Economia

Lojistas discutem medidas em prol do comércio

A diretoria da CDL Natal se reuniu na manhã dessa quinta-feira, 19/03/2020 com presidentes de Associações de Shoppings e comércio de rua a fim de encontrar alternativas e definir ações para o setor do comércio e serviços nesse período de pandemia do Coronavírus.

A entidade vai levar as demandas dos lojistas para uma reunião com a Governadora Fátima Bezerra e o Prefeito de Natal Álvaro Dias.

A CDL Natal entende que este momento exige uma ampla discussão sobre medidas que visem garantir a atividade comercial, como também da preservação de milhares de empregos que este setor gera.

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Cruzeiro atraca em Natal sem caso suspeito do novo Coronavírus

O cruzeiro Amera, com 578 passageiros a bordo, maioria alemães, chegou às 07h30 desta quarta-feira (11), ao Porto de Natal, onde permaneceu até o final da tarde.  A atracação só foi realizada após a apresentação, à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), da Declaração Marítima de Saúde, procedimento comum em todas as situações.

A Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN), que administra o Porto de Natal, cumpriu todos os protocolos de prevenção ao novo Coronavírus, definidos pela Anvisa, entre eles, avisos sonoros na estação de passageiros, com orientações em inglês, português e espanhol, sobre a importância da lavagem das mãos, prevenção e sintomas da doença.

Registrado nas Bahamas, o Amera partiu de Mônaco no dia 06 de janeiro e está percorrendo a costa brasileira desde o dia 29 de fevereiro. Antes de atracar na Capital Potiguar, esteve em Salvador (BA) e tem como próximo destino Belém (PA).

Além desse, o Porto de Natal receberá outros três cruzeiros até abril: o MS Insigna (19/03), Seabourn Quest (28/03) e Pacific Princess (16/04).

A Polícia Militar e a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU) participaram do processo de chegada do navio, reforçando a segurança e atuando na organização do trânsito, respectivamente.

Cruzeiro Amera em Natal

Economia

Mossoró poderá comercializar produtos de origem animal para todo o Brasil

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) entregou nesta segunda-feira (9) os certificados de adesão do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e do município de Mossoró (RN) ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA).

Esses estados tiveram o reconhecimento de equivalência dos seus serviços de inspeção de produtos de origem animal junto ao Sisbi-POA, sistema de inspeção do Mapa.

A inclusão dos estados no Sisbi-POA é uma das ações previstas no AgroNordeste como estratégia para impulsionar o desenvolvimento econômico da região.

Os serviços de inspeção desses estados serão inseridos no cadastro geral do sistema e estabelecimentos e produtos neles registrados passarão a integrar o sistema.

Dessa forma, os produtos de origem animal poderão ser comercializados em todo o país. Com essa possibilidade, as agroindústrias passarão a adquirir mais matéria-prima, beneficiando direta e indiretamente os produtores e empreendedores locais.

No evento, realizado em Fortaleza (CE), a ministra Tereza Cristina destacou que a adesão é uma chancela para que os estados do Nordeste possam buscar mais mercados externos com a diversificação da exportação.

A prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini, participou da solenidade, ao lado do deputado federal Beto Rosado.

Rosalba, a Ministra Tereza Cristina e Beto Rosado

Rosalba, a Ministra Tereza Cristina e Beto Rosado

Economia

Inframérica garante que continua administrando Aeroporto até que nova empresa assuma operação

A Inframérica, maior operadora aeroportuária privada do mundo, administradora do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, utilizou o twitter do Aeroporto de Natal para esclarecer a respeito de Fake News dando conta de que o Aeroporto encerraria as atividades em 30 de junho.

A empresa garante que fica na administração do Aeroporto até que um anova empresa assuma a operação.

Inframérica

Economia

“Mais um retrato da decadência econômica do RN”

O ex-deputado federal Felipe Maia comentou em seu instagram a notícia de que a Inframérica vai devolver a concessão do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante ao Governo Federal.

E resumiu bem:

“Este fato é mais um retrato da decadência econômica do Rio Grande do Norte”.

É triste, mas é a verdade do nosso cenário.

O elefante está pesado para ser alavancado.

