Redes sociais se acirram em Mossoró

Com a proximidade da hora do voto em Mossoró, os ânimos políticos se acirram e fervem próximo a 100°C.

Pelas redes sociais, mais precisamente pelos grupos de WhatsApp, que será a peça chave das eleições de outubro próximo, cada lado atira pedra no adversário.

Os eleitores de Larissa lembram que a Polícia Federal só não prendeu Francisco José Júnior em 30 de maio de 2012, porque ele antes conseguiu embarcar para o México. Diz ainda que a Polícia Federal flagrou em um computador pessoal de Francisco José Júnior, planilha contendo receita de R$ 200 mil, identificada como “1 Parcela M”, de 25 de abril de 2012. Além de lembrar que a Polícia Federal indiciou Francisco José Júnior, sob acusação de recebimento de propina para aprovar projeto, na Câmara de Mossoró, favorecendo cartel de postos de combustíveis em Mossoró.

O mais relevante foi uma foto divulgada do juiz eleitoral de Mossoró, Herval Sampaio, correndo na praia com o candidato Francisco José Júnior.

Já os eleitores de Francisco José Júnior, lembram o Escândalo dos Sanguessugas, também conhecido como máfia das ambulâncias, que estourou em 2006 devido à descoberta de uma quadrilha que tinha como objetivo desviar dinheiro público destinado à compra de ambulâncias e o ex-deputado federal Laíre Rosado, pai da candidata Larissa Rosado (PSB), teve seu nome envolvido como suposto acusado. Em 12 de Março de 2008, a Revista Época, inclusive, chegou a denunciar que ONGs ligadas à deputada Sandra Rosado, mãe de Larissa, envolvida no escândalo dos sanguessugas, receberam R$ 12 milhões em sete anos.