Economia

Festa do Boi segue interditada, população protesta, causa engarrafamento e tenta invadir o Parque Aristófanes Fernandes

A Festa do Boi segue interditada e a população não teve acesso ao local nesta segunda-feira (12).

O show infantil previsto para acontecer na Arena de Shows foi transferido para o próximo domingo (18), data de encerramento do evento.

Revoltada com o descaso, a população protestou fechando a BR-101 e tentou invadir o Parque Aristófanes Fernandes.

Um enorme engarrafamento acontece neste momento no sentido Natal-Parnamirim.

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Público continua sem acesso a Festa do Boi

O Parque Aristófanes Fernandes, em Parnamirim, continua interditado e o público sem acesso a 53ª Festa do Boi. 

A interdição judicial ocorreu entre a tarde-noite deste domingo (11). 

No sábado (10), após vistoria, o Corpo de Bombeiros não concedeu habite-se do local. Com isso, o Ministério Público pediu a interdição que foi prontamente atendida pelo juiz Deyvis de Oliveira Marques. 

Há uma informação extra-oficial chegada ao blog de que a ANORC atendeu às exigências do Corpo de Bombeiros e uma nova vistoria será feita para posterior liberação do local. 

É aguardar. 

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Secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico visita a CODERN e se reúne com Diretores

A Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN) recebeu a visita na manhã desta quarta-feira (07) do Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Flávio Azevedo, que concedeu entrevista a jornalistas da Rede TV de São Paulo e aproveitou para se reunir com o Diretor-Presidente, Emerson Fernandes, e o Diretor Técnico-Comercial, Hanna Yousef.

Foram discutidas as possibilidades de rotas de cruzeiros entre Natal e Fernando de Noronha, além do local mais adequado para a instalação de um novo Porto no Rio Grande do Norte, assunto que a CODERN já vem trabalhando há anos e passa a contar com o apoio do Governo do Estado, por meio do Secretário Flávio Azevedo.

“Foi uma reunião bastante proveitosa, onde discutimos assuntos importantes de interesse da CODERN, mas também do Estado do Rio Grande do Norte. É importante essa interação e diálogo com a Secretaria de Desenvolvimento para pensarmos juntos, trabalharmos juntos e crescermos juntos”, avaliou Emerson Fernandes sobre a reunião.

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O povo é quem vai pagar a conta no RN

Tramita na Assembleia Legislativa uma proposta do Governo de Robinson Faria (PSD) para aumentar os impostos no Rio Grande do Norte. Se aprovado, alimentos, gasolina e outros produtos terão aumento no Estado, impactando diretamente a população, que já paga uma alta carga tributária.

Temendo um aumento da crise no comércio, entidades representativas do setor empresarial do Estado, como FIERN, Fecomércio, CDL, FCDL e outras, decidiram encampar uma luta contra o aumento de impostos, que começou com reuniões internas e terminou nos outdoors que espalharam pelas ruas de Natal.

Ontem (05), após reunião da categoria com o governador Robinson Faria (PSD), onde os representantes entraram como leões e saíram como peixe, nos resta a certeza do recuo. Vem aí de fato o aumento de impostos no Rio Grande do Norte.

A gasolina que já teve aumento nos últimos dias, vai aumentar ainda mais. E os produtos ficarão mais caros nas prateleiras dos supermercados. Sou eu, você, somos nós que vamos pagar pela crise no Estado. É justo? Não, mas o que nos resta é pagar. O caminho parece que vai ser esse.

Torraram o meu, o nosso dinheiro, o Governo Robinson está acabando o Fundo Previdenciário, quer também utilizar até os depósitos judiciais e ainda quer aumentar os nossos impostos. Já não está demais? Como se dará um basta nisso?

Bom…

É você que vai pagar a conta pela crise no Rio Grande do Norte.

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Entidades empresariais do RN não vão mais se opor ao aumento de impostos proposto por Robinson

Ao que tudo indica, o povo vai mesmo pagar a conta da crise financeira no Rio Grande do Norte. 

O Governador Robinson Faria reuniu hoje (05) líderes empresariais do Rio Grande do Norte para discutir o aumento de impostos proposto pelo seu Governo e já em tramitação na Assembleia Legislativa. 

