Política

Adjuto Dias Neto marcou presença no Carnaval de Caicó

Possível nome para a disputa de deputado estadual em 2018, o delegado Adjuto Dias Neto prestigiou o Carnaval de Caicó. 

Ele participou da festa ao lado do médico Gabriel, advogado Adson e dos jovens Ítalo Diego e Tales Rangel. 

O nome de Adjuto Neto vem ganhando o respaldo e conceito da população para 2018. 

Política

Lula lidera todos os cenários para Presidente em 2018, diz Pesquisa CNT/MDA

A 133ª Pesquisa CNT/MDA, realizada de 8 a 11 de fevereiro de 2017 e divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), mostra a avaliação dos índices de popularidade do governo e pessoal do presidente Michel Temer.

Esta edição aborda também alguns cenários para a eleição presidencial de 2018 e traz a opinião dos entrevistados sobre questões relativas à corrupção, internet e redes sociais.

Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 138 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

Eleição presidencial 2018

1º turno: Intenção de voto espontânea

Lula: 16,6%
Jair Bolsonaro: 6,5%
Aécio Neves: 2,2%
Marina Silva: 1,8%
Michel Temer: 1,1%
Dilma Rousseff: 0,9%
Geraldo Alckmin: 0,7%
Ciro Gomes: 0,4%
Outros: 2,0%
Branco/Nulo: 10,7%
Indecisos: 57,1%

1º turno: Intenção de voto estimulada

CENÁRIO 1: Lula 30,5%, Marina Silva 11,8%, Jair Bolsonaro 11,3%, Aécio Neves 10,1%, Ciro Gomes 5,0%, Michel Temer 3,7%, Branco/Nulo 16,3%, Indecisos 11,3%

CENÁRIO 2: Lula 31,8%, Marina Silva 12,1%, Jair Bolsonaro 11,7%, Geraldo Alckmin 9,1%, Ciro Gomes 5,3%, Josué Alencar 1,0%, Branco/Nulo 17,1%, Indecisos 11,9%

CENÁRIO 3: Lula 32,8%, Marina Silva 13,9%, Aécio Neves 12,1%, Jair Bolsonaro 12,0%, Branco/Nulo 18,6%, Indecisos 10,6%

2º turno: Intenção de voto estimulada

CENÁRIO 1: Lula 39,7%, Aécio Neves 27,5%, Branco/Nulo: 25,5%,
Indecisos: 7,3%

CENÁRIO 2: Aécio Neves 34,1%, Michel Temer 13,1%, Branco/Nulo: 39,9%,
Indecisos: 12,9%

CENÁRIO 3: Aécio Neves 28,6%, Marina Silva, 28,3%, Branco/Nulo: 31,9%,
Indecisos: 11,2%

CENÁRIO 4: Lula 42,9%, Michel Temer 19,0%, Branco/Nulo: 29,3%,
Indecisos: 8,8%

CENÁRIO 5: Marina Silva 34,4%, Michel Temer 16,8%, Branco/Nulo: 35,2%,
Indecisos: 13,6%

CENÁRIO 6: Lula 38,9%, Marina Silva 27,4%, Branco/Nulo: 25,9%,
Indecisos: 7,8%

Política

Marcelo Alecrim e Cláudio Santos discutindo 2018?

Formaram mesa no Armazém Gourmet na tarde desta quinta-feira (09), em Natal, o desembargador Cláudio Santos e o empresário Marcelo Alecrim, dois apolíticos cotados para entrar na política em 2018.

Cláudio Santos vem sendo apontado nos bastidores como possível candidato ao Governo do Estado. Já Marcelo Alecrim é tido como um nome para entrar na disputa pelo Senado Federal.

Será Marcelo costurando e Cláudio dando o nó?

Política

Cláudio Santos desautoriza jingle lançando sua candidatura a governador 

Desde ontem (07) circula nas redes sociais um jingle “o homem vem aí, para colocar moral nesse Estado”. 

Foi atribuído por setores da imprensa ao desembargador Cláudio Santos. Em nota ele desautoriza qualquer manifestação lhe vinculando a questões políticas.

“Não autorizo a ligação de meu nome em qualquer manifestação pública , inclusive através de músicas, relativa a questões políticas”. 

