Mundo

Filha mais nova do Presidente Obama trabalha como caixa em restaurante

(EFE), reproduzido pelo UOL.- Sasha, a filha mais nova do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, não quis perder uma experiência pela qual passam milhões de adolescentes de seu país a cada verão e está trabalhando como caixa em um restaurante, informou nesta quinta-feira a imprensa local.

A mais nova dos Obama, de 15 anos, trocou o luxo da Casa Branca pela correria de um restaurante familiar de frutos do mar na região turística que sua família frequenta todo verão, a exclusiva ilha de Martha’s Vineyard, em Massachusetts.

Sua incumbência no “Nancy’s”, um dos lugares favoritos dos Obama na ilha, é cuidar do caixa no guichê onde os clientes pedem comida para viagem, limpar as mesas e preparar o restaurante para sua abertura na hora do almoço, segundo o jornal “Boston Herald”.

Washington, 4 ago (EFE).- Sasha, a filha mais nova do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, não quis perder uma experiência pela qual passam milhões de adolescentes de seu país a cada verão e está trabalhando como caixa em um restaurante, informou nesta quinta-feira a imprensa local.

A mais nova dos Obama, de 15 anos, trocou o luxo da Casa Branca pela correria de um restaurante familiar de frutos do mar na região turística que sua família frequenta todo verão, a exclusiva ilha de Martha’s Vineyard, em Massachusetts.

Sua incumbência no “Nancy’s”, um dos lugares favoritos dos Obama na ilha, é cuidar do caixa no guichê onde os clientes pedem comida para viagem, limpar as mesas e preparar o restaurante para sua abertura na hora do almoço, segundo o jornal “Boston Herald”.

A Casa Branca não fez comentários a respeito e tudo indica que a adolescente tentou passar despercebida em seu novo trabalho, com o boné do restaurante, bem calada e se identificando com seu nome completo, Natasha.

No entanto, o contingente de agentes do Serviço Secreto que acompanha a família Obama onde quer que vão chamou atenção nesta semana dos curiosos e da imprensa, até que finalmente o “Boston Herald” publicou que se tratava de Sasha.

“Estávamos nos perguntando por que havia seis pessoas ajudando esta menina, mas depois nos demos conta de quem era”, declarou um garçom do restaurante ao jornal em referência aos agentes do Serviço Secreto.

A primeira-dama, Michelle Obama, fala frequentemente sobre seus esforços para que suas filhas tivessem uma infância e uma adolescência o mais normais possíveis, o que pode explicar o trabalho de verão de Sasha, todo um contraste com a privilegiada vida na mansão presidencial.

Mas esse parêntese na vida de Sasha, que chegou à Casa Branca com apenas sete anos, acabará em breve: segundo o “Herald”, a jovem deixará o trabalho quando sua família chegar este sábado a Martha’s Vineyard para passar duas semanas de férias.

Política

Obama na Argentina: “Precisamos de um Brasil forte e eficiente”

Do G1

Em sua primeira visita à Argentina, o presidente dos EUA, Barack Obama, falou sobre a crise política brasileira durante entrevista coletiva ao lado do presidente argentino, Mauricio Macri, nesta quarta-feira (23).

Questionado sobre o assunto, Obama disse que não discutiu o tema “extensivamente” com Macri, mas que ambos esperam que o Brasil resolva “de forma eficaz” a questão.

“O Brasil é um país grande, é amigo dos nossos dois países. A boa notícia – e o presidente Macri apontou isso – é que a democracia dele está madura. Acho que os sistemas de leis e estruturas são fortes o suficiente para que isso seja resolvido de forma que o Brasil prospere e seja o líder mundial que é”, disse Obama.

“Precisamos de um Brasil forte e eficiente para nossa própria economia e para a paz mundial”, acrescentou.

Mauricio Macri (dir.), e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em entrevista coletiva na Casa Rosada, em Buenos Aires, nesta quarta-feira (23) (Foto: David Fernandez/ Reuters)

Mauricio Macri (dir.), e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em entrevista coletiva na Casa Rosada, em Buenos Aires, nesta quarta-feira (23) (Foto: David Fernandez/ Reuters)

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Dilma viaja aos EUA para encontro com Obama

Do G1, em Brasília

A presidente Dilma Rousseff embarcou por volta das 9h30 deste domingo (8) da Base Aérea de Brasília para visita oficial aos EUA. Dilma tem chegada prevista a Washington para as 17h30 (16h pelo horário brasileiro).

