Política

Sem Huck, FHC quer testar Flávio Rocha como candidato

A Folha de São Paulo informa que depois da negativa de Luciano Huck em disputar a Presidência da República, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso vai testar o nome do empresário Flávio Rocha como candidato.

FHC está convencido que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, não se viabiliza mais à frente na disputa.

Rocha pertence ao Movimento Brasil Livre (MBL) e é amigo pessoal do Prefeito de São Paulo, João Doria.

Rocha já foi sondado para ser vice de Bolsonaro, mas recusou a ideia.

Política

Flávio Rocha lança dia 21 de fevereiro em Natal o movimento “Brasil 200”

Será lançado no dia 21 de fevereiro, no Teatro Riachuelo, em Natal, às 17 horas, o movimento “Brasil 200”. Liderado pelo presidente do Grupo Riachuelo, Flávio Rocha, defende um projeto liberal para a economia nos próximos anos. O movimento faz referência aos 200 anos de independência do país, que será comemorado em 2022, ano em que encerra o mandato do futuro presidente eleito.

“O Brasil 200 anos é um movimento apartidário da sociedade civil, de brasileiros que amam o país e sabem que amar a nação não é fechar os olhos para seus problemas ou buscar soluções fáceis e erradas para problemas complexos e graves. Não é hora de malabarismos ou feitiçarias, de promessas novas que disfarçam velhas práticas, não se brinca com o destino de 200 milhões de pessoas”, afirma o manifesto.

Política

Flávio Rocha conversa com Temer sobre candidatura a presidente

Por Lauro Jardim, em O Globo

Flávio Rocha, dono da Riachuelo, teve anteontem à noite uma nova conversa com Michel Temer sobre sua candidatura a presidente. A primeira ocorreu em dezembro.

Rocha quer se posicionar como um dos quatro candidatos possíveis do governo: além dele, Rodrigo Maia, Henrique Meirelles e, claro, o próprio Temer.

FOTO: Jf Diorio/Estadão

FOTO: Jf Diorio/Estadão

Poder

Flávio Rocha não descarta candidatura ao Planalto

Da coluna do Estadão:

Chama que eu vou. Dono da Riachuelo, Flávio Rocha não descarta disputar o Planalto se houver mobilização em torno do seu nome. “É muito feio uma pessoa ser convocada para uma missão nacional e se recusar por razões egoísticas, por causa de patrocínios.”

Política

Flávio Rocha é o candidato do MBL para a Presidência

De Lauro Jardim, em O Globo:

O nome do MBL à Presidência é o empresário Flávio Rocha, dono da Riachuelo. Mas Rocha é candidato?

Assumidamente, ainda não. Mas aos mais próximos admite concorrer e já começa a montar uma equipe para tal.

Seu mote: liberal na economia, conservador nos costumes.

Política

Flávio Rocha: “Chegou a hora de refundar o Brasil”

Do Correio Braziliense

São Paulo — Às vésperas do julgamento do ex-presidente Lula, marcada para esta quarta-feira, a grande notícia no meio político e econômico tem sido a repercussão da carta-manifesto elaborada pelo pernambucano Flávio Rocha, dono da rede varejista Riachuelo, e endossada por outros 12 empresários de grandes empresas. Em declaração aberta, feita num evento corporativo em Nova York, o executivo criticou os governos petistas, defendeu o livre mercado e convocou o setor produtivo a participar de forma mais ativa da política nacional. Como líder de uma das maiores companhias de moda do Brasil, com faturamento de R$ 4,2 bilhões em 2017, e cada vez mais envolvido nos debates políticos, Rocha assumiu protagonismo no meio empresarial brasileiro.

Seus discursos adotaram o tom de duras críticas contra o loteamento das estatais e o exacerbado intervencionismo do governo no dia a dia das empresas. “Os empresários estão sufocados e não suportam mais o peso do Estado nas costas”, afirma Rocha. Nesta entrevista, ele fala dos motivos que o levaram a redigir a carta-manifesto, analisa o quadro eleitoral e as perspectivas para o país, ainda sob efeitos de uma das maiores crises políticas, institucionais e econômicas da história.

O que o motivou a lançar a carta-manifesto e por que ela foi apresentada somente agora, em ano eleitoral?

Lancei a carta-manifesto porque a modesta recuperação da economia não nos pode fazer esquecer de tudo que nos levou a essa situação. Os últimos 15 anos foram terríveis, com uma quadrilha saqueando o país e enriquecendo os membros do bando. Agora é momento apropriado.

