Política

Mesmo após filiação de Flávio Rocha, PRB nacional diz que comando no RN permanece sob o comando do grupo Abraão Lincoln

Em nota assinada pelo presidente nacional Eduardo Lopes, o PRB garante que o partido no Rio Grande do Norte vai permanecer sob o comando de Victor Hugo de Assis Cruz, que é liderado de Abraão Lincoln.

Existia uma expectativa que após a filiação do empresário Flávio Rocha, o PRB passaria por uma reestruturação e mudança de comando, o que já foi negado pelo comando nacional.

Política

Ex-deputado federal pelo RN, Flávio Rocha fica impedido de reestruturar o PRB no RN

Existia uma expectativa que com a filiação de Flávio Rocha ao PRB, o partido passaria a ser comandado no RN também por um empresário.

Mas o diretório nacional já decidiu que não mudará o atual comando, um liderado de Abraão Lincoln.

A pergunta que se faz nos bastidores é: Abraão Lincoln é quem vai comandar o palanque de Flávio Rocha no RN?

O partido não vai dar liberdade a Rocha de escolher um presidente do diretório no RN, Estado que ele já foi deputado federal por duas vezes?

Política

Marcelo Alecrim se reúne com Flávio Rocha

O empresário Flávio Rocha teve um encontro no início da noite desta terça-feira (27), já em São Paulo, com o empresário potiguar Marcelo Alecrim.

Flávio dialogou com Marcelo sobre a decisão de disputar a Presidência da República.

Ambos são amigos pessoais.

Marcelo e Flávio

Política

Flávio Rocha deverá reorganizar, fortalecer e mudar comando do PRB no RN

Atualmente sob o comando de Abraão Lincoln, o PRB deverá ter um novo comando no Rio Grande do Norte e passar por trabalho de fortalecimento depois da filiação do empresário Flávio Rocha.

Pré-candidato a presidente da República, Flávio Rocha deverá articular pré-candidatos para a disputa pela Assembleia Legislativa e Câmara Federal.

Flávio

Flávio Rocha em reunião com a cúpula nacional do PRB na manhã desta terça (27). Foto: Leitor do Blog

Política

Qual vai ser o palanque de Flávio Rocha no RN?

Com sua pré-candidatura à Presidência da República confirmada, Flávio Rocha domina as conversas políticas do RN no fim de semana, com o seguinte questionamento:

– Qual vai ser o palanque de Flávio Rocha no RN?

Flávio já foi deputado federal pelo Rio Grande do Norte, sendo eleito a primeira vez pelo PFL (hoje DEM) em 1986. Foi reeleito em 1990 pelo PL (hoje PR) e chegou a disputar a Presidência em 1994.

Política

Flávio Rocha confirma que disputará a Presidência da República

Por Reuters

Rio de Janeiro – O presidente-executivo da Riachuelo, Flávio Rocha, disse nesta quarta-feira que vai ser candidato à Presidência da República e que conversa com seis partidos para definir a sua filiação.

Rocha afirmou que pretende preencher um vazio na política brasileira e entende que pode ser o representante do neoliberalismo na economia e do conservadorismo nos costumes.

“Esse candidato liberal na economia e conservador nos costumes, comprometido com as reformas para (o Brasil) voltar a ser competitivo é o candidato que está faltando… esse é o espaço que pretendo preencher”, disse o empresário à Reuters.

Outros pré-candidatos, no entanto, já têm se apresentado no campo que vai da centro-direita à extrema-direita, como o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e mesmo o deputado Jair Bolsonaro (PSL). Mais conhecido por posições nacionalistas e intervencionistas na economia, Bolsonaro está procurando mostrar um lado mais liberal nessa área, inclusive pelos economistas de que está se cercando.

Rocha disse que só tem interesse em ser cabeça de chapa numa candidatura. “Não seria candidato só para firmar posição… e estamos tendo indícios de que é uma candidatura para valer e competitiva”, disse.

Sobre uma afinação de discurso com Bolsonaro, Rocha descartou a hipótese de ser vice do deputado.

