Economia

RN já recuperou empregos perdidos na pandemia

O Rio Grande do Norte manteve a alta na geração de empregos dos últimos seis meses e registrou ainda o melhor mês de novembro dos últimos 24 anos, com 4.796 novas vagas. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.

Com os novos números, o Estado potiguar não só consolidou o cenário de recuperação econômica, mas recuperou os empregos formais perdidos durante o período de maior crise da pandemia da Covid-19, entre março e maio, quando foram perdidos 15.720 empregos com carteira assinada.

Com o sexto mês consecutivo de crescimento, o acumulado do ano é um saldo positivo de 3.257 empregos gerados.

O empresário e presidente da Fecomércio, Marcelo Queiroz, afirma que a alta foi puxada basicamente pelos setores de Comércio (2.088) e Serviços (1.942). “O Comércio, claro, cresceu na esteira dos empregos temporários abertos para fazer frente ao maior movimento de final de ano”, apontou.

Economia

País registra criação de 394,9 mil vagas de emprego em outubro

Da Agência Brasil

Pelo quarto mês consecutivo, o saldo de geração de empregos ficou positivo. Foram criadas 394.989 vagas com carteira assinada em outubro, resultado de 1.548.628 admissões e de 1.153.639 desligamentos. O resultado recorde na série histórica iniciada em 1992 está no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje (26) pelo Ministério da Economia.

O estoque, que é a quantidade total de vínculos ativos, em outubro chegou a 38.638.484, variação de 1,03% em relação ao mês anterior. No acumulado do ano, o saldo é negativo em 171.139, decorrentes de 12.231.462 admissões e de 12.402.601 desligamentos.

Dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas, quatro tiveram saldo positivo no emprego em outubro. O principal foi o setor de serviços, que abriu 156.766 novas vagas. No comércio foram criados 115.647 postos; na indústria, 86.426; na construção, 36.296.

Desempenho regional

O mês foi positivo nas cinco regiões do país: no Sudeste, o saldo ficou em 186.884 postos; no Sul, resultado de 92.932; no Nordeste foram criados 69.519 empregos formais; no Centro-Oeste, 25.024; e no Norte, 20.658 vagas.

Também houve saldo positivo em todas as unidades federativas, com destaque para São Paulo (119.261 novas vagas), Minas Gerais (42.124) e Paraná (33.008). Em termos relativos, os estados com maior variação em relação ao estoque do mês anterior foram Santa Catarina, Ceará e Amazonas.

Trabalho intermitente e regime parcial

Em outubro houve saldo positivo de 10.611 empregos na modalidade trabalho intermitente, resultado de 19.927 admissões e 9.316 desligamentos (278 trabalhadores assinaram mais de um contrato desse tipo). As novas contratações ocorreram principalmente no setor de serviços, que teve saldo de 5.692 postos, seguido de construção (1.895 postos), indústria (1.600), comércio (1.056) e agropecuária (368).

Nos contratos de regime de tempo parcial, o saldo foi de 1.328 empregos, consequência de 14.742 admissões e 13.414 desligamentos (46 empregados celebraram mais de um contrato nessa modalidade). As vagas foram abertas principalmente no comércio (638 postos) e nos serviços (614). A indústria gerou 217 novos postos e a agropecuária, 21.

Acordos

Houve ainda 15.331 desligamentos mediante acordo entre empregador e empregado em outubro, envolvendo 10.043 estabelecimentos (38 empregados realizaram mais de um desligamento). Nos dados por atividade econômica, esses acordos distribuíram-se por serviços (7.262), comércio (3.409), indústria (2.736), construção (1.420) e agropecuária (504).

Economia

Brasil teve 99.232 novos empregos em novembro

Pelo oitavo mês consecutivo, o Brasil tem saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de novembro mostram o saldo positivo de 99.232 vagas de trabalho, resultado de 1.291.837 admissões e 1.192.605 desligamentos no período.

No acumulado do ano, foram criados 948.344 empregos com carteira assinada.

Economia

Desemprego diminui no Brasil

A taxa de desocupação no país caiu de 12,7%, no primeiro trimestre deste ano, para 12%, no trimestre de abril a junho. Isso significa que o desemprego no país apresentou uma redução de 0,7 ponto percentual, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta quarta-feira (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A pesquisadora do IBGE, Adriana Beringuy, ressalta que no segundo trimestre do ano, foram preenchidas mais 294 mil vagas com carteira assinada. Segundo ela, o que representa um aumento de 0,9% em comparação com o trimestre anterior.

