica”, comentou o prefeito Carlos Eduardo.

O gasto médio diário individual também teve uma variação positiva. Os turistas gastaram (excetuando a hospedagem) R$ 118,73. Ano passado essa média foi de R$ 109,58. Os gastos dos natalenses durante a festa também tiveram curva ascendente. Este ano a média foi de R$ 65,17, contra R$ 61,52 em 2017. Desses gastos médios, tanto turistas quanto potiguares investiram mais seu dinheiro no item alimentação. No caso dos visitantes 41,5% do total consumido teve esse item como destino. Os natalenses chegaram a 59,7% de gastos com alimentos.

Apresentação do balanço do carnaval_F_Anderson Régis (28)

Foto: Alex Régis

EconomiaTurismo

Maior e mais luxuoso navio residencial do mundo pernoita em Natal

Atracou no Porto de Natal às 14h desta quinta-feira (22), vindo de Fernando de Noronha, o cruzeiro The World, maior e mais luxuoso navio residencial do mundo. É considerado uma bela cidade flutuante, tranquila, luxuosa e completa, equipada com instalações de alta qualidade e remates de luxo, que criam uma atmosfera refinada e íntima para os proprietários residentes.

O navio com 414 passageiros (já somado os tripulantes), pernoita em Natal e nesta sexta-feira (23) por volta das 17h segue viagem com destino a Cabo Verde, país localizado em um arquipélago formado por dez ilhas vulcânicas na região central do Oceano Atlântico, a 570 quilómetros da costa da África Ocidental. Atualmente o The World conta com moradores originários de cerca de 40 países diferentes que vivem a bordo do navio, em sua maioria, americanos e europeus.

O navio construído em 2002 é avaliado em U$ 380 milhões de dólares, possui 165 unidades habitacionais que custam entre US$ 2 milhões de dólares e US$ 15 milhões de dólares. Possui seis restaurantes, piscinas, SPA, simulador de golfe, campo de ténis, pista de cooper, supermercado, capela, boutique, saunas, sala de exposições, centro de fitness, cinema, biblioteca, apresentações musicais ao vivo, excursões, aulas de dança, navegação, línguas, natação, idiomas, culinária, artesanato, música, informática e fotografia, além de experiências várias, tais como excursões em terra.

The World

EconomiaTurismo

Após passar o dia em Natal, Cruzeiro Seabourn Quest segue para Fortaleza

O Porto de Natal recebeu mais um navio de passageiros nesta quinta-feira (08), dentro da temporada que teve início em novembro de 2017 e terminará em abril de 2018. O Seabourn Quest, pela segunda vez, visita Natal na mesma temporada.

Com 450 passageiros a bordo, distribuídos em 225 amplas suítes de luxo, das quais 202 têm varanda e sete têm acesso facilitado para cadeiras de rodas, o navio de luxo seguiu para Fortaleza (CE).

O navio dispõe de seis bares e salões para serem aproveitados a bordo, assim como um centro de fitness, salão de shows, piscinas, saunas, e uma marina retrátil que permite os hóspedes nadarem, praticarem o snorkel, windsurf, caiaque, ou ski aquático, sem terem que se ausentar do navio.

A Previsão da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN) é receber 10 Cruzeiros na temporada que se encerrará em abril.

OBS: Estava programado para o navio seguir de Natal para Santarém (PA), mas ocorreu uma modificação na rota.

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Economia

Natal sediará feira de negócios para casamento

Acontece no dia 21 de Março a Casar Macamirim, feira de negócios para casamento que reúne os melhores fornecedores do mercado Natalense. O evento será realizado na Macamirim Eventos das 16h às 22hrs.

Em seu segundo ano de feira, a Macamirim reúne esforços para que noivos possam otimizar o planejamento e realização de seus eventos, com descontos e benefícios imperdíveis num dia específico para fechar contratos.

A Macamirim Eventos se consagrou no mercado de casamentos no estado como um espaço de eventos livre e singular, abrindo suas portas para os fornecedores que já estavam há anos no ramo e os novos parceiros, com intuito também de trazer um serviço exclusivo para os mais diversos gostos. Com mais de 3000m2 de área externa e 350m2 de área coberta climatizada, o espaço criou e identificou uma demanda por casamentos descontraídos, personalizados e elegantes.