O Governador alegou que diante da redução dos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE) pelo Governo Federal, o Rio Grande do Norte terá até o final deste ano uma frustração de receitas de R$ 500 milhões.

Os empresários não saíram afirmando concordar com o Governo, mas ao se calarem, demonstram que não vão mais se opor. 

Deverão retirar da rua os outdoors que estimulam a campanha contra o aumento de impostos. 

Continuam os outdoors do deputado estadual Kelps Lima (SDD). Ninguém sabe até quando. 

Foto: Demis Roussos 

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CDL e FCDL encaminharão à Assembleia documento contra aumento de impostos no RN

A proposta do governo do Rio Grande do Norte de aumentar as alíquotas do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) resultará no envio de um documento, em fase de elaboração pela Federação de Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL) e da Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL-Natal), para a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do RN.

A confirmação foi dada pelo presidente da CDL-Natal, Augusto Vaz, que acompanhado do presidente da FCDL, Afrânio Miranda, e do dirigente, João Xavier, se reuniram com a deputada estadual e presidente da CCJ, Márcia Maia (PSB-RN), no início desta tarde na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.

Os dirigentes se mostraram contrários à medida, enquanto a parlamentar defendeu cautela na tramitação da proposta que recebeu o pedido de urgência na tramitação.

  

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Prefeito de São Gonçalo do Amarante apresenta vantagens do RN na disputa pelo HUB da TAM

Nesta sexta-feira (25), o prefeito municipal de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado, recebeu no Teatro Municipal autoridades locais, secretários municipais, servidores públicos, lideranças comunitárias e empresários de diversos setores para tratar dos detalhes sobre a disputa do RN para sediar o HUB (Centro de Conexões de Voo) da Latam. Jaime Calado e o economista e especialista em investimentos e superintendente regional da Caixa Econômica Federal do RN, Roberto Sérgio Linhares, foram os palestrantes e apresentaram o potencial de São Gonçalo nesse processo e o estudo realizado pela empresa de consultoria, Oxford Economics, contratada pela Latam apresentada no último encontro aos representantes do Rio Grande do Norte.

“A ideia é democratizar as informações que temos sobre o HUB da LATAM. Como temos grandes chances de sermos escolhidos, é importante que as pessoas de São Gonçalo saibam a importância desse investimento, os principais fatores da decisão e como o Rio Grande do Norte está nesses três itens principais, em outras palavras, a gente vai avaliar as possibilidades de ganharmos por que a disputa é muito grande. É um investimento que daria para fazer quatro fábricas de automóveis e por isso é tão cobiçado entre os estados concorrentes. Em todas as reuniões que participei sempre fiquei otimista, mas nessa última fiquei mais ainda” afirmou Calado.

A instalação do HUB- LATAM beneficiará mais de 50 atividades econômicas no estado. O impacto maior é em São Gonçalo do Amarante. Se instalado, iniciará gerando cerca de 10 mil empregos diretos e indiretos, depois do quinto ano, poderá gerar mais de 24 mil novos empregos. São Gonçalo do Amarante possui um Plano Diretor moderno contemplando todas as regras de segurança aeroportuária, incentivos fiscais com a redução do ISS para atrair empresas e gerar novos empregos, ainda temos como disponibilizar água pelos próximos 50 anos com a adutora que esta sendo implantada, fora os incentivos que o governo do estado. Os itens determinantes para instalação são: infraestrutura aeroportuária, custos e segurança jurídica.

Ainda prestigiaram o evento a primeira dama e deputada federal, Zenaide Maia, a promotora pública Roseane Moreno, os vereadores Edson Valban, Valda Siqueira, Rayure Protásio, Eraldo Paiva e o presidente da Câmara Municipal, Raimundo Mendes.

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Navio de 190m da CMA CGM passa a fazer rota no Porto de Natal

A partir deste sábado (26) o Porto de Natal passa a ser rota do Navio Merseille, da empresa CMA CGM, uma embarcação de 2.100 TEU de capacidade, sendo integrante da frota própria do Grupo CMA CGM, tendo sido entregue no dia 29 de julho de 2015. A embarcação possui capacidade para acomodar 530 contêineres refrigerados de 40 pés em seus 190 metros de comprimento e 30 de largura.