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Economia

Natal Shopping terá Iskisita

O Natal Shopping acaba de fechar contrato com a Iskisita Atakado, loja que agregará o rol de serviços do shopping e ficará instalada no segundo piso do mall, ocupando uma área total de 712 m2.

A previsão é de que a loja inaugure em formato exclusivo para o varejo ainda no final deste primeiro semestre.

A rede de atacado conta com quatro lojas em Natal e segue expandindo em busca de novos mercados. No Natal Shopping, pretende ocupar um posicionamento diferenciado em relação à atuação ao longo desses 53 anos.

“Somos uma loja conhecida pela variedade, trabalhamos com produtos para casa, artigo de decoração, para festa, para pets, brinquedos, perfumaria. Além disso, estamos sempre antenados com as novidades e buscamos o melhor preço para o cliente. Atendemos a todos os públicos, da classe A à E. Com a nova loja no Natal Shopping queremos ficar mais acessíveis para os clientes que gostam de conforto e comodidade”, explica Janini Rangel, diretora de operações da Iskisita.

A nova loja contará apenas com vendas no varejo e os consumidores que visitarem a Iskisita Natal Shopping vão poder encontrar uma exposição dos produtos com todo o conforto que o shopping pode oferecer: segurança, estacionamento, climatização.

Economia

Estadão repercute: Para brigar com gigantes, rede Ale vai atrás de postos “sem bandeira”

Do Estadão

Em um distante quarto lugar em relação às três maiores redes de combustíveis do Brasil – BR Distribuidora (da Petrobrás), Ipiranga e Raízen (dona da Shell no País) – a Ale, empresa desde 2018 controlada pela gigante das commodities Glencore, decidiu brigar com os verdadeiros líder do setor: os postos “bandeira branca”, que não fazem parte de uma grande rede.

Os postos sem bandeira são 45% dos pontos de venda de combustíveis no País, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP) referentes ao primeiro semestre de 2019.

Diante da posição intermediária da Ale em relação às maiores forças do setor, os executivos da empresa têm sido obrigados a gastar a sola de sapato fazendo um trabalho “de formiguinha” em vários Estados para convencer os donos de postos não associados a uma bandeira estabelecida a aderir à sua rede. Depois de adicionar 135 unidades em 2019, a companhia hoje tem 1,5 mil postos de combustível. Em 2020, a meta é angariar mais 250 unidades.

Se conseguir cumprir o objetivo, ampliaria sua presença pelo País em 28% em dois anos. “A gente tenta fazer uma oferta comercialmente interessante para os donos de postos, que inclui também uma operação de varejo, com lojas de conveniência de 30 m² a 50 m², já que a venda de combustíveis é um negócio de margens apertadas”, diz Fulvius Tomelin, diretor-presidente da Ale. Apesar de ser mais relevante em mercados específicos, como Minas Gerais, o executivo diz que a empresa hoje está presente em 21 Estados e no Distrito Federal.

Outra estratégia da Ale tem sido “comer pelas bordas”. Em vez de buscar os grandes centros – onde a valorização dos terrenos está expulsando até as grandes redes do negócio -, Tomelin diz que o foco da empresa são as cidades de pequeno e médio portes, nas quais o custo do ponto não impede a viabilidade do negócio.

Para tornar a marca mais conhecida, a Ale tem investido em patrocínios esportivos, como ao clube de futebol Corinthians e ao piloto Rubens Barrichello, da Stock Car. A empresa aproveita esses relacionamentos para fazer eventos exclusivos para fidelizar os donos de postos, explica Tomelin.

Tempero internacional

Antes de ser vendida à gigante Glencore, a Ale – então conhecida como Alesat, união de duas empresas de Minas Gerais e do Rio Grande do Norte – chegou a ser arrematada pela rival Ipiranga, em um acordo que foi barrado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O negócio envolveria 100% da Ale, que foi avaliada em quase R$ 2,2 bilhões. Dois anos mais tarde, a empresa seria arrematada pela Glencore. Nesse ínterim, chegou a conversar com a francesa Total.

Embora as grandes redes tenham um domínio considerável do mercado – BR, Ipiranga e Raízen dominam quase dois terços da venda de gasolina no Brasil, segundo a ANP -, o consultor Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), diz que gigantes internacionais já perceberam que existe espaço para desafiar essa hegemonia.

