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Caos do Hospital Giselda Trigueiro é notícia nacional no Bom Dia Brasil

A triste realidade do Hospital Giselda Trigueiro, referência no atendimento de doenças infectocontagiosas do Rio Grande do Norte, foi assunto nacional nesta quarta-feira (07), quando o Bom Dia Brasil, da Rede Glboo, mostrou a situação.

“O Hospital parou de receber pacientes por causa da sujeira”, diz a reportagem, que mostrou ainda a falta de higiene no setor de pacientes com tuberculose.

Confira: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/edicoes/2016/12/07.html 

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Estado deixa Hospital Giselda Trigueiro em colapso na higienização e com aumento de mortes

Único no atendimento especializado em doenças infectocontagiosas do Rio Grande do Norte, o Hospital Giselda Trigueiro suspendeu os atendimentos desde esta segunda-feira (05), por não ter pessoal para trabalhar na limpeza. O contrato com a empresa que fornecia a mão-de-obra se encerrou em julho passado e até agora não foi renovado.

Em entrevista à Tribuna do Norte, o diretor técnico André Prudente, afirmou que o colapso na higienização tem relação com o maior tempo de recuperação dos pacientes e também com o aumento de mortes no hospital.

Até julho, o hospital tinha 19 pessoas responsáveis pela limpeza diária. Nos primeiros meses do ano, o índice de mortalidade no hospital era de 8% dos pacientes. Se considerarmos a lotação máxima do hospital, de 115 leitos, esse percentual representa nove mortes por mês. Depois de quatro meses de higienização mal feita, com o máximo de cinco profissionais por dia, o índice de mortalidade aumentou para 12% em novembro.

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Hospital Giselda Trigueiro está com 26 leitos desativados por falta de medicação, alimentação e limpeza

Mais um Hospital da Rede Estadual de Saúde grita por socorro. Desta vez é o Giselda Trigueiro, localizado no Bairro das Quintas, em Natal, sendo referência no atendimento de doenças infectocontagiosas e toxicológicas do Rio Grande do Norte.

Um protesto está programado para esta quinta-feira (24), às 09h, em frente ao hospital, com o intuito de chamar a atenção da sociedade para o caos.

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Crise no Hospital Giselda Trigueiro será debatida no Conselho Estadual de Saúde (CES)

A situação de crise no hospital Giselda Trigueiro, especializado no atendimento de doenças infecto-contagiosas, será apresentada na manhã desta terça-feira (01), na reunião do Conselho Estadual de Saúde (CES). A reunião ocorre no auditório da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), a partir das 08h30. O secretário estadual de Saúde, George Antunes, estará na reunião para discutir o panorama financeiro da pasta.

Na manhã desta segunda, uma comissão de conselheiros e do Sindsaúde-RN reuniu-se com a direção do hospital e em seguida percorreu todos os setores, inclusive a pediatria, cujo fechamento está sendo preparado.

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Giselda Trigueiro pode ficar sem profissionais de higienização a partir de fevereiro

O Hospital Giselda Trigueiro, referência em doenças infectocontagiosas e toxicológicas, pode ficar sem profissionais de higienização a partir do mês de fevereiro por falta de pagamento. Situação que pode comprometer a qualidade no atendimento oferecido à população.

Os profissionais da área, que são terceirizados, estão cumprindo o aviso prévio até o dia 31 de janeiro sem saber se vão receber porque a renovação da contratação de emergência feita pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap) com a Safe Locação de Mão de Obra e Serviços ainda está sem contrato vigente e aguardando um parecer da Procuradoria-geral do Estado (PGE). Sem o contrato, os funcionários serão demitidos no próximo dia 31 e a unidade ficará sem profissionais de higienização a partir de fevereiro. Sem o serviço, os riscos de infecção são aumentados e, dependendo do caso, pode comprometer o funcionamento de alguns setores da unidade.

De acordo com informações da Safe, o pagamento que deveria ter sido feito desde o dia 2 de janeiro, 15 dias após a emissão da Nota Fiscal. Mesmo assim, a Sesap prometeu realizar o pagamento até o final de janeiro. Diante da incerteza de recebimento e da insegurança jurídica, todos os funcionários foram colocados em aviso prévio. Caso o pagamento não reja realizado até o o final do mês, os funcionários serão demitidos. Atualmente, a Safe possui 39 serventes de higiene hospitalar responsáveis pela higienização do Giselda, 18 no Centro de Reabilitação Infantil (CRI) e outros 16 no Hemocentro do Rio Grande do Norte (Hemonorte).