Para marcar a nova rota do navio, a CMA CGM reuniu empresários, imprensa e entidades em uma solenidade no Terminal Marítimo de Passageiros do Porto de Natal, que foi prestigiada pelo Presidente da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN), Emerson Fernandes; pelo Diretor Técnico-Comercial da CODERN, Hanna Yousef; e pelo presidente da Companhia Docas do Ceará, César Pinheiro, além do Secretário Estadual de Agricultura e Pesca, Haroldo Abuana, que no ato representou o Governador Robinson Faria.

O presidente da CODERN, Emerson Fernandes, ressaltou a parceria com a CMA CGM, empresa há anos é cliente do Porto de Natal: “A CMA CGM é uma importante cliente do Porto de Natal, que contribui com o nosso crescimento e com o desenvolvimento econômico da cidade de Natal e do Rio Grande do Norte. O recebimento deste navio de 190m mostra que estamos preparados para o presente e o futuro”.

Os convidados tiveram a oportunidade de conhecer o Navio Marseille, equipado com as mais recentes eco-tecnologias, o que possibilita a significativa redução de emissão de CO2.

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Paulinho Freire propõe Audiência Pública na Câmara de Natal para tratar sobre o HUB da TAM

Por proposição do vereador Paulinho Freire (PROS), agentes públicos, parlamentares, empresários, secretários municipais e estaduais bem como bancadas federal e estadual, estão sendo convocados para debater sobre o “HUB da TAM”, em Audiência Pública, na próxima terça-feira, 29 de setembro, às 9h30, no plenário “Érico Hackradt” da Câmara Municipal do Natal. O objetivo do vereador Paulinho Freire, que acredita na vitória do RN na disputa, é contribuir para o debate sobre os benefícios que o empreendimento trará para Natal e Grande Natal e o que pode ser feito para ampliar as chances desta conquista.

O parlamentar lembra que o hub terá efeito multiplicador para a economia da Grande Natal com mais de 24 mil empregos gerados em cinco anos e potencial para criar até 42 mil postos de trabalho. Somente no turismo, Paulinho cita que os gastos dos visitantes projetam a geração de 9,1 mil empregos por ano. Ele ressalta que os estudos apontam que a rede hoteleira e alimentação ganhariam 2,9 mil empregos e incremento de US$ 30 milhões. O impacto por setor da economia potiguar ultrapassa a atividade turística sendo que US$ 13 milhões estão projetados em valor agregado para o comércio.
  

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HUB da TAM será tema de encontro em São Gonçalo do Amarante

O prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado, vai reunir autoridades do município e representantes comunitários em um evento que vai tratar dos detalhes sobre a disputa do RN para sediar o HUB (centro de conexões de voo) da LATAM.

O encontro será realizado no Teatro Municipal, às 9h30 desta sexta-feira (25), e abordará a definição de um HUB, como é o funcionamento, qual o investimento necessário, que providências a Prefeitura de São Gonçalo e o Governo do Estado adotaram para atrair o empreendimento, e ainda os impactos econômicos que vai gerar, caso o aeroporto de São Gonçalo seja escolhido.

  

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“É lamentável”, afirma o presidente da Fecomércio sobre aumento de impostos proposto por Robinson

De acordo com a edição impressa desta Tribuna do Norte, o presidente da Federação do Comércio do Rio Grande do Norte, Marcelo Queiroz, criticou o aumento de impostos proposto pelo Governador Robinson Faria (PSD). 

“Ainda não tenho detalhes do projeto. Mas é lamentável todo aumento de imposto. Somos contra toda criação de imposto”, disse Marcelo Queiroz. 

  

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Energy ExpoBusiness lança programação e novidades do evento que acontece no próximo mês‏

Aconteceu na tarde desta quarta-feira (23), na Churrascaria Sal e Brasa, o lançamento do Energy ExpoBusiness. Evento que promete transformar Natal na capital brasileira da sustentabilidade e de energias renováveis desembarca em terras potiguares nos dias 02 e 03 de outubro, no Centro de Convenções, com exposição de equipamentos, projetos e todas as novidades do mercado.