A feira reunirá cerca de 65 fornecedores entre iluminação e som, geradores, cerimoniais, vestidos de noiva, serviço de maquiagem e cabeleireiros, manobristas, buffets, decoração, e entre outros. O evento acontece na Macamirim Eventos no dia 21 de Março, de 16h às 22hrs, e a entrada é gratuita. O evento sugere a de doação de um quilo de alimento não perecível por pessoa. A entrada de acompanhantes será liberada!

As inscrições para a feira serão realizadas gratuitamente no site www.macamirimeventos.com, clicando na aba “FEIRA CASAR MACAMIRIM”.

Foto: Júnior Barreto

Foto: Júnior Barreto

Economia

Meirelles: “O Brasil saiu da pior recessão de sua história”

O Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, participa agora do Seminário Motores do Desenvolvimento.

“O Brasil saiu da pior recessão de sua história”, afirmou o Ministro.

Segundo o Ministro, o crescimento está se espalhando em todos os setores da economia.

E disse ainda que o desemprego está dando vez ao emprego no Brasil.

Economia

Henrique Meirelles e Flávio Rocha participam de seminário em Natal nesta segunda (05)

O Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, estará em Natal nesta segunda-feira (05), para participar do Seminário Motores do Desenvolvimento do RN, promovido pela Tribuna do Norte em parceria com a FIERN, UFRN, Fecomercio, Assembleia Legislativa, SEBRAE, dentre outras importantes instituições do Rio Grande do Norte.

Quem também será palestrante no evento que ocorrerá no Hotel Holiday In é o empresário Flávio Rocha.

São 11 anos do projeto Motores do Desenvolvimento.

Economia

Receita Operacional Líquida da COSERN chegou a R$ 2,1 bilhões em 2017

A Cosern, empresa do Grupo Neoenergia, divulgou os resultados econômico-financeiros de 2017. O destaque foi para o lucro de R$ 188 milhões (10% a mais em relação a 2016) e para o EBITDA (sigla em inglês para “Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização”), que alcançou R$ 367 milhões (aumento de 16% comparado ao ano anterior).

A Receita Operacional Líquida (ROL) da Cosern, que atende 1,4 milhão de clientes em todo Rio Grande do Norte, cresceu de R$ 1,8 bilhões em 2016 para R$ 2,1 bilhões em 2017 – um aumento de 17%.

Para o Diretor Presidente da Cosern, Luiz Antonio Ciarlini, mesmo num contexto macroeconômico adverso, o desempenho econômico-financeiro divulgado evidencia a solidez da Cosern. “Os números também se refletem em melhoria expressiva nos nossos indicadores de qualidade, no reforço da confiabilidade do nosso sistema elétrico e na satisfação dos nossos clientes”, disse Ciarlini.

Foto: Canindé Soares

Economia

Exportadora de produtos de sisal do RN desenvolve projeto para incentivar plantação de agave no Estado

Única empresa fabricante de produtos manufaturados com fibra de sisal do Rio Grande do Norte, a Sisaltec está desenvolvendo uma série de ações para implantação de um programa de incentivo a cultura do agave, planta de onde é produzida a fibra de sisal.

Junto com a Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Estado do Rio Grande do Norte (FETARN) está sendo debatido um projeto para melhoria dos campos existentes e recuperação dos campos abandonados, além de ampliação de novas áreas para o cultivo.

Nesse foco, o assessor da Fetarn, engenheiro agrônomo Joseraldo Medeiros do Vale, esteve com os pesquisadores da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, unidade de Campina Grande – PB) Odilon Reny Ferreira e Waltemilton Vieira Cartaxo , ambos com vasta experiência no agronegócio do sisal, e visitaram a Sisaltec. Eles conheceram todo trabalho desenvolvido pela industria.

 A diretoria da empresa, que exporta desde 2016 fio agricola de sisal para os Estados Unidos, apresentou as inovações e ideias já implantadas. Um dos destaques abordados na reunião foi a perspectiva da ampliação dos negócios no mercado internacional e nacional a partir da crescente preocupação mundial com o meio ambiente.