O presidente do Sindicato dos Profissionais de Enfermagem e Empregados em Hospitais (Sipern), também externou a preocupação com os empregados e com o funcionamento das unidades. “Minha grande preocupação é com os direitos dos trabalhadores. Como que vai ficar a situação desses trabalhadores? Vão ficar desempregados? Como eles vão receber o que é de direito? Mas também fica a dúvida que interfere em toda a população: como fica o funcionamento dessas unidades? A população vai deixar de ser atendida? Ou vai ser atendida em ambientes sem higienização?”, indagou.

O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Norte (Cremern) foi procurado por ser o órgão responsável pela fiscalização das unidades hospitalares, mas o presidente Marcos Lima preferiu não comentar o caso e aguardar o desfecho das negociações.

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Hospital Giselda Trigueiro recebe equipamento médico doado pela Fifa

O Hospital Giselda Trigueiro recebeu, na manhã desta quarta-feira (9), um desfibrilador automático para os atendimentos de urgência e emergência da unidade.

O equipamento foi entregue pelo coordenador médico da Copa do Mundo da Fifa no RN, Maeterlinck Rêgo e por Antônio Araújo, presidente da Unimed Natal, operadora de saúde responsável pelos atendimentos médicos dentro da Arena das Dunas.

“O desfibrilador que recebemos é novo e moderno e não chegou nem a ser utilizado durante os jogos da Copa do Mundo na Arena das Dunas. Ficamos felizes com a doação da Fifa e iremos deixá-lo à disposição do nosso Pronto Socorro”, disse a diretora geral do Hospital Giselda Trigueiro, Milena Martins.

Os desfibriladores são utilizados com o objetivo de restabelecer ou reorganizar o ritmo cardíaco em casos de paradas cardiorrespiratórias.

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Infectologista fala sobre hepatites virais na programação pelo aniversário do Hospital Giselda Trigueiro

Teve início na última segunda-feira (7) e continua até a sexta (11) a I Semana Científica e Cultural do Hospital Giselda Trigueiro (HGT), evento que se insere dentro da programação de aniversário de 71 anos do hospital que é referência no atendimento de doenças infectocontagiosas no Rio Grande do Norte.

Pela manhã, o infectologista Igor Thiago Borges de Queiroz e Silva, Membro do Comitê Técnico Estadual de Acompanhamento e Assessoramento do Programa de Hepatites Virais, proferiu palestra sobre hepatites virais.

“Temas como HIV e Hepatites Virais devem sempre ser abordados na população, principalmente entre profissionais de saúde, os quais lidam com essas doenças diariamente. Essas oficinas permitem atualizações sobre assuntos polêmicos e, ao mesmo tempo, muito importantes para toda a sociedade”, afirma Dr. Igor Thiago.

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Hospital Giselda Trigueiro passa a atender apenas pacientes referenciados‏

A direção do Hospital Giselda Trigueiro (HGT), referência no Rio Grande do Norte para atendimentos de doenças infectocontagiosas, comemora a primeira semana de implantação do sistema de regulação, fazendo a recepção apenas de usuários que se encontram na lista de ordenação de acesso aos serviços de assistência à saúde.

Amparada num intenso trabalho de mídia, desenvolvido nos meses de novembro e dezembro, com a exposição de banner explicativo na recepção da unidade, distribuição de panfletos a todos os visitantes e entrevistas seqüenciadas nos principais veículos de comunicação do Estado, a fim de comunicar a nova sistemática aos usuários habituais, a diretora da unidade, médica Milena Martins, acredita que as novas mudanças irão beneficiar tanto os usuários, em potencial, como aos servidores do HGT.

“Estamos atendendo apenas pacientes referenciados, que chegam encaminhados via regulação médica. Com isto, foi reduzido sensivelmente o número de atendimentos, o que resultou em melhora para o trabalho dos servidores que atuam no Pronto Socorro, que agora podem trabalhar com mais eficiência no tratamento de cada paciente”, conta Milena Martins, refutando a idéia de possíveis contratempos ou desconforto para a clientela que procura o hospital: “Além de um extensivo trabalho de esclarecimento, que procurou atingir a maior parte da população, em geral, a equipe de Acolhimento e Classificação de Risco do Pronto Socorro permanecerá orientando a todos que procuram o HGT”, confirmou.