O desembargador Cláudio Santos reafirma sua posição contra o pagamento em dinheiro de licença-prêmio aos funcionários do Judiciário. 

Aliás, foi o único desembargador a votar contra esse tipo de benefício. 

A licença-prêmio existe para que o funcionário goze 3 meses de férias a cada 5 anos de trabalho que tenha assiduidade. 

No momento, o assunto volta à cena devido aos pagamentos de vantagens tanto no MP como TJ.