Economia

Ministro Henrique Alves antecipa que TAM não vai anunciar decisão sobre o HUB nesta terça-feira (15)

Do exterior, onde cumpre agenda oficial em uma comitiva liderada pelo vice-presidente da República, Michel Temer, o Ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, antecipou por meio de sua conta pessoal no twitter, que não será na reunião desta terça-feira (15) que a TAM vai anunciar o Estado que receberá o HUB (Centro de Operações de Voos).

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Movimentação cresce 25% no Porto de Natal‏

Mais um navio de grande porte atracou no Porto de Natal na manhã desta segunda-feira (14). Foi o Aliança Energia, em operação descarregando transformadores de energia elétrica. A embarcação se somaao Navio Cayenne, que chegou no último sábado (12).

O Diretor-Presidente da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN), Emerson Fernandes, comemora a intensa movimentação, principalmente em meio ao período de crise que atinge vários setores da economia brasileira: “O Porto de Natal cresce sua movimentação em meio a uma grave crise econômica, mostrando sua importância e contribuição para o desenvolvimento”.
Em 2015, já foram movimentadas 287 mil toneladas de cargas no Porto de Natal, o que representa um aumento de 25% em relação ao mesmo período de 2014, quando o movimento foi de 228 mil toneladas.
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Economia

Fim de Semana de movimentação intensa no Porto de Natal

O fim de semana está sendo de movimentação intensa no Porto de Natal com a operação em curso do Navio Cayenne, de bandeira inglesa, com 190 metros de comprimento, que atracou às 07h deste sábado (12) e tem saída prevista para às 12h da segunda-feira (14).

Vindo do Porto de Fortaleza (CE), após Natal a embarcação vai atravessar o Atlântico com destino ao Porto de Algeciras, na Espanha, levando contêineres carregados de produtos brasileiros.

No início da próxima semana mais um navio chegará ao Porto de Natal trazendo peças eólicas para a montagem de novos parques eólicos.

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Economia

Ao Estadão, Flávio Rocha afirma que a economia brasileira está sem projeto e sem propósito

Sem projeto e sem propósito. É assim que o presidente da Riachuelo, Flávio Rocha, define a economia brasileira hoje. O empresário, dono da terceira maior rede de moda do País, atrás da C&A e da Renner, atribui a crise que se instalou no País à política do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff.

  
E fala, abertamente, que a atual gestão da presidente cria dois cenários para a economia: “Um é o de uma agonia curta, com impeachment. O outro, de agonia longa, cumprindo três anos e meio de mandato.” Em sua opinião, é urgente uma “cirurgia profunda” no Estado brasileiro, que vai muito além do ajuste fiscal, algo que o governo atual não tem condições ou vontade de fazer. A seguir, os principais trechos da entrevista de Rocha ao Estado.

Como o sr. vê a economia?

Vamos começar com uma boa notícia. Encerrou-se um ciclo. Um ciclo de ideias ruins, insustentável. A gente já vê os indícios fortes da mudança. A mudança vem da cabeça do eleitor, de um novo personagem que vai mudar a história do País: o eleitor-consumidor-cidadão. Ele sucedeu o eleitor súdito, que era o fiel da balança e representava uma grande base de 60% de pobreza. Ficava com o pires na mão para o Estado. Houve uma transformação demográfica e econômica. Hoje, o fiel da balança não é mais a base da pobreza. É o novo consumidor, com condição de resolver as paradas eleitorais que vêm pela frente. Ele enxerga o Estado de uma outra forma. Não cai mais no mito do Estado que resolve todos os problemas. Ele vê o Estado como vê a sua operadora de telefonia celular, de TV a cabo. Paga e exige reciprocidade. Esse novo perfil vai ser o estopim da mudança.

Para o sr., as manifestações contra o governo são promovidas pela nova classe média?

Sim. O povo não está pedindo mais Estado. Está pedindo menos Estado. Está pedindo eficiência do gasto público, menos clientelismo, menos paternalismo. Em 2013, não. Ali acho que tinha uma confusão, tinha no meio os black blocs (grupo que ataca símbolos do capitalismo), uma coisa de movimentos sociais. Mas agora as manifestações dizem isso.