Nos Estados Unidos, Dilma terá uma reunião com o presidente Barack Obama, participará de encontros com empresários norte-americanos e visitará duas universidades. Com a viagem, Dilma retribui a visita de Obama ao Brasil, em março de 2011.

Logo após a chegada, a presidente se reúne com empresários brasileiros. Fazem parte da comitiva presidencial os ministros das Relações Exteriores, Antônio Patriota; da Educação, Aloizio Mercadante; da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel; da Casa Civil, Gleisi Hoffmann; das Cidades, Aguinaldo Ribeiro; e da Secretaria Comunicações, Helena Chagas.

Na segunda-feira, o primeiro compromisso da presidente será uma reunião com Obama, na Casa Branca. De acordo com o Itamaraty, devem predominar no encontro temas relacionados a comércio, educação e agendas regional e global.

Após a reunião, o presidente norte-americano oferecerá um almoço à colega brasileira. À tarde, Dilma participará do encerramento do Fórum Brasil-EUA de Altos Empresários e do seminário “Brasil-EUA: Parceria para o Século XXI”. Depois, ela terá um encontro com empresários norte-americanos.

Na terça (10), a presidente visitará o Massachusetts Institute of Technology (MIT), em Cambridge (Massachusetts), e a Universidade de Harvard, em Boston. Ela vai se encontrar com acadêmicos, pesquisadores e bolsistas brasileiros do programa Ciência sem Fronteiras e com o governador de Massachusetts, Deval Patrick.

Dilma deverá levar aos EUA o discurso que vem reiterando sobre a crise internacional. Ela chegou a chamar de “tsunami monetário” as políticas de proteção dos países ricos, que injetam dólares em diversos mercados e reduzem a cotação do dólar frente às moedas locais. Com isso, as exportações ficam prejudicadas, o que tem acontecido no Brasil.

“A crise econômica internacional e coordenação Brasil-EUA  no G-20 terão destaque na conversa entre os presidentes”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Tovar Nunes.

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Campanha de reeleição de Obama arrecada US$ 29,1 milhões só no mês de janeiro

Da Revista Época

O presidente americano, Barack Obama, arrecadou, apenas no mês de janeiro, US$ 29,1 milhões (aproximadamente R$ 50,4 milhões) para a campanha de reeleição, a maior parte procedente de pequenas doações, informaram nesta sexta-feira (17/02) no Twitter os responsáveis de sua campanha.

Esse montante eleva a verba total para as eleições presidenciais de novembro para US$ 250 milhões, segundo cálculos do jornal “The Washington Post”, que o indica Obama como o candidato presidencial com mais dinheiro disponível.

Os fundos estão sendo bastante vigiados desde que o presidente decidiu aceitar o apoio dos Super PACs (comitês políticos de ação independentes), que não estão diretamente vinculados ao candidato e podem arrecadar valores ilimitados apresentados por milionários ou empresas.

Os recursos arrecadados pelo comitê de campanha de Obama são superiores aos disponíveis pelos aspirantes republicanos, liderados pelo ex-governador de Massachusetts Mitt Romney, o ex-presidente da Câmara de Representantes Newt Gingrich e o ex-senador pela Pensilvânia Rick Santorum.

Segundo o site “Opensecrets.org”, que reúne estes dados, Romney arrecadou nos últimos três meses de 2011 algo mais de US$ 23 milhões, enquanto Gingrich conseguiu US$ 9,7 milhões e Santorum acumulou cerca de US$ 916 mil.

Romney, presidenciável republicano favorito até o momento, teve participação de só 9% de pequenos doadores entre os contribuintes do ano passado para sua campanha.

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Dilma e Obama selam 10 acordos

Iara Lemos

Do G1, em Brasília

A visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao Brasil resultou na assinatura de dez acordos e memorandos bilaterais envolvendo os dois países.

Um dos principais acordos prevê a criação da Comissão Brasil-Estados Unidos para Relações Econômicas e Comerciais, que será responsável por deliberar a respeito de questões comerciais entre os dois países.

