Poder

Academia de Letras homenageia Flávio Rocha, João Claudino, Marcelo Alecrim e Pedro Alcântara

A Academira norte-riograndense de Letras fará homenagem neste sábado (21), às 19h30, a Flávio Rocha, João Claudino, Marcelo Alecrim e Pedro Alcântara.

O quarteto que contribui com o RN vai receber o troféu Mecenas Potiguar e o título de Benemérito.

A saudação aos homenageados será feita pelo Sócio de Honra, Gaudêncio Torquato.

Marcelo e Flávio Rocha

Estado

FIERN emite nota de solidariedade aos empresários Nevaldo e Flávio Rocha

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), divulgou na manhã desta terça-feira, 17, nota pública e oficial de solidariedade aos empresários potiguares Flávio Rocha e Nevaldo Rocha.

Assinada por seu presidente, Amaro Sales de Araújo, a nota destaca a importância dos dois empreendedores para o Rio Grande do Norte, considera equivocada a apresentação de ações judiciais contra a Guararapes e contra Flávio Rocha e apresenta irrestrita solidariedade aos dois empreendedores.

Leia abaixo a íntegra da nota:

Flávio Rocha é um dos mais importantes empreendedores brasileiros e, destacadamente, um dos mais relevantes da história do Rio Grande do Norte. Ao sair em defesa da indústria Guararapes Confecções e do Pró-Sertão, o fez legitimamente na salvaguarda de sua empresa e de um projeto, cuja iniciativa gera milhares de empregos formais no interior potiguar.

O Ministério Público do Trabalho merece o respeito de todos nós, mas não podemos nos calar diante da apresentação equivocada de ações judiciais contra a Guararapes e, agora, diretamente contra o líder empresarial Flávio Rocha.

Assim sendo, é devida a irrestrita e pública solidariedade da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte a Flávio e a Nevaldo Rocha, além de um apelo para que, mesmo diante de tais circunstâncias, continuem trabalhando e investindo no Rio Grande do Norte.

A injustiça e a insensibilidade de alguns não diminuem a estima e o respeito que a maioria reconhece dever aos líderes e aos colaboradores do Grupo Guararapes, merecedores do nosso apoio e aplauso.

Amaro Sales de Araújo

Presidente do Sistema FIERN

Poder

MPF denuncia Flávio Rocha por calúnia contra Procuradora do Trabalho

Da Assessoria do Ministério Público Federal:

O Ministério Público Federal no RN (MPF/RN) protocolou na quarta-feira (11) denúncia contra o empresário Flávio Gurgel Rocha pela prática dos crimes de coação no curso do processo, calúnia e injúria. Os crimes teriam sido praticados contra a procuradora regional do Trabalho Ileana Neiva Mousinho, no exercício da função.

Ileana Neiva e outros 9 procuradores do Trabalho ajuizaram, em 19 de maio, ação civil pública contra a empresa Guararapes Confecções S/A (Ação Civil Pública nº 000694-45.2017.5.21.0007), da qual Flávio Rocha é vice-presidente. Em 17 de setembro, no perfil que possui na rede social Facebook, que conta mais de 24 mil seguidores, o empresário postou uma carta dirigida à procuradora a quem acusou ser autora de sistemática perseguição veiculada por denúncias infundadas à Delegacia do Trabalho, animadas exclusivamente por sentimento de ódio e para favorecer seus concorrentes.

Utilizando outras redes sociais o empresário chamou Ilena Neiva de “louca”, “perseguidora” e “exterminadora de empregos”, chegou ainda a sugerir a retirada da procuradora. “A proposta é simples. Tirem a Dra. Ilena Mousinho de nossa vida e nós vamos transformar o RN”, propagou Flávio Rocha. Nas mensagens, sugeriu que as condutas da procuradora visam beneficiar os supostos concorrentes da Guararapes, já que tais exigências não estariam sendo feitas às demais empresas.

“Mais uma vez, Flávio Gurgel Rocha atribuiu à procuradora regional do Trabalho ser autora de comportamento típico de natureza penal, consistindo além de crimes de abuso de autoridade, previstos expressamente na Lei nº 4898/1965, no crime de prevaricação, previsto no art. 319 do Código Pena”, destaca a denúncia. O crime de prevaricação consiste em deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra a disposição expressa em lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.