Para muitos, as manifestações são promovidas pelo pessoal da “varanda gourmet”.

As pesquisas desmentem isso. O conflito que está instalado não é pobre contra rico. Não é patrão contra empregado. Não é Nordeste contra Sudeste. Não é trabalhador rural contra MST. Um país é como uma carruagem. As forças de tração dessa carruagem são o trabalhador e o empresário. E existe o Estado. Quando eu era deputado, na Constituinte (Assembleia Nacional Constituinte, entre 1987 e 1988), defendia a tese do imposto único. Subia na tribuna para me rebelar contra a carga tributária escorchante de 22% do PIB. Pois ela foi de 22% para 37%, mais 7% de déficit. Quer dizer: temos um Estado escandinavo no tamanho e centro-africano na eficiência. Ter esse nível de carga tributária com essa ineficiência é condenar o Brasil a ficar fora do jogo competitivo. Nós competimos com países onde as carruagens sustentam 15%, 17%, 20% do PIB de carga tributária. São carruagens que andam.

O sr. disse que está se encerrando um ciclo ruim. Pode explicar melhor?

Um período de inchaço desmesurado da máquina do Estado e de ideias que levavam à crença de que existia outra saída para a prosperidade que não o trabalho. Que você podia ter uma casa, que é o bem mais desejado de uma família, sem trabalhar. Encerra-se um ciclo estatizante, socializante. O mundo todo já decidiu a questão ideológica sobre se os bens de produção devem estar nas mãos do Estado ou da iniciativa privada. Eu já tinha preguiça desse tema quando fazia faculdade. Hoje, mais ainda. Mas isso está em pauta.

O sr. acredita que o Estado pode ficar menor na gestão do atual governo?

Acho que não. Ajuste fiscal é uma palavra muito suave para a gravidade do problema. A gente não precisa de ajuste fiscal. Precisamos de uma cirurgia de grande porte no Estado, que faça o Estado mudar de propósito. O Estado hoje existe em função de si mesmo. Ganhou vida própria. Há muito tempo, o Estado não existe em função da sociedade. Tornou-se intocável, blindado em si mesmo. Olhe o corporativismo dos professores. Outro dia, um secretário de Educação, de algum Estado, disse que teve uma reunião de três horas com o sindicato dos professores e não se falou uma vez a palavra aluno. Quer dizer: o aluno é um detalhe, está lá para atrapalhar. O que interessa é o corporativismo da máquina. Então, isso tem de ser respaldado pelas urnas. Infelizmente, o projeto que foi aprovado – se é que existia algum projeto – prega o contrário disso, desautoriza qualquer um que queira fazer uma cirurgia mais profunda. Mas, pela primeira vez, existe a perspectiva de um projeto liberalizante.

Como o sr. vê a discussão sobre o impeachment da Dilma, que foi pedido em algumas manifestações?

Nós temos aí duas alternativas. Eu não acho que vai ser este o governo que fará o que tem de ser feito. O orçamento já é assumidamente deficitário e toda tentativa de cortes que é feita, a presidente bloqueia. Então, acho que existem dois cenários: um é o de uma agonia curta, com impeachment. O outro de agonia longa, cumprindo três anos e meio de mandato. Mas será uma agonia que não vai mudar nada. Há uma paralisia e qualquer um dos cenários – de aumento de impostos ou de diminuição do Estado – envolve retaguarda política, que não existe.

Mas o sr. é contra ou a favor do impeachment da Dilma?

Se as contas forem rejeitadas e não houver o impeachment, é melhor rasgar a Lei de Responsabilidade Fiscal. É a pior sinalização que pode haver. Aí é o caos. A sinalização que isso traz para todos os governadores e prefeitos é devastadora. É chutar o pau da barraca. Neste momento, uma agonia curta seria um trauma menor.

O que seria a essa agonia?

É o momento que nós estamos vivendo agora, a máquina parando, o desemprego aumentando, sem crescimento, sem investimento.

O sr. é empresário, o que está acontecendo que nós não estamos tendo investimento?

Falta de propósito.

Foi isso que causou a paralisia?

