Geral

Sindicato dos Médicos atesta redução na ocupação de leitos de Covid na rede privada do RN

“Mesmo em meio ao sofrimento da morte de tantos médicos, nesta luta sem tréguas ao coronavírus, a boa notícia que parece apontar é que a queda inicialmente constatada no atendimento inicial de pronto-socorro parece se encaminhar para os leitos semi-intensivo e de UTI, no setor privado.

A situação no Hospital Rio Grande que era de lotação na visita que o Sinmed realizou no início da semana, apresentou ligeira folga nesta sexta-feira. O quadro hoje é o seguinte: UTI COVID – de 20 vagas, 7 disponíveis, SEMI-INTENSIVO COVID – de 27 vagas, 8 disponíveis.

São os primeiros sinais que devemos acompanhar para ver se é uma tendência a se consolidar. No meio das sombras trazidas pela pandemia pode estar surgindo uma luz que sinaliza declínio da infecção e agora da internação de casos mais graves.

Essa tendência quanto à procura de internamento em UTI ainda não conseguimos detectar na rede pública, em razão de filas de espera. Vamos acompanhar nos próximos dias para ver se observamos no setor público o que começamos a perceber no setor privado”.

Geraldo Ferreira – Presidente do Sinmed/RN

Geral

Governador do DF decreta estado de calamidade pública por causa da pandemia

Da Agência Brasil

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, decretou hoje (29) estado de calamidade pública, em decorrência da pandemia causada pelo novo coronavírus (covid-19). O decreto, publicado na manhã desta segunda-feira, terá validade enquanto perdurarem os efeitos da pandemia no Brasil.

O estado de calamidade pública é decretado quando ocorrem danos à saúde e aos serviços públicos, que comprometem seriamente a capacidade de resposta à crise. Com a medida, o Distrito Federal poderá receber recursos do governo federal, como a antecipação de benefícios sociais, liberação de seguros e a prorrogação de pagamentos de empréstimos federais, por exemplo.

Dados da pandemia no Distrito Federal, divulgados pela Secretaria de Saúde, mostram que o DF registrou até ontem, 44.905 casos confirmados de covid-19, com 548 óbitos.

Geral

Brasil entra em parceria para produzir vacina contra covid-19

Da Agência Brasil

O Brasil fechou acordo para disponibilização no futuro de doses de uma vacina que está sendo testada para o tratamento da covid-19. O medicamento está sendo desenvolvido em uma iniciativa conjunta da Universidade de Oxford e de um laboratório no Reino Unido e já está sendo testado no país.

O acordo prevê a produção de 100 milhões de doses de vacina por meio da aquisição de insumos e transferência de tecnologia para produção no país.

Caso seja comprovada a eficácia deste tratamento, dois lotes, de 15,2 milhões de unidades cada, serão disponibilizados em dezembro de 2020 e janeiro de 2021, totalizando cerca de 30 milhões de doses, ao custo de US$ 127 milhões. Os primeiros lotes serão destinados aos grupos de risco, como idosos e pessoas com comorbidades, além de profissionais de saúde e trabalhadores da segurança pública.

O Brasil poderá ainda contar com mais 70 milhões de doses, por cerca de US$ 160 milhões.

Em entrevista coletiva em Brasília, o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, justificou a opção por assumir o risco da pesquisa, mesmo sem a comprovação da eficácia do medicamento. “O risco é necessário devido à urgência de busca de solução efetiva para as demandas de saúde pública. Consideramos um avanço para a tecnologia nacional e uma amostra do esforço do governo de encontrar soluções para a população brasileira.”

O secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo de Medeiros, destacou a situação promissora deste tratamento. “A vacina já está na fase 3, em fase clínica. O Brasil é representante do conjunto de nações que estão testando a vacina. A gente tem uma oportunidade de produzirmos e avançarmos com a oferta desta parceria e encomenda tecnológica. É óbvio que toda e qualquer entrega à população será feita com respeito aos critérios farmacológicos e clínicos e da segurança à população”, declarou.