“Quero ser um cabeça de chapa para que as nossas ideias sejam protagonistas. A vice não dá protagonismo às ideias”, ressaltou. “A nossa diferença está no tom, mas o Bolsonaro tem o mérito de falar sobre segurança e nossa diferença está na economia porque ele defende um Estado grande.”

Entre os partidos que conversaram com Rocha estariam MDB, PRB, PP e PTB.

“Num país de mais de 30 partidos, uma legenda está longe de ser um gargalo”, afirmou ele ao lembrar que para viabilizar a candidatura tem que ser por meio de um partido forte e representativo para ajudar na campanha, montagem de base e governabilidade. Para disputar a eleição em outubro, Rocha tem até 7 de abril para se filiar.

No mês passado, Rocha havia descartado a possibilidade de ser candidato este ano. “Acho que está muito tarde para ser candidato. De fato eu não tenho nem partido, não tenho voto. Está tarde para construir a densidade eleitoral”, disse em entrevista a uma revista.

Fundador do movimento Brasil 200 (numa alusão aos 200 anos de independência do país em 2022), Rocha já vem participando de eventos em que apresenta propostas para os próximos anos.

Política

Coordenador do MBL declara preferência ao nome de Flávio Rocha para a disputa presidencial

Opinião de KIM KATAGUIRI, aluno do Instituto de Direito Público de São Paulo, coordenador do MBL (Movimento Brasil Livre), publicada pela Folha de São Paulo.

Há uma cobrança muito grande para que o MBL (Movimento Brasil Livre) anuncie o seu candidato à Presidência da República. É uma cobrança justa: somos um movimento político com atuação intensa na política institucional. Antes de falar sobre pessoas, precisamos falar sobre ideias. O que um presidenciável deve defender para ter o apoio do MBL?

O problema mais imediato é a segurança pública. Isolados num mundo paralelo, os presidenciáveis de esquerda proferem discursos desconectados da realidade. “Ressocialização e desencarceramento” são as palavras de ordem.

Como ressocializar bandidos quando apenas 8% dos homicídios são solucionados? Não é possível investir em políticas públicas para criminosos que nem sequer foram identificados. Ainda menos quando o Estado não tem controle nem sobre quem já está preso. Todos nos lembramos do caos das rebeliões. Hoje, o maior administrador de presídios do país chama-se PCC. Quem comandaria o programa de ressocialização? Fernandinho Beira-Mar?

Nesse assunto, quem se destaca é o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), que repudia com veemência a narrativa de que bandido é vítima da sociedade. Suas intenções de voto representam, em boa medida, legítimo anseio popular por medidas mais enérgicas na segurança.

Sua falha é a falta de propostas concretas que alicercem seu discurso. Flávio Rocha, CEO da Riachuelo e fundador do Brasil 200, movimento que deu voz aos brasileiros que trabalham e produzem, é o contrário: junta forma e conteúdo. Além de combater o discurso furado dos socialistas do Leblon, já apresentou um plano de segurança que conta com mudanças nas leis penais e processuais penais, privatização de presídios, ciclo completo de polícia etc.

Há, ainda, um problema mais grave em Bolsonaro: sua falta de capacidade de articulação. Ainda que tivesse boas propostas, jamais teria como aprová-las. Não há governo quando o presidente não dialoga com o Congresso. Nessas hipóteses, ou o presidente fecha o Congresso ou –o que é mais provável– o Congresso fecha o presidente.

Nesse ponto, Flávio Rocha também sai na frente. Além de ter sido deputado por duas vezes —constituinte, inclusive—, é conhecido por ser calmo, humilde, conciliador e por honrar sua palavra. É o casamento perfeito: capacidade administrativa e virtude política.

A segunda questão é a economia. Precisamos cortar impostos e acabar com a burocracia. Para isso, tem de haver corte de gastos, o que significa promover uma reforma previdenciária e salarial estruturante —que diminua as distorções entre setor público e privado—, privatizar empresas como Petrobras e Correios, fechar o BNDES e rever a intocável estabilidade do funcionalismo.