Política

Ezequiel afirma que disputará reeleição e cogita Rogério Marinho ou Tião Couto para o Senado 

Presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Ezequiel Ferreira de Souza, que a em maio assumirá a Presidência Estadual do PSDB, afirmou em entrevista à editoria política desta Tribuna do Norte, que vai disputar a reeleição em 2018, descartando concorrer ao Governo ou Senado. 

Porém, o deputado adiantou que o deputado federal Rogério Marinho é um nome do partido para disputar qualquer cargo majoritário e citou o Senado como opção mais forte. Outro nome admitido por Ezequiel como possível candidato ao Senado Federal é o empresário mossoroense, Tião Couto (PSDB), que disputou a Prefeitura em 2016, sendo derrotado por Rosalba Ciarlini (PP). 

Política

Natal, Seridó e Oeste afinados para 2018?

Na jantar de confraternização após a posse do novo presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, desembargador Expedito Ferreira de Souza, chamou a atenção de todos a afinidade entre o prefeito de Natal, Carlos Eduardo (PDT), o vice Álvaro Dias (PMDB), a prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP), o deputado federal Beto Rosado (PP), a deputada estadual Larissa Rosado (PSB) e a vereadora Sandra Rosado (PSB).

Prestigiando o evento, o ex-deputado Leonardo Nogueira e a ex-prefeita Fafá Rosado também foram cumprimentar o prefeito e o vice. 

É Natal, Seridó e Oeste afinados e já avistando 2018?

Foto: Heitor Gregório

Foto: Heitor Gregório

Política

Sandra Rosado convida Carlos Eduardo e Álvaro Dias para almoço na Praia de Tibau

A vereadora eleita de Mossoró, Sandra Rosado (PSB), ex-deputada federal, que participou da posse do novo presidente do Tribunal de Justiça do RN, desembargador Expedito Ferreira de Souza, dividiu mesa no jantar de confraternização não só com a filha-deputada Larissa Rosado e o primo-deputado Beto Rosado, mas também com o prefeito e vice de Natal, Carlos Eduardo e Álvaro Dias.

Sandra convidou o prefeito e o vice para um almoço na Praia de Tibau.

Ficaram de marcar a data.

2018 é bem ali.

Política

Desembargador Cláudio Santos admite ser candidato em 2018

Prestes a concluir sua gestão como presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, o desembargador Cláudio Santos, um crítico do Governo de Robinson Faria (PSD), admite em entrevista à Tribuna do Norte deste domingo (18) ser candidato em 2018 “se for inevitável”.

Cláudio Santos deixa como marca de sua gestão a coragem de um ajuste fiscal no Tribunal de Justiça e a mudança de uma cultura sedimentada ao longo de décadas, como o próprio afirmou durante a entrevista.

Muito tem se comentado sobre seus interesses políticos em 2018. Há interesse e candidatura?

“Eu não tenho, racionalmente, nenhum interesse em me aposentar e, racionalmente também, de ir para a política. Eu acho que a política é um sacrifício muito grande de ordem pessoal, familiar. Eu me considero com uma vida muito boa para enfrentar esses desafios. Porém, o fato de eu ter exercido minhas funções político-administrativas como presidente do Tribunal de Justiça de forma proativa, de participação, e acho que um chefe de poder assim deve proceder respeitando o estilo de cada um, leva as pessoas a comentarem esse tipo de coisa. Agora, o fato é que nós temos que ter a coragem, por exemplo, na questão previdenciária, de observar que o Governo está enfrentando. O Governo e o Rio Grande do Norte pouco podem fazer isoladamente nesse sentido. O que o Governo Federal quer fazer é uma “meia sola” e não vai resolver, a médio e longo prazos, e imediatamente muito menos. Nós temos um milhão de aposentados do poder público que ganham o que ganham, e 25 milhões de aposentados do INSS. Será que isso é justo? Nós temos 220 milhões de brasileiros sustentando aposentadorias absurdas. Nós tínhamos um déficit R$ 8 milhões por mês no IPERN há seis anos e hoje o déficit e de R$ 100 milhões. Onde é que vai parar isso? Não há dinheiro que chegue. As medidas de austeridade precisam ser tomadas. E eu dizendo isso, as pessoas se confundem no sentido de que eu quero gerir o Estado, me candidatar a vereador de Jardim do Seridó, a deputado, a qualquer coisa. Não quero. A não ser que seja inevitável”.