Caso não seja comprovada a eficácia, o secretário de Vigilância em Saúde informou que não haverá aplicação da vacina, mas que permanece a transferência de tecnologia prevista no acordo para continuar avaliando soluções de tratamento.

De acordo com o Ministério da Saúde, há 460 projetos de pesquisa aprovados sobre diferentes aspectos relacionados à covid-19, de tratamentos ao entendimento da doença. Há também 114 ensaios clínicos e 44.262 participantes dessas iniciativas.

Teste
Os testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 no Brasil foram anunciados no início do mês e deverão contar, de acordo com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com 2 mil voluntários em São Paulo e com 1 mil no Rio de Janeiro, onde serão realizados pela Rede D’Or.

Geral

Bolsonaro libera comporta que permite a chegada das águas do São Francisco ao Ceará

No município de Penaforte (CE), o presidente da República, Jair Bolsonaro acionou, nesta sexta-feira (26), a comporta do Eixo Norte do projeto de integração do Rio São Francisco que permite a chegada das águas ao Ceará.

O Eixo Norte levará água para 220 cidades da Paraíba, Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte beneficiando 6,5 milhões de pessoas. Com a ação, a água que já abastece o Reservatório Milagres, em Pernambuco, passa pelo Túnel Milagres e começará a encher o Reservatório Jati, que fica no Ceará. A água seguirá, por fim, até a Paraíba e Rio Grande do Norte, com previsão de chegada para 2021.

Após acionar a comporta da Estrutura de Controle de Milagres, o presidente disse que a obra leva água a quem realmente precisa e vai impulsionar a atividade econômica.

“A agricultura, irrigar terras, levar água para a casa do cidadão nordestino que sempre teve carência disso. E é uma novela enorme que está chegando ao fim”, disse. A obra de integração das águas do Rio São Francisco foi iniciada em 2007. O projeto inicial se deu ainda no Governo de Itamar Franco, época em que o potiguar Aluízio Alves era Ministro da Integração Regional.

O presidente lembrou que foi uma decisão de governo concluir obras que sofriam com descontinuidade. “Foi recomendação desde o início do governo que não deixaríamos nenhuma obra parada. Isso faz parte desse compromisso nosso e a gente fica muito feliz de trazer água para quem realmente precisa”, afirmou.

Bolsonaro viajou ao Ceará acompanhado dos ministros do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, da Infraestrutura, Tarcísio Gomes, da Agricultura, Tereza Cristina e do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno.

Do Rio Grande do Norte, além do Ministro Rogério Marinho, os deputados federais General Girão e Beto Rosado acompanharam a agenda.

Presidente acionou a comporta do Eixo Norte do projeto de integração do Rio São Francisco que permite a chegada das águas ao Ceará - Foto: Alan Santos/PR

Presidente acionou a comporta do Eixo Norte do projeto de integração do Rio São Francisco que permite a chegada das águas ao Ceará – Foto: Alan Santos/PR

Girão

IMG_4251

Geral

Antiviral para hepatite tem bom resultado contra a covid-19

Da Agência Brasil

Um estudo liderado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com medicamentos que são usados para tratar hepatite C mostrou eficácia contra o novo coronavírus, que causa a covid-19.

A doença já infectou mais de 9,6 milhões de pessoas no mundo e matou quase 490 mil, segundo o painel global da universidade Johns Hopkins. No Brasil, os dados de ontem (25) do Ministério da Saúde contabilizam 1.228.114 casos e 54.971 óbitos.

Em experimentos in vitro com três linhagens de células, incluindo células pulmonares humanas, o antiviral daclastavir impediu a produção de partículas virais do novo coronavírus que causam a infecção. O medicamento foi de 1,1 a 4 vezes mais eficiente do que outros remédios que estão sendo usados nos estudos clínicos da covid-19, como a cloroquina, a combinação de lopinavir e ritonavir e a ribavirina, este último também usado no tratamento de hepatite.