Por que o manifesto foi batizado de “Brasil 200 Anos”?

O manifesto recebeu esse nome porque o país completará dois séculos de independência em 2022, quando se encerra o mandato do governo que será escolhido nesta eleição. Então, 2022 se iniciará em 2018. Sabemos que não será possível consertar tudo em quatro anos, mas será possível fazer muita coisa. Chegou a hora de refundar o Brasil.

Como o senhor analisa o quadro eleitoral, com uma disputa que tende a ser a mais acirrada da história democrática do país?

Não é possível ver que o líder das pesquisas de intenção de voto seja o maior responsável pela crise e um criminoso condenado a quase 10 anos de prisão? A mensagem que passa é que o brasileiro aprova a roubalheira. Não é possível que a corrupção e a crise não tenham deixado uma lição. Não acredito nisso.

A conjuntura melhorou nos últimos meses?

Sim, mas será preciso dar continuidade às reformas, principalmente. Depois da reforma trabalhista, temos de apoiar as outras reformas, como a da Previdência e a tributária. Ainda existe uma insegurança generalizada em razão da grande impopularidade do governo de Michel Temer, mas já está provado que as reformas não são do governo, são da sociedade. Essa década que nós passamos não foi uma década perdida, foi um período de aprendizado.

Se o ambiente está melhorando, por que o senhor demonstra tanta preocupação com os rumos da economia?

Porque ainda existe muito a ser feito. Há alguns dias, o rebaixamento do rating do Brasil pela Standard & Poor’s veio para nos lembrar de que ainda temos uma economia deficitária e mais de 12 milhões de trabalhadores desocupados. Isso é triste e preocupante.

O senhor confia na equipe econômica?

Confio muito. Henrique Meirelles, no Ministério da Fazenda, e Ilan Goldfajn, na presidência do Banco Central, operaram autêntico milagre econômico. Quem poderia imaginar que, um ano depois de uma inflação acima de dois dígitos, a taxa estaria tão baixa? Nem os mais otimistas previam que a Selic despencaria. Isso sem falar do crescimento dos índices de confiança, o reaquecimento das vendas do varejo, entre muitos outros dados positivos. O ideário que rege o país hoje está correto.

O sr. espera que o Brasil seja um país melhor, em termos políticos e econômicos, a partir dos resultados da próxima eleição?

Acredito que sim. Nos últimos anos, o inchaço desmesurado do Estado tirou a competitividade do setor produtivo, estrangulou as empresas. Como dizem lá no Nordeste, no Brasil, o carrapato ficou maior do que o boi. O Estado, hipertrofiado e mal administrado, passou a responder por cerca de 50% do PIB. Com isso, criou-se um ambiente tóxico para o setor empresarial, que gera emprego e renda. Portanto, tenho plena convicção de que teremos um forte crescimento assim que a competitividade for restaurada.

Como o sr. avalia a liderança de Lula e Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto?

Essa liderança é transitória, temporária. O Brasil é um país de memória curta, mas percebo que existe uma real transformação na cabeça do eleitor, que é a base de toda mudança necessária. Os eleitores aprenderam com os erros dos governos petistas. Hoje é quase um consenso que o Estado interventor mais atrapalha do que ajuda.

Muitos especialistas dizem que a próxima eleição também poderá ser favorável aos chamados “outsiders”, pessoas sem nenhuma ou pouca conexão com o ambiente político. O sr. concorda?

O próximo presidente ainda não mostrou o rosto. Nos próximos meses, ele surgirá. Acredito que o próximo governante da nação será um liberal reformista, um presidente comprometido com a prosperidade, com a defesa da democracia, da Constituição e do livre mercado. Chega do modelo de capitalismo de partido. Chega de partidos se apropriando de empresas, de cargos públicos e diretorias.

Como está o desempenho da Riachuelo diante do cenário de recuperação da economia?

Estamos muito bem. O ano, como um todo, se mostrou muito positivo. Registramos no primeiro semestre o melhor balanço em 70 anos de existência. No terceiro trimestre, nosso crescimento chegou a quase 200%. Então, a restauração da economia é real e, com base em nossos números, mostra muito vigor. Infelizmente, as pequenos empresas do varejo foram as mais afetadas pela crise. Foram fechadas mais de 200 mil lojas entre 2015 e 2016. Uma verdadeira carnificina.

Qual foi a estratégia para crescer em plena recessão?