Os organizadores do evento apresentaram a programação que inclui minicursos nas áreas da energia eólica e energia solar, além de conversarem sobre as tendências mercadológicas e sustentáveis que surgem a cada momento, principalmente na região Nordeste. “O momento será perfeito para abrir caminhos para novos negócios, além do mais, ocasião propícia à aquisição de novas informações e conhecimentos a cerca de sustentabilidade e energias renováveis”, disse João Alfredo Macedo, diretor de planejamento do Energy ExpoBusiness.

Estará presente do Energy ExpoBusiness, a WWF (World Wide Found for Nature, “Fundo Mundial para a Natureza” – Organização não governamental internacional que atua nas áreas da conservação, investigação e recuperação ambiental). São parceiros do evento, Banco do Nordeste, CTGás, Idema, Iphan, Fundasolos, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Unimed,Decoleb, Portal No Ar, N2O Produções, G7 Comunicações, Midias Pro, Case Consultoria, Natal Convention & Bureau, InPlantar, Scopo Consultori, New Energy, Macedo e Associados Advogados e Michelle Turismo.

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Estudo aponta que HUB da TAM deve injetar R$ 7,1 bilhões no PIB do RN em cinco anos de operação

O estudo realizado pela Consultoria Oxford Economics, uma das maiores consultorias econômicas do mundo, aponta que o hub poderá trazer um crescimento adicional de US$ 374 milhões por ano ao PIB do Rio Grande do Norte.

Isso representa R$ 7,1 bilhões em um período de cinco anos, considerando a cotação atual.

Todos os números foram apresentados em reunião realizada na tarde de hoje (17), na sede do grupo Latam, em São Paulo.

O levantamento faz parte das análises conduzidas pelo grupo Latam, que considera três estados na disputa pelo centro de conexões de voos internacionais e nacionais do Nordeste: Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco.

A reunião contou com a presença do governador Robinson Faria, dos prefeitos Carlos Eduardo, de Natal, e Jaime Calado, de São Gonçalo, além dos senadores Fátima Bezerra e José Agripino e dos deputados federais Felipe Maia e Fábio Faria, além de Secretários do Estado e dos Municípios. 

Na avaliação do governador Robinson Faria, que acompanhou a apresentação, o resultado é bastante positivo.

Para o prefeito Carlos Eduardo, pelo que ficou indicado no estudo, o projeto do Hub é fundamental para o Rio Grande do Norte vislumbrar um futuro para o seu desenvolvimento.

Fotos: Divulgação  
  

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Workshop de Imóveis em Orlando acontece em Natal

O interesse de brasileiros pelos Estados Unidos ultrapassou os motivos de passeios e compras de varejo. O mercado imobiliário é atualmente um dos grandes, e crescentes, atrativos, principalmente por imóveis na Flórida. Potiguares, ao lado de paraibanos e paulistas, estão entre os maiores compradores.

Diante da grande procura e para ajudar aos que investem e pretendem investir nos EUA, tanto para morar quanto para investir, a WRA Real Estate Solutions está realizando no Brasil o “

Workshop  Imóveis em Orlando”, grande evento em que apresenta excelentes oportunidades no mercado imobiliário dos Estados Unidos, seja para investimento, lazer ou moradia, por meio de um time de especialistas da Flórida.

Em Natal, a equipe realizará o workshop no próximo dia 24, no Hotel Majestic, com assessoria completa, englobando todos os processos e requisitos para aquisição de imóveis, “para tornar a experiência simples e prazerosa”, afirmam

Iluska Alves e Andreia Dilly, responsáveis pelo evento.

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Agripino, Felipe Maia, Rogério Marinho e Rafael Motta já se manifestaram contra a recriação da CPMF

Da bancada federal do Rio Grande do Norte, apenas o senador José Agripino Maia (DEM) e os deputados federais Felipe Maia (DEM), Rafael Motta (PROS) e Rogério Marinho (PSDB), já se manifestaram contrários a recriação da CPMF, o famoso imposto do cheque.

A senadora Fátima Bezerra (PT) deverá votar favorável, por ser da base do Governo, já que a proposta é defendida pela Presidenta Dilma Rousseff.