O daclastavir superou também a eficiência do atazanavir, um antirretroviral utilizado no tratamento de HIV que foi testado anteriormente pelos cientistas da Fiocruz.

“As análises apontaram que o fármaco [daclastavir] interrompeu a síntese do material genético viral, o que levou ao bloqueio da replicação do vírus. Em células de defesa infectadas, o fármaco também reduziu a produção de substâncias inflamatórias, que estão associadas a quadros de hiperinflamação observados em casos graves de covid-19”, diz a Fiocruz.

Os testes mostraram que o sofosbuvir, outro remédio para hepatite, foi menos eficiente do que o daclastavir. Ele também inibiu a replicação viral em linhagens de células humanas pulmonares e hepáticas, mas não apresentou efeito em células Vero, derivadas de rim de macaco e muito utilizadas em estudos de virologia.

Pré-print

Os estudos foram publicados no site de pré-print bioRxiv. Ou seja, os resultados já estão disponíveis para consulta pela comunidade científica internacional, mas ainda requerem aprofundamento e revisão.

O trabalho foi liderado pelo pesquisador Thiago Moreno, do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz), em parceria com cientistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e dos Laboratórios de Imunofarmacologia e de Pesquisa sobre o Timo do IOC. Também colaboraram o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), Universidade Iguaçu (Unig), Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor), Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Inovação de Doenças de Populações Negligenciadas (INCT-IDPN) e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Neuroimunomodulação (INCT-NIM).

De acordo com Moreno, os parâmetros farmacológicos do daclastavir contra o novo coronavírus são compatíveis com os efeitos do medicamento em pacientes.

“O reposicionamento de medicamentos é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a maneira mais rápida de identificar candidatos ao tratamento da covid-19. Considerando que os antivirais de ação direta contra o vírus da hepatite C estão entre os mais seguros, nossos resultados indicam que estes fármacos, em especial o daclastavir, são candidatos para a terapia, com potencial para ser imediatamente incorporados em ensaios clínicos”.

Os cientistas alertam para os riscos da automedicação e destacam que ainda são necessários testes com pacientes para avaliar a eficácia das terapias. “Todas as pessoas com casos suspeitos ou confirmados de covid-19 devem procurar atendimento médico para orientação da terapia adequada”, adverte a Fiocruz.

Geral

Estados Unidos entregam ventiladores pulmonares ao Brasil para o combate à COVID-19

O governo dos Estados Unidos, por meio da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional – USAID, entregou o primeiro carregamento de 200 ventiladores pulmonares, novos e de última geração, hoje, quinta-feira, 25 de junho, para apoiar o Brasil na luta contra a COVID-19. A doação demonstra o compromisso do presidente Trump em entregar esse recurso extremamente necessários para a resposta imediata do Brasil à pandemia.

Os ventiladores, produzidos nos EUA, trazem tecnologia de ponta e sob demanda. São compactos e de fácil manuseio e irão dar ao Brasil a flexibilidade necessária para tratar os indivíduos afetados pelo vírus – um recurso que pode ser vital para pacientes cujos pulmões não estejam funcionando adequadamente apesar de receberem oxigenação adicional.

O embaixador Todd C. Chapman destacou a iniciativa: “Estamos realmente satisfeitos de ver a primeira leva dos 1000 ventiladores prometidos ao Brasil pelo presidente Trump. Estamos trabalhando com o Ministério da Saúde para garantir que os ventiladores sejam rapidamente incorporados ao sistema de saúde do Brasil e possam ajudar os brasileiros que mais necessitam”.

