Política

Presidente do BNDES pede demissão

Da Agência Brasil

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, pediu hoje (16) demissão do cargo. Em mensagem enviada ao ministro da Economia, Paulo Guedes, Levy solicitou desligamento da presidência do banco e disse esperar que o ministro aceite.
“Solicitei ao ministro da Economia, Paulo Guedes, meu desligamento do BNDES. Minha expectativa é que ele aceda. Agradeço ao ministro o convite para servir ao País e desejo sucesso nas reformas”, disse.

Levy agradeceu ainda aos funcionários do BNDES, “que têm colaborado com energia e seriedade para transformar o banco, possibilitando que ele responda plenamente aos novos desafios do financiamento do desenvolvimento, atendendo às muitas necessidades da nossa população e confirmando sua vocação e longa tradição de excelência e responsabilidade”.

Ontem (15), Bolsonaro disse que Levy estava “com a cabeça a prêmio há algum tempo. Estou por aqui com o Levy”, afirmou o presidente em frente ao Palácio da Alvorada, pouco antes de embarcar para um evento no Rio Grande do Sul.

O motivo do descontentamento, afirmou Bolsonaro, foi a nomeação do advogado Marcos Barbosa Pinto para o cargo de diretor de Mercado de Capitais do BNDES, responsável pelos investimentos do BNDESPar, braço de participações acionárias do banco de fomento, que administra carteira superior a R$ 100 bilhões.

O presidente pediu que Levy demitisse o diretor. Para Bolsonaro, o nome não era de confiança, e “gente suspeita” não poderia ocupar cargo em seu governo. Ainda na noite desse sábado, Barbosa Pinto entregou sua carta de renúncia ao cargo. Ele foi chefe de gabinete de Demian Fiocca na presidência do BNDES, durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Economia

Joaquim Levy aceita convite de Bolsonaro e vai presidir BNDES

Da Agência Brasil

O economista Joaquim Levy aceitou hoje (12) o convite para presidir presidir o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ele foi convidado pela equipe de Paulo Guedes, confirmado para o superministério da Economia, e a informação divulgada por sua assessoria.

É o primeiro na equipe econômica do governo de Jair Bolsonaro. Com experiência na administração pública, Levy foi ministro da Fazenda de janeiro a dezembro de 2015, no segundo mandato de Dilma Rousseff, com a promessa de realizar um ajuste fiscal para conter os gastos públicos.

Na semana passada, Bolsonaro afirmou que pretende “abrir a caixa-preta” do BNDES em referência a empréstimos suspeitos negociados em gestões anteriores. Segundo ele, a sociedade tem direito de saber como é utilizado o dinheiro público.

Histórico

Engenheiro naval de formação, Levy possui doutorado em economia da Universidade de Chicago (EUA), a mesma de Paulo Guedes. Ele também foi secretário do Tesouro Nacional entre 2003 e 2006, durante o primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.

Antes, no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, foi secretário adjunto da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, no ano 2000.

De 2010 e 2014, Levy foi diretor do banco Bradesco. Para assumir a presidência do BNDES, Levy deixará a diretoria financeira do Banco Mundial, cargo que ocupa atualmente.

Em 2007, foi secretário de Fazenda do Rio de Janeiro no primeiro mandato do governador Sergio Cabral.

Antes de trabalhar no governo federal, Levy acumulou experiência internacional, trabalhando de 1992 a 1999 no Fundo Monetário Internacional (FMI) e de 1999 a 2000, foi economista visitante no Banco Central Europeu.

Economia

Dilma confirma permanência de Levy em seu Governo

Do G1

A presidente Dilma Rousseff afirmou neste domingo (18) que a CPMF é “crucial para o país voltar a crescer”, em defesa da aprovação, até o final do ano, do tributo cobrado sobre transações financeiras. Em entrevista à imprensa na Suécia, ela citou a medida como a primeira necessária para reequilibrar as contas públicas do país para trazer estabilidade para 2016.

“O Brasil precisa de aprovar a CPMF para que a gente tenha um ano de 2016 estável, do ponto de vista do reequilíbrio de nossas finanças”, afirmou a presidente. “Nós acreditamos que a CPMF é crucial para o país voltar a crescer”, completou depois.

“Estabilizar as contas públicas para quê? Para que o país volte a crescer, para que se perceba que o Brasil tem uma solidez fiscal que vai permitir que nós… Sem a CPMF isso é muito difícil, não vou dizer assim é ‘impossível’. Vou te dizer o seguinte: está no grau de dificuldade máximo. A CPMF é crucial para o país”. 

Na entrevista, a presidente também descartou demitir o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. “O ministro Levy fica”, disse Dilma.
Ela comentou entrevista publicada neste domingo pelo jornal “Folha de S. Paulo” em que o presidente do PT, Rui Falcão, defendeu mudança na política econômica ou a eventual substituição de Levy, caso ele não siga a orientação de Dilma na área.

Questionada sobre uma reunião com o ministro na última sexta, Dilma negou que uma eventual saída dele do cargo tenha sido discutida. “Não tocou-se nesse assunto. Não tinha nenhuma insatisfação dele, até porque essa entrevista [de Rui Falcão] não tinha ocorrido”, afirmou.

Política

Henrique mostra a Levy a importância do Turismo para o desenvolvimento do Brasil

O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, apresentou ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o potencial que o setor tem para gerar emprego, renda e promover a inclusão social no Brasil. O mercado de viagens foi apontado como uma das soluções para o país enfrentar a crise econômica que está vivendo. Alves argumentou que para o setor se desenvolver, no entanto, precisa ser visto como estratégico e receber reforço financeiro.