Segundo dois itens do acordo, a comissão ” identificará oportunidades para expandir o comércio bilateral e os fluxos de investimento” e “promoverá a remoção de obstáculos desnecessários ao comércio bilateral e ao investimento, particularmente no campo regulamentar”.

O desequilíbrio nas relações comerciais – o Brasil atuamente tem déficit na balança comercial com os EUA – é uma das principais diferenças entre os dois países.

Os acordos foram assinados na manhã deste sábado (19) pelo ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, e pelo representante de Comércio dos Estados Unidos, Ron Kirk.

Os acordos preveem parcerias em diversos setores, como aéreo e comercial. O embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, também participou da assinatura dos atos.

Dilma e Obama não participaram da assinatura dos acordos, mas farão um comunicado conjunto em que devem ressaltar as necessidades de parceria entre os dois países.

Copa e Olimpíadas
Um dos documentos assinados pelos representantes dos dois países prevê a cooperação dos Estados Unidos para apoiar o governo brasileiro na organização de grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Segundo o Itamaraty, por ter grande experiência na área de segurança, os Estados Unidos poderão ajudar o Brasil com treinamentos específicos. O setor de infraestrutura também deve receber apoio americano, especialmente nas obras que precisam ser feitas pelo Brasil para receber os jogos.

Biocombustíveis
Os dois países também assinaram um acordo que prevê parcerias para o desenvolvimento de biocombustíveis, especificamente para a área de aviação. Ainda nesta área, os dois países fecharam um acordo que deve facilitar a concessão de licenças para voos de empresas aéreas brasileiras para os Estados Unidos.

Educação
Na área da educação, um dos acordos prevê a facilitação para ingresso de brasileiros em universidades norte-americanas, a partir de programas de bolsas de estudo. O ato prevê “aprofundar a cooperação entre acadêmicos e cientistas brasileiros e americanos”.

Veja abaixo a relação dos acordos firmados entre os dois países:

– Acordo de comércio e cooperação econômica.
– Acordo sobre transportes aéreos.
– Acordo sobre cooperação nos usos pacíficos do espaço exterior.
– Memorando de entendimento sobre cooperação para apoiar a organização de grandes eventos esportivos mundiais.
– Memorando de entendimento para a implementação de atividades de cooperação técnica em terceiros países no âmbito do trabalho decente.
– Memorando de entendimento para o estabelecimento do Programa Diálogos Estratégicos Brasil- EUA, assinado entre a Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Comissão Para o Intercâmbio Educacional entre os Estados Unidos e Brasil (Comissão Fulbright).
– Memorando de entendimento sobre as dimensões da biodiversidade.
– Parceria para o desenvolvimento de biocombustíveis para aviões.
– Protocolo de intenções sobre a ampliação de cooperação técnica em terceiros países.
– Acordo relativo ao exercício de atividades remuneradas por dependentes do pessoal diplomático e consular.

Foto: Agência Estado

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Rosalba é convidada para almoço com Obama no Palácio do Itamaraty

A governadora Rosalba Ciarlini, que se encontra no Rio de Janeiro, recebeu um convite do cerimonial da Presidência da República, para participar do almoço que a presidenta Dilma Rousseff vai oferecer ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, no Palácio do Itamaraty.

O almoço será neste sábado (19).

A governadora deverá marcar presença.

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O que Obama vai comer no Brasil?

Fábio Góis/Congresso em Foco

Nada de churrasco. Nada de feijoada. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu comida “vegan”. Isso mesmo: o presidente negro da maior nação do mundo, conhecida por se entupir de hamburguer, deu instruções para que a sua dieta no Brasil seja mais radical que a vegeteriana. Ou seja: nada do que tenha origem animal entra na alimentação. Nem carne, nem leite, nem ovos.

Ma essa não será o único cardápio servido nos eventos aos quais o presidente norte-americano comparecerá: para quem não é vegetariano, serão servidos outros tipos de pratos. Apenas Obama e sua família, ao menos oficialmente, só se alimentarão com refeições vegan.

O veganismo, aliás, observa o direito dos animais pelo ângulo da ética, e os adeptos da filosofia não admitem qualquer exploração ou abuso sobre os exemplares da fauna, seja qual for a espécie.