 

 

Estado

Saldo de empregos recua no Rio Grande Norte em abril

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta sexta-feira (24) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, mostram que o saldo de empregos no Rio Grande do Norte teve retração em abril. No período, foram fechados 501 postos de trabalho, um recuo de 0,12% em relação ao estoque do mês anterior.

O resultado de abril no Rio Grande do Norte foi influenciado pela retração nos setores de Agropecuária, com fechamento de 383 postos formais, e Comércio (-354). Já a Construção Civil, com abertura 180 novas vagas, e Serviços (192) se destacaram com saldos positivos no mês.

Economia

Brasil gerou 129,6 mil novos postos de trabalho em abril

O Brasil registrou a abertura de 129.601 novas vagas de emprego com carteira assinada em abril, resultado de 1.374.628 admissões e 1.245.027 desligamentos. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta sexta-feira (24) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

Este foi o melhor resultado para abril desde 2013. Na época, o Caged registrou a criação de 196.913 vagas. Terceiro ano consecutivo de saldos positivos e crescentes no mês, o número reflete a recuperação do contingente de empregos formais em abril desde 2017. No acumulado do ano, de janeiro a abril, foram gerados 313.835 postos de trabalho e o estoque de empregos chegou a 38,7 milhões.

Geral

País registra em 2018 o primeiro saldo positivo de empregos formais

Da Agência Brasil

O Brasil encerrou 2018 com saldo positivo de 529,5 mil empregos formais, segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje (23) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. Esse foi o primeiro saldo positivo desde 2014, quando houve geração de 420,6 mil empregos formais.

De acordo com a secretaria, em dezembro, devido às características habituais do período para alguns setores, houve retração no mercado formal. A queda no mês ficou em 334,4 mil postos, resultado de 961,1 mil admissões e 1,2 milhão de desligamentos.

Economia

País tem saldo positivo de 58.664 empregos formais em novembro

O emprego formal no Brasil manteve a tendência de crescimento em novembro de 2018, registrando saldo de +58.664 postos de trabalho, equivalente à variação de +0,15% em relação ao mês anterior.

Esse resultado decorreu de 1.189.414 admissões e de 1.130.750 desligamentos.

Foi o melhor saldo do mês de novembro desde 2010.

No acumulado do ano houve crescimento de 858.415 empregos, uma variação de +2,27%.

O acréscimo, nos últimos 12 meses, é de 517.733 postos de trabalho, correspondente à variação de +1,36%.

As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira (20) pelo Ministério do Trabalho.

Economia

Brasil tem saldo positivo de 57.733 empregos formais em outubro

Mantendo a tendência de crescimento, o Brasil terminou o mês de outubro com saldo positivo de 57.733 postos de trabalho formais, o que representa um acréscimo de +0,15%, em relação ao mês anterior.

As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira (21).

Geral

Rio Grande do Norte tem saldo positivo de 4.486 vagas de emprego formal em agosto

O Rio Grande do Norte fechou o mês de agosto com saldo positivo de +4.486 empregos formais, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (21). A diferença representou um acréscimo de +1,07% no número de empregos em relação a julho. Foram 15.797 admissões e 11.311 desligamentos durante o período.

O setor que mais contribuiu para este resultado foi o de Agropecuária, com a criação de 2.506 novos postos de trabalho. Em seguida aparecem os segmentos de e Indústria de Transformação, com 1.287 vagas, e Construção Civil, com 416 novos empregos.

Desempenho nacional

O emprego formal no Brasil cresceu no mês de agosto, com a abertura de 110.431 vagas – variação de +0,29%, em relação ao mês anterior. A alta durante o período foi resultado de 1.353.422 admissões e 1.242.991 desligamentos.

O crescimento do emprego formal ocorreu em sete dos oito setores econômicos. O segmento com maior alta foi o de Serviços, com 66.256 postos de trabalho. Comércio, com 17.859 postos, Indústria de Transformação (15.764 postos) e Construção Civil (11.800 postos) foram outros destaques.

Também tiveram alta os setores de Serviços Industriais de Utilidade Pública (Siup), com 1.240 novos postos, Extrativa Mineral (467 postos) e Administração Pública (394 postos). O único setor com variação negativa foi o de Agropecuária (-3.349).