Primeiro, foi a falta de propósito. Propósito é fundamental. Você tem de olhar para a cara do seu governante, até do presidente da sua empresa, e enxergar adiante: “A Riachuelo daqui a dez anos vai ser isso, nessa Riachuelo daqui a dez anos tem lugar para mim, eu vou estar melhor, eu me identifico com o propósito da Riachuelo, que quer alargar as portas da moda, a moda que melhora a vida das pessoas”. Tem de ter essa identidade de propósito.

Então, estamos à deriva?

Você olha para a Dilma e vê qual é o propósito? Se tem, não consegue transmitir, e se transmite é um propósito que hoje é extremamente minoritário. A capacidade, a energia do Brasil está adormecida, mas voltará quando surgir um novo projeto – e vai surgir porque nenhum espaço fica vazio por muito tempo na política.

E onde a presidente errou?

Eu vi uma frase interessante no começo do governo Lula. Foi nas primeiras semanas: “Este governo vai dar certo porque está fazendo tudo que Fernando Henrique (ex-presidente Fernando Henrique Cardoso) fez, e sem o PT para atrapalhar”. E foi o que aconteceu. Mas a Dilma reverteu tudo o que tinha sido feito.

Como assim?

Começou a acreditar em artificialismo. Ouvi uma colocação, acho que do Arminio Fraga (ex-presidente do Banco Central no governo de FHC). Ele disse: “Esse é um governo que não acredita em preços”. Quando você vê o preço do tomate aumentar é um alerta importante que denuncia uma escassez localizada. E o que se faz nessa hora? Nada. Deixa a ganância empresarial atuar. O produtor vai descobrir que tomate está dando lucro, mais gente vai produzir tomate, aumentar a oferta e o preço volta para onde estava. Dilma ignorou essas delicadas engrenagens da economia, jogou areia nas delicadas engrenagens, com intervenções de todo tipo, artificialismos.

O que o sr. acha das manifestações de empresários em favor do governo Dilma?

Quando você fala do setor empresarial, existe muita confusão. Tem dois mundos completamente distintos. Tem o empresário de mercado e tem o empresário de conluio. Existe aqui o “cronismo”: termo que o Gustavo Franco (ex-presidente do Banco Central no governo de FHC) lançou em um artigo dele sobre o capitalismo crony (em tradução livre, capitalismo de apadrinhados, pois a palavra em inglês, derivada do grego, é uma gíria para amigo, afilhado). O PT, quando pensa em capitalismo, é: “Fulaninho, o que você quer?” O termo campeões nacionais, até outro dia, fazia parte do discurso nacional. Um absurdo. Vou eleger este aqui o rei da proteína animal, este aqui o rei da construção civil e este aqui o rei do óleo e gás. Isso é de uma arrogância, de uma onipotência… O mercado não conta. O governo torna irrelevante a opinião do mercado, força de cima para baixo com instrumentos de financiamentos, de juros subsidiados, que é mais uma perversa forma de intervencionismo. É assim: eu escolho você, dou dinheiro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e tal. Isso é a antítese do capitalismo. Muitas vezes, você olha e diz: ah, são os empresários. Mas vai ver e o que tem é o clubinho do capitalismo de conluio.

E como é o outro grupo de empresários?

O outro, do qual eu muito me orgulho de fazer parte, é aquele que vive do mercado, do consumidor. Se eu vou crescer mais do que Marisa, Pernambucanas ou Renner, só devo a um juiz: a dona Maria, que entra na loja e paga sua prestação de R$ 15. Somos escolhidos pelo mercado.

O sr. fala da necessidade de mudança, mas o Congresso não tem mostrado disposição em ajudar.

Por falta de propósito (do governo atual). Por que a oposição vai se sacrificar, votar medidas antipáticas, quando o partido do governo quer fazer papel de mocinho? Tenho certeza de que esses mesmos deputados, com um novo propósito, uma nova sinalização, um novo chamamento, teriam um comportamento completamente diferente. O propósito tem o dom de fazer milagre.

O sr. não mencionou a Lava Jato. Não está no seu radar?