O deputado federal Fábio Faria (PSD), também vai votar de acordo com o Governo, atendendo a um apelo do pai-governador Robinson Faria (PSD), apoiador da volta da CPMF, inclusive, com alíquota de 0,38%, para o Estado ficar com 0,18% e o restante com a União.

Os demais parlamentares ainda não se pronunciaram.

 

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Governo Federal anuncia pacote de corte de gastos e propõe volta da CPMF

Do G1

Após um final de semana de muitas reuniões entre a presidente Dilma Rousseff e vários de seus ministros, o governo federal anunciou nesta segunda-feira (14) um bloqueio adicional de gastos no orçamento de 2016 no valor de R$ 26 bilhões. Além disso, o governo também anunciou uma nova rodada de alta de tributos, com a proposta de retorno da CPMF.

A CPMF, segundo os cálculos divulgados pelo governo, vai ser responsável por metade do ajuste nas contas públicas anunciado nesta segunda-feira para o ano de 2016, que é de R$ 64,9 bilhões. “O objetivo é que a CPMF não dure mais do que quatro anos”, disse o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

Também foi anunciado que haverá redução de ministérios e cargos de confiança, gerando uma redução de gastos de R$ 200 milhões. Esses cortes, no entanto, não foram detalhados.

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Ministro Henrique Alves antecipa que TAM não vai anunciar decisão sobre o HUB nesta terça-feira (15)

Do exterior, onde cumpre agenda oficial em uma comitiva liderada pelo vice-presidente da República, Michel Temer, o Ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, antecipou por meio de sua conta pessoal no twitter, que não será na reunião desta terça-feira (15) que a TAM vai anunciar o Estado que receberá o HUB (Centro de Operações de Voos).

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Movimentação cresce 25% no Porto de Natal‏

Mais um navio de grande porte atracou no Porto de Natal na manhã desta segunda-feira (14). Foi o Aliança Energia, em operação descarregando transformadores de energia elétrica. A embarcação se somaao Navio Cayenne, que chegou no último sábado (12).

O Diretor-Presidente da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN), Emerson Fernandes, comemora a intensa movimentação, principalmente em meio ao período de crise que atinge vários setores da economia brasileira: “O Porto de Natal cresce sua movimentação em meio a uma grave crise econômica, mostrando sua importância e contribuição para o desenvolvimento”.
Em 2015, já foram movimentadas 287 mil toneladas de cargas no Porto de Natal, o que representa um aumento de 25% em relação ao mesmo período de 2014, quando o movimento foi de 228 mil toneladas.
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Fim de Semana de movimentação intensa no Porto de Natal

O fim de semana está sendo de movimentação intensa no Porto de Natal com a operação em curso do Navio Cayenne, de bandeira inglesa, com 190 metros de comprimento, que atracou às 07h deste sábado (12) e tem saída prevista para às 12h da segunda-feira (14).

Vindo do Porto de Fortaleza (CE), após Natal a embarcação vai atravessar o Atlântico com destino ao Porto de Algeciras, na Espanha, levando contêineres carregados de produtos brasileiros.

No início da próxima semana mais um navio chegará ao Porto de Natal trazendo peças eólicas para a montagem de novos parques eólicos.

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Economia

Ao Estadão, Flávio Rocha afirma que a economia brasileira está sem projeto e sem propósito

Sem projeto e sem propósito. É assim que o presidente da Riachuelo, Flávio Rocha, define a economia brasileira hoje. O empresário, dono da terceira maior rede de moda do País, atrás da C&A e da Renner, atribui a crise que se instalou no País à política do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff.

  
E fala, abertamente, que a atual gestão da presidente cria dois cenários para a economia: “Um é o de uma agonia curta, com impeachment. O outro, de agonia longa, cumprindo três anos e meio de mandato.” Em sua opinião, é urgente uma “cirurgia profunda” no Estado brasileiro, que vai muito além do ajuste fiscal, algo que o governo atual não tem condições ou vontade de fazer. A seguir, os principais trechos da entrevista de Rocha ao Estado.

Como o sr. vê a economia?

