Política

Governo Robinson propõe que servidor faça empréstimo para receber o 13° salário

Em reunião na noite desta quarta-feira (07) com líderes sindicais, a Secretária Chefe da Casa Civil, Tatiana Mendes Cunha, admitiu que o Estado não tem recursos para pagar o 13º salário dos servidores públicos. E fez a sugestão de um empréstimo com o compromisso do próprio Governo do Estado repor o valor ao banco. A folha extra custa aproximadamente R$ 420 milhões.

“Nós estamos tentando construir uma proposta, onde o servidor terá a opção de receber de uma vez o 13º salário ou dividir ao longo do ano e o Estado se responsabilizar de restituir o valor ao banco com os juros”, afirmou Tatiana Mendes Cunha.

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Poder

Justiça determina que Governador Robinson Faria repasse duodécimo sem atraso ao MP

A desembargadora Judith Nunes deferiu a liminar pleiteada pelo Ministério Público Estadual e determinou que o governador Robinson Faria e o Secretário Estadual de Administração, Cristiano Feitosa, repassem nas datas constitucionalmente fixadas o duodécimo da instituição.

Se a decisão não for cumprida, governador e secretário serão punidos com multa diária – de caráter pessoal – no valor de R$ 2 mil.

A decisão é retroativa ao mês de outubro, caso o repasse ainda não tenha sido feito, e tem validade para os meses de novembro e dezembro de 2016.

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Economia

Em nota, Secretário de Planejamento responde a artigo de economista repercutido aqui

O Secretário de Estado do Planejamento e das Finanças, Gustavo Nogueira, encaminhou nota ao blog sobre artigo que repercutimos escrito pelo economista Carlos Duarte, publicado pelo Blog de Carlos Santos no último domingo (13), denominado “Um gerente medíocre na gestão de uma massa falida”.

Nota de Esclarecimento:

Todas as críticas construtivas ao modelo de gestão em curso no Estado são bem-vindas e contribuem sobremaneira para a melhora no trabalho desenvolvido em equipe pela atual administração estadual. Porém, se distantes do contexto macro da economia podem se transformar em meras peças político-acusatórias carregadas de injustiça em suas entrelinhas.  

Como toda a sociedade já sabe e sente no bolso, o país vive hoje uma das piores crises econômicas de sua história e ignorar essa realidade é injusto em qualquer análise que se faça de uma gestão pública, sobretudo aquelas cuja economia são fortemente dependentes das transferências constitucionais da União, como é o caso do nosso Rio Grande do Norte. De janeiro de 2015 a outubro de 2016, o Governo deixou de receber R$ 994 milhões em virtude das frustrações de receitas projetadas pelos orçamentos dos dois anos, valor superior a duas folhas de pessoal brutas.   

Não há dúvidas de que a situação a que o Estado chegou é fruto das escolhas equivocadas tomadas ao longo de décadas. Escolhas que optaram por concentrar em vez de distribuir. Não há como sustentar por muito tempo uma economia em que despesas crescem mais do que as receitas, a exemplo do que aconteceu especialmente nos últimos 15 anos no Estado. Chega uma hora que fica impossível governar sem fazer conta. E fazer política sem fazer conta é fazer de conta que se faz política. Não à toa, insistimos no discurso de que o problema do Rio Grande do Norte não é mais de Governo, mas de Estado.  

A atual gestão recebeu uma administração falida, com dívidas em torno de R$ 1 bilhão e apenas R$ 4 milhões em caixa. O pagamento da folha de dezembro e do 13º salário dos servidores pela gestão anterior também só foi possível graças ao uso do Fundo Financeiro. 

Essa realidade extremamente difícil ganhou contornos dramáticos nos meses seguintes com os efeitos da piora da crise que, ainda assim, não impediram o Estado de cumprir os limites constitucionais para áreas vitais, como a Segurança, a Saúde e a Educação, nem de buscar alternativas para amenizar a situação. As diárias operacionais da Polícia Militar, por exemplo, foram quadruplicadas, passando de R$ 200 mil para R$ 1 milhão ao mês.  