Além de a Glencore ter adquirido a Ale, a holandesa Vitol comprou 50% da pernambucana Dislub – em operação que a Raízen chegou a questionar no Cade -, a francesa Total ficou com a mineira Zema e PetroChina arrematou parte da também pernambucana TT Work. “Essas gigantes internacionais perceberam que existe espaço a ser ocupado no Brasil”, diz Pires.

Para o especialista, a venda das refinarias pela Petrobrás – processo que começa nos próximos meses e deverá envolver vários grupos internacionais – pode mudar a configuração da produção de combustíveis. Isso, segundo ele, pode mais à frente se refletir no setor de distribuição.

Economia

FGV: economia brasileira cresceu 1,2% em 2019

Da Agência Brasil

O Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – cresceu 1,2% em 2019, segundo dados do Monitor do PIB da Fundação Getulio Vargas (FGV). De acordo com a pesquisa, divulgada hoje (18), o resultado foi provocado, sob a ótica da demanda, pelos crescimentos de 2,7% na formação bruta de capital fixo (investimentos) e de 1,8% no consumo das famílias.

As importações também cresceram (1,4%) no período. As exportações, por outro lado, tiveram queda de 2,2% no ano.

Sob a ótica da produção, os três grandes setores (agropecuária, indústria e serviços) cresceram. A FGV não divulgou, no entanto, qual foi a taxa de crescimento de cada segmento.

Economia

Embaixador do Reino Unido visita RN

O embaixador britânico, Vijay Rangarajan, está em viagem oficial ao Rio Grande do Norte nos dias 13 e 14 de fevereiro para conhecer os investimentos no Estado em energias renováveis, sobretudo em energia eólica.

A agenda de compromissos visa promover também o Fundo de Prosperidade (Prosperity Fund) que busca apoiar o desenvolvimento econômico e sustentável em determinadas regiões, sendo o Rio Grande do Norte uma opção para futuros investimentos.

Durante a visita, o embaixador britânico participará de reuniões com o governo do Estado, o senador Jean Paul Prates e com entidades do setor, a fim de fortalecer a parceria do Reino Unido em relação à crescente indústria de renováveis no estado, em especial, futuros investimentos em energia eólica marítima (offshore wind), da qual o Reino Unido é líder mundial nas áreas de design, desenvolvimento, instalação, operação e manutenção.

A visita representa a continuidade de discussões de parceria entre o governo britânico e o Ministério de Minas e Energia (MME).

Economia

Empresa francesa vai investir R$ 1 bilhão em Mossoró

O presidente da empresa francesa Voltalia, Robert Klein, confirmou que a empresa realizará novos investimentos do porte de R$ 1 bilhão no Rio Grande do Norte para a construção e instalação de seu Centro de Operações global na cidade de Mossoró.

O anúncio foi feito na tarde dessa sexta-feira (7), quando Klein recebeu a governadora Fátima Bezerra (PT) e o senador Jean Paul Prates (PT-RN) no escritório da Voltalia no Rio de Janeiro.

A intenção de trazer o Centro de Operações mundial da empresa para o Rio Grande do Norte já havia sido manifestada desde dezembro, quando Fátima visitou a sede mundial da Voltalia em Paris.

Economia

Com Selic a 4,5% ao ano, investir na compra de imóveis volta a ser bom negócio

Com a taxa básica de juros da economia, a Selic, com o menor patamar já registrado na história, de 4,5% ao ano, os investimentos de renda fixa passaram a pagar menos e investir na compra de imóveis voltou a ser um bom negócio. A redução foi feita pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom).

A autarquia federal já tinha sinalizado ao mercado que faria uma nova redução, com base em dados da atividade econômica, que indicam que o processo de recuperação da economia do país ganhou tração durante o ano de 2019, quando a taxa chegou a 5,0%.

No Rio Grande do Norte, o efeito pode ser atestado pelo setor imobiliário. Segundo a Planet Smart City e a Habitax Urbanismo, responsáveis pela Smart City Natal, o interesse por lotes no empreendimento – cuja construção está em curso, na Grande Natal – aumentou em 30% desde que a redução foi anunciada.

“O momento é propício para quem tem economias guardadas investir em imóveis uma vez que as aplicações não estão rendendo tanto. Por outro lado, taxas de juros menores significam baixos custos de financiamentos e compras facilitadas de imóveis, como por exemplo a venda de lotes comerciais em até 60 meses sem juros”, explica Edson Borba, diretor comercial da Planet Smart City.