A Lava Jato é a grande contribuição que sai desse episódio todo. A luta contra a corrupção não é feita apenas com leis, afastando pessoas sem éticas e colocando no lugar pessoas de boa índole. O que faz a corrupção são as regras do jogo. O estatismo é um convite à corrupção. O Estado grande é o habitat natural da corrupção.

E o que evita a corrupção?

O antídoto à corrupção é o livre mercado. Para usar um exemplo simples: se eu tiver aqui na Riachuelo um comprador de gravatas corrupto, que recebe propina de um fabricante de gravatas da esquina, graças aos freios e contra pesos do mercado, a gravata da Riachuelo vai ser mais feia, de pior qualidade. Vou perder participação no mercado de gravatas e meu concorrente vai ganhar. Isso é o que Ronald Reagan (ex-presidente dos Estados Unidos) chamava de freios e contrapesos do mercado. O Estado, tão sabedor das suas limitações como gestor, quando entra num setor, a primeira coisa que faz é delimitar o mercado. Isso tira todos os freios à corrupção. Abre a porta para o superfaturamento. Começa com 10%, vai para 100% e para 1.000%, como estamos vendo. Se esse episódio nos tirar a cruz que repousa sobre o povo brasileiro, que é o monopólio do mercado de petróleo, entre tantos outros que temos no Brasil, a energia de criação de riqueza paga essa conta rapidamente, porque petróleo é um setor transversal. Os absurdos, os superfaturamentos impactam todos os demais setores. Todos dependem de frete, todos têm transporte. A Lava Jato é uma bênção para o Brasil, vem para limpar. É um sinalizador de que o Estado deve ser menor.

Qual a sua previsão para o varejo?

O varejo teve o primeiro trimestre negativo depois de uma década em que cresceu sempre muito mais que a média do PIB. No primeiro semestre, fechou no negativo. Isso atinge de forma diferente os três subsetores. O de duráveis, onde estão os eletroeletrônicos, tem empresas com 20%, 30% de queda. Depois vem o setor de alimentos – até os alimentos estão sofrendo muito por causa da inflação. O que está sofrendo menos é o de semiduráveis – farmácia, têxteis, calçados, que têm até um certo crescimento. Nós estamos crescendo graças à expansão física (com novas unidades). Nas lojas abertas há mais de um ano, estamos estagnados. O que já é uma boa notícia, porque todo mundo está negativo nas mesmas lojas.

Geralmente, o segundo semestre tende a ser melhor. Isso não vai ocorrer em 2015?

Será melhor em relação ao primeiro semestre, mas sempre fazemos a comparação com igual período do ano passado. Então, vai ser pior. O Dia dos Pais foi fraco. No Natal, vai se manter o marasmo. Não temos expectativa de recuperações. A carruagem está parando. A força de tração não é suficiente. O resultado disso é crescimento zero.

O sr. está pessimista?

O empresário tem de partir do pressuposto que crise, por definição, é um episódio passageiro. Não se pode dimensionar a sua empresa para a crise, porque a crise passa e sua empresa fica despreparada para a bonança que, por definição também, vem depois das crises. Estamos abrindo lojas, construindo um centro de distribuição que é o estado da arte do setor. O “capex” (investimento na melhoria de bens de capital uma empresa) chega a R$ 500 milhões neste ano. No Brasil, só pode ser pessimista quem está com os olhos no curto prazo.

Economia

Movimentação nos aeroportos da Infraero deve chegar a 1,9 milhão de pessoas no feriado de 7 de setembro

A Infraero estima que o fluxo de passageiros para o feriado prolongado da Independência, nos 60 terminais administrados pela empresa, será de 1,91 milhão de pessoas, um crescimento de 5,4% em relação ao ano passado, quando foi registrado 1,81 milhão de passageiros.

Essa previsão é para o período que começa hoje, sexta-feira (5/9), e vai até a terça (8/9). Não estão incluídos nesse cálculo os aeroportos de Guarulhos (SP), Galeão (RJ), Viracopos (SP), Brasília (DF) e Confins (MG), concedidos à iniciativa privada, além do Aeroporto Internacional Aluízio Alves de São Gonçalo do Amarante (RN), também de administração privada.