“O turismo impacta diretamente em 52 atividades. Beneficia desde o garçom ou camareira até o grande empresário dono de hotel”, destacou Henrique Eduardo Alves. Ele sustentou que o setor precisa ser encarado com seriedade e receber prioridade na definição orçamentária, principalmente num período em que o país está prestes a receber o maior evento esportivo do planeta.

O ministro reforçou ainda a agenda estratégica que está pilotando em defesa da isenção de vistos para os norte-americanos e a criação de áreas especiais de interesse turístico, com sistema de tributação e licenciamentos diferenciados. Por último, Henrique Eduardo Alves, pediu que R$ 200 milhões depositados na Caixa Econômica Federal para projetos que estão impossibilitados de serem executados, retornem para os cofres do Ministério do Turismo para serem realocados em obras em andamento.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, considerou o pleito legítimo e informou que existe um grupo de trabalho específico para analisar situações como a apresentada por Henrique Eduardo Alves. Levy afirmou que, tão logo o grupo conclua o estudo, o Ministério do Turismo seria convidado para participar dos encaminhamentos.

Foto: Paulino Menezes  

Economia

Joaquim Levy em Natal: “O ajuste fiscal é essencial para a retomada do crescimento”

“O ajuste fiscal é essencial para a retomada do crescimento, para manter a capacidade de financiamento e investimento e para garantir a região Nordeste como a que mais cresce no Brasil”. Esta afirmação foi feita pelo ministro da Fazenda Joaquim Levy, nesta sexta-feira, 08, no Centro de Convenções de Natal ao participar do 3º Encontro de Governadores do Nordeste.

Joaquim Levy ressaltou que o Governo Federal teve coragem para desenvolver o ajuste fiscal que está em votação no Congresso Nacional e que vai proporcionar uma economia nos gastos públicos de R$ 12 bilhões com a redução de subvenções. “O ajuste fiscal vai permitir que o Brasil tome um novo caminho”, afirmou Levy que se referiu a uma frase do governador Robinson Faria ao discursar na abertura do Encontro: “Não podemos nos perder no discurso da crise”.

Ao se referir à declaração do Governador do Estado, o ministro da Fazenda explicou que, hoje, “o Governo Federal faz uma reengenharia que a economia global impõe”, e pediu votação rápida pelo Congresso das medidas propostas pela administração Dilma Rousseff.

Foto: Rayane Mainara

08.05 Palestra com o ministro da fazenda, Joaquim Levy - 3º Encontro de Governadores do NE - Foto Rayane Mainara (3)

Política

Ministro Joaquim Levy cumpre agenda em Natal nesta sexta-feira (08)

O Centro de Convenções de Natal sedia nesta sexta-feira (8) o 3º Encontro de Governadores do Nordeste – Por uma agenda de desenvolvimento regional -, evento que objetiva discutir uma pauta única de desenvolvimento para toda região. O governador Robinson Faria e mais oito chefes do Executivo nordestinos serão acompanhados do ministro da Fazenda Joaquim Levy e do ministro para assuntos estratégicos, Roberto Mangabeira Unger.

No evento serão tratados o ajuste fiscal, a continuidade e ampliação de investimentos para a região, a unificação da alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e questões relativas à previdência. O encontro termina com a elaboração de uma carta aberta com o pleito de todos os participantes.

Programação do 3º  Encontro dos Governadores do Nordeste “Por uma agenda de desenvolvimento regional”.

8h – Credenciamento

9h – Recepção às autoridades

9h30 – Abertura do evento

9h40 – Fala do anfitrião – Governador Robinson Faria

10h – Palestra do Ministro da Fazenda, Joaquim Levy

11h – Fala dos governadores

13h – Intervalo para almoço

15h – Palestra do Ministro para Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger

16h – Reunião fechada – (Elaboração da Carta dos Governadores Eleitos)

17h – Divulgação da Carta e encerramento

EconomiaPolítica

Marcelo Alecrim e Flávio Rocha se reúnem com Ministro da Fazenda

Empresários que fazem o Rio Grande do Norte brilhar pelo Brasil afora, Marcelo Alecrim (Ale) e Flávio Rocha (Riachuelo) estiveram reunidos com o Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, na quinta-feira da semana passada, para tratarem sobre as medidas de ajuste econômico tomadas pelo Governo Federal.

Ambos integram o Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), que também faz parte a empresária Luiza Trajano, presidente do grupo Magazine Luiza.

Na ocasião, o ministro disse que a retomada do crescimento do País virá com cenário econômico que estimule a iniciativa privada. “O setor varejista brasileiro é um dos maiores do mundo. É o que mais emprega e com certeza pode ajudar muito a criar um ambiente melhor para ajudar a trazer mais investimentos e a retomada do crescimento da nossa economia”, enfatizou.

Durante o encontro, Levy detalhou as medidas de ajuste, com destaque para o reequilíbrio fiscal e a solidez das contas públicas, indispensáveis para o desenvolvimento do ambiente de negócios e a recuperação da confiança empresarial. Ele também ouviu avaliações desse segmento sobre a conjuntura econômica atual. “Precisamos unir esforços”, ressaltou o ministro.

O objetivo do encontro foi criar um espaço de cooperação entre governo e setor privado para que a economia brasileira volte a crescer com mais vigor. “Vamos precisar do apoio de todos vocês do setor de varejo. E tenham a certeza de que a economia brasileira tem a capacidade de responder rápidos a medidas de ajustes. Foi assim no passado e tenho certeza de que isso vai acontecer de novo”, garantiu o ministro.

Foto: Cedida 

(null)