A redução para 4,5% ao ano representa o 16º corte na Selic desde quando a taxa atingiu o pico de 14,25%, entre julho de 2015 e outubro de 2016, tornando investimentos vinculados ao mercado imobiliário opções vantajosas para diversificar o portfólio do investidor.

Economia

ALE Combustíveis prevê conquistar cerca de 70 postos no Nordeste neste ano

A ALE, quarta maior distribuidora de combustíveis do país, pretende destinar investimentos para ampliar a presença em uma das principais regiões para a companhia: o Nordeste. A empresa, que mantém sede em Natal (RN), prevê conquistar cerca de 70 novos postos na região neste ano, um crescimento de 17%. Uma das estratégias para fortalecer a marca e estreitar o relacionamento com os nordestinos teve início neste mês: o patrocínio à Copa do Nordeste, um dos principais campeonatos regionais do Brasil.

Atualmente, a companhia mantém aproximadamente 420 postos no Nordeste, a segunda maior praça em tamanho da rede revendedora, o que representa acima de 28% do total no Brasil. A ALE também é considerada uma das maiores do segmento em função da estrutura mantida na região, com escritórios e bases de armazenagem e distribuição em 14 cidades nos nove Estados que compõem o Nordeste brasileiro.

Para reforçar e ampliar a presença da companhia na região e se aproximar, ainda mais, do público nordestino, serão feitas, nos principais jogos da Copa do Nordeste, ativações e ações de relacionamento com proprietários de postos de combustíveis, além de ações promocionais nos postos de serviços na região. De acordo com o diretor de Marketing e Varejo da ALE, Diego Pires, a estratégia de patrocinar a Copa do Nordeste está integrada aos planos da ALE de ampliar a rede de postos de combustíveis e serviços na região em 2020. “O Nordeste é uma das principais áreas de atuação da ALE e nossa ‘casa’, onde a companhia nasceu e se desenvolveu para alcançarmos a abrangência nacional que temos hoje. Para este ano, estamos empenhados em crescer ainda mais na região e, por isso, o patrocínio à Copa do Nordeste é estratégico”, declara.

Investimentos em marketing esportivo

Nas últimas duas décadas, a ALE tem se destacado nacionalmente por investir em marketing esportivo com o patrocínio a grandes equipes e campeonatos no Rio Grande do Norte, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. No ano passado, a companhia reforçou esses investimentos ao firmar contratos com o time de futebol paulista Corinthians e a equipe Full Time Sports de Stock Car, que tem Rubens Barrichello como piloto. Além de grandes patrocínios nos gramados e nos autódromos, a companhia também patrocinou o Rally dos Sertões e o surfista Jadson André.

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Economia

Confiança da indústria atinge maior valor desde março de 2018

Da Agência Brasil

O Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 1,5 ponto de dezembro de 2019 para janeiro deste ano. Com o resultado, o indicador chegou a 100,9 pontos, o maior valor desde março de 2018 (101,4 pontos).

A confiança subiu em 13 dos 19 segmentos industriais pesquisados pela FGV. A alta em janeiro foi puxada pelas expectativas do empresário da indústria, medidas pelo Índice de Expectativas, que cresceram 2,8 pontos. O que mais contribuiu para essa alta da expectativa foi a avaliação sobre a evolução do ambiente de negócios nos próximos seis meses.

A avaliação dos empresários sobre o momento presente, medida pelo Índice da Situação Atual, manteve-se estável de dezembro para janeiro.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada do setor subiu 0,6 ponto percentual de dezembro para janeiro e chegou a 75,7%.

Segundo a pesquisadora da FGV Renata de Mello Franco, o ânimo dos empresários tende a melhorar no primeiro semestre, mas a sustentação dessa confiança depende da evolução da demanda interna.

Economia

ALE Combustíveis investe em plataforma para aprimorar processos de atração e seleção de talentos

Os investimentos na área de Recursos Humanos sempre foram constantes na ALE, quarta maior distribuidora de combustíveis do país.

Nesse sentido, a companhia lançou, nessa segunda-feira, 27 de janeiro, uma página de carreiras desenvolvida em parceria com a Kenoby, empresa que faz a gestão completa do recrutamento e seleção.