Outro bom exemplo foi o turismo, que deu um salto com a redução do imposto sobre o querosene de aviação. Voos internacionais foram conquistados e viagens domésticas ampliadas, trazendo mais turistas e movimentando a economia. Uma análise honesta também não pode ignorar a condução do Governo em retomar duas obras fundamentais para o setor: os acessos norte e sul ao aeroporto internacional de São Gonçalo do Amarante. Duas prioridades transformadas em serviços para a população e também para os nossos visitantes: o acesso norte foi concluído em 2015 e apenas 1 quilômetro separa o acesso sul de sua completa finalização.  

Dos programas de investimentos que dormiam nas gavetas de Brasília, a atual gestão lutou e conseguiu a liberação dos recursos do Proinvest e até o final do ano conclui o campus da UERN, na Zona Norte de Natal, uma demanda histórica da nossa universidade estadual. O Proinvest também possibilitou a retomada das obras do Pro-transporte, paralisadas há várias gestões, e vai contribuir para o projeto de integração do acesso norte ao aeroporto. 

Com 42% concluída, a construção do viaduto da Redinha, que dará acesso à Ponte Newton Navarro, e às Avenidas João Medeiros Filho, Conselheiro Tristão e Litorânea, vai diminuir os constantes engarrafamentos no local, dando plena funcionalidade à ponte em seus dois sentidos.  

Ao lado da Avenida Moema Tinôco está sendo construída ainda uma lagoa de captação das águas de drenagem para evitar alagamentos, principalmente em frente ao cemitério, ponto crítico e recorrente de inundações no local e adjacências.  Já na Avenida Rio Doce, entre a Avenida Itapetinga e o Ginásio Nélio Dias, está sendo executada a implantação da pista projetada ao longo de toda a via, além dos serviços de drenagem.   

É importante detalhar essas obras porque estamos falando da principal e maior obra de mobilidade urbana da capital potiguar, possibilitando outro novo acesso ao aeroporto.  

Por falar em nossa malha viária, não é justo esquecer que o governador Robinson Faria assinou em junho a ordem de serviço para a recuperação dos 3 mil quilômetros de estradas sob a responsabilidade do Estado, com diversos trechos já em andamento e tocados pelo DER em favor do escoamento da produção, da mobilidade e do turismo. Um investimento que envolve recursos do tesouro estadual, da CIDE e do Banco Mundial.   

Com o número recorde de licenças ambientais emitidas para novos empreendimentos, o Governo vem fazendo sua parte para impulsionar a geração de mais empregos no Estado num momento em que o país vive uma retração dos postos de trabalho. Nos municípios do interior, o programa microcrédito empreendedor também injetou oxigênio nos mercados locais como em nenhum outro período do Estado.  

Se é desonesto esquecer o colapso na economia para justificar as falhas que acontecem numa gestão, mais injusto ainda é ignorar os efeitos devastadores da maior crise hídrica dos últimos 50 anos. Principalmente quando sabemos que as ações de convivência com o fenômeno natural da seca foram tratadas sem o menor planejamento e de forma eleitoreira ao longo dos anos.  

O governador Robinson Faria foi buscar recursos pessoalmente junto ao Governo Federal para concluir as adutoras de Carnaúba dos Dantas e do Alto Oeste, além de retomar a construção da barragem de Oiticica, uma obra extremamente importante que deve levar água para mais de meio milhão de moradores. O trabalho para levar água até as comunidades mais carentes tem sido constante. Em menos de dois anos de gestão mais de mil poços já foram perfurados.    

É importante destacar ainda que antes de terminar a atual gestão, a população de Natal vai poder se orgulhar de morar na primeira capital do país 100% saneada, um investimento sério em esgotamento sanitário e, sobretudo, em saúde.   

Além dos limites constitucionais obrigatórios, o Governo está investindo R$ 21 milhões dos R$ 64 milhões previstos em Segurança Pública, já empenhou mais R$ 14 milhões dos R$ 186 milhões estimados em Saúde e alocou mais de R$ 15 milhões dos R$ 127 milhões previstos em Educação, o que inclui reformas e construções de novas escolas. 

Não há dúvidas de que o Rio Grande do Norte ainda carece de muita atenção, há muitos problemas estruturais a serem corrigidos. E temos nos planejado para vencer os atuais e os próximos desafios.  