Os diretores da Sisaltec estiveram com os engenheiros da Fetarn e Embrapa na área rural de João Câmara, mostrando a realidade atual dos campos no Estado, que no passado já chegou a produzir 8.000 toneladas por ano e hoje não chega nem a 1.500 toneladas. Os diretores da indústria ressaltaram a necessidade urgente do projeto de reorganização e ampliação do cultivo de agave no Rio Grande do Norte. O projeto, que melhora a qualidade e produtividade, visa tornar  esse cultivo uma atividade mais rentável e convidativo para os trabalhadores rurais.

diretores da Sisaltec e engenheiros da fetarn e embrapa

EconomiaEstado

Bancada e empresários vão ao Ministro das Relações Exteriores e reforçam pedido para lei que beneficia indústria salineira potiguar

A possibilidade de não prorrogação da lei que protege a indústria salineira do dumping por parte de empresas do Chile foi tema de reunião entre integrantes da bancada federal potiguar e empresários com o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, nesta terça-feira (20), no Itamaraty.

O dumping é ação de pôr à venda produtos a um preço inferior ao do mercado, especialmente no mercado internacional. Em setembro do ano passado, havia um decreto da Lei antidumping para o sal brasileiro, válido por cinco anos, mas cujo prazo de validade expirou em setembro do ano passado.

Participaram da reunião, a senadora Fátima Bezerra (PT) e os deputados federais Beto Rosado (PP), Felipe Maia (DEM), Rafael Motta (PSB) e Zenaide Maia (PR), além dos empresários do setor salineiro, Airton Torres e Renato Fernandes.

Rafael Motta reforça pedido para lei antidumping e ressalta importância da indústria salineira do RN3

Economia

Advogado potiguar consegue liminar para destravar exportação de Pescado para União Europeia

Desde o dia 3 de janeiro deste ano que não se exporta nada de pescado do Brasil para a Europa!

A decisão do dia 3 de janeiro para suspender a exportação foi do Ministério da Agricultura daqui do Brasil, mas baseado num fato isolado de Santa Catarina.

Nossa realidade aqui no Rio Grande do Norte é outra.

Nossas condições sanitárias e equipamentos (barcos) usados são outras.

Por isto, houve o recurso de uma empresa pesqueira daqui do Estado. Trata-se da Pesqueira Nacional, localizada aqui no RN. Que obteve liminar junto a 4ª Vara da Justiça Federal e vai exportar Atum e Meca para a Espanha com a carga partindo do Porto de Natal, no sábado (17, amanhã) ou domingo (18).

Tal decisão foi obtida pelo advogado potiguar Sebastião Leite Jr.

CRONOLOGIA:

Setembro de 2017 a União Europeia (UE) veio fiscalizar os barcos e indústrias do Brasil. Não gostou do que viu.

Dezembro de 2017, sai relatório da UE dizendo que o Brasil precisava fazer cumprir a legislação europeia.

Dezembro de 2017 o governo do Brasil se antecipa a UE e edita Memorando proibindo geral as exportações antes que a UE o fizesse.

Economia

Após dois anos, comércio volta a crescer e fecha 2017 em alta de 2%

Com informações do G1

O comércio varejista brasileiro cresceu 2% em 2017, após dois anos de fortes quedas. O resultado foi influenciado pelas vendas de móveis e eletrodomésticos, que voltaram a aumentar com a queda das taxas de juros. A pesquisa foi divulgada nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (9).

O setor de hipermercados também vendeu mais em 2017, 1,4%, e ajudou o varejo brasileiro a dar sinais de recuperação.
Apesar do avanço, o IBGE pondera que que ainda é cedo para falar em recuperação total. “2017 rompe um período de dois anos de queda nas vendas nacionais, mas ainda está longe de recuperar a perda de 10,2% acumulada nesse período”, disse Isabella Nunes, gerente da pesquisa do IBGE.

Economia

Seridó se prepara para expandir energia renovável

A cidade de Currais Novos (RN) sediará na próxima quarta-feira (07) a instalação do Programa Regional de Desenvolvimento das Fontes Renováveis de Energia do Seridó́ (“Seridó́ Solar”), que visa a criar e organizar ambientes favoráveis ao investimento na geração de energia a partir das fontes renováveis – solar e eólica.