Vamos começar com uma boa notícia. Encerrou-se um ciclo. Um ciclo de ideias ruins, insustentável. A gente já vê os indícios fortes da mudança. A mudança vem da cabeça do eleitor, de um novo personagem que vai mudar a história do País: o eleitor-consumidor-cidadão. Ele sucedeu o eleitor súdito, que era o fiel da balança e representava uma grande base de 60% de pobreza. Ficava com o pires na mão para o Estado. Houve uma transformação demográfica e econômica. Hoje, o fiel da balança não é mais a base da pobreza. É o novo consumidor, com condição de resolver as paradas eleitorais que vêm pela frente. Ele enxerga o Estado de uma outra forma. Não cai mais no mito do Estado que resolve todos os problemas. Ele vê o Estado como vê a sua operadora de telefonia celular, de TV a cabo. Paga e exige reciprocidade. Esse novo perfil vai ser o estopim da mudança.

Para o sr., as manifestações contra o governo são promovidas pela nova classe média?

Sim. O povo não está pedindo mais Estado. Está pedindo menos Estado. Está pedindo eficiência do gasto público, menos clientelismo, menos paternalismo. Em 2013, não. Ali acho que tinha uma confusão, tinha no meio os black blocs (grupo que ataca símbolos do capitalismo), uma coisa de movimentos sociais. Mas agora as manifestações dizem isso.

Para muitos, as manifestações são promovidas pelo pessoal da “varanda gourmet”.

As pesquisas desmentem isso. O conflito que está instalado não é pobre contra rico. Não é patrão contra empregado. Não é Nordeste contra Sudeste. Não é trabalhador rural contra MST. Um país é como uma carruagem. As forças de tração dessa carruagem são o trabalhador e o empresário. E existe o Estado. Quando eu era deputado, na Constituinte (Assembleia Nacional Constituinte, entre 1987 e 1988), defendia a tese do imposto único. Subia na tribuna para me rebelar contra a carga tributária escorchante de 22% do PIB. Pois ela foi de 22% para 37%, mais 7% de déficit. Quer dizer: temos um Estado escandinavo no tamanho e centro-africano na eficiência. Ter esse nível de carga tributária com essa ineficiência é condenar o Brasil a ficar fora do jogo competitivo. Nós competimos com países onde as carruagens sustentam 15%, 17%, 20% do PIB de carga tributária. São carruagens que andam.

O sr. disse que está se encerrando um ciclo ruim. Pode explicar melhor?

Um período de inchaço desmesurado da máquina do Estado e de ideias que levavam à crença de que existia outra saída para a prosperidade que não o trabalho. Que você podia ter uma casa, que é o bem mais desejado de uma família, sem trabalhar. Encerra-se um ciclo estatizante, socializante. O mundo todo já decidiu a questão ideológica sobre se os bens de produção devem estar nas mãos do Estado ou da iniciativa privada. Eu já tinha preguiça desse tema quando fazia faculdade. Hoje, mais ainda. Mas isso está em pauta.

O sr. acredita que o Estado pode ficar menor na gestão do atual governo?

Acho que não. Ajuste fiscal é uma palavra muito suave para a gravidade do problema. A gente não precisa de ajuste fiscal. Precisamos de uma cirurgia de grande porte no Estado, que faça o Estado mudar de propósito. O Estado hoje existe em função de si mesmo. Ganhou vida própria. Há muito tempo, o Estado não existe em função da sociedade. Tornou-se intocável, blindado em si mesmo. Olhe o corporativismo dos professores. Outro dia, um secretário de Educação, de algum Estado, disse que teve uma reunião de três horas com o sindicato dos professores e não se falou uma vez a palavra aluno. Quer dizer: o aluno é um detalhe, está lá para atrapalhar. O que interessa é o corporativismo da máquina. Então, isso tem de ser respaldado pelas urnas. Infelizmente, o projeto que foi aprovado – se é que existia algum projeto – prega o contrário disso, desautoriza qualquer um que queira fazer uma cirurgia mais profunda. Mas, pela primeira vez, existe a perspectiva de um projeto liberalizante.

Como o sr. vê a discussão sobre o impeachment da Dilma, que foi pedido em algumas manifestações?

Nós temos aí duas alternativas. Eu não acho que vai ser este o governo que fará o que tem de ser feito. O orçamento já é assumidamente deficitário e toda tentativa de cortes que é feita, a presidente bloqueia. Então, acho que existem dois cenários: um é o de uma agonia curta, com impeachment. O outro de agonia longa, cumprindo três anos e meio de mandato. Mas será uma agonia que não vai mudar nada. Há uma paralisia e qualquer um dos cenários – de aumento de impostos ou de diminuição do Estado – envolve retaguarda política, que não existe.