z

Política

Eleições 2018: Lula lidera no 1º turno e perde para Marina no 2º

Uma pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta segunda-feira (12) pelo jornal “Folha de S.Paulo”, apontou que o ex-presidente Lula lidera as intenções de voto no primeiro turno das eleições de 2018. Veja o resultado:

Lula (PT): 25%
Marina Silva (Rede): 15%
Aécio Neves (PSDB): 11%
Jair Bolsonaro (PSC): 9%
Ciro Gomes (PDT): 5%
Michel Temer (PMDB): 4%
Luciana Genro (Psol): 2%
Ronaldo Caiado (DEM): 2%
Eduardo Jorge (PV): 1%
Branco/nulo: 20%
Não sabe: 6%

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo e índice de confiança de 95%. O Datafolha ouviu 2.828 pessoas nos dias 7 e 8 de dezembro.

Lula também lidera em outros três cenários de primeiro turno simulados pela pesquisa. Em um desses cenários a pesquisa acrescentou o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Ele fica com 8%. Marina tem 17% e Lula tem 26%.

No cenário com o ministro das Relações Exteriores José Serra (PSDB), o tucano aparece com 9%. Marina com 16% e Lula com 25%.

Marina lidera simulações de segundo turno

A ex-senadora Marina Silva, que foi ministra do Meio Ambiente no governo Lula e fundou o partido Rede Sustentabilidade, teve a liderança das intenções de voto em todos os cenários de segundo turno em que ela aparece.

Na disputa com Lula, Marina obteve 43% e o petista, 34%. Se o segundo turno fosse com Aécio, ela teria 47% e o tucano, segundo o Datafolha, 25%. Contra Alckmin, a ex-senadora teria 48% e o governador, 25%.

Por fim, num eventual segundo turno contra Serra, Marina teria 47% e o rival teria 27%.

z

Política

Pituleira disputará vaga na Assembleia Legislativa em 2018

O icônico radialista caicoense, Pituleira, vai disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte em 2018. É o assunto que domina as rodas políticas de Caicó. 

Atualmente ele apresenta um programa diário na Rádio Seridó, onde faz análises da cena política. 

Política

Agripino recebe Carlos Eduardo e discutem aliança política para 2016 e 2018

O senador José Agripino Maia (DEM) recebeu nesta quarta-feira (08), em Brasília, o prefeito de Natal Carlos Eduardo (PDT), para tratarem não só de assuntos administrativos, mas do projeto de reeleição do prefeito em 2016 e do senador em 2018. 

A estratégia é Carlos Eduardo contar com o apoio de Agripino em 2016 e apoiar o senador em 2018. 

Fato é o grupo que se alinhar agora deverá apontar para alianças em 2018. 

Aliás, Carlos Eduardo e Agripino estão juntos desde 2014, com pretensões de manter a aliança em 2016 e estender para 2018. 

Política

Lula: “Se for para defender nosso projeto, posso ser candidato outra vez”

presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar, do SBT Brasil, nesta quinta-feira (5), que pode ser candidato à Presidência da República em 2018. Para ele, a condição para a candidatura seria a eventual ameaça ao projeto de desenvolvimento e inclusão social defendido pelo PT.

“Se for apenas para evitar a oposição não precisa nem ser candidato. O importante é defender um projeto político que nós defendemos˜, explicou.

“Para defender esse projeto, eu posso ser candidato outra vez. Se houver necessidade de defender um projeto que incluiu milhões e milhões de pessoas, eu estou disposto a ser candidato”, disse o ex-presidente.

Questionado sobre a atual crise econômica que vive o Brasil, o ex-presidente defendeu que a presidenta Dilma Rousseff retome o crescimento econômico através de aumentos de impostos ou uma forte política de crédito.

“Ninguém tinha dimensão que a crise ia tomar a dimensão que tomou. A presidenta Dilma foi vitima do sucesso do seu mandato. Depois da campanha, percebemos que estava saindo mais dinheiro que entrando”, contou Lula.