O empresário lançou nas redes sociais as campanhas denominadas “mexeucompainhomexeucomnostudinho” e #exterminadoradeemprego. Flávio Rocha convocou uma manifestação em frente à sede do Ministério Público do Trabalho, que aconteceu em 21 de setembro. O expediente da Procuradoria teve que ser reduzido, por questões de segurança. O denunciado postou frases como “o nosso povo está animado…”, “entendeu o recado, doutora?”.

Para o MPF, a ação civil pública movida pelo grupo de procuradores do qual a procuradora Ileana Neiva Mousinho é integrante deve ter como arena própria de debate o processo judicial. Além disso, ressalta que não é contrário a qualquer forma de manifestação de liberdade de expressão, entretanto, o empresário teria transbordado os limites constitucionais, atingindo deliberadamente a honra de servidora pública no exercício da função.

“As ações promovidas pela procuradora regional do Trabalho são decorrentes do exercício de sua atividade institucional, em defesa dos direitos coletivos dos trabalhadores, sempre instrumentalizada por meios de provas, submetendo suas imputações ao diálogo e à possibilidade de ser firmado compromisso de ajustamento de conduta entre as partes (MPT e empregador) – dentro dos parâmetros legais – ou ao amplo contraditório, no âmbito da Justiça do Trabalho”, reforça a denúncia.

A ação tramita na Justiça Federal do RN sob o número 0809937-49.2017.4.05.8400.

Economia

“Boicote ao avanço”, por Flávio Rocha, em O Globo

Artigo de Flávio Rocha, em O Globo:

A reforma trabalhista, que entrará em vigor em novembro, corre o risco de ter seu impacto positivo no mercado diluído por ações que procuram sabotar o seu espírito, de valorizar o emprego e a livre-iniciativa dos trabalhadores.

Essa decisiva conquista, obtida pelo trabalho obstinado do deputado Rogério Marinho e de amplos setores da sociedade, pode, segundo o Banco Mundial, fazer o Brasil galgar mais de 30 postos no ranking de competitividade do Doing Business. A imprensa tem noticiado, embora sem o destaque devido, a ação de entidades de magistrados da Justiça do Trabalho que, a serviço de ideologia de esquerda retrógrada, tentam descumprir a nova lei trabalhista.

Reportagens já flagraram a circulação de cartilhas que subsidiam decisões para que a lei seja ignorada. Juízes são instruídos a boicotar a legislação nesses panfletos, que citam “princípios constitucionais de valorização do trabalho”, como se eles não estivessem contemplados na reforma. Ou são doutrinados a apelar a supostas normas internacionais que se sobreporiam à reforma.

É cristalino que essa elite burocrática encastelada no poder resiste a abrir mão de benefícios amealhados no passado. Sim, porque se há um interesse defendido nesse embate é o de promotores e juízes, e não dos trabalhadores.

Em vez de enfrentar de peito aberto o debate, argumentando perante o STF, preferem a vereda antidemocrática de boicotar na surdina uma reforma que foi aprovada pelos representantes do povo no Congresso.

A reforma trabalhista coloca o país na rota da modernidade na questão da relação entre capital e trabalho. Trata-se de uma dicotomia que não faz mais sentido no estágio em que se encontra o capitalismo, com garantia de direitos a todos. O discurso do “nós contra eles” definitivamente caducou. O conflito que se coloca agora é dos produtivos contra os parasitas.

Permito-me mencionar um caso em que sou parte interessada apenas como exemplo desse nocivo modus operandi. A empresa de confecções Guararapes, da qual sou acionista, tem sido vítima de perseguição de uma procuradora do Ministério Público do Trabalho. O último ato de sua cruzada foi mover uma ação contra a empresa, com sede no Rio Grande do Norte, exigindo o pagamento de multa milionária.

A promotora não prejudica a Guararapes, ao contrário do que imagina. A empresa simplesmente passou a fabricar em outros estados e países. Os prejudicados de verdade são os integrantes da extensa cadeia produtiva do Rio Grande do Norte, de tecelões a costureiras, de operadores de call center a motoristas de caminhão, de caixas a vendedores.

Não sou eu que digo. É a sociedade, do sindicato dos trabalhadores ao governador do estado, do micro empreendedor a políticos de um amplo espectro de partidos. No último sábado, centenas de pessoas reunidas no ginásio esportivo de Seridó tinham uma única mensagem à Justiça do Trabalho: “Deixe-nos trabalhar!”.

