Prefeitura de Natal decide ampliar leitos de UTI no Hospital de Campanha e recomenda uso da Ivermectina

A Prefeitura de Natal decidiu ampliar a oferta de leitos no Hospital de Campanha. A meta estabelecida pelo prefeito Álvaro Dias é de abrir mais 10 leitos de UTI nessa unidade até sexta feira. Assim, o Hospital que já possui 20 leitos para esse tipo de tratamento, passará a contar com 30 leitos.

Segundo o prefeito, a Prefeitura não dispõe de recursos próprios para instalar os 10 novos leitos de UTI. Em função disso, a saída será buscar apoio. “Vamos mais uma vez, pedir recursos ao Governo Federal, para que o Hospital de Campanha passe urgentemente a contar com mais essas vagas em sua UTI, nesse momento difícil. Essas 10 novas vagas são muitíssimo necessárias, tendo em vista a pressão de demanda que nosso Hospital vem sofrendo”, explica Álvaro Dias, que vai pedir socorro ao Ministério da Saúde para viabilizar o pleito.

Nesta semana, o Hospital de Campanha de Natal atingiu 100% de ocupação em sua UTI, mesmo índice registrado em outros hospitais públicos e privados no Rio Grande do Norte. Daí a necessidade premente de ampliar esse número de vagas, ainda mais em Natal, que normalmente absorve pacientes de outros municípios.

Até que a vacinação em Natal esteja concluída, o prefeito Álvaro Dias pretende reforçar as políticas de prevenção à doença e as voltadas para o tratamento precoce. O uso da Ivermectina, como medicamento profilático, por exemplo, é apontado pelo prefeito como extremamente necessário e benéfico, por evitar a disseminação da doença e ajudar a reduzir a carga viral e, assim, diminuir frontalmente os efeitos da Covid-19 nas pessoas. “Até que toda a população esteja vacinada, o que ainda vai levar um bom tempo, precisamos adotar todos os cuidados para não deixar que essa doença tão perversa cause ainda mais mortes e problemas à saúde das pessoas”, destaca o prefeito.

As estratégias implementadas em Natal no enfrentamento à Covid-19 são reconhecidas em todo o país. Resultado de ações como a instalação do próprio Hospital de Campanha, dos Centros de Atendimento, das testagens em massa e, mais recentemente, do programa de vacinação, com pontos fixos e de drive-thru.