Nesse quesito, estamos mal de candidatos. Ciro, Marina, Bolsonaro… nenhum desses defende essa agenda. O medo da pecha de “neoliberal que odeia pobres” e a vontade de ceder ao populismo superam o compromisso com o país.

Flávio Rocha defende o que é correto, ainda que isso lhe renda vaias e tomates. Tem a capacidade que o Barão de Montesquieu, em sua obra “O Espírito das Leis”, julga essencial ao bom político: a capacidade de colocar o interesse público acima de seus interesses pessoais.

Apesar de não se declarar candidato, tem tudo para ser: experiência, capacidade comprovada, ideias corretas e espírito combativo.

Por isso, tenho orgulho de afirmar: Flávio Rocha, único presidenciável que conjuga o combate ao politicamente correto com responsabilidade fiscal e propostas sérias para a segurança pública, é o candidato do Movimento Brasil Livre à Presidência da República.

Foto: GABRIELA BILO / ESTADÃO

Foto: GABRIELA BILO / ESTADÃO

Política

“Se for necessário, estou à disposição”, diz Flávio Rocha sobre candidatura à Presidência

Do Portal Novarejo, repercutido no twitter pessoal de Flávio Rocha:

Anos de eleição trazem uma volatilidade natural a mercados sólidos. Contudo, 2018 não é um ano comum para o Brasil e o País tampouco pode se definir como sólido, tanto política como economicamente, para que essa tal volatilidade não intimide consumidores e empresas. Esse sentimento não é à toa: depois de dois anos da pior crise econômica de sua História, o Brasil espera por um ano bem movimentado. Neste ano de eleição, nunca especulou-se (e esperou-se também) por um outsider – aquele candidato que não tem uma atuação típica na política.

Flávio Rocha, atual presidente da Riachuelo, pode ser esse candidato. Ao menos ele mesmo se coloca à disposição para uma possível candidatura. “Se for necessário, eu serei um soldado”, disse o executivo à NOVAREJO, durante evento de varejo que ocorre neste fim de semana no Guarujá, em São Paulo.

A candidatura de Rocha já é esperada pelo mercado desde o ano passado, quando o executivo liderou a criação do Movimento Brasil 200, que reúne um grupo de empresários que debatem questões que podem ajudar o Brasil a crescer. Segundo Rocha, já são 200 mil associados ao movimento, que já realizou mais de 30 eventos pelo País e tem agendados outros 30 nos próximos meses. O mercado já coloca o Movimento como plataforma de candidatura de Rocha.

Cada vez mais, o executivo se posiciona em eventos e redes sociais de forma política e é inegável seu desejo de concorrer ao cargo. Em 1994, o executivo tentou concorrer, mas desistiu. Diante dessa possibilidade, Rocha está sendo chamado pelo mercado de candidato da “nova direita” – nessa lista também estão João Amoêdo e Bolsonaro. Aliás, o executivo foi cogitado como vice de Bolsonaro, mas o próprio Rocha descartou essa possibilidade.

Para Rocha, o País precisa de candidatos que são liberais na economia, mas conservadores nos valores. Esse posicionamento do executivo tem causado furor a quem se posiciona mais à esquerda, mas também àqueles que estão mais à direita. Ele foi muito criticado pelo empréstimo que a Riachuelo tomou do BNDES, de mais de R$ 1,4 bilhão.

Se quiser ser candidato, o executivo tem até o dia 7 de abril para filiar-se. O partido? “Existem muitas opções”, afirmou nesta entrevista à NOVAREJO. O mercado afirma, contudo, que o executivo está bem próximo ao MBL e PRB. Nesta entrevista, Rocha fala sobre o Brasil, sobre política e afirma estar disponível para a candidatura.

NV – O que é preciso fazer para impulsionar o País e o varejo?

