A juíza titular da 5ª Vara Criminal de Natal, Ada Maria Galvão, ouviu na manhã desta quarta-feira (16), 15 das 21 testemunhas do caso Foliaduto.

O Foliaduto foi o nome dado a suposta contratação de bandas fantasmas pelo Governo de Wilma de Faria, através da Fundação José Augusto (FJA), para apresentações no reveillon e no pré-carnaval de 2006.

Segundo o Ministério Público Estadual (MPE), o Governo contratou 30 bandas para realização de shows que nunca foram realizados, totalizando um valor de 1,5 milhão.

O ex-chefe da Casa Civil do Governo do Estado, irmão da ex-governadora Wilma de Faria, o médico Carlos Alberto de Faria, é o acusado pelo MPE de ter comandado o esquema de corrupção.

As testemunhas de defesa do caso são o advogado Armando Holanda, Tatiana Mendes Cunha (à época do escândalo, era a Controladora Geral do Estado), o advogado Jorge Galvão (foi Controlador Geral do Estado por 7 anos e 3 meses, tendo deixado o cargo em 8 de abril deste ano) e Carlos Castim (ex-secretário de Segurança Pública do Governo Wilma).

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