Depois de realizar o primeiro Plano Plurianual (PPA) Participativo, com a adesão e apoio da sociedade, o Governo iniciou uma ação inédita de modernização da gestão pública, o Governança Inovadora. O projeto atua em quatro frentes: Estratégia, Processos, Estrutura e Contratualização de resultados pensando o Rio Grande do Norte num horizonte de 20 anos. Também em conjunto com a sociedade representada em mais de 65 instituições públicas e privadas, o Governo elaborou o Mapa Estratégico do Estado com áreas de resultados e objetivos. A partir deste Mapa, foi criada uma carteira prioritária de projetos com base nas demandas apontadas pela população e por técnicos do Governo. Os detalhes do projeto podem ser acompanhados no portal http://www.governancainovadora.seplan.rn.gov.br/. 

Na fase atual, os gestores das secretarias e órgãos envolvidos estão assinando os contratos de gestão. Para cada projeto foram definidas metas e indicadores de desempenho que serão acompanhados por duas salas de monitoramento em fase de instalação: uma na secretaria de Planejamento e Finanças e outra montada no gabinete do próprio governador. 

Ainda na área da estratégia, o Governo foi além e iniciou em 2016 o projeto Eixos Integrados de Desenvolvimento, que está elaborando um diagnóstico sobre as potencialidades do Rio Grande do Norte em cinco eixos: Micrologística do Transporte de Cargas; Desenvolvimento Industrial (PDI); Energia; Telecomunicações e de Tecnologia da Informação; e Capacitação do Capital Humano. 

As iniciativas de planejamento em curso já começaram a apontar o panorama atual da nossa realidade social e econômica e vão colocar o Rio Grande do Norte no caminho de um novo desenvolvimento quando essa crise passar.  

Com responsabilidade, transparência e planejamento, o Governo está ciente de todas as dificuldades enfrentadas, tem concentrado todos os esforços para superar as falhas normais em gestões comprometidas com a sociedade e vai continuar trabalhando para entregar aos potiguares o que sempre prometeu: melhores serviços e mais qualidade de vida a todos. 

Gustavo Nogueira

Secretário de Estado do Planejamento e das Finanças

Política

Ivan Júnior deverá assumir Recursos Hídricos do Estado

Prestes a deixar o comando do executivo assuense, Ivan Lopes Júnior deverá assumir a Secretaria de Recursos Hídricos do Estado, em janeiro. 

Substituirá o mossoroense Mairton França, indicado pelo prefeito Francisco José Júnior (PSD). 

Resta saber se o governador Robinson Faria vai ter coragem de comprar uma briga com o deputado estadual George Soares, relator da Lei Orçamentária, e adversário de Ivan Júnior. 

Política

Futuro incerto do Governo Robinson

No Centro Administrativo do Estado a preocupação é uma só: greve geral dos servidores até dezembro.

Já tem Secretário Travesso prevendo até que o governador Robinson Faria não terá como administrar até Março, perdendo completamente as condições de Governabilidade. Não falta muito, basta constatar o caos na Saúde Pública, Segurança, Sistema Prisional e Finanças.

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Política

Promotor revela que Governo Robinson está gastando menos do que manda a Lei em Saúde

A Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa recebeu, na tarde desta quarta-feira (19), representantes do Ministério Público e Poder Judiciário para discutir a situação da Saúde no Rio Grande do Norte. O principal ponto em discussão foi a situação orçamentária para a área, que teve redução de recursos em 2016 e há a projeção para nova queda em 2017. Os parlamentares vão ampliar a discussão e buscar alternativas parta a melhoria do setor.

Contando com a presença do presidente da Comissão de Saúde da Assembleia, deputado Álvaro Dias (PMDB), e do deputado Hermano Morais (PMDB), suplente da comissão, os participantes relataram os principais temores com relação à situação da saúde pública potiguar.

O promotor Carlos Henrique Rodrigues explicou que, entre janeiro e agosto desse ano, o Governo do Estado gastou menos do que o mínimo previsto em lei. Ao todo, foram aplicados R$ 546,6 milhões, o equivalente a 11,7% do orçamento, em despesas coim ações e serviços de saúde. A redução corresponde a R$ 40,7 milhões e, caso não ocorra uma mudança na destinação dos recursos, é possível que o Executivo termine o ano sem atingir o percentual mínimo determinado por lei, que é 12%.

“É um assunto que afeta toda a população potiguar e nós temos a obrigação de colaborar com a melhoria, ampliando o debate e apresentando as mudanças necessárias. É isso que faremos”, disse o deputado Álvaro Dias.