Flávio Rocha: Se eu fosse um presidente de uma empresa chamada Brasil, um dos indicadores de gestão é a liberdade econômica. Um País próspero é um País livre e, nesse quesito, o Brasil está perdendo feio. Um país livre é um país próspero. A geração de empregos e riqueza está ligada à prosperidade e à liberdade econômica. Precisamos construir um País receptivo, onde seja fácil empreender e gerar riqueza. O Brasil tem um governo pesado, que se apropria de praticamente 50% da riqueza que o seu povo produz. É um país difícil, com leis demais, hiperregulado – cada nova lei é uma ressalva ao livre mercado. É possível tirar o País do fim da lista dos países menos livres com quatro reformas: reforma Trabalhista, Tributária, Previdenciária e do Estado, que podem ser aprovadas em poucos meses.

NV – O senhor está à frente do Movimento Brasil 200. Ele é sua plataforma de candidatura?

O Movimento visa devolver o Brasil ao seu verdadeiro dono, que é o povo. Hoje o Brasil não é do povo, mas de 1% da população que forma uma casta burocrática, que se apropriou do Estado em benefício próprio. O Brasil não tem dinheiro para encher um tanque de uma viatura policial, mas tem um cheque de R$ 1 milhão para privilegiados encastelados. Isso é consequência de um governo que tem um País. O governo deveria servir ao País e não o contrário.

NV – O senhor vai se candidatar à Presidência da República?

Se for necessário, eu serei um soldado, mas não acho que será necessário, porque o Brasil 200 é uma forma de puxar o debate, de intervir, puxar a orelha de candidatos e cobrar assuntos que estão sendo abandonados, mas que são importantes para grande parte da população. Uma candidatura para marcar posição não é necessária, porque o Movimento Brasil 200 faz isso melhor. Contudo, se por acaso a coisa continuar no crescimento que está tendo e for necessário que alguém dê a cara para bater, a minha está à disposição. E eu serei o soldado dessa luta.

NV – O senhor se considera o outsider que o mercado espera?

Acho que realmente é necessário que alguém tenha a mentalidade ligada ao livre mercado, à liberdade econômica. A mentalidade empresarial pode ensinar muita coisa ao governo. Em uma empresa, a gestão está preocupada com o cliente e preocupada em deixá-lo feliz. Na Riachuelo, a gente chama a nossa cliente de Dona Maria. Se a Dona Maria
estiver feliz e encontrar o que ela gosta e o que ela pode pagar, a empresa prospera, os empregos são gerados, o fornecedor fica feliz, o investidor e acionista ficam felizes. E por que no Governo não é assim? Por que o Governo não está preocupado com o aluno da escola pública, com o paciente do hospital púbico, com o cidadão que precisa de segurança? O Estado quando chega a um tamanho e alcança um gigantismo, ele esquece que seu propósito é servir, mas ele volta-se para dentro de si e dos seus privilégios.

NV – O senhor já afirmou que o Brasil precisa de um líder conservador. De que conservadorismo está falando?

Estamos deixando para trás, assim espero, um ciclo da política que não vai deixar saudades, da política de agigantamento do Estado. Mas não é só isso. As ideias ruins na economia sempre vêm acompanhadas de ideias devastadoras dos valores da sociedade – essa é a lógica da esquerda, bagunçar para governar. É fundamental que haja um contraponto, tanto para a economia como para a preservação dos valores que o povo preza, que são os valores da família. É necessário que exista essa coerência. Precisamos de um liberal na economia e um conservador nos costumes.

NV – Essa questão de conservadorismo nos costumes e família não é antiquada hoje, tendo em vista a mudança no comportamento das pessoas, que prezam por suas liberdades…

Pelo contrário. Isso não é caretice e nem moralismo. É apenas indignação, porque a esquerda opta deliberadamente para a estratégia de bagunçar para governar. Isso deu errado. Há uma demanda por ordem. O povo está carente e cansado de desordem.

NV – Qual partido o senhor acredita que conversa com essas ideias e que pode ser o seu partido de candidatura?

Não faltam partidos no Brasil: são 35 e alguns já têm alguma coerência com as minhas ideias. Mas precisa ser um partido que acredita na liberdade econômica e livre iniciativa e poucos partidos têm esse compromisso. Tenho recebido muitos convites que personificam esse projeto político.