Tivemos que aplicar uma transformação em nosso modelo de negócio. As várias divisões do grupo atuavam como empresas separadas. Fizemos uma intensa integração. Com isso, ganhamos muita eficiência. Posso afirmar que hoje temos a melhor estrutura operacional da história.

A forte concorrência no setor de fast-fashion no Brasil, com C&A, Zara, Marisa, Renner, Forever 21 e H&M, entre outras marcas, teria levado esse mercado à saturação?

Não, de jeito nenhum. O fast-fashion significa criar sinergias entre os elos da cadeia, unindo fabricantes, confeccionistas, tecelagens e redes de varejo em grandes unidades. Um sistema só. Esse modelo não satura. O modelo da Riachuelo traz, de fato, uma integração total das partes envolvidas, indo além de concorrentes.

A nova legislação trabalhista tende a reduzir os processos do setor têxtil com a Justiça?

A reforma trabalhista foi essencial para ajudar o Brasil a sair das trevas. Não sou eu que digo isso. Segundo estudo do Banco Mundial, a modernização da lei trabalhista pode fazer o Brasil subir 31 degraus no ranking global de competitividade. É humilhante ocupar o centésimo vigésimo lugar. Com uma regulação arcaica e inapropriada para os tempos atuais, o cerco trabalhista tirou a competitividade do setor produtivo e desencorajou milhões, talvez bilhões, em novos investimentos. A lei era totalmente anacrônica, elaborada nos tempos de Getúlio Vargas.

Qual foi o erro do setor empresarial nesse contexto?

Acredito que a elite empresarial do Brasil, inclusive eu, não desempenhou um papel de liderança e protagonismo necessário para fazer do Brasil um lugar mais justo e livre. Uma ala do empresariado se tornou sócia do saqueamento do Estado. A omissão cobrou uma conta cara. Agora, temos de assumir nosso papel e ajudar a reerguer o país.

Como isso pode ser feito?

Como eu disse no manifesto: os empresários e empreendedores do país devem ser os guardiões mais intransigentes da competitividade e da liberdade, pré-requisitos para a criação de riqueza que move a economia e a sociedade no caminho da prosperidade e da verdadeira justiça social, com autonomia, dignidade e oportunidades para todos. Chegou a hora de pararmos de ser parte do problema e virarmos parte da solução.

“Chega de partidos se apropriando de empresas, de cargos públicos e diretorias”

“Uma ala do empresariado se tornou sócia do saqueamento do Estado. A omissão cobrou uma conta cara”

Manifesto

Principais trechos da carta que embasa o movimento criado por Flávio Rocha

» Gestão petista

“Não há nada de casual na crise brasileira. Desde 2009, quando nasceu a famigerada e insana ‘Nova Matriz Econômica’, o Brasil foi jogado num buraco do qual ainda levaremos muitos anos para sair. Foram quase 15 anos de uma farra de gastos públicos e créditos subsidiados para os amigos do rei”

» Peso do Estado

“O Brasil hoje não tem um governo, é o governo que tem um país que vive para sustentar sua gastança, seu desperdício, seu endividamento, seus ralos bilionários de corrupção e clientelismo, suas regulações insanas, seu intervencionismo retrógrado, sua aversão ao liberalismo e ao empreendedorismo. É preciso dar um basta.”

» Agenda liberal

“O livre mercado não é apenas a melhor arma contra a pobreza, é a única. Chegou a hora de uma nova independência: é preciso tirar o Estado das costas da sociedade, do cidadão, dos empreendedores, que estão sufocados e não aguentam mais seu peso. Chegou o momento da independência de cada um de nós das garras governamentais”

» Futuro

“Peço a todos vocês que participem do Brasil 200 anos com sugestões, propostas, ideias e muito mais. O Brasil 200 só tem um dono: o povo brasileiro, cada um de vocês. Podemos nos unir para refundar o Brasil em bases mais livres e solidárias, mais modernas e prósperas para todos. É a minha ideologia, é o meu compromisso, e espero que seja o de vocês também”.

Foto: Kandrade

Economia

Flávio Rocha avalia 2017 como um ano positivo para a economia brasileira: a inflação e os juros caíram e o PIB cresceu

O empresário potiguar Flávio Rocha foi palestrante ao lado do Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, na Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra de Brasília, sobre as perscrutas econômicas do Brasil para 2018.

A Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra é uma Igreja Evangélica neopentecostal do Brasil. Foi fundada em fevereiro de 1992, em Brasília, pelo Bispo Robson Rodovalho e pela Bispa Maria Lúcia Rodovalho, presidentes do ministério. Após um racha da Comunidade de Goiânia.

Rocha avaliou 2017 como sendo um ano positivo para a economia brasileira, onde a inflação e os juros caíram e o PIB cresceu.

Política

Rogério Marinho e Flávio Rocha debatem nova lei trabalhista no Congresso do MBL em SP

A modernização da lei trabalhista entrou em debate durante o 3º Congresso Nacional do Movimento Brasil Livre (MBL), realizado neste final de semana em São Paulo. O painel que abordou o assunto neste sábado (11) contou com a participação do deputado federal Rogério Marinho (PSDB), relator do projeto, e do empresário Flávio Rocha, do grupo Guararapes. O evento ocorreu no WTC Events Center, na capital paulista, e reuniu quase 2 mil pessoas.

Antes de o debate iniciar, os participantes do evento realizaram uma homenagem ao deputado Rogério Marinho pela entrada em vigor da modernização da lei, ocorrida exatamente neste sábado. Aplaudido de pé, o parlamentar subiu ao palco anunciado como o responsável por, entre outras coisas, colocar fim ao imposto sindical obrigatório, que agora passará a ser opcional. Esta era uma das principais bandeiras defendidas pelo MBL.

“A lei combate a precarização, tenta trazer para a formalidade milhões de brasileiros que estavam à margem da lei”, disse o parlamentar, referindo-se a entrada em vigor da nova lei como “um dia histórico” para o Brasil.

Já o empresário Flávio Rocha, usou o exemplo de sua própria empresa para explicar como a legislação brasileira estava atrapalhando a geração de empregos no país. A Guararapes é alvo de uma ação do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte por firmar parcerias com pequenas indústrias do interior potiguar, dentro do Programa de Industrialização do Interior, o Pró-Sertão. O processo movido pelo MPT pede uma multa de impressionantes R$ 38 milhões.

Política

Garibaldi e Agripino participam de homenagem a empreendedores na Academia de Letras

Os senadores Garibaldi Filho e José Agripino Maia participaram na noite de ontem (21), de evento na Academia Norte-Riograndense de Letras (ANRL).

A cerimônia foi idealizada para conceder o troféu Mecenas Potiguar e o Título de Benemérito aos empreendedores Flávio Rocha, João Claudino, Marcelo Alecrim e Pedro Alcântara. A solenidade na ANRL foi comandada pelo presidente Diógenes da Cunha Lima e contou com saudação especial do jornalista Gaudêncio Torquato, sócio de Honra da Academia.

Poder

Academia de Letras homenageia Flávio Rocha, João Claudino, Marcelo Alecrim e Pedro Alcântara

A Academira norte-riograndense de Letras fará homenagem neste sábado (21), às 19h30, a Flávio Rocha, João Claudino, Marcelo Alecrim e Pedro Alcântara.

O quarteto que contribui com o RN vai receber o troféu Mecenas Potiguar e o título de Benemérito.

A saudação aos homenageados será feita pelo Sócio de Honra, Gaudêncio Torquato.

Marcelo e Flávio Rocha

Estado

FIERN emite nota de solidariedade aos empresários Nevaldo e Flávio Rocha

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), divulgou na manhã desta terça-feira, 17, nota pública e oficial de solidariedade aos empresários potiguares Flávio Rocha e Nevaldo Rocha.

Assinada por seu presidente, Amaro Sales de Araújo, a nota destaca a importância dos dois empreendedores para o Rio Grande do Norte, considera equivocada a apresentação de ações judiciais contra a Guararapes e contra Flávio Rocha e apresenta irrestrita solidariedade aos dois empreendedores.

Leia abaixo a íntegra da nota:

Flávio Rocha é um dos mais importantes empreendedores brasileiros e, destacadamente, um dos mais relevantes da história do Rio Grande do Norte. Ao sair em defesa da indústria Guararapes Confecções e do Pró-Sertão, o fez legitimamente na salvaguarda de sua empresa e de um projeto, cuja iniciativa gera milhares de empregos formais no interior potiguar.

O Ministério Público do Trabalho merece o respeito de todos nós, mas não podemos nos calar diante da apresentação equivocada de ações judiciais contra a Guararapes e, agora, diretamente contra o líder empresarial Flávio Rocha.