A iniciativa do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE) em parceria com o Sindicato das Empresas do Setor Energético do Estado do Rio Grande do Norte (SEERN) e entidades parceiras nacionais e regionais começará a apresentada às lideranças governamentais, empresariais e rurais da região do Seridó em reunião ordinária da Associação dos Municípios do Seridó Oriental (AMSO) e da Associação dos Municípios do Seridó do RN (AMS), e prosseguirá com outras reuniões ao longo da semana, em Caicó e em Currais Novos.

Na região do Seridó, o potencial de geração de energia mais conhecido é o vento da Serra de Santana, na qual foram instaladas algumas dezenas de parques eólicos, com centenas de turbinas (aerogeradores). “Hoje, a Serra de Santana é uma das principais regiões produtoras de energia do Estado, juntamente com a região do Mato Grande e o Litoral Norte potiguar”, explica Darlan Santos, diretor setorial de energia eólica do CERNE.

Economia

Brasileiros começam o ano mais confiantes, informa pesquisa da CNI

O Índice Nacional da Expectativa do Consumidor (INEC) alcançou 102,9 pontos em janeiro. O indicador aumentou 2,4% na comparação com dezembro de 2017, mas está 4,7% abaixo da média histórica, que é de 108 pontos, informa a pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 29 de janeiro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

“Apesar da melhora das expectativas, a confiança do consumidor continua baixa, o que limita uma recuperação mais forte do consumo”, destaca o economista da CNI Marcelo Azevedo. O aumento da confiança dos consumidores no primeiro mês do ano é resultado da melhora as expectativas em relação à inflação, ao desemprego e à renda pessoal na passagem de dezembro para janeiro. O indicador de expectativas sobre a inflação aumentou 4%, o de desemprego subiu 6% e o renda pessoal cresceu 5,3% em janeiro na comparação com dezembro 2017. Quanto maior os índices, maior é o número de pessoas que espera a queda da inflação e do emprego e o aumento da renda pessoal nos próximos seis meses.

O indicador de expectativas em relação ao endividamento cresceu 1,2% e o de situação financeira cresceu 1,9% também na comparação de janeiro frente a dezembro. Isso mostra que cresceu o número de pessoas que espera a queda do endividamento e a melhora da situação financeira. Mesmo assim, os consumidores estão cautelosos com as compras. O índice de expectativas de compras de bens de maior valor caiu 0,7% na comparação com dezembro.

O INEC antecipa tendências de consumo. Consumidores com perspectivas positivas e com boa situação financeira tendem a comprar mais, o que contribui para a retomada da atividade econômica.

Esta edição do INEC, feita em parceria com o Ibope, ouviu 2.002 pessoas em 143 municípios entre os dias 18 e 22 de janeiro.

EconomiaTurismo

Cruzeiro Sirena passa por Natal em viagem pela costa brasileira

Em tour pela costa brasileira, o Cruzeiro Sirena, com capacidade para 684 hóspedes, atracou no Porto de Natal na manhã desta sexta-feira (26) vindo de Salvador (BA) e partiu às 16h com destino a Fortaleza (CE).

Construído em 1999, o navio passou por uma reforma em 2016, se tornando um elegante irmão dos charmosos Regatta, Insignia e Nautica, todos da Oceania Cruises. O transatlântico tem 342 suítes e cabines de luxo, 180 metros de comprimento e navega a uma velocidade de 18 nós.

O Sirena conta com dois novos restaurantes a bordo: o Red Ginger, de inspiração asiática, e o Tuscan Steak, especializados em carnes. Mas a grande novidade gastronômica do Sirena fica por conta do Grand Dining Room, que durante o almoço se transforma no Jacque Bistro e oferece um menu exclusivo assinado pelo lendário chef francês Jacques Pepin.

A embarcação dispõe ainda de três boutiques, bares, chá da tarde, SpaClub, academia, sauna, cassinos, biblioteca de inspiração inglesa, piscina e deck com campo de golfe, shuffleboard e pista de corrida para os praticantes de esportes.

Está previsto para o mês de março novos navios de passageiros atracarem no Porto de Natal, ainda dentro da nova temporada iniciada em novembro de 2017 e que se estende até abril de 2018, com a expectativa de até dez cruzeiros no total.

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