Mais uma reunião entre entidades representativas dos policiais e bombeiros militares e a equipe do Governo do Estado e nada foi definido. A reunião foi realizada na tarde desta segunda-feira (10) na Consultoria do Estado e nela se esperava que o governo apresentasse uma contraproposta aos valores de subsídio apresentados pelas associações.

Amanhã, às 9h, será realizada uma assembleia geral, no auditório da Cemure, para comunicar a categoria que não houve nenhum avanço nas negociações.

O governo estadual, representado pelo secretário de Administração e Recursos Humanos, José Anselmo de Carvalho Júnior, alega não ter condições de pagar a proposta requerida pelos policiais e bombeiros militares. “Estamos no percentual máximo de comprometimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. A posição do governo é uma só sair da zona de perigo da LRF, mas não existe nenhuma expectativa que se mude essa situação tão cedo”, disse o secretário.

A proposta mantida pelas entidades representativas dos policiais e bombeiros militares é de um salário de R$ 3.447 para o soldado, o que equivale a 20% do salário do coronel com valor de R$ 17 mil e um parcelamento até 2014.

A proposta apresentada pelo governo, até o momento, é de um salário de R$ 2.700 com parcelamento até 2015. Com esse valor o soldado deixaria de receber os atuais 25% e passaria a receber 15% do salário do coronel.

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