Durante os cinco dias, a Infraero reforçará o monitoramento nos horários de maior fluxo de passageiros e de voos. A previsão é que os dias de maior movimentação serão esta sexta-feira, quando cerca de 340 mil pessoas devem circular pelos terminais, e terça-feira (8/9), com 352 mil viajantes.

Economia

Presidente da TAM diz a Henrique que vai se reunir com governadores do RN, PE e CE para apresentar estudos de consultorias sobre o HUB

A presidente da TAM, Cláudia Sanderson, antecipou nesta quinta-feira (03) ao Ministro do Turismo Henrique Alves, que vai se reunir com os governadores do Rio Grande do Norte, Pernambuco e Ceará, no próximo dia 17, para apresentar estudos feitos por uma empresa Inglesa e outra Canadense, que foram contratadas para prestar uma consultoria sobre o Estado com melhor condição de receber o HUB. 

Os membros da bancada federal dos três Estados também vão participar da reunião, além do presidente da Inframerica e dos Prefeitos de Natal, São Gonçalo do Amarante, Recife e Fortaleza. 

Economia

Robinson destaca potencial do RN no maior evento de energia eólica da América Latina

O governador Robinson Faria participou na tarde desta terça-feira (1º) da edição 2015 do Brazil Windpower Conference and Exhibition (BWP), maior evento de energia eólica da América Latina, realizado no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro.

O chefe do Executivo Estadual, que foi o primeiro governador convidado para falar no evento, discursou durante 10 minutos, abordando o potencial eólico instalado e a previsão para os próximos anos no Estado.

O evento teve a participação do ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga, presidente executiva da Abeeólica, Elbia Gannoum, secretário-geral do Global Wind Energy Council, Steve Sawyer, o governador do Piauí, Wellington Dias, a vice-governadora do Ceará, Izolda Cela, o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico do RN, Flávio Azevedo, e a Diretora Executiva – CTGAS-ER, Cândida Amália.

Robinson Faria completou que no RN os investimentos no setor já chegam a R$ 4 bilhões, e que até 2017 o setor de energia eólica vai gerar mais de 30 mil empregos diretos ou indiretos no Estado.

  

Economia

Crise atinge o setor boneleiro do Seridó

O setor produtivo de bonés do Seridó enfrenta uma séria crise financeira, e coloca em risco a oferta de quase três mil empregos diretos na região. Segundo o ex-vereador de Serra Negra do Norte, Serginho Fernandes (PSDB), somente em sua cidade cerca de mil trabalhadores no setor correm um sério risco de perder seu emprego.

Serginho, que disputou a prefeitura do município, lembrou que, nos últimos dias, os boneleiros de Serra Negra e Caicó tiveram sua produção apreendida em virtude de uma operação policial. “As bonelarias tiveram altos prejuízos, e a consequência, infelizmente, será a demissão em massa”, lamentou.

O ex-vereador alega que os empresários desse setor são pessoas de bem e honradas, que ajudam significativamente na geração de emprego e renda da região do Seridó. “Precisamos que a classe política das cidades prejudicadas se envolva, se pronuncie. É necessário que o governo do estado, senadores, deputados federais e estaduais se envolvam nesse processo, em defesa desse importante setor produtivo”, disse ele.

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Robinson vai ao Rio de Janeiro participar de evento de energia eólica

O governador Robinson Faria participará da abertura do maior evento de energia eólica da América Latina, o Brazil Windpower (BWP) 2015, nesta terça-feira (1º). A cerimônia, na qual o governador potiguar terá 10 minutos de explanação, acontece no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro.

O Rio Grande do Norte é o maior produtor de energia eólica do país, com 80 usinas em operação produzindo 2.119,2 MW. Há ainda 23 usinas em construção, com previsão de 624,8 MW de geração, e 72 usinas contratadas, que deverão produzir 1.891,7 MW. Isso representa um total de 4.635,7 MW de produção num curto prazo.

Foto: Rayane Mainara

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Economia

CPMF: Governo Federal abandona a ideia de recriar o imposto

Da Folha de São Paulo

A presidente Dilma Rousseff desistiu neste sábado (29) de propor a criação de um imposto sobre transações financeiras nos moldes da antiga CPMF, três dias depois de o governo apresentar a ideia como essencial para cobrir um rombo de R$ 80 bilhões no orçamento do próximo ano.