Geral

Marinha alerta para ventos de até 60 km/h no Litoral Potiguar

A Marinha do Brasil, por meio do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), participa que a intensificação do gradiente de pressão na periferia de um sistema de alta pressão poderá provocar ventos de direção Sudeste a Leste, com intensidade de até 60 km/h (33 nós), na faixa litorânea do s estados da Bahia, ao norte de Salvador, de Sergipe, de Alagoas, de Pernambuco, da Paraíba e do Rio Grande do Norte, ao sul de Natal, entre a noite do dia 16 de junho e a manhã do dia 19 de junho.

A intensificação dos ventos alísios também poderá ocasionar ventos de direção Sudeste a Leste, com intensidade de até 60 km/h (33 nós), na faixa litorânea dos estados do Rio Grande do Norte ao norte de Natal, do Ceará, do Piauí e do Maranhão, a leste de São Luís, entre a noite do dia 16 de junho e a manhã do dia 19 de junho. Os ventos associados a esses sistemas meteorológicos poderão provocar agitação marítima com ondas, em alto-mar, de direção Sudoeste a Sudeste, entre 3,0 e 4,0 metros de altura, entre os estados da Bahia, ao norte de Caravelas, de Sergipe, de Alagoas, de Pernambuco, da Paraíba e do Rio Grande do Norte, ao sul de Natal, até a manhã do dia 19 de junho.

Há condições favoráveis à ocorrência de ressaca com ondas de direção Sudeste a Leste, entre 2,5 e 3,0 metros de altura, na faixa litorânea dos estados da Bahia, ao norte de Porto Seguro, de Sergipe, de Alagoas, de Pernambuco, da Paraíba e do Rio Grande do Norte, ao sul de Natal, até a manhã do dia 19 de junho.

Geral

Ivermectina apresenta riscos para grávidas e bebês

A Ivermectina, medicamento que vem sendo utilizado no tratamento da Covid-19, pode ser tóxica para o fígado de grávidas e dos bebês, já que é uma droga com potencial para atravessar a barreira placentária.

O alerta é do especialista em medicina fetal, Reginaldo Freitas Júnior, segundo reportagem desta TN.

Geral

Covid-19: Universidade de Oxford avança em estudo sobre tratamento com anticorpos

Estadão Conteúdo

Cientistas da Universidade de Oxford, responsáveis pelos estudos mais promissores na busca por uma vacina contra a Covid-19, estão avançando também em pesquisas paralelas para um tratamento com anticorpos.

Segundo pesquisadores, a terapia deve ser importante para idosos, grupo de risco do novo coronavírus, e pessoas que não responderem bem a uma eventual vacina, ainda em fase de desenvolvimento.

Pascal Soriot, executivo-chefe da AstraZeneca, conglomerado farmacêutico parceiro da universidade britânica, descreveu o tratamento como uma “combinação de dois anticorpos” ou “anticorpos clonados” para tentar reduzir o risco de resistência a um deles. Os cientistas da farmacêutica no Reino Unido e nos Estados Unidos afirmam que os testes estão em “velocidade máxima” e esperam que o tratamento possa entrar em produção em 2021.

Diferença nos tratamentos

Tratamentos com anticorpos são diferentes de vacinas. No primeiro caso, a “defesa” do organismo é injetada diretamente no sangue do paciente. Uma injeção de anticorpos, que arma o corpo instantaneamente para neutralizar o vírus, pode ser decisiva nos primeiros estágios da Covid-19. Já a vacina estimula o sistema imune a produzir sua própria defesa.

Nos dois casos, seja com vacina ou com a terapia com anticorpos, a intenção é reduzir ou impedir a replicação do vírus no organismo, acelerando a recuperação. Tratamentos semelhantes com anticorpos já se mostraram eficientes contra outras doenças virais, como H1N1.

Embora um tratamento eficaz com anticorpos possa ser vital, principalmente para idosos, os executivos da empresa destacam a vacina como uma prioridade. A razão para isso seria financeira: terapias com anticorpos são mais caras do que as vacinas.