NV – Quando o senhor tomará uma decisão?

Temos até o dia 7 de abril para filiação, mas se a coisa não se encaminhar para uma candidatura de fato, eu não vou deixar o Movimento. Estamos com a cabeça de dever cumprido por cobrar e colocar em discussão temas esquecidos por grande parte da classe política.

NV – A Riachuelo cresceu em 2017. Quais são as perspectivas para 2018?

Em 2017, mostramos a força das ideias boas, com um programa econômico novo, que é a redescoberta das ideias liberais – esse já é um passo importante no sentido de trazer um pouco mais de bom senso e isso já surtiu efeito: em um ano o Ibovespa atingiu seu recorde, a inflação caiu, os juros caíram, o Risco Brasil caiu. Isso mostra que o Brasil pode se reencontrar com a sua prosperidade. A Riachuelo está comemorando o melhor ano da sua história, com crescimento de dois dígitos na sua receita em um ano em que completamos 70 anos. 2018 começa mais forte e estamos muito otimistas.

NV – Quais os planos para a Riachuelo em 2018?

Estamos voltando a ter um plano agressivo de expansão e um plano de reformas visando a adaptar as lojas ao novo modelo logístico, de uma gestão mais eficiente de estoque. Nosso e-commerce começou ano passado integrado ao estoque. 2018 será o grande ano da história da Riachuelo.

Política

Flávio Rocha se reúne com Romero Jucá

Do Radar/Veja

Flavio Rocha, da Riachuelo, se reuniu na semana passada com Romero Jucá, presidente do MDB.

Trata-se de mais um capítulo de um flerte.

O empresário é tratado como uma possível alternativa do partido para encabeçar a chapa de presidente da República.

Política

Em Parelhas, Flávio Rocha admite possível candidatura à Presidência, segundo ‘O Globo’

Do Jornal ‘O Globo’

PARELHAS (RN) – Aos gritos de “Brasil para frente, Rocha presidente” e “ou vai ou Rocha”, o dono da Riachuelo, Flávio Rocha, admitiu para cerca de 4 mil pessoas neste sábado o seu interesse em ser candidato à Presidência da República. Durante discurso disse que, se uma candidatura ao Planalto encabeçada por seu nome ganhar musculatura, fará o possível para mudar o Brasil.

— Se por acaso acontecer (uma candidatura à Presidência), sou soldado, e com o apoio, energia, e solidariedade de vocês, farei o possível para mudar (o Brasil) — disse o empresário na manhã deste sábado em Parelhas, no interior do Rio Grande do Norte.

Rocha participou do 30° evento do Brasil 200, movimento fundado por ele, em janeiro e que defende um Estado liberal na economia e conservador nos costumes. O número faz referência aos 200 anos de independência do país, a ser celebrado em 2022.

Para embalar o evento deste sábado, foi criado até um jingle, chamado “Que seja feita a vontade do povo”, de autoria da dupla Mateus e Cristiano. Na chegada, ao som da música, interpretada ao vivo pelos cantores, Flávio foi recebido com ares de candidato, com várias pessoas o abraçando e pedindo para tirar selfies.

Escute um trecho do jingle:

— Temos que botar o nosso bloco na rua. Vamos destravar a economia. O governo tem que ajudar, e não atrapalhar —, afirmou Rocha.

A escolha de Parelhas foi estratégica. É na região do Seridó que o empresário implementou o Pró-sertão, voltado à instalação de fábricas têxteis. O deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN), relator da reforma trabalhista, e amigo do empresário, compareceu ao evento.

Rocha ainda não se filiou a nenhum partido, e tem até o é 7 de abril para fazê-lo, caso queira efetivamente disputar as eleições. Na semana passada, em Brasília, teve conversas com integrantes do PP, PRB e PMDB. Ele foi à capital federal entregar ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o plano de segurança do Brasil 200, que defende o endurecimento de penas para todos os crimes.

