As declarações dadas ontem pelo Secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, acerca da situação financeira do Rio Grande do Norte, acabam de uma vez por todas a tese do próprio ex-governador Robinson Faria, de que tenha sofrido perseguição política, ao não conseguir ajuda financeira da União.

Ao dizer que é inconstitucional a União repassar dinheiro para o pagamento de pessoal, frisando que o Tribunal de Contas da União (TCU) não permite o ato, como desejou na época o então governador Robinson Faria.

Inclusive, na nota que divulgou no último domingo (27), Robinson voltou a se dizer vítima de perseguição política.

Ele agora não é governador, os personagens da política com mandatos são outros – e não os que ele acusava de perseguição – e a regra da lei continua a mesma.

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