Assino embaixo: o Brasil e os trabalhadores não podem mais ficar à mercê de interesses que não resistem à luz do dia.

Flávio Rocha é presidente da Riachuelo

Economia

“Quem me conhece sabe que eu jamais seria machista”, diz Flávio Rocha em entrevista à Folha de São Paulo

Após ser surpreendido por uma ação ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte, pedindo R$ 38 milhões em indenização por questionamentos em contratos de fábricas terceirizadas, o empresário, dono da Riachuelo, se abriu nas redes sociais nos últimos dias.

Queixou-se da intervenção do órgão, dizendo que o “cerco” prejudica mais o trabalhador do que a Riachuelo, que pode continuar crescendo e levando os empregos para outros países e Estados.

As reclamações, que ele direcionou a uma procuradora especificamente, repercutiram na rede, gerando protestos de procuradores, mas também manifestações de apoio de funcionários.

Leia a entrevista de Flavio Rocha à Folha.

Folha – A que o senhor atribui este caso do Rio Grande do Norte?
Flávio Rocha – É um caso da hiperregulação, do intervencionismo estatal distorcendo, em prejuízo do trabalhador, o funcionamento do livre mercado de trabalho. Até 2008, a Guararapes tinha 20 mil trabalhadores em Natal e 90% da roupa vendida na Riachuelo era feita em Natal e Fortaleza. Com o fechamento do cerco, e exigências que afetavam a competitividade, enquanto a Riachuelo ficou cinco vezes maior, essa participação diminuiu e hoje é menos de 20% –são 7.000 funcionários.

Veja aqui a entrevista completa

Economia

Flávio Rocha convida para manifestação em frente ao MPT do RN na quinta-feira (21)

O empresário Flávio Rocha está utilizando suas redes sociais convidando os seguidores para uma manifestação em frente à sede do Ministério Público do Trabalho do RN (MPT), na quinta-feira (21), às 15h30.

O protesto é contra a ação da instituição que envolve a Guararapes e as facções do interior cadastraras no Pró-Sertão.

Política

Filho de José Alencar diz que só seria vice de Flávio Rocha

SÃO PAULO – O empresário Josué Gomes da Silva, presidente da Coteminas, disse nesta quinta-feira (31) que não pretende integrar uma chapa como vice-presidente em 2018.

“Só aceitaria se for [um pedido] do Flávio Rocha [presidente do grupo Guararapes, da rede varejista Riachuelo]. Se ele se lançar à presidência, meu voto é dele e se me convidasse a vice eu aceitaria, mas fora isso estou 100% focado nas nossas empresas”, disse Gomes, em evento em São Paulo.

Josué Gomes, filho do ex-vice-presidente no governo Luiz Inácio Lula da Silva, José Alencar (morto em 2011), teve seu nome cogitado dentro do PT como uma opção possível à vice em uma nova candidatura de Lula em 2018.

(Adriana Mattos | Valor)

Flávio Rocha

Política

Em sessão de homenagens em Natal, Doria é lançado para presidente com Flávio Rocha de vice

A Câmara Municipal de Natal concedeu na manhã de hoje (16) o título Honorífico de Cidadão Natalense ao prefeito de São Paulo, João Doria Júnior, e a medalha do Mérito Padre Miguelinho ao empresário potiguar, Flávio Rocha, em solenidade realizada no Teatro Riachuelo, em Natal.

As honrarias foram concedidas em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados ao povo de Natal.

Na solenidade, foi lançado o nome de João Doria para presidente em 2018, tendo Flávio Rocha de vice.

O vereador Ney Lopes Júnior (PSD), presidente do legislativo natalense, conduziu a cerimônia e destacou a importância do reconhecimento às duas personalidades.

Fotos: Elpídeo Júnior e Ney Douglas

Flávio Rocha e João Doria

Aroldo Alves, Flávio Rocha, Ney Jr, Doria, Cícero Martins e Dickson Jr

Ezequiel Galvão Ferreira, Doria e Ezequiel Ferreira

Política

Vídeo: No Midway, Militantes pró e contra o PT se enfrentam com gritos em almoço de Doria

O Prefeito de São Paulo, João Doria, foi almoçar no Restaurante Camarões do Midway Mall, como convidado do empresário Flávio Rocha, após receberem homenagem da Câmara Municipal de Natal no Teatro Riachuelo.