Assessores presidenciais disseram à Folha que a proposta era considerada boa, mas o governo não soube negociá-la com antecedência para garantir sua aprovação pelo Congresso ainda neste ano.

Foi determinante para o recuo da presidente a reunião que ela teve na noite de sexta-feira (28) com governadores do Nordeste. No encontro, ela sentiu que o clima era muito adverso para recriar o imposto do cheque e poderia agravar a atual crise política.

Economia

Tesouro suspende empréstimos dos Estados

Segundo o jornal O Globo, o Governo Federal suspendeu as análises de empréstimos solicitadas pelos Estados. 

O Rio Grande do Norte é um dos estados da nação que aguarda liberação de operação de crédito de R$ 850 milhões junto ao Banco do Brasil. 

No momento, pelo que diz o Ministro Joaquim Levy, é melhor Robinson esquecer, realizar cortes e montar estratégias de governabilidade. 

  

Economia

Em meio à crise, Praia Shopping registra crescimento de vendas em julho‏

O índice da atividade comercial em shoppings centers para o mês de julho, desenvolvido pelo IBOPE Inteligência e pela Mais Fluxo, obteve alta de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior, revertendo a tendência de queda observada nos últimos quatro meses nos shoppings do Brasil. Em Natal, este aumento foi confirmado e até superado com o resultado do Praia Shopping. Localizado na zona sul da cidade, o shopping comemora um crescimento nas vendas de 12% em relação ao mesmo mês de 2014.

De acordo com a superintendente do mall, Maria Paula Rabelo, em meio a tanta notícia ruim, este é um dado animador para iniciar o segundo semestre. “Temos realizado um grande esforço, junto com os nossos lojistas, para promover mais atrativos para o nosso cliente. Acreditamos que esse crescimento foi resultado de um conjunto de fatores que levaram as pessoas a ir mais ao shopping nesses dias, como o período de férias por exemplo, impulsionado pela grande ação de promoções que realizamos em nossas lojas e no estacionamento”, revela.

Ainda segundo dados do Praia Shopping, quando comparado o número de vendas do mês de julho desse ano com o de junho também desse ano, as vendas aumentaram em 25%. Um resultado que a administração e os lojistas comemoram e esperam que se mantenha com as novidades e atrações que o shopping prepara para lançar nos próximos dias.

Economia

Receita Federal libera consultas ao 3º lote do Imposto de Renda 2015

Receita Federal liberou nesta segunda-feira (10), a partir das 9h, as consultas ao terceiro lote de restituições do Imposto de Renda 2015 e a lotes residuais (para quem caiu na malha fina) de anos anteriores. Os valores serão pagos em 17 de agosto.

As consultas podem ser feitas no site da Receita, em:
http://www.receita.fazenda.gov.br/Aplicacoes/Atrjo/ConsRest/Atual.app/paginas/index.asp

Também poderão ser feitas pelo telefone 146 (opção 3) ou por aplicativo para dispositivos móveis (smartphones e tablets).

Economia

Henrique diz a presidente da TAM que o RN está fazendo sua parte para receber o HUB

A confirmação da instalação do Centro de Tratamento Internacional (CTI) dos Correios no Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves está cada vez mais próxima. Em reunião com o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, nesta quinta-feira (16), o presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, Wagner Pinheiro de Oliveira, reforçou a importância desse centro para distribuição de encomendas e correspondências vindas da América do Norte e da Europa.

Atualmente, os Correios contam com apenas três CTIs no Brasil: em Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. O CTI do Aeroporto Governador Aluízio Alves terá capacidade para atender a demanda das regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

Também nesta quinta-feira (16), o ministro Henrique Eduardo Alves recebeu em seu gabinete a presidente da TAM, Cláudia Sender, que apresentou o andamento dos estudos para definição do estado que receberá o HUB da empresa.

De acordo com a presidente da TAM, a empresa encomendou dois estudos de viabilidade para instalação do centro de conexões. Os principais critérios a serem considerados são: localização geográfica, infraestrutura do aeroporto e potencial de crescimento do terminal.