Foto: Eduardo Maia

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Política

Álvaro Dias cobra do Governo Robinson atenção com a Saúde Pública do RN

O deputado estadual Álvaro Dias utilizou as redes sociais nesta terça-feira (18) para externar sua preocupação com o caos vivenciado pela saúde no RN.

Em seu perfil no Twitter, o deputado destaca os últimos fatos registrados na capital e no interior do Estado, na qual o Hospital Walfredo Gurgel, em Natal, suspendeu cirurgias por falta de leitos na UTI, e a direção do Hospital Regional, em Caicó, anunciou que uma ambulância está quebrada e uma caminhonete foi recolhida por falta de pagamento do aluguel.

“A situação da saúde do RN tem se agravado a cada dia que se passa. Hospitais sem equipamentos têm deixado a população aflita, angustiada, e, com certeza, é culpa do desgoverno que se instalou no Rio Grande do Norte. Vamos esperar que governador repense e mude a sua estratégia e busque uma maneira diferente de agir, sobretudo buscando recursos em Brasília para que o serviços essenciais não possam faltar”, disse o deputado.

Estado

Servidores da Segurança fazem paralisação, protestam contra o Governo Robinson e cobram salários em dia

Esta terça-feira (18) foi marcada pela paralisação de 24 horas dos policiais civis, servidores do ITEP e servidores da Sesed. As categorias cruzaram os braços desde o início da manhã, como forma de protesto contra os atrasos de salários dos servidores estaduais. Além da paralisação, foi realizado um ato público, com caminhada pelas ruas do Centro de Natal até a Praça dos Três Poderes, em frente à Assembleia Legislativa.

Agentes, Escrivães, servidores do ITEP e da Sesed saíram em caminhada pela avenida Rio Branco, carregando faixas e fazendo um apitaço para chamar atenção da sociedade para a grave situação dos atrasos nos pagamentos. Durante o trajeto, o presidente do SINPOL-RN, Paulo César de Macedo, fez uso da palavra alertando a população para os prejuízos que atrasos de salários geram também para a população.

“O policial civil, o servidor do ITEP, da Sesed e os demais servidores público, em geral, já trabalham em condições extremamente precárias, em delegacias ou unidades caindo, sem armamentos e equipamentos de segurança adequados. Mesmo assim, eles não se omitem e cumprem seu papel fazendo o atendimento que a sociedade necessita. No entanto, além de tudo isso, não dá para trabalhar sem receber salário e nem muito saber quando vai receber. Nós policiais, assim como você cidadão, temos família, temos filhos para alimentar e temos contas para pagar”, falou Paulo César de Macedo, presidente do SINPOL-RN.

Ao chegarem em frente à Assembleia, os Agentes, Escrivães e servidores do ITEP e Sesed se juntaram aos delegados da Polícia Civil que já estavam no local aguardando. Depois disso, todos entraram na casa legislativa para acompanhar a sessão.

Foto: Assessoria do SINPOL

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Política

Fechamento da Ceasa: mais um paradigma do Governo Robinson

A juíza da 19ª Vara Civil de Natal, Andréa Régia Leite Holanda Macedo Heronildes, atendendo a um pedido da promotora Gilka da Mata, determinou o fechamento da Ceasa (Central de Abastecimento do Rio Grande do Norte) em um prazo de 72 horas.

A decisão é em virtude de problemas ambientais na área e tinha sido ingressada desde abril de 2010. Nesse intervalo de tempo, nenhuma providência foi tomada por parte do Governo do Estado.

Em 05 de junho de 2015, Robinson visitou a Ceasa, onde ouviu apelo dos comerciantes e constatou de perto os problema ambientais lá existentes. Já no dia 09 de julho de 2016, por ocasião da Vila Cidadã em Parnamirim, anunciou a transferência da Central de Abastecimento para lá. Nem transferência para lá, nem adequação aqui.

Mas o fechamento da Ceasa é apenas mais um lamentável paradigma do Governo Robinson, depois da maior greve da história da UERN, do maior número de fugas da história dos presídios, da maior crise na saúde e de acabar os recursos do Fundo Previdenciário, sem falar na maior insegurança já vista na história do RN.

Foto: Magnus Nascimento

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Estado

Governo acordou? 