Mas o sr. é contra ou a favor do impeachment da Dilma?

Se as contas forem rejeitadas e não houver o impeachment, é melhor rasgar a Lei de Responsabilidade Fiscal. É a pior sinalização que pode haver. Aí é o caos. A sinalização que isso traz para todos os governadores e prefeitos é devastadora. É chutar o pau da barraca. Neste momento, uma agonia curta seria um trauma menor.

O que seria a essa agonia?

É o momento que nós estamos vivendo agora, a máquina parando, o desemprego aumentando, sem crescimento, sem investimento.

O sr. é empresário, o que está acontecendo que nós não estamos tendo investimento?

Falta de propósito.

Foi isso que causou a paralisia?

Primeiro, foi a falta de propósito. Propósito é fundamental. Você tem de olhar para a cara do seu governante, até do presidente da sua empresa, e enxergar adiante: “A Riachuelo daqui a dez anos vai ser isso, nessa Riachuelo daqui a dez anos tem lugar para mim, eu vou estar melhor, eu me identifico com o propósito da Riachuelo, que quer alargar as portas da moda, a moda que melhora a vida das pessoas”. Tem de ter essa identidade de propósito.

Então, estamos à deriva?

Você olha para a Dilma e vê qual é o propósito? Se tem, não consegue transmitir, e se transmite é um propósito que hoje é extremamente minoritário. A capacidade, a energia do Brasil está adormecida, mas voltará quando surgir um novo projeto – e vai surgir porque nenhum espaço fica vazio por muito tempo na política.

E onde a presidente errou?

Eu vi uma frase interessante no começo do governo Lula. Foi nas primeiras semanas: “Este governo vai dar certo porque está fazendo tudo que Fernando Henrique (ex-presidente Fernando Henrique Cardoso) fez, e sem o PT para atrapalhar”. E foi o que aconteceu. Mas a Dilma reverteu tudo o que tinha sido feito.

Como assim?

Começou a acreditar em artificialismo. Ouvi uma colocação, acho que do Arminio Fraga (ex-presidente do Banco Central no governo de FHC). Ele disse: “Esse é um governo que não acredita em preços”. Quando você vê o preço do tomate aumentar é um alerta importante que denuncia uma escassez localizada. E o que se faz nessa hora? Nada. Deixa a ganância empresarial atuar. O produtor vai descobrir que tomate está dando lucro, mais gente vai produzir tomate, aumentar a oferta e o preço volta para onde estava. Dilma ignorou essas delicadas engrenagens da economia, jogou areia nas delicadas engrenagens, com intervenções de todo tipo, artificialismos.

O que o sr. acha das manifestações de empresários em favor do governo Dilma?

Quando você fala do setor empresarial, existe muita confusão. Tem dois mundos completamente distintos. Tem o empresário de mercado e tem o empresário de conluio. Existe aqui o “cronismo”: termo que o Gustavo Franco (ex-presidente do Banco Central no governo de FHC) lançou em um artigo dele sobre o capitalismo crony (em tradução livre, capitalismo de apadrinhados, pois a palavra em inglês, derivada do grego, é uma gíria para amigo, afilhado). O PT, quando pensa em capitalismo, é: “Fulaninho, o que você quer?” O termo campeões nacionais, até outro dia, fazia parte do discurso nacional. Um absurdo. Vou eleger este aqui o rei da proteína animal, este aqui o rei da construção civil e este aqui o rei do óleo e gás. Isso é de uma arrogância, de uma onipotência… O mercado não conta. O governo torna irrelevante a opinião do mercado, força de cima para baixo com instrumentos de financiamentos, de juros subsidiados, que é mais uma perversa forma de intervencionismo. É assim: eu escolho você, dou dinheiro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e tal. Isso é a antítese do capitalismo. Muitas vezes, você olha e diz: ah, são os empresários. Mas vai ver e o que tem é o clubinho do capitalismo de conluio.

E como é o outro grupo de empresários?