Henrique Eduardo Alves revelou à presidente Claudia Sender que o Rio Grande do Norte está tomando todas as providencias para realizar as melhorias que faltam para ganhar a disputa pelo centro de conexões. “Disse à presidente Claudia que o estado está fazendo seu dever de casa. Entendo que essa é uma decisão puramente técnica e, assim sendo, acredito que oferecemos as melhores condições à companhia para receber esse HUB”, concluiu.

 Fotos: Paulino Menêzes 

Economia

Henrique empata o jogo

Os três senadores do Ceará (Eunício Oliveira, Inácio Arruda e Tasso Jereissati), o governador  Camilo Santana, Deputados Federais e o Ministro Eliseu Padilha serão recebidos nesta quinta-feira (16), pela presidente da TAM, Cláudia Sender. Vão solicitar a concessão do Aeroporto Internacional Pinto Martins. 

Já à tarde, Cláudia Sander vai ao Ministério do Turismo para uma audiência com o potiguar Henrique Eduardo Alves, principal responsável pela conquista do Aeroporto Internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante. 

Aliás, em visita a Natal ontem, o Ministro da Defesa, Jaques Wagner afirmou que o Rio Grande do Norte está em boa posição para receber o HUB da TAM pela estrutura oferecida pelo Aeroporto Aluízio Alves. 

Detalhe: Às 13h30, o Governador do Ceará será recebido por Henrique para tratar de demandas turísticas daquele Estado. 

Economia

Senadores Garibaldi Filho e Fátima Bezerra pedem ao Ministro de Portos investimentos para o RN

Em audiência pública na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), o ministro da Secretaria de Portos, Edinho Araújo, informou que estão sendo analisados 63 pedidos de instalação de novos terminais portuários privados, em 16 unidades da federação, que resultarão em investimentos de R$ 14,7 bilhões. Como o Rio Grande do Norte não faz parte desta relação, os senadores Garibaldi Filho e Fátima Bezerra defenderam a inclusão do estado neste Programa de Investimentos em Logística (PIL).

Presidente da Comissão de Infraestrutura, o senador Garibaldi Filho comunicou ao ministro que já existem estudos para a construção de terminais portuários no estado. Um deles, na margem esquerda do Rio Potengi, seria intermodal. A previsão é que ele seria implantado em módulos progressivos, ampliado de acordo com a necessidade. Seria utilizado no escoamento de minerais, combustíveis e derivados e grãos. Por sua vez, a senadora Fátima Bezerra informou que um grupo chinês estaria interessado em participar do projeto. Outra possibilidade de terminal seria em Porto do Mangue.

Os dois senadores também falaram ao ministro sobre a necessidade de ser iniciada a construção do berço 4 do Porto de Natal e da instalação das defensas da Ponte Newton Navarro. Edinho Araújo explicou que somente autorizará o início do processo licitatório quando tiver a garantia dos recursos necessários para a obra. Somente estariam garantidos R$ 11 milhões, dos R$ 275 milhões necessários. A bancada federal agendará uma reunião com o ministro para aprofundar a discussão sobre o assunto.

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Economia

Henrique anuncia redução no preço do milho vendido pela CONAB no RN

Em contato com o blog, o Ministro Henrique Alves anunciou que a partir da próxima semana o milho vendido pela CONAB no Rio Grande do Norte será comercializado 13% mais barato. “Solicitamos junto com toda a Bancada Federal do Rio Grande do Norte uma redução de 30% no preço do milho, como alternativa para diminuir o sufoco que passa o pequeno produtor potiguar, mas não foi possível, e recebemos a confirmação na redução de 13%”, disse Henrique ao Blog.

Chegarão ao Rio Grande do Norte até o final da próxima semana, cerca de 2 mil toneladas de milho, que estavam represadas no Mato Grosso, mas já receberam ordem de destinação para o Rio Grande do Norte por parte do Ministério da Agricultura.

A saca de milho que atualmente estava sendo vendida por R$ 37,20, passará a ser comercializada por R$ 33,93.