Nesta semana, a AstraZeneca anunciou acordos internacionais para a produção de 1,7 bilhão de doses da vacina e continua em busca de novos parceiros. Os acordos já firmados são com o Reino Unido, os EUA, a Coalition for Epidemic Preparedness Innovations (Cepi), a Aliança de Vacinas (Gavi) e o Instituto Serum, da Índia, um dos maiores fabricantes mundiais de vacinas. O instituto indiano está explorando parcerias “paralelas” com a AstraZeneca e pode aumentar o financiamento para o tratamento com anticorpos.

Vacina promissora

Das mais de 100 vacinas contra o novo coronavírus em desenvolvimento hoje no mundo, a de Oxford é a que está na fase mais avançada de testes, a terceira, que vai aferir a eficácia do imunizante em pelo menos 10 mil pessoas. A meta dos pesquisadores é conseguir antes do fim deste ano um registro provisório da vacina e um sinal verde dos órgãos reguladores para seu uso em caráter emergencial.

A vacina será testada também no Brasil, em pelo menos dois mil voluntários. O país é o primeiro fora do Reino Unido a participar dos testes, que aqui serão coordenados pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Serão mil voluntários em São Paulo e outros mil no Rio, os dois estados que concentram a maioria dos casos brasileiros de Covid-19.

O país foi escolhido para participar do teste porque a pandemia ainda está em ascensão por aqui, diferentemente do que ocorre no Reino Unido. O Brasil está em negociações para se tornar um dos produtores mundiais da vacina.

A produção brasileira abasteceria toda a América Latina. O acordo do governo com a iniciativa privada colocaria o país na dianteira, em um momento em que corria o risco de estar no fim da fila da vacina.

Geral

Conselho Regional de Medicina alerta a população sobre riscos da automedicação

Nota

O CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO RIO GRANDE DO NORTE (CREMERN), no uso de suas atribuições legais de regulamentar e fiscalizar a prática médica, alerta a população sobre os riscos da automedicação, do sensacionalismo e da autopromoção nesse momento delicado de pandemia.

Entende-se como automedicação o uso de medicamentos por iniciativa própria ou através da aquisição de receitas distribuídas de forma indiscriminada sem que o ato médico tenha sido concretizado. É uma atitude desaconselhável que resulta em riscos para a saúde.

É esperado que o momento de pandemia produza insegurança em toda a população. No entanto, devemos preservar os princípios básicos do cuidado com a saúde, inicialmente através das medidas preventivas e caso apresente sintomas, procurar assistência médica para um correto diagnóstico e tratamento.

Repudiamos toda e qualquer postura sensacionalista que vise a autopromoção e que interfira no que há de mais importante no processo do tratar que é a relação médico/paciente e o ato médico que a envolve. O CREMERN está atento e adotará as medidas cabíveis.

Geral

Autorizado estudo clínico de potencial vacina contra Covid-19

A Anvisa publicou nessa terça-feira (2/6), em edição extra do Diário Oficial da União (D.O.U.), a autorização para realização de um estudo clínico no Brasil para testar uma potencial vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, para prevenir a Covid-19. O pedido de autorização foi feito pela empresa Astrazeneca do Brasil Ltda., que submeteu os dados e as informações sobre a vacina para avaliação da Agência.

Trata-se de um estudo controlado randomizado de fase III para determinar a segurança, a eficácia e a imunogenicidade da vacina ChAdOx1 nCoV-19 não replicante. Os estudos iniciais não clínicos em animais e os estudos clínicos de fase 1 em humanos para avaliar a segurança da vacina foram realizados na Inglaterra e os resultados demonstraram que o seu perfil de segurança foi aceitável.

A vacina ChAdOx1 nCoV-19, conhecida como AZD1222, usa um vetor viral baseado em uma versão enfraquecida do resfriado comum (adenovírus) contendo o material genético da proteína spike Sars-CoV-2. O vetor de adenovírus recombinante (ChAdOx1) foi escolhido para gerar uma forte resposta imune a partir de uma dose única sem causar uma infecção contínua no indivíduo vacinado.