O empresário tem o apoio do Movimento Brasil Livre (MBL), que rompeu com o prefeito de São Paulo João Dória (PSDB) em janeiro, após o tucano chancelar a criação de diversas regras para motoristas de Uber e demais aplicativos de transporte na capital paulista.

Na quinta-feira, integrantes do MTST bloquearam a entrada de uma fábrica da Riachuelo na região metropolitana de Natal (RN). Em um vídeo, editado pelo MBL, o empresário chamou os invasores de “vagabundos” e “terroristas”.

Rocha chegou a ser pré-candidato à Presidência em 1994, mas desistiu para apoiar a candidatura de Fernando Henrique Cardoso. Antes disso, foi deputado federal por dois mandatos seguidos, em 1986, pelo PFL (atual DEM) e depois pelo PL, e 1990, pelo PRN, sempre representando o Rio Grande do Norte.

Política

Em Parelhas, Vereador entrega título de cidadão de São José do Seridó ao empresário Flávio Rocha

Em sua passagem ontem (10) por Parelhas, o empresário Flávio Rocha recebeu o título de cidadão de São José do Seridó, das mãos do vereador Vinícius Dantas (MDB), que foi o propositor.

Flávio Rocha é um dos apoiadores do Pró-Sertão, que só em São José do Seridó, gera mais de mil empregos diretos.

“É um reconhecimento pelos empregos gerados em nosso município e no Seridó”, destaca o vereador.

Política

Flávio Rocha, Rogério Marinho, prefeitos e lideranças participam de ato em defesa do Pró-Sertão em Parelhas

O empresário Flávio Rocha e o deputado federal Rogério Marinho (PSDB) estão em Parelhas participando de um ato em defesa do Pró-Sertão, criado por Marinho como Secretário de Desenvolvimento do Governo Rosalba e continuado pelo seu sucessor no cargo, Silvio Torquato.

Antes, os dois visitaram facções de costura, na companhia de prefeitos e lideranças políticas do Seridó.

Política

Em Parelhas, Rogério Marinho e Flávio Rocha participarão de ato em defesa do Pró-Sertão no sábado (10)

“A transformação do RN através do emprego”. Este será o tema do evento que reunirá o deputado federal Rogério Marinho (PSDB) e o empresário Flávio Rocha, do grupo Riachuelo, na cidade de Parelhas neste próximo sábado (10). O ato começará às 9 horas no clube Acampar e está sendo organizado pela Asconf (Associação Seridoense de Confecções) e Afase (Associação de Confeccnionistas do Seridó).

“Estaremos unidos ao povo seridoense em defesa do emprego, a favor do desenvolvimento e do crescimento do Estado. O Pró-Sertão já é uma realidade que tem transformado o RN, gerando renda para o nosso povo e a perspectiva é de muitas conquistas para o futuro”, disse Rogério Marinho.

Rogério e Flávio também deverão visitar as pequenas oficinas têxteis que fazem parte do Pró-Sertão, o Programa de Interiorização da Indústria. O projeto foi criado pelo deputado federal Rogério Marinho durante sua passagem pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte, em 2013. Atualmente, mais de 5 mil empregos diretos já foram gerados pelo programa.

O Pró-Sertão tem a sua continuidade ameaçada em meio a uma ação movida pelo Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Norte (MPT-RN), que pede uma multa de R$ 37 milhões para a Guararapes por contratar os serviços das pequenas oficinas do interior do Estado. Desde então várias manifestações a favor do projeto foram realizadas em Natal e nas cidades do Seridó potiguar. O processo continua em tramitação na Justiça do Trabalho.

Economia

Henrique Meirelles e Flávio Rocha participam de seminário em Natal nesta segunda (05)

O Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, estará em Natal nesta segunda-feira (05), para participar do Seminário Motores do Desenvolvimento do RN, promovido pela Tribuna do Norte em parceria com a FIERN, UFRN, Fecomercio, Assembleia Legislativa, SEBRAE, dentre outras importantes instituições do Rio Grande do Norte.

Quem também será palestrante no evento que ocorrerá no Hotel Holiday In é o empresário Flávio Rocha.

São 11 anos do projeto Motores do Desenvolvimento.