Desempenho regional
O saldo de empregos formais de agosto foi positivo nas cinco regiões do país. O Sudeste teve 41.303 novas vagas (+0,21). Em seguida aparecem o Nordeste, com 36.460 postos (+0,59); o Centro-Oeste, com 13.117 novas vagas (+0,41); Sul, com 10.243 postos (+0,14); e Norte, com 9.308 postos (+0,54%).

Geral

Emprego formal cresce em agosto e gera 110.431 novas vagas no Brasil

O emprego apresentou novamente crescimento no Brasil. O mês de agosto fechou com +110.431 novas vagas no mercado formal, um acréscimo de +0,29% em relação ao mês anterior. Esse desempenho foi resultado de 1.353.422admissões e de 1.242.991 desligamentos. Com isso, o estoque de empregos no país também aumentou e chegou a 38.436.882 vínculos.

A informação está no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (21), que mostra também a movimentação do emprego formal este ano. O saldo de janeiro a agosto teve um acréscimo de +568.551 vagas, um crescimento de +1,50%. Nos últimos 12 meses, o aumento foi de +356.852 postos, uma variação de +0,94%.

Estado

Rio Grande Norte tem saldo positivo no emprego em julho

O Rio Grande do Norte teve saldo positivo na criação de empregos em julho. O estado registrou a abertura de 570 novas vagas, uma alta de 0,14% em relação ao estoque do mês anterior, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho nessa quarta-feira (22). O resultado é a diferença entre 11.937 admissões e 11.367 desligamentos.

O desempenho do mercado de trabalho potiguar foi influenciado principalmente pela Agropecuária, que abriu 966 vagas, uma alta de 6,54%. As áreas Extrativa Mineral, Administração Pública e Serviços também tiveram saldos positivos no mês.

Estado

Rio Grande do Norte fechou o mês de junho com saldo positivo em 805 vagas no emprego formal

O mês de junho fechou com saldo positivo no emprego formal no Rio Grande do Norte. Foram abertas +805 vagas, resultado de 11.750 admissões e 10.945 desligamentos. A diferença representou uma variação de +0,19% no número de empregos em relação a maio. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho na última sexta-feira (20).

O setor que mais contribuiu para este resultado foi a Agropecuária, que abriu 873 vagas no estado.

Estado

Rio Grande do Norte tem mais de 5 mil vagas de emprego fechadas

Em meio à crise econômica que atingiu o Brasil nos últimos anos, temas relacionados ao desemprego têm se tornando centrais quando o assunto é a recuperação econômica. Só no estado do Rio Grande do Norte, foram mais de 5.000 vagas de emprego fechadas nos cinco primeiros meses deste ano.

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o CAGED, foram mais de 56 mil admissões e mais de 60 mil demissões no estado este ano. O setor de indústria de transformação foi o que mais perdeu vagas no estado, com 1.800 postos de trabalho. O economista Antônio Carlos Alves explica que a demissão no setor é a última escolha.

“No caso da indústria de transformação, temos que levar em consideração que empresa só demite seus funcionários quando ela não tem outra alternativa. Por quê? Porque ela investiu pesado na formação e treinamento desse funcionário, então é um capital humano que, ao demitir ela perde, e no futuro quando a economia retornar o crescimento, e a economia vai retomar em algum momento, ela vai ter que reinvestir na formação de nova mão de obra. Então, para ela não é interessante investir, mas dada a situação da economia, ela não tem outra alternativa a não ser demitir. Então você percebe que é um conjunto de fatores que acaba impactando negativamente a performance no mercado de trabalho.”

Outro setor com saldo negativo, é a área de comércio. No acumulado de 12 meses, o setor abriu 268 novos postos de trabalho, mas de janeiro a maio deste ano fechou mais de 1.500 vagas no estado. Segundo o economista, esse fator é explicado por conta da sazonalidade, sendo que final de ano o comércio contrata muito mais por conta de festas de final de ano.

Já no Brasil, de acordo com os dados divulgados pela IBGE, mais de 13 milhões de brasileiros estão desempregados. A taxa ficou abaixo da registrada no trimestre terminado em abril, quando o índice foi de 12,9%, e também em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, quando estava em 13,3%.

Em passagem por Natal na semana passada, o ex-ministro Henrique Meirelles comentou o assunto: “Eu me dediquei dois anos a tirar o Brasil do colapso, então não é uma continuidade, é mais do que isso. Isso é trabalho concreto, resultado concreto mostrado para população. Então, o que nós vamos fazer é ampliar a melhora, fazer com que esse crescimento de empregos continue. Porque o Brasil ainda tem muitos desempregados, o governo anterior criou 14 milhões de desempregados no Brasil. Mesmo que nós já tenhamos criado dois milhões de emprego no Brasil, ainda é pouco dentro desse vasto número de desempregados que o Brasil tem. Então, temos que criar emprego rigorosamente nos próximos anos.”