O outro, do qual eu muito me orgulho de fazer parte, é aquele que vive do mercado, do consumidor. Se eu vou crescer mais do que Marisa, Pernambucanas ou Renner, só devo a um juiz: a dona Maria, que entra na loja e paga sua prestação de R$ 15. Somos escolhidos pelo mercado.

O sr. fala da necessidade de mudança, mas o Congresso não tem mostrado disposição em ajudar.

Por falta de propósito (do governo atual). Por que a oposição vai se sacrificar, votar medidas antipáticas, quando o partido do governo quer fazer papel de mocinho? Tenho certeza de que esses mesmos deputados, com um novo propósito, uma nova sinalização, um novo chamamento, teriam um comportamento completamente diferente. O propósito tem o dom de fazer milagre.

O sr. não mencionou a Lava Jato. Não está no seu radar?

A Lava Jato é a grande contribuição que sai desse episódio todo. A luta contra a corrupção não é feita apenas com leis, afastando pessoas sem éticas e colocando no lugar pessoas de boa índole. O que faz a corrupção são as regras do jogo. O estatismo é um convite à corrupção. O Estado grande é o habitat natural da corrupção.

E o que evita a corrupção?

O antídoto à corrupção é o livre mercado. Para usar um exemplo simples: se eu tiver aqui na Riachuelo um comprador de gravatas corrupto, que recebe propina de um fabricante de gravatas da esquina, graças aos freios e contra pesos do mercado, a gravata da Riachuelo vai ser mais feia, de pior qualidade. Vou perder participação no mercado de gravatas e meu concorrente vai ganhar. Isso é o que Ronald Reagan (ex-presidente dos Estados Unidos) chamava de freios e contrapesos do mercado. O Estado, tão sabedor das suas limitações como gestor, quando entra num setor, a primeira coisa que faz é delimitar o mercado. Isso tira todos os freios à corrupção. Abre a porta para o superfaturamento. Começa com 10%, vai para 100% e para 1.000%, como estamos vendo. Se esse episódio nos tirar a cruz que repousa sobre o povo brasileiro, que é o monopólio do mercado de petróleo, entre tantos outros que temos no Brasil, a energia de criação de riqueza paga essa conta rapidamente, porque petróleo é um setor transversal. Os absurdos, os superfaturamentos impactam todos os demais setores. Todos dependem de frete, todos têm transporte. A Lava Jato é uma bênção para o Brasil, vem para limpar. É um sinalizador de que o Estado deve ser menor.

Qual a sua previsão para o varejo?

O varejo teve o primeiro trimestre negativo depois de uma década em que cresceu sempre muito mais que a média do PIB. No primeiro semestre, fechou no negativo. Isso atinge de forma diferente os três subsetores. O de duráveis, onde estão os eletroeletrônicos, tem empresas com 20%, 30% de queda. Depois vem o setor de alimentos – até os alimentos estão sofrendo muito por causa da inflação. O que está sofrendo menos é o de semiduráveis – farmácia, têxteis, calçados, que têm até um certo crescimento. Nós estamos crescendo graças à expansão física (com novas unidades). Nas lojas abertas há mais de um ano, estamos estagnados. O que já é uma boa notícia, porque todo mundo está negativo nas mesmas lojas.

Geralmente, o segundo semestre tende a ser melhor. Isso não vai ocorrer em 2015?

Será melhor em relação ao primeiro semestre, mas sempre fazemos a comparação com igual período do ano passado. Então, vai ser pior. O Dia dos Pais foi fraco. No Natal, vai se manter o marasmo. Não temos expectativa de recuperações. A carruagem está parando. A força de tração não é suficiente. O resultado disso é crescimento zero.

O sr. está pessimista?

O empresário tem de partir do pressuposto que crise, por definição, é um episódio passageiro. Não se pode dimensionar a sua empresa para a crise, porque a crise passa e sua empresa fica despreparada para a bonança que, por definição também, vem depois das crises. Estamos abrindo lojas, construindo um centro de distribuição que é o estado da arte do setor. O “capex” (investimento na melhoria de bens de capital uma empresa) chega a R$ 500 milhões neste ano. No Brasil, só pode ser pessimista quem está com os olhos no curto prazo.