“A redução vai beneficiar cooperativas, agricultores familiares e pequenos criadores de aves, suínos, bovinos, caprinos e ovinos na região atingida pela seca no Rio Grande do Norte”, disse o Ministro.

Henrique Alves ressaltou a abrangência da medida que vai aliviar a falta de alimentos e ajudar a manter os rebanhos, graças ao preço mais acessível aos estoques públicos de milho nos armazéns da CONAB.

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Economia

Hiper Bompreço da Prudente continua fechado

Fechado desde a última quarta-feira (08), a loja do Hiper Bompreço da avenida Prudente de Morais continua com as portas fechadas.

Aos lojistas informaram de um problema no teto, mas o blog já soube que retiraram toda a mercadoria do local.

Economia

Portos do RN registram aumento de 27% na movimentação de cargas no primeiro semestre de 2015

A Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN), administradora dos Portos do Estado, comemora os resultados apresentados no primeiro semestre de 2015. Comparado com o mesmo período de 2014, a movimentação total portuária teve um crescimento de 27,49%. Foram movimentadas nos seis primeiros meses de 2014, 861.689 toneladas, sendo 190.565 toneladas no Porto de Natal e 671.124 toneladas no Terminal Salineiro de Areia Branca. Já entre janeiro e junho de 2015, ultrapassamos 1 milhão de toneladas movimentadas em importação e exportação, com 233.082 toneladas movimentadas no Porto de Natal mais 864.490 toneladas no Terminal Salineiro de Areia Branca, totalizando 1.098.572 toneladas.

De acordo com a Presidência da CODERN, o saldo positivo foi puxado pelo aumento do volume importado de trigo e pela exportação de sal e frutas tropicais. O fato do Rio Grande do Norte possuir Parques Eólicos também nos possibilitou receber equipamentos que serão utilizados pelo setor.

A movimentação geral de contêineres também registrou alta de 5.000 toneladas embarcada e desembarcada a mais do que em 2014.

“O aumento da nossa movimentação de cargas, atesta o vigor do sistema portuário no Rio Grande do Norte, que nos últimos tempos recebeu importantes investimentos do Governo Federal, nos dando a certeza da nossa contribuição para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte, e provando que a Ponte Newton Navarro não impede a movimentação de nenhum navio de cargas”, comemora Emerson Fernandes, Diretor-Presidente da CODERN.

Cruzeiros

Em 2014, o Porto de Natal recebeu seis cruzeiros e até o final de 2015 receberemos um total de sete, totalizando 15 Navios Cruzeiros. Uma média de 10.000 turistas já passaram pelo novo Terminal Marítimo de Passageiros do Porto de Natal, que foi inaugurado em 2014.

Para Marco Ferraz, diretor da CLIA Brasil, membro da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos, o Terminal de Natal está pronto para receber turistas do mundo todo, através de novos cruzeiros, possibilitando um acréscimo a economia do Rio Grande do Norte de até R$ 60 milhões por ano. “Nós temos todo o interesse de atrair novos cruzeiros para Natal. Para isso precisamos da união e do apoio do Governo do Estado, da Prefeitura de Natal e entidades do setor”, observou, em recente visita ao Rio Grande do Norte.

A Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar) tem a intenção de criar uma rota fixa de cruzeiros no Nordeste, dentro do projeto chamado “Brasil o ano todo”.

Foto: Magnus Nascimento

Navio - Magnus Nascimento

Economia

Porto de Natal já descarregou 125 mil toneladas de trigo em 2015‏

O navio Navio Nina-Marie atracou no Porto de Natal nesta quinta-feira (02), e está em operação trazendo 8.000 toneladas de trigo importado dos Estados Unidos.

A Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN) comemora que já são 125.000 toneladas de trigo descarregadas este ano no Porto de Natal. “Nossa meta é superar em 2015 os números de 2014. Estamos trabalhando para isso, os resultados até agora são extremamente satisfatórios e continuamos atraindo novos clientes”, ressalta Emerson Fernandes Daniel Júnior, Diretor-Presidente da Companhia.

Nos próximos dias, outro navio com trigo chegará ao Rio Grande do Norte, superando a meta mensal da CODERN para os meses de junho e julho.

Foto: Assessoria

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