Geral

Emprego formal cresce pelo quinto mês consecutivo no país

Pelo quinto mês consecutivo, o emprego formal ficou positivo no país. Maio fechou com 33.659 postos de trabalho a mais do que abril, que já há havia apresentado números positivos. O resultado é decorrente de 1.277.576admissões e de 1.243.917 desligamentos. Com esse resultado, 2018 já acumula 381.166 novos postos de trabalho, uma variação de +1.01%.

O quadro também é otimista se avaliados os últimos 12 meses. Entre junho de 2017 e maio de 2018, houve um crescimento de 284.875 postos de trabalho, um aumento de +0,75%. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), apresentado pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira (20).

Para o ministro do Trabalho, Helton Yomura, esses números demonstram mais uma vez que as medidas econômicas adotadas pelo governo federal continuam apresentando resultados. “Mesmo com problemas pontuais, como a greve dos caminhoneiros, que afetou a economia como um todo, novos postos de trabalho continuaram a ser gerados. Isso confirma a robustez de nossa economia e o esforço de todos – governo, empresários e trabalhadores – para vencermos o desemprego”, avalia.

Estado

Brasil abre 61.188 vagas de trabalho com carteira assinada em fevereiro, mas o RN perdeu 3.570 empregos

Fevereiro registrou a abertura de 61.188 novos postos de trabalho no Brasil, um aumento de 0,16% em relação ao estoque de janeiro. É o melhor resultado para o mês desde 2015. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, divulgado nesta sexta-feira (23).

Enquanto isso, o Rio Grande do Norte apresentou saldo negativo de empregos. Foram fechadas 3.570 vagas no estado, uma variação de -0,85% em relação a janeiro.

Diversos

País registra 59,8 mil novas vagas formais de trabalho em abril

Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil

O país criou 59.856 mil vagas de emprego formal durante o mês de abril. O resultado representa uma variação positiva de 0,16% em relação a março deste ano, conforme apontam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados hoje (16) pelo Ministério do Trabalho. É o primeiro resultado positivo para um mês de abril desde 2014.

No último mês, foram contabilizadas 1.141.850 admissões e 1.081.994 desligamentos. Já em março deste ano, foram registradas 1.261.332 admissões e 1.324.956 desligamentos, ou seja, 63.624 vagas foram perdidas.

Em abril do ano passado, o mercado de trabalho formal tinha registrado a perda de 62.844 postos de trabalho.

“Estamos tendo a alegria de celebrar números positivos. Esperamos que estes números positivos se estabeleçam”, comemorou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

O setor de serviços foi o que registrou melhor resultado em abril deste ano, com um saldo de 24.712 contratações, seguido pela agropecuária (14.648); indústria de transformação (13.689) e comércio (5.327).

Embora tenha apresentado saldo negativo (-1.760 postos de trabalho), a construção civil teve um desempenho melhor que o de abril do ano passado (-16.036 vagas).

Economia

Brasil reduz perda de empregos em março

O número de empregos formais no Brasil teve saldo negativo de 63.624 vagas em março, apontam dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Apesar da queda em março, a redução no mesmo mês do ano passado foi quase dobro, quando registrou retração de 118 mil postos de trabalho. No mês passado, o resultado havia sido positivo em 35.612 vagas formais de emprego.

Março apresentou uma variação negativa de -0,17% em relação ao estoque do mês anterior. Foram registradas 1.261.332 admissões contra 1.324.956 desligamentos. No acumulado do ano, a queda foi de 64.378 postos de trabalho, equivalente a -0,17%, em relação ao estoque de dezembro de 2016, e, nos últimos 12 meses, houve a redução de 1.090.429 postos de trabalho, correspondendo a uma retração de -2,77% no total de empregados com carteira assinada do país.

“Os dados de março do Caged mostram que fatores sazonais e conjunturais influenciaram negativamente o mercado de trabalho. O governo esperava uma trajetória ascendente, positiva, no número de vagas formais de trabalho, em razão do bom desempenho verificado em fevereiro, mas os resultados gerais foram negativos. Se não foi possível aumentar o número de postos de trabalho no mês, pelo menos indicadores apontam uma diminuição significativa no ritmo de redução do emprego”, explica o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.