Desde o reconhecimento de calamidade pública no Brasil em virtude da pandemia do novo coronavírus, a Anvisa tem adotado estratégias para dar celeridade às análises e às decisões sobre qualquer demanda que tenha como objetivo o enfrentamento da Covid-19. Uma dessas estratégias foi a criação, no âmbito da Gerência Geral de Medicamentos (GGMED), de um comitê de avaliação de estudos clínicos, registros e mudanças pós-registros de medicamentos para prevenção ou tratamento da Covid-19 e para mitigação do risco de desabastecimento de medicamentos com impacto para a saúde pública devido à pandemia.

Para realização de qualquer pesquisa clínica envolvendo seres humanos, é obrigatória a aprovação dos Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs) e/ou da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). A anuência de pesquisa clínica pela Anvisa constitui-se na etapa regulatória que se aplica somente às pesquisas clínicas que têm a finalidade de registro e pós-registro de medicamentos, por solicitações de empresa patrocinadoras ou seus representantes. O prazo para início do estudo clínico após a aprovação ética e regulatória é definido pelo patrocinador do estudo.

Geral

Padre de 54 anos morre com suspeita de Covid em Canguaretama

NOTA DE FALECIMENTO

Comunicamos, com pesar, o falecimento do Padre Ailson Bezerra do Nascimento, por volta das 18 horas desta quarta-feira, 3, na UPA da cidade de Canguaretama, por suspeitas da Covid-19. Padre Ailson tinha 54 anos de idade, era natural de São Gonçalo do Amarante e, atualmente, exercia a função de administrador paroquial da Paróquia de São João Batista, em Montanhas. Confiamos ao Senhor Deus de Misericórdia este servidor do Evangelho para que viva a alegria eterna, participando da nova vida em Cristo Ressuscitado. A Arquidiocese de Natal manifesta sua solidariedade aos seus familiares, aos paroquianos e aos membros do Clero.

Gabinete do Arcebispo

Geral

Você teve COVID-19? Doe seu plasma

Caso você tenha tido a COVID-19 e se recuperado, o plasma do seu sangue pode ajudar a salvar muitas vidas.

Pessoas que tiveram Covid-19 possuem anticorpos que são capazes de combater o vírus. Em pesquisas anteriores relacionadas a outras doenças virais, constatou-se que pacientes demonstraram melhora do quadro clínico após receberem o plasma de pessoas recuperadas.

Mesmo sem evidência científica comprovada, o tratamento – até como estudo – está sendo feito e aplicado em pacientes com quadro grave de Covid.

Em Natal podem ser feitas no Hemovida, na Av. Nilo Peçanha, 199, Petrópolis, em Natal.

Geral

EUA anunciam assistência adicional de US$ 6 milhões para combater COVID-19 no Brasil

Os Estados Unidos anunciaram que estão fornecendo mais US$ 6 milhões (aproximadamente R$ 32 milhões) em assistência humanitária ao Brasil para atividades emergenciais em saúde, água, saneamento e higiene e para mitigar os impactos da COVID-19 na saúde no Brasil. Os novos recursos do governo dos EUA totalizam, até o momento, mais de US$ 12,5 milhões (aproximadamente R$ 66 milhões).

A Assistência Internacional a Desastres (IDA) da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID) está fornecendo essa assistência para manter os cuidados essenciais de saúde funcionando; fornecer programas de engajamento comunitário; prevenir e controlar infecções; fornecer água potável, itens de higiene e assistência alimentar de emergência; fortalecer a capacidade de saúde local. Esses recursos priorizarão mas não se limitarão as populações na região amazônica com alto número de casos e que não podem responder efetivamente às crescentes demandas e necessidades e onde as populações vulneráveis carecem de serviços.