Assim sendo, é devida a irrestrita e pública solidariedade da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte a Flávio e a Nevaldo Rocha, além de um apelo para que, mesmo diante de tais circunstâncias, continuem trabalhando e investindo no Rio Grande do Norte.

A injustiça e a insensibilidade de alguns não diminuem a estima e o respeito que a maioria reconhece dever aos líderes e aos colaboradores do Grupo Guararapes, merecedores do nosso apoio e aplauso.

Amaro Sales de Araújo

Presidente do Sistema FIERN

Poder

MPF denuncia Flávio Rocha por calúnia contra Procuradora do Trabalho

Da Assessoria do Ministério Público Federal:

O Ministério Público Federal no RN (MPF/RN) protocolou na quarta-feira (11) denúncia contra o empresário Flávio Gurgel Rocha pela prática dos crimes de coação no curso do processo, calúnia e injúria. Os crimes teriam sido praticados contra a procuradora regional do Trabalho Ileana Neiva Mousinho, no exercício da função.

Ileana Neiva e outros 9 procuradores do Trabalho ajuizaram, em 19 de maio, ação civil pública contra a empresa Guararapes Confecções S/A (Ação Civil Pública nº 000694-45.2017.5.21.0007), da qual Flávio Rocha é vice-presidente. Em 17 de setembro, no perfil que possui na rede social Facebook, que conta mais de 24 mil seguidores, o empresário postou uma carta dirigida à procuradora a quem acusou ser autora de sistemática perseguição veiculada por denúncias infundadas à Delegacia do Trabalho, animadas exclusivamente por sentimento de ódio e para favorecer seus concorrentes.

Utilizando outras redes sociais o empresário chamou Ilena Neiva de “louca”, “perseguidora” e “exterminadora de empregos”, chegou ainda a sugerir a retirada da procuradora. “A proposta é simples. Tirem a Dra. Ilena Mousinho de nossa vida e nós vamos transformar o RN”, propagou Flávio Rocha. Nas mensagens, sugeriu que as condutas da procuradora visam beneficiar os supostos concorrentes da Guararapes, já que tais exigências não estariam sendo feitas às demais empresas.

“Mais uma vez, Flávio Gurgel Rocha atribuiu à procuradora regional do Trabalho ser autora de comportamento típico de natureza penal, consistindo além de crimes de abuso de autoridade, previstos expressamente na Lei nº 4898/1965, no crime de prevaricação, previsto no art. 319 do Código Pena”, destaca a denúncia. O crime de prevaricação consiste em deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra a disposição expressa em lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.

O empresário lançou nas redes sociais as campanhas denominadas “mexeucompainhomexeucomnostudinho” e #exterminadoradeemprego. Flávio Rocha convocou uma manifestação em frente à sede do Ministério Público do Trabalho, que aconteceu em 21 de setembro. O expediente da Procuradoria teve que ser reduzido, por questões de segurança. O denunciado postou frases como “o nosso povo está animado…”, “entendeu o recado, doutora?”.

Para o MPF, a ação civil pública movida pelo grupo de procuradores do qual a procuradora Ileana Neiva Mousinho é integrante deve ter como arena própria de debate o processo judicial. Além disso, ressalta que não é contrário a qualquer forma de manifestação de liberdade de expressão, entretanto, o empresário teria transbordado os limites constitucionais, atingindo deliberadamente a honra de servidora pública no exercício da função.

“As ações promovidas pela procuradora regional do Trabalho são decorrentes do exercício de sua atividade institucional, em defesa dos direitos coletivos dos trabalhadores, sempre instrumentalizada por meios de provas, submetendo suas imputações ao diálogo e à possibilidade de ser firmado compromisso de ajustamento de conduta entre as partes (MPT e empregador) – dentro dos parâmetros legais – ou ao amplo contraditório, no âmbito da Justiça do Trabalho”, reforça a denúncia.

A ação tramita na Justiça Federal do RN sob o número 0809937-49.2017.4.05.8400.

Economia

“Boicote ao avanço”, por Flávio Rocha, em O Globo

Artigo de Flávio Rocha, em O Globo:

A reforma trabalhista, que entrará em vigor em novembro, corre o risco de ter seu impacto positivo no mercado diluído por ações que procuram sabotar o seu espírito, de valorizar o emprego e a livre-iniciativa dos trabalhadores.