O objetivo é ampliar a atração de talentos e agilizar o processo seletivo.

A nova página de recrutamento, denominada Carreiras ALE, está disponível no campo Trabalhe Conosco do site da companhia (www.ale.com.br).

Economia

Usina volta a exportar açúcar pelo Porto de Natal após quase 10 anos

Começando a semana com intensa movimentação, o Porto de Natal recebeu, na manhã desta segunda-feira (20), o Navio “ITHAKI”, de bandeira das Ilhas Marshall, que será carregado com 12 mil toneladas de açúcar refinado para Mauritânia, na África, marcando um projeto-piloto da Usina Estivas.

Desde outubro de 2010, essa usina não exportava pelo Porto de Natal, e pretende reinserir o açúcar potiguar entre os produtos exportados por este terminal, se somando às frutas, minérios, entre outros.

Também estão atracados no Porto de Natal, o Navio CMA CGM “Brasil” e o Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Saboia”, da Marinha do Brasil.

Economia

Melão do RN mais perto de ir para a China

Na última semana o Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do RN, esteve presente em Mossoró e nos municípios da área livre da mosca-das-frutas com uma comitiva chinesa para inspeção do melão a ser exportado para a China.

Durante todos os cinco dias foram realizadas diversas atividades, como a inspeção do trânsito vegetal, verificando a documentação exigida por lei, comprovando a eficácia dos procedimentos e do trabalho de fiscalização realizado pelo IDIARN.

O último dia da missão chinesa foi dedicado a Agrícola Famosa, maior exportadora de melão do país. Os chineses puderam degustar as frutas para avaliar a doçura do melão que é medido pelo aparelho que determina o grau brix. Todo o processamento também foi vistoriado, desde a chegada das frutas até a finalização com o encaixamento. Já no campo, foram coletadas amostras para verificação de ocorrência de pragas, porém nada foi constatado, reforçando a exigência do alto padrão de exportação solicitado.

A missão chinesa foi finalizada em reunião para apresentar as conclusões sobre todas as atividades realizadas. Os resultados são positivos, as exigências fitossanitárias seguem aprovadas e aptas para a iniciar a exportação de melão para a China.

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Economia

CODERN apresenta resultados financeiros positivos após quatro décadas

A diretoria da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN) se congratula com todos os funcionários, pois, pela primeira vez nas últimas quatro décadas, a Companhia inicia um ano com o resultado operacional do exercício financeiro positivo. Tal marco foi alcançado através de um profundo choque de gestão e governança em todos os setores da Companhia, o que permitiu reverter um resultado negativo mensal em torno de R$ 500.000.

Assim, as perspectivas para 2020, mantido o mesmo nível de profissionalismo e eficiência que se vem buscando, é de transformar esse equilíbrio em significativo superávit, de forma a poder equacionar e solucionar o passivo existente e, com isso, liberar mais recursos próprios para investimentos.

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Economia

Desemprego cai no trimestre encerrado em novembro

Informações da Agência Brasil

A taxa de desocupação no país fechou o trimestre encerrado em novembro em 11,2%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo, divulgado hoje (27), considera desocupadas as pessoas que estão sem emprego, mas que buscaram efetivamente um trabalho nos 30 dias anteriores à coleta dos dados. O levantamento aponta que 11,9 milhões de pessoas compõem a população desocupada.

Segundo o IBGE, a taxa de desocupação caiu 0,7 ponto percentual no trimestre de junho a agosto, que ficou em 11,8% e foi inferior 0,4 ponto percentual em relação ao mesmo trimestre de 2018, de 11,6%.

A população desempregada teve redução em ambas as comparações, de menos 5,6%, ou 702 mil pessoas a menos, em relação ao trimestre de junho a agosto, e de menos 2,5%, 300 mil pessoas a menos, em relação ao mesmo trimestre de 2018.

Em relação à população ocupada, o levantamento mostra que são 94,4 milhões, novo recorde da série histórica iniciada em 2012. A população ocupada cresceu 0,8%, com mais 785 mil pessoas trabalhando em relação ao trimestre anterior e 1,6%, mais 1,5 milhão de pessoas, em relação ao mesmo trimestre de 2018.