Minutos após o início do almoço, um grupo de militantes do PT chegaram ao restaurante e iniciaram um protesto com gritos contra Doria, que foram rebatidos pela turma do Restaurante também aos gritos de “Fora PT”.

Poder

Doria e Flávio Rocha serão homenageados em Natal nesta quarta (16)

A Câmara Municipal de Natal vai entregar o título de Cidadão Natalense ao prefeito de São Paulo, João Doria Junior, e a medalha Frei Miguelinho ao empresário do grupo Guararapes, Flávio Rocha. A solenidade acontece nesta quarta-feira (16), às 10h, no Teatro Riachuelo, e será comandada pelo presidente da Casa Legislativa, vereador Ney Lopes Júnior (PSD).

O atual chefe do Executivo municipal de São Paulo tem história com a capital potiguar quando ocupou a presidência da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) entre os anos de 1986 a 1988. Doria adotou Natal como destino turístico levando representantes do Poder Público e empresários da cidade para participar pela primeira vez de feiras internacionais colocando Natal destino turístico conhecido mundialmente.

Já Flávio Rocha, que exerceu o mandato de deputado federal pelo Rio Grande do Norte por dois mandatos (1987 a 1995) e será agraciado com a maior honraria do poder Legislativo municipal, tem uma história com Natal pelas empresas do grupo Guararapes, que geram empregos e movimentam a economia da capital potiguar há décadas.

Ele também é presidente das Lojas Riachuelo e um dos sócios do Midway Mall, maior shopping do estado.

Para o chefe do Legislativo da capital, vereador Ney Lopes Júnior (PSD), “o título de cidadania e a medalha Frei Miguelinho representam o reconhecimento aos homenageados pelos serviços já prestados à economia de Natal e do Rio Grande do Norte”.

Política

‘A sensação é de que o crime compensou’, diz Flávio Rocha, sobre delação da JBS

Do UOL, com reprodução do Estadão:

Um dos empresários que capitanearam o movimento em defesa do impeachment de Dilma Rousseff, no ano passado, o presidente da Riachuelo, Flávio Rocha, afirma que a delação da JBS, que jogou o governo Michel Temer em uma crise política e colocou em risco a aprovação das reformas previdenciária e trabalhista, é uma prova de que o crime, nesse caso, compensou.

Segundo Rocha, o fato de os irmãos Batista terem saído livres ao denunciar figuras como o Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi uma vitória da ala da sociedade que ele classifica de antirreformista, grupo em que inclui empresários alçados à categoria de “campeões nacionais” no governo Lula.

Veja no link abaixo a entrevista completa:

https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2017/06/16/a-sensacao-e-de-que-o-crime-compensou-diz-presidente-da-riachuelo.htm 


Política

Flávio Rocha e João Doria serão homenageados pela Câmara de Natal

Durante a sessão ordinária desta quinta-feira (25), o plenário da Câmara Municipal de Natal por proposição do presidente da Casa, vereador Raniere Barbosa (PDT), aprovou a indicação do empresário potiguar Flávio Rocha, do grupo Guararapes/Riachuelo, para receber a Medalha Padre Miguelinho. O Projeto de Decreto Legislativo nº 33/2017 que concede a honraria foi subscrito pelos vereadores Dickson Nasser Júnior (PSDB), Felipe Alves (PMDB) e Cícero Martins (PTB).

Também por iniciativa do presidente Raniere Barbosa, com a subscrição dos vereadores Dickson Nasser Júnior, Cícero Martins e Aroldo Alves (PSDB), os parlamentares acataram na sequência a entrega do Título de Cidadão Natalense ao empresário, jornalista e prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), em data a ser estabelecida pela Mesa Diretora.

Poder

Flávio Rocha e Marcelo Alecrim prestigiam homenagem a João Doria em Nova York

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), está em Nova York, onde será agraciado com o “Person of the Year”, prêmio concedido anualmente, no Hotel Waldorf Astoria, pela Brazilian American Chammber Office.

Em 2015, o prêmio ganhou bastante repercussão quando os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Bill Clinton, foram homenageados.

Os empresários potiguares Flávio Rocha (Riachuelo) e Marcelo Alecrim (ALE), vão participar da programação. E ontem (15), já participaram do jantar no Metropolitan Club oferecido pelo Banco Safra, aos convidados para a premiação.

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