Além disso, durante a entrevista, Lula comparou dados dos primeiros anos do segundo mandato de Dilma e Fernando Henrique Cardoso (PSDB) como inflação, câmbio e reservas.

“Há um pessimismo maluco, sem nenhuma necessidade”, concluiu.

  

Política

Michel Temer afirma que o PMDB terá candidatura própria em 2018

O presidente nacional do PMDB e vice-presidente da República, Michel Temer (SP), em entrevista publicada neste domingo (31) no jornal Folha de S. Paulo afirmou que o “PMDB não quer mais o papel de ‘noiva preferida’”. E que o Partido deverá ter candidato a presidente em 2018.

Sobre o PMDB, Temer acrescentou ainda que “Não há distribuição de cargos. O que há na democracia é a participação no governo. Quem é que deve participar? Aqueles que apoiam o governo. Às vezes dizem que o PMDB quer cargos. Eu brinco que se um dia o PMDB chegar à Presidência da República, para não sermos acusados de fisiológicos, nós não vamos indicar ninguém. Nem ministro, nem autarquias…”

Leia abaixo alguns trechos da entrevista com o presidente Michel Temer:

Folha de S.Paulo – Como é lidar com a distribuição de cargos no segundo escalão entre os partidos aliados?

Michel Temer – Não há distribuição de cargos. O que há na democracia é a participação no governo. Quem é que deve participar? Aqueles que apoiam o governo. Às vezes dizem que o PMDB quer cargos. Eu brinco que se um dia o PMDB chegar à Presidência da República, para não sermos acusados de fisiológicos, nós não vamos indicar ninguém. Nem ministro, nem autarquias…

O problema disso é quando um partido se vale de chantagem. O fisiologismo não vem pela simples indicação, mas pela prática de toma-lá-dá-cá. E todos os partidos fazem no Congresso.

Nos dois meses que estou à frente não tem tido isso. E olhe que conseguimos aprovar medidas dificílimas. Aprovamos o ministro Fachin [para o STF], e não houve nenhuma chantagem, entre aspas.

Não podemos tratar a distribuição de cargos como se fosse apenas compra de voto. Estamos distribuindo funções para que todos governem juntos.

Folha de S.Paulo – O sr. faz autocrítica como governo. E a imagem de fisiológico não nasce do nada. O sr. faz autocrítica sobre o PMDB?

Michel Temer – Falo dos acertos, o primeiro foi ter reconstruído a democracia no país. Temos a maioria dos prefeitos, dos vereadores, dos deputados federais, senadores. Por que o PMDB é sempre prestigiado? Pelas teses do passado e pelas teses que vem levantando ao longo do tempo, uma delas é a responsabilidade com a governabilidade.

Você veja que em muitos momentos o PMDB não lançou candidato e teve que fazer uma opção. A opção que fez, ao não ir para a oposição, foi convidado a participar do governo. Mais acertos. As grandes conquistas como a responsabilidade fiscal, as conquistas das reformas constitucionais.

Folha de S.Paulo – Quando o sr. fala que um dos ativos do PMDB é a responsabilidade com a governabilidade, não é um eufemismo para fisiologismo?

Michel Temer – Não é verdade. Num dado momento eu era presidente do partido e fiz todo o esforço para lançar um candidato a presidente da Republica, caso do [Anthony] Garotinho. Nós mobilizamos o país inteiro e isso faz três eleições.

Folha de S.Paulo – E em 2018, o PMDB deve ter candidato?

Michel Temer – Toda tendência é ter candidato. A pregação que se faz hoje é o PMDB ter candidato. O PMDB é um partido de centro. Eu não gosto de rótulos, mas se quiser rotular, é um partido de centro, ou seja, preocupado apenas com os interesses do país e que pode vir a ter candidato porque é uma angústia, quase um ato patriótico do partido.

Folha de S.Paulo – O PMDB cansou do papel de noiva?

Michel Temer – De noiva preferida, né? [risos]

Folha de S.Paulo – Quer ser noivo agora?

Michel Temer – Quer ser noivo. Isso tem que ser construído. Mas o PMDB não se sente sem poder politico.

z