Essa decisiva conquista, obtida pelo trabalho obstinado do deputado Rogério Marinho e de amplos setores da sociedade, pode, segundo o Banco Mundial, fazer o Brasil galgar mais de 30 postos no ranking de competitividade do Doing Business. A imprensa tem noticiado, embora sem o destaque devido, a ação de entidades de magistrados da Justiça do Trabalho que, a serviço de ideologia de esquerda retrógrada, tentam descumprir a nova lei trabalhista.

Reportagens já flagraram a circulação de cartilhas que subsidiam decisões para que a lei seja ignorada. Juízes são instruídos a boicotar a legislação nesses panfletos, que citam “princípios constitucionais de valorização do trabalho”, como se eles não estivessem contemplados na reforma. Ou são doutrinados a apelar a supostas normas internacionais que se sobreporiam à reforma.

É cristalino que essa elite burocrática encastelada no poder resiste a abrir mão de benefícios amealhados no passado. Sim, porque se há um interesse defendido nesse embate é o de promotores e juízes, e não dos trabalhadores.

Em vez de enfrentar de peito aberto o debate, argumentando perante o STF, preferem a vereda antidemocrática de boicotar na surdina uma reforma que foi aprovada pelos representantes do povo no Congresso.

A reforma trabalhista coloca o país na rota da modernidade na questão da relação entre capital e trabalho. Trata-se de uma dicotomia que não faz mais sentido no estágio em que se encontra o capitalismo, com garantia de direitos a todos. O discurso do “nós contra eles” definitivamente caducou. O conflito que se coloca agora é dos produtivos contra os parasitas.

Permito-me mencionar um caso em que sou parte interessada apenas como exemplo desse nocivo modus operandi. A empresa de confecções Guararapes, da qual sou acionista, tem sido vítima de perseguição de uma procuradora do Ministério Público do Trabalho. O último ato de sua cruzada foi mover uma ação contra a empresa, com sede no Rio Grande do Norte, exigindo o pagamento de multa milionária.

A promotora não prejudica a Guararapes, ao contrário do que imagina. A empresa simplesmente passou a fabricar em outros estados e países. Os prejudicados de verdade são os integrantes da extensa cadeia produtiva do Rio Grande do Norte, de tecelões a costureiras, de operadores de call center a motoristas de caminhão, de caixas a vendedores.

Não sou eu que digo. É a sociedade, do sindicato dos trabalhadores ao governador do estado, do micro empreendedor a políticos de um amplo espectro de partidos. No último sábado, centenas de pessoas reunidas no ginásio esportivo de Seridó tinham uma única mensagem à Justiça do Trabalho: “Deixe-nos trabalhar!”.

Assino embaixo: o Brasil e os trabalhadores não podem mais ficar à mercê de interesses que não resistem à luz do dia.

Flávio Rocha é presidente da Riachuelo

Economia

“Quem me conhece sabe que eu jamais seria machista”, diz Flávio Rocha em entrevista à Folha de São Paulo

Após ser surpreendido por uma ação ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte, pedindo R$ 38 milhões em indenização por questionamentos em contratos de fábricas terceirizadas, o empresário, dono da Riachuelo, se abriu nas redes sociais nos últimos dias.

Queixou-se da intervenção do órgão, dizendo que o “cerco” prejudica mais o trabalhador do que a Riachuelo, que pode continuar crescendo e levando os empregos para outros países e Estados.

As reclamações, que ele direcionou a uma procuradora especificamente, repercutiram na rede, gerando protestos de procuradores, mas também manifestações de apoio de funcionários.

Leia a entrevista de Flavio Rocha à Folha.

Folha – A que o senhor atribui este caso do Rio Grande do Norte?
Flávio Rocha – É um caso da hiperregulação, do intervencionismo estatal distorcendo, em prejuízo do trabalhador, o funcionamento do livre mercado de trabalho. Até 2008, a Guararapes tinha 20 mil trabalhadores em Natal e 90% da roupa vendida na Riachuelo era feita em Natal e Fortaleza. Com o fechamento do cerco, e exigências que afetavam a competitividade, enquanto a Riachuelo ficou cinco vezes maior, essa participação diminuiu e hoje é menos de 20% –são 7.000 funcionários.

Veja aqui a entrevista completa

Economia

Flávio Rocha convida para manifestação em frente ao MPT do RN na quinta-feira (21)

O empresário Flávio Rocha está utilizando suas redes sociais convidando os seguidores para uma manifestação em frente à sede do Ministério Público do Trabalho do RN (MPT), na quinta-feira (21), às 15h30.

O protesto é contra a ação da instituição que envolve a Guararapes e as facções do interior cadastraras no Pró-Sertão.