O Governo do Estado emitiu neste domingo (09), às 21h, uma nota oficial para falar sobre a situação financeira do Rio Grande do Norte. Uma declaração da falência do Rio Grande do Norte. Quase dois anos após o Governo Robinson ter começado, falando em otimismo e gastado o dinheiro do Fundo dos Aposentados:

“O Rio Grande do Norte, a exemplo dos outros estados brasileiros, sofre os efeitos da maior crise financeira já enfrentada pelo país.  

As finanças do Estado são compostas pela arrecadação própria e por repasses do Governo Federal. De janeiro de 2015 a setembro de 2016 o Rio Grande do Norte já deixou de receber R$ 980 milhões previstos nos orçamentos para os dois anos. Somente em transferências federais, a frustração chega a R$ 691 milhões em relação à previsão orçamentária. Além disso, as receitas dos royalties do petróleo apresentaram redução em mais de 61% em comparação a 2014. 

Destes recursos, o Governo do Estado repassa obrigatoriamente, todos os meses, o dinheiro para a manutenção dos poderes Legislativo, Judiciário, do Ministério Público e do Tribunal de Contas. No mês de setembro, esse valor somou R$ 126,5 milhões.  

O Executivo age em diversas frentes para contornar a situação: renegocia contratos, reduz drasticamente despesas de custeio, realizou auditoria na folha e censo do servidor corrigindo possíveis distorções e trabalha com uma máquina mais enxuta e mais eficiente. Encaminhou projeto à Assembleia para vender ativos imóveis do Estado e tem realizado ações para crescer a arrecadação estadual.  

O governador Robinson Faria está coordenando as negociações com o Governo Federal para garantir compensações financeiras diante das perdas milionárias que prejudicam pelo menos 20 dos 26 estados da federação. A expectativa é que o RN receba recursos federais para reequilibrar as finanças.  

Apesar dos esforços na redução de despesas em todas as áreas e de um controle mais rigoroso na aplicação dos recursos, a crise ainda impede o pagamento em dia dos compromissos com os servidores.  

O RN tem hoje 103.866 servidores entre ativos, inativos e pensionistas, que geram uma folha salarial em torno de R$ 420 milhões. Os cargos comissionados representam apenas 0.5% dessa folha, o segundo menor percentual do país.  

Para garantir a total transparência, foram instituídas, pela primeira vez, reuniões periódicas com um fórum de servidores para, junto deles, deliberar sobre o calendário de pagamento.

O atraso na folha do servidor não é uma escolha do Governo. A prioridade do governador Robinson Faria é honrar o compromisso com o servidor. Para isso, não tem medido esforços para diminuir os impactos negativos da crise que afeta os estados ao mesmo tempo em que busca caminhos para amenizar, de maneira mais rápida, essa grave situação.  

É importante que a população acompanhe de perto as finanças e as ações que estão sendo conduzidas. Com determinação, transparência e o apoio do povo potiguar sairemos desta situação fortalecidos e prontos para retomar o crescimento do Rio Grande do Norte”. 

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Estado

A revolta dos coronéis

O novo secretário de Segurança Pública do Rio Grande do Norte, delegado federal Caio César Marques Bezerra, escolheu o Tenente-Coronel Florêncio como seu adjunto.

Para não ficar subordinado a um oficial de grau hierárquico inferior, o corregedor Coronel Araújo Lima entregou o cargo. Quebra da hierarquia castrense.

Os Coronéis não aceitam o Tenente-Coronel como Adjunto da Segurança Pública.

É a mesma coisa de um Bispo ser subordinado a um Padre.

Detalhe: Dizem que apesar do desgaste e pressão o titular da Segurança não volta atrás da decisão.

Política

Corte no orçamento do Governo Robinson vai fechar a Defensoria Pública de Caicó

O corte de 50% no Orçamento da Defensoria Pública do RN, proposto pelo Governo do Estado, significará uma queda de R$ 54 milhões para R$ 27 milhões, a qual deve repercutir na continuidade do funcionamento das unidades da Defensoria no interior do Rio Grande do Norte.

Caicó será uma das cidades prejudicadas e a população desassistida na região soma 73.781, segundo levantamento da DPE no ano de 2015, incluindo Caicó (67.747 pessoas), São Fernando (3.603 pessoas) e Timbaúba dos Batistas (2.428 pessoas).

No ano passado, foram feitos, em Caicó, 2.981 atendimentos, no núcleo Cível e 1.016, no Criminal.

Assu e Pau dos Ferros também perderão as unidades da Defensoria. Com isso, considerando os números do ano de 2015, quase sete mil atendimentos, nas áreas Cível, Criminal e Infância e Juventude, deixarão de ser realizados à população, comprometendo um princípio constitucional de que todos têm direito ao acesso à Justiça. No ano passado, o número de pessoas atendidas pela DPE, nessas três cidades, ultrapassou as 204 mil pessoas, que, com o fechamento dessas unidades, necessitarão se deslocar de seus municípios para conseguir atendimento jurídico gratuito.

Política

Pensionistas do Estado que ganham acima de R$ 9 mil terão salário de agosto pago em 27 de setembro

O Governo do Estado encerra na próxima terça-feira (27) o pagamento dos pensionistas do Estado.

Neste sábado (24) receberão 497 pessoas que ganham de R$ 6001 até R$ 9 mil, totalizando uma folha de R$ 3,6 milhões, com pensão média de R$ 7,2 mil.

E na terça-feira (27) serão creditados os pagamentos dos 754 pensionistas restantes que recebem acima de R$ 9 mil, equivalente a uma folha de R$ 12,033 milhões, com valor médio de pensão de R$ 15,9 mil.

Política

Virgulino bate e volta

O sistema de Segurança do Rio Grande do Norte é o que pode se chamar de itinerante. O Secretário de Segurança, General Ronaldo Lundgren, está no Rio de Janeiro (diz a rua), demissionário.

Já o impetuoso Wallber Virgolino, da Justiça, responsável pelos presídios, não dispensa as origens. Todo dia, segundo servidores da Sejuc,  vai dormir na Paraíba, sua terra natal, aproveitando o asfalto impecável da BR-101, que reduz tempo de viagem. Apertar os cintos. Um piloto sumiu por cima. Outro por baixo.

Política

Pensionistas do Estado na ‘sofrença’

São muitos os pensionistas do Estado que ainda não receberam o salário de agosto. No último sábado saiu o pagamento apenas para quem ganha até R$ 4 mil. 

Os que recebem de R$ 4.001,00 em diante estão entregues ao tempo. Nem o governador Robinson Faria sabe a data que vai pagá-los. 

Hoje é dia 20 de setembro. E os pensionistas na ‘sofrença’. 

Estado

Secretário de Segurança de novo fora do RN

O Rio Grande do Norte está novamente sem a presença do Secretário Estadual de Segurança Pública. O General Ronaldo Lundgren já está novamente fora do Estado e o destino deve ser o de sempre: a Cidade Maravilhosa, Rio de Janeiro, onde moram seus familiares.

Costumeiramente o titular da Segurança tem passado mais tempo lá do que aqui.

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Política

Diretor do Itep pede exoneração do cargo alegando problemas estruturais e falta de profissionais

Richard Ribeiro Palmeira deixou o cargo de diretor do Instituto Técnico-Científico de Polícia (ITEP) nesta sexta-feira (16), após publicação no Diário Oficial do Estado. Na edição da Tribuna do Norte, Richard alegou problemas estruturais e de pessoal.

Segundo o ex-diretor, faltam profissionais para todas as áreas dentro do Itep.

Política

Governo Robinson cogita demitir até funcionários efetivos

Segundo afirmou o Secretário Estadual de Administração, Cristiano Feitosa, em entrevista à Tribuna do Norte, 450 empregados poderão ser desligados pelo Executivo, buscando uma economia anual de R$ 54 milhões.

Segundo Feitosa, o Estado está acima da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e as demissões até de efetivos são cogitadas, além de comissionados e servidores sem estabilidade.

O secretário acredita, no entanto, que se encontre outra medida que não seja a demissão dos servidores.

Política

Caixa Econômica Federal suspende consignados para servidores do Estado por inadimplência do Governo

Um servidor público estadual nos telefonou indignado agora há pouco. Foi à Caixa Econômica Federal tentar um empréstimo consignado e não conseguiu.

Motivo: O Governo do Estado desconta o valor dos empréstimos feitos pelos servidores, mas não está repassando ao banco.

E o servidor segue sem pagamento